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Prêmio Semeando o Bem premia 13 projetos sociais e ambientais de produtores de algodão

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Premiação faz parte do Programa Semeando o Bem do Instituto Algodão Social (IAS), ligado a AMPA. Grupo Bom Futuro foi premiado nas categorias Educação e Meio Ambiente.

Foto: Assessoria

Os 13 projetos dentre 52 inscritos na 4ª edição do Prêmio Semeando o Bem foram conhecidos na noite de quarta-feira (07), em Cuiabá. Mais de 120 pessoas se reuniram para conhecer os projetos sociais e ambientais desenvolvidos por produtores mato-grossenses de algodão, que servem de exemplo para o setor produtivo e outros segmentos econômicos. O Grupo Bom Futuro foi o grande vencedor da noite levando prêmios nas categorias Educação e Meio Ambiente. Durante a solenidade foram homenageados o Hospital do Câncer de Mato Grosso, Instituto Flauta Mágica e Projeto Japuíra.

A premiação ocorre a cada dois anos e faz parte do projeto Semeando o Bem do Instituto Algodão Social (IAS), que tem o objetivo de incentivar e valorizar ações voluntárias de caráter social, ambiental e cultural, desenvolvidas por produtores associados à AMPA (Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão).

O Prêmio Semeando o Bem é dividido nas categorias de saúde, educação, esporte e lazer, cultura, filantropia, educação e segurança alimentar e ações diferenciadas.

O presidente da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA), Alexandre Pedro Schenkel, em seu discurso durante a premiação destacou que o programa não possuía nenhuma referência quando implantado, porém, com a ajuda de pessoas com conhecimento conseguiu-se o que é o Semeando o Bem é hoje.

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Em quatro edições o Semeando o Bem registrou mais de 200 projetos inscritos. “Isso está espalhado pelo Mato Grosso. Uma coisa que começou lá atrás. Nos preocupamos em ser responsáveis e nós mesmos procuramos uma responsabilidade para fazermos e distribuirmos tanto para as famílias em nossas propriedades como também para a sociedade ao nosso redor. Muitos projetos envolvem a sociedade”, frisou o presidente da AMPA.

O prêmio foi criado em 2012 como parte do programa Semeando o Bem. Ele destaca e fomenta iniciativas desenvolvidas pelo setor produtivo que beneficiem os colaboradores do setor algodoeiro (e seus familiares) e/ou comunidades do entorno de fazendas e usinas de beneficiamento.

“O resultado disso é que bons exemplos sempre são imitados. Assim, percebemos que ao longo dos anos aumentou muito a prática de projetos que beneficiam os colaboradores das fazendas, suas famílias e a sociedade. A premiação tem a finalidade de motivar”, afirmou o diretor executivo do IAS, Félix Balaniuc.

O Grupo Bom Futuro levou dois prêmios. Na categoria Educação (subgrupo I) pelo projeto de Kit Material Escolar e na categoria Meio Ambiente (Subgrupo II) pelo projeto Separô em Ação. Para Elaine Lourenço, coordenadora de Gestão Ambiental e Qualidade do Grupo Bom Futuro, o prêmio e o programa Semeando o Bem incentiva as propriedades de algodão em Mato Grosso a ir além. “Para o Grupo Bom Futuro é um reconhecimento. É uma satisfação para nós sabermos que estamos na direção certa e o mais legal é saber que é junto com vários produtores de algodão do estado”.

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Presente na premiação, o deputado estadual Carlos Avallone, representando os parlamentares da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), destacou ficar emocionado quando vê ações como essa desenvolvida pela AMPA. Segundo Avallone, o Governo de Mato Grosso, sob o comando de Dante de Oliveira, acreditou na produção do algodão ao instituir o Proalmat (Programa de Incentivo à Cultura do Algodão de Mato Grosso), bem como os produtores, transformando o estado na potência que é. “Nós devemos e reconhecemos isso no poder de empreendedorismo de cada um”.

O parlamentar confessou entristecer-se quando tentam “denegrir” a imagem do produtor que algodão que hoje é responsável por R$ 10 bilhões do PIB mato-grossense. “Vocês contribuem efetivamente com impostos e depois contribuem com projetos sociais. A Assembleia Legislativa reconhece em vocês o sucesso, mas principalmente o que vocês representam para Mato Grosso”.

Confira os projetos vencedores:

Categoria Saúde

Grupo Utida (subgrupo I) – projeto Saúde da Família
Grupo Terra Santa (subgrupo II) – projeto Suporte de Vida

Categoria Educação 

Grupo Bom Futuro (subgrupo I) – projeto Kit Material Escolar
Grupo Bom Jesus (subgrupo II) – projeto Muxirum da Alfabetização

Categoria Meio Ambiente

Grupo Amaggi (subgrupo I) – projeto Programa de Educação Sócio Ambiental
Grupo Bom Futuro (subgrupo II) – projeto Separô em Ação

Categoria Esporte e Lazer

Grupo Girassol Agrícola (subgrupo I) – projeto Na Girassol Bom de Nota é Bom de Bola
Grupo Webler (subgrupo II) – projeto Incentivando Sonhos

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Categoria Educação e Segurança Alimentar

Grupo Boa Esperança (subgrupo I) – projeto Emagrece Boa Esperança
Grupo JVale (subgrupo II) – projeto Horta e Cantina

Cultura

Grupo MVR AGRO – projeto Biblioteca

Filantropia

Grupo Marcondes – projeto Amor ao Próximo

Ações Diferenciadas

Grupo O Telhar – projeto Café com o Country Manager

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Setor vitivinícola deve se preparar para ser competitivo com abertura de mercado, diz ministra

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou nesta quinta-feira (5) da abertura da Tecnovitis – Feira de Tecnologia para Viticultura, em Bento Gonçalves (RS). Ela disse que os produtores de vinho brasileiros devem se preparar, com a ajuda do Ministério da Agricultura, para estarem prontos quando o acordo entre o Mercosul e a União Europeia entrar em vigor e destacou a necessidades de adequar a legislação do setor.

“Temos que ver a oportunidade que esse acordo vai nos trazer para a gente subir a régua e consertar uma série de coisas que estavam travadas. E aproveitar que o brasileiro está gostando de tomar vinho, vocês têm vinhos bons. Em vez de só comprar vinhos lá de fora, vamos fazer um mix: eles que tragam os vinhos deles, mas vamos colocar os nossos na frente nas prateleiras de venda e para que a gente possa também exportar vinhos de qualidade aqui dessa região para todo o mundo”, disse a ministra.

A ministra disse que o Ministério irá trabalhar para adequar a legislação do setor em um prazo de seis meses. “Tenho certeza de que vamos conseguir ser muito competitivos. Temos que ver quais são os nossos gargalos, como carga tributária, custo de produção e a legislação também é importantíssima para que a gente possa caminhar”, disse.

Mais cedo, a ministra participou da 55ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercado Comum do Sul (Mercosul).

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Tecnovitis

O evento, considerado o maior encontro de fornecedores para o setor vitícola, apresenta as técnicas, equipamentos e produtos ligados à viticultura e difusão de conhecimento de novas tecnologias no setor. Esta é a terceira edição da feira, promovida pelo Sindicato Rural da Serra Gaúcha. 

Cerca de 15 mil visitantes são esperados, entre produtores, fornecedores e profissionais da cadeia produtiva da uva. O secretário de Agricultura Familiar do Mapa, Fernando Schwanke, também esteve no evento. 

A região da serra gaúcha é referência nacional na vitivinicultura e Bento Gonçalves é reconhecida como uma das mais expressivas áreas produtoras de vinhos do país. Das cerca de 15 mil áreas produtoras de uvas no estado, pouco mais de 10 mil estão concentradas na região, em mais de 40 mil hectares de área de vinhedos produtivos

Informações à Imprensaimprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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Ministra participa da Cúpula do Mercosul no Vale dos Vinhedos

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Foi realizada nesta quinta-feira (5) a 55ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercado Comum do Sul (Mercosul)  em Bento Gonçalves (RS), no Vale dos Vinhedos. O encontro reuniu os presidentes Jair Bolsonaro, Mario Abdo Benítez (Paraguai), Mauricio Macri (Argentina) e a vice-presidente do Uruguai, Lucía Topolansky. 

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) integrou a delegação que acompanhou o presidente Bolsonaro. 

Paralelamente à cúpula, o presidente Bolsonaro reuniu-se com o paraguaio Mario Abdo Benítez, que assumiu a presidência temporária do bloco sul-americano pelos próximos seis meses. Participaram da reunião a ministra Tereza Cristina e os ministros Ernesto Araújo (MRE), Paulo Guedes (Economia), Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Luiz Henrique Mandetta (Saúde) e Osmar Terra (Cidadania). 

 

 

Ministra Tereza Cristina integra delegação que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro na Cúpula do Mercosul, em Bento Gonçalves (RS).

Divulgação/Mapa

Tereza Cristina e Ernesto Araújo também encontraram-se com a ministra das Relações Exteriores da Bolívia, Karen Longaric. O Brasil tem uma fronteira seca com a Bolívia e mantém cooperação em temas sanitários e fitossanitários.

Indicações geográficas

Depois da transferência da presidência rotativa ao Paraguai, foram firmados atos, como o que prevê a proteção mútua das indicações geográficas (IGs) originárias nos territórios dos países-membros do Mercosul. O objetivo é evitar fraudes e uso indevido de produtos típicos de cada país. A medida é mais uma etapa para implementação do acordo de livre comércio do Mercosul com a União Europeia, firmado no fim de junho em Bruxelas (Bélgica). 

Na lista de IGs protegidas no Mercosul, estão a cachaça da Região de Salinas, os queijos Canastra e Serro e os vinhos do Vale dos Vinhedos, segundo a Presidência da República. 

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Informações à imprensa
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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Mapa adere a plataforma sobre mudanças climáticas na agricultura durante a COP-25

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento aderiu à Plataforma de Ação Climática da América Latina e Caribe (Placa). A cerimônia de lançamento e adesão ocorreu nesta quinta-feira (5), no Pavilhão do Chile na 25a Conferência das Partes da Conferência-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC).

O Embaixador do Brasil na Espanha, Pompeu Andreucci, representou a Ministra Tereza Cristina na ocasião.

A iniciativa PLACA tem como objetivo promover e potencializar a colaboração entre os países da América Latina e do Caribe para implementar, com eficácia, medidas relacionadas às mudanças climáticas em agricultura (pesquisa, capacitação, transferência de tecnologia, acesso a financiamento para adaptação e mitigação das mudanças climáticas). Contempla também previsão de cooperação em políticas sobre mudança do clima, em linha com os objetivos de desenvolvimento sustentável, e de aprimoramento de sua articulação com outras iniciativas e instituições internacionais.

Os países da América Latina e do Caribe combinam grande potencial, tanto em segurança alimentar, quanto em sustentabilidade. Em coordenação com seus parceiros regionais, o Brasil está disposto a firmar-se globalmente como potência agroambiental, estimulando essas duas vertentes para que caminhem lado a lado.

Além do Brasil, subscreveram a iniciativa PLACA, como membros fundadores, Argentina, Bahamas, Costa Rica, Chile, Guatemala, Peru e Uruguai.

Informações à Imprensaimprensa@agricultura.gov.br 

Fonte: MAPA GOV
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