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Primeiro treinador robô do mundo já existe e assinou com time de basquete

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Treinador robô vai trabalhar no Parma Basket, da Rússia

O Parma Basket , time de basquete profissional da Rússia, resolveu inovar no esporte. Em parceria com a empresa Promobot, eles criaram um treinador robô .

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O robô Promobot se tornará um treinador analítico do time, de acordo com um contrato assinado pelos representantes de ambos os lados no último dia 10 de outubro.

Os robôs são usados ​​como consultores, guias, administradores e concierges, substituindo ou dando suporte a funcionários “vivos”. Eles são capazes de reconhecer rostos e fala, responder perguntas, trabalhar com documentos e se conectar a serviços de terceiros.

Os deveres do treinador robô incluirão a coleta e análise de dados durante os jogos. Com a ajuda de redes neurais, o Promobot processará indicadores estatísticos dos jogadores, calculará as melhores combinações de jogadores de basquete na quadra e fornecerá isso ao treinador. O técnico estará presente em todos os jogos em casa do Parma.

Sergey Boguslavsky, Presidente do Parma Basket, disse que a novidade é algo sem precedentes. “Nada como isso aconteceu antes. Assinamos um contrato com o primeiro técnico de robôs do mundo. Estou certo de que nosso novo assistente tornará os jogos do Parma ainda mais inteligentes e mais bem-sucedidos”.

O primeiro do mundo

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Treinador robô vai trabalhar no Parma Basket, da Rússia

É a primeira vez na história dos esportes que um robô se torna um participante pleno do jogo, junto com treinadores, juízes e jogadores. Em 2016, os engenheiros japoneses introduziram um robô com quem uma pessoa pode treinar em um jogo de tênis de mesa, mas a posição de analista é ocupada por um robô pela primeira vez.

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“Os robôs de serviço removem parte das tarefas rotineiras do humano, liberando tempo para coisas mais importantes. Portanto, nossos robôs já estão trabalhando como consultores, guias, concierges – em todas essas profissões, as pessoas gastam desnecessariamente sua energia fazendo as mesmas tarefas”, disse Oleg Kivokurtsev, diretor de desenvolvimento da Promobot.

“O treinador do time também gasta seus recursos e atenção na análise geral de estatísticas, lembrando de combinações de jogadores e outras tarefas “rotineiras” durante o jogo. O Promobot vai executar essa função rapidamente e de forma precisa, dando ao treinador uma análise já pronta”, completou.

E chegará ao Brasil?

Essa também pode ser uma realidade no Brasi, já que esse mesmo modelo de robô já está por aqui através da parceira da Promobot , a Umbô. 

A empresa Promobot foi fundada em 2015 e, atualmente, é a maior fabricante de robôs de serviço autônomo no norte e leste da Europa. Os Promobots trabalham em 35 países como administradores, promotores, consultores, guias e concierges, substituindo ou apoiando funcionários “vivos”.

Os robôs Promobot podem ser encontrados no metrô de Moscou, no Dubai Mall, no aeroporto de Baltimore, nas lojas da IKEA e nos escritórios da Vodafone, por exemplo.

Fonte: IG Esportes
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Flamengo e Vasco empatam em jogaço de 8 gols no Maracanã

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Flamengo e Vasco empataram em 4 a 4 em um grande partida disputada na noite desta quarta (13) no estádio do Maracanã. No jogo (antecipado da 34ª rodada do Campeonato Brasileiro) o atacante Ribamar acabou sendo um dos destaques ao marcar o gol do empate já nos acréscimos da partida.

Com este resultado o Flamengo permanece na liderança da competição, abrindo 11 pontos de vantagem em relação ao vice-líder Palmeiras (que tem um jogo a menos), e alcança uma sequência de 20 partidas de invencibilidade nesta edição do Brasileiro.

O jogo

O time rubro-negro começou a partida em um ritmo frenético. Com isso, com menos de 1 minuto de jogo o líder do Brasileiro abriu o marcador. Logo após a saída de bola, Reinier arranca sozinho até a área do Vasco. O jovem atacante toca para o meio da área, a bola ainda bate em Gabigol, mas ela sobra para Éverton Ribeiro chegar chutando para abrir o marcador com 37 segundos de confronto.

Após a pressão inicial, o Vasco consegue igualar as ações, aproveitando espaços dados pelo Flamengo para criar oportunidades em perigosos contra-ataques.

E aos 33 minutos o time de São Januário consegue empatar justamente em um lance de contra-ataque, Rossi avança, cruza para a área, onde Raul escora de cabeça para Marrony bater de primeira.

Não demora muito e o Vasco alcança a virada. Aos 35 o lateral Yago Pikachu é derrubado dentro da área pelo zagueiro Rodrigo Caio dentro da área após linda jogada individual. O próprio Pikachu vai para a cobrança e desloca o goleiro Diego Alves para marcar.

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Mas o Flamengo conseguiu o empate em 2 a 2 momentos antes do intervalo. Após falta sofrida pelo meia Gerson na intermediária do campo do Vasco, Gabigol opta por tocar para Rafinha ao invés de cobrar direto para o gol. O lateral avança e chuta cruzado. A bola bate na perna de Danilo Barcelos e engana o goleiro Fernando Miguel.

Apesar da maior posse de bola do time da Gávea (65%) o jogo é muito parelho até o intervalo, com 5 chances de gol para cada lado até então.

2 gols de Bruno Henrique

A etapa final começa com a mesma tônica, Flamengo pressionando e Vasco aguardando oportunidades de contra-atacar. E aos 6 minutos o time de São Januário volta a ficar novamente na frente após Rossi tabelar com Pikachu e cruzar com perfeição para Marcos Júnior escorar para o fundo do gol.

Porém, aos 19 minutos é o Flamengo que aproveita um contra-ataque para deixar tudo igual novamente. Bruno Henrique recebe na intermediária, parte em velocidade, tabela com Arrascaeta e finaliza com perfeição para fazer 3 a 3. Um jogaço no Maracanã.

E o camisa 27 volta a brilhar aos 34 do segundo tempo. Vitinho faz boa jogada pela direita, cruza para a área, onde Gabigol escora para Bruno Henrique finalizar de primeira para alcançar seu 18º gol nesta edição do Brasileiro.

Mas o Vasco não se deixa abater, e aos 47 minutos da etapa final Ribamar consegue marcar o gol do empate após bola levantada na área desviada por Henríquez. 4 a 4 placar final.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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Brasil emplaca duas dobradinhas no pódio do Mundial de Dubai

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A primeira dobradinha brasileira hoje (13) no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Dubai (Emirados Árabes), foi protagonizada pelo veterano Lucas Prado, nos 100m T11 (deficiências visuais) com direito a quebra de recorde na competição: ele completou o percurso em 10s95. O carioca Felipe Gomes foi bronze ao cruzar a  linha de chegada em 11s04, apenas um centésimo a mais que o francês Timothée Adolphe (11s03), que ficou com a prata.

Também teve dupla verde e amarela no pódio dos 200m T11 para mulheres. A potiguar Thalita Vitoria Simplício da Silva deixou escapar o segundo ouro dela no Mundial. A atleta conquistou a prata ao completar o trajeto com três centésimos a mais que a chinesa Cuiqing Liu (24s89), que levou o ouro.  A paranaense Lorena Salvatini Spoladore (25s62) chegou em terceiro lugar e faturou o bronze, o segundo dela na competição. A disputa contou ainda com a participação da brasileira Jerusa Geber, quarta colocada.

No final desta manhã, a baiana Táscitha Cruz garantiu o bronze na prova dos 100m T36 (sequelas em decorrência de paralisia cerebral) ao cruzar a linha de chegada na terceira posição, com o tempo de 14s38. A vencedora foi a chinesa Yiting Shi (13s62) e a prata ficou com a argentina Yanina Andrea Martinez (14s02).

As próximas disputas com brasileiros acontecem a partir das 13h15 (horario de Brasilia): Victor de Jesus e Christian da Costa fazem a final dos 200m T37; Fernanda Yara disputa a final dos 200m T47 (deficiências membros superiores); Vinícius Rodrigues disputa a prova dos 100m T63 (amputados de membros inferiores com prótese). 

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Com as seis medalhas conquistadas até o momento, o Brasil permanece na vice-liderança na classificação geral, com um total de 31 (11 ouros, sete pratas, 13 bronzes). A China lidera com 46 medalhas e a Ucrânia ocupa a terceira posição com 19. 

Edição: Guilheme Neto

Fonte: IG Esportes
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Hamilton prega sustentabilidade na F1 e quer ampliar "legado" de Senna

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Lewis Hamilton já está em São Paulo para a disputa do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, no próximo domingo (17) no Autódromo José Carlos Pace (Interlagos). O inglês de 34 anos chega para a prova com o sexto título mundial da categoria assegurado com duas corridas de antecedência, após o segundo lugar na etapa dos Estados Unidos, em Austin, no último dia 3 de novembro.

O hexacampeonato o deixa a um título de se igualar ao maior ganhador da história da categoria, o alemão Michael Schumacher. Porém, o piloto que motiva Hamilton é outro. O brasileiro Ayrton Senna, tricampeão mundial, é o maior ídolo do inglês.

“Sempre fui motivado e impulsionado pela lenda Ayrton. Até hoje sinto falta de vê-lo nas corridas. Sempre quis fazer algo semelhante ao que ele fazia. Chegar aos mesmos três títulos era um sonho. É como em uma prova de revezamento: Quando alguém te passa o bastão, você tem de continuar. Então, acho que tenho que ampliar o legado de Ayrton”, disse Hamilton em entrevista coletiva realizada em um hotel na zona sul da capital paulista nesta quarta (13).

“Sinto a presença de Ayrton em todo lugar. Todo ano tento fazer alguma homenagem a ele em meu capacete. E farei novamente neste fim de semana”, prometeu.

FILE PHOTO: Formula One F1 - Mexican Grand Prix - Hermanos Rodriguez Circuit, Mexico City, Mexico - October 27, 2019  Mercedes' Lewis Hamilton celebrates with the trophy after winning the race  REUTERS/Carlos Jasso/File Photo

Lewis Hamilton busca, no Grande Prêmio do Brasil, 11ª vitória da temporada – Carlos Jasso

Outra razão que faz o inglês ter um carinho especial pelo Brasil é que foi em Interlagos, há 11 anos, que ele conquistou seu primeiro título, ironicamente superando um brasileiro. Apesar de a prova ter sido vencida por Felipe Massa, concorrente direto pelo troféu, o quarto lugar do então piloto da McLaren (com a uma ultrapassagem na última curva da volta final para cima do alemão Timo Glock) fez Hamilton encerrar o campeonato um ponto à frente de Massa, naquela ocasião na Ferrari.

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“Mesmo quando corri contra brasileiros, vejo que o carinho e o respeito que tenho aqui só cresceram. Essa é uma das corridas mais clássicas, com a participação de muitos fãs”, comentou.

Maior da história?

Hamilton também está próximo do recorde de vitórias na principal categoria do automobilismo: 91 (também de Schumacher). Com 83 triunfos, e mais uma temporada de contrato com a Mercedes, ele pode superar essa marca em 2020, assim como a de pódios (155 a 150 para o alemão). Hoje o hexacampeão já lidera a estatística de pole positions (87). Ele, porém, não considera que bater esses feitos o torne necessariamente o maior nome da categoria.

“É um esporte complicado. Sempre há elementos desenvolvidos em equipe. A nossa tem quase duas mil pessoas. Se não tivéssemos a melhor equipe, talvez eu não alcançasse o que alcancei”, ponderou.

“Quero viver o momento. É claro que a pessoa pode sonhar, ter aspirações. Porém, a semana passada já foi. Agora estou pensando nas próximas corridas, como posso melhorar. Claro, quero ganhar mais um campeonato, ainda estou muito determinado. Mas, nada é certo. Ano que vem a briga será ainda mais acirrada”, completou.

Formula One F1 - Brazilian Grand Prix - Lewis Hamilton Press Conference - Hotel Tangara, Sao Paulo, Brazil - November 13, 2019         Mercedes' Lewis Hamilton arrives for the press conference     REUTERS/Amanda Perobelli

Brasileiro Ayrton Senna é uma referência para o piloto inglês – AMANDA PEROBELLI

Na atual temporada Hamilton teve como maior concorrente o finlandês Valtteri Bottas, seu companheiro de equipe (até por isso a Mercedes também chega ao Brasil com o título de construtores garantido). Para 2020, ele vê como potenciais rivais o monegasco Charles Leclerc, da Ferrari, e o holandês Max Verstappen, da Red Bull. Na edição deste ano, a dupla da nova geração está à frente do alemão tetracampeão mundial Sebastian Vettel.

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“Tive mais oportunidades de disputar com Max do que com Charles. Quando se encontra pilotos desse tipo, você entende cada vez mais como eles trabalham. Se freiam antes, como entram nas curvas. São agressivos, e eu não mudaria isso. Espero que, enquanto estiver aqui, eu ainda possa detê-los (risos). Fico ansioso de pilotar com eles, o desafio é maior”, analisou.

Categoria sustentável

Fora das pistas, mas ainda na Fórmula 1, Hamilton tem levantado a bandeira da sustentabilidade. Na última terça (12) foi anunciado um projeto para eliminar a emissão de carbono até 2030. Chase Carey, diretor executivo da categoria, afirmou que a unidade de potência híbrida já faz dos carros que disputam o circuito os “mais eficazes do mundo, com maior potência e menos gasto de combustível e, portanto, menor emissão de gás carbônico”.

O plano é considerado “ambicioso”, mas “totalmente realizável” pelos organizadores, e foi desenvolvido após 12 meses de trabalho em parceria com a Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Hamilton considerou o prazo “razoável”, mas avaliou que há condições para tornar a Fórmula 1 ecologicamente mais sustentável em menos tempo.

“Por que não fazer as coisas acontecerem agora? Viajamos muito, é um circo gigante indo de corrida para corrida. Seria bom aliviar a carga de etapa para etapa. Nas pistas há muito plástico e lixo gerado durante o fim de semana. Devemos ser mais sustentáveis, utilizar produtos recicláveis. Evitarmos plástico, por exemplo. Acho que a Fórmula 1 tem feito bastante com seus motores. Há alguns anos, eles eram V8. Não acho que sairá de V6 para um V4 tão cedo, mas espero que continuemos nessa trajetória”, disse.

A questão ambiental também é o motivo que faz Hamilton não se mostrar favorável à mudança do Grande Prêmio do Brasil de São Paulo para o Rio de Janeiro, onde há a expectativa de construção de um novo autódromo em Deodoro, zona oeste da capital fluminense.

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“Se já temos um circuito histórico (Interlagos), não é preciso cortar mais árvores. Acho que o dinheiro pode ser usado para coisas melhores. Ainda temos muita pobreza no Brasil. E há muita gente, muito talento. Se fosse o meu dinheiro, usaria em causas melhores. Educação é fundamental. Por exemplo, tenho engenheiros jovens, mas poucos são brasileiros. Deveríamos ter mais”, afirmou.

Formula One F1 - Brazilian Grand Prix - Lewis Hamilton Press Conference - Hotel Tangara, Sao Paulo, Brazil - November 13, 2019         Mercedes' Lewis Hamilton during press conference    REUTERS/Amanda Perobelli

Campeão mundial defende práticas sustentáveis na Fórmula 1 – AMANDA PEROBELLI

Esporte caro

O acesso restrito à Fórmula 1 é outra preocupação de Hamilton. Único piloto negro no grid e referência para atletas de diferentes etnias no automobilismo, ele lamentou que o custo para iniciação nos esportes a motor esteja cada vez maior: “Se voltasse ao meu início, no cenário de hoje talvez eu não chegasse onde estou. Éramos uma família de classe média. O esporte está caminhando na direção errada. Não sei porque tem que ser tão caro comprar um kart”.

O inglês defendeu, porém, que competições e testes de jovens pilotos não se sobreponham à escola: “Eu diria que 95%, talvez 98%, dos jovens que estudaram comigo jamais chegariam na Fórmula 1. E o aprendizado deles acabou afetado pelo tempo dedicado à pilotagem. A FIA não deveria dar licenças a crianças que não concluíram sua educação. São coisas com as quais eu quero me envolver”.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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