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Saúde

Processos judiciais na área de saúde cresceram 130% em uma década; entenda

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Planos de saúde lideram os processos na área em todo o Brasil
Agência Brasil

Planos de saúde lideram os processos na área em todo o Brasil

Um relatório sobre a judicialização na saúde aponta crescimento de aproximadamente 130% nas demandas de primeira instância entre 2008 e 2017. A pesquisa, encomendada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Poder Judiciário, foi apresentada nesta segunda-feira (18) em São Paulo.

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Problemas com os convênios foram a maior causa (30,3%) dos pedidos de processos relacionados ao assunto no país. Outros assuntos levados ao Judiciário nessa última década foram os pedidos de seguro em saúde (21,1%), saúde pública (11,7%), o tratamento médico-hospitalar ou fornecimento de medicamentos (7,8%) e fornecimento de medicamentos (5,6%). Na segunda instância, planos de saúde respondem por 38,4% e seguro, por 24,7%. Na primeira instância, são saúde pública (23%), planos de saúde (22,8%) e seguro (14%).

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta , disse que o país lida, no Sistema Único de Saúde ( SUS ), com a judicialização de acesso pontual “de medicamentos que estão na rede nacional, de uma quantidade enorme de pequenas cirurgias, que são frutos da desorganização do sistema, falta de informatização e subfinanciamento”.

Segundo Mandetta, a judicialização que preocupa é a incorporação de novos insumos e tecnologias, tanto no sistema público, como no suplementar. O país fez, recentemente, a sua primeira incorporação de medicamento com compartilhamento de risco, ou seja, quando o laboratório precisa comprovar a eficácia do remédio distribuído à população, sob risco de devolver o recurso aos cofres públicos. “O Brasil está atrasado nas incorporações”, disse.

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Foram identificados 498.715 processos em primeira instância, distribuídos entre 17 justiças estaduais e 277.411 processos de segunda instância, distribuídos entre 15 tribunais estaduais, entre 2008 e 2017. Na segunda instância, houve um salto de 2.969 processos em 2008 para mais de 20 mil em 2017.

Para o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, seria melhor que não houvesse a intervenção da Justiça nesses casos. “Quando ela [intervenção] for necessária, tem que fazer de maneira racional. Não pode o magistrado administrar o orçamento da saúde”, defendeu.

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A pesquisa constatou que, em São Paulo, 82% dos processos se referem a planos de saúde, tendo distribuído 116.518 casos nessa categoria. No Rio de Janeiro, saúde pública é o principal tema, com 35% dos casos. Em Minas Gerais, o assunto que mais aparece é o tratamento médico-hospitalar ou fornecimento de medicamentos, com 21%, mesmo assunto predominante em Santa Catarina (28%).

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Hemorróidas: saiba quais os sintomas, as causas e os tratamentos disponíveis

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Women's Health

Este pode até ser um assunto que não te deixe tão confortável, mas se você chegou até aqui, provavelmente precisa se informar sobre os principais sintomas e causas das hemorroidas. De acordo com André Augusto, cirurgião geral do Instituto Endovitta (SP), a vergonha em falar sobre esse tema é um dos principais motivos pelos quais a doença costuma ter diagnóstico demorado, tornando o tratamento mais difícil.

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Sente dor quando vai ao banho? Você pode ter hemorroidas; veja quais as causas, os sintomas e os tratamentos da condição

Mas não existem motivos para isso! Pesquisas realizadas nos Estados Unidos apontam que 10,5 milhões de pessoas sejam portadoras de hemorróidas . Além disso, estima-se que apareça 1 milhão de casos novos ao ano. Abaixo, o profissional esclarece os principais tópicos sobre o assunto. Confira!

Sintomas das hemorróidas

André explica que essa patologia se caracteriza pela inflamação no tecido que reveste o canal anal, impedindo o sangue de passar nessa região: “Isso faz com que a veia fique dilatada, inchada, dolorida e sangrando.”

Com isso, os principais sintomas da doença são o sangue no papel higiênico após a limpeza, dor ao evacuar e inchaço ao redor do ânus. “É possível também que a pessoa sofra com coceira, dificuldade para defecar e dor anal, que pode surgir ao andar ou sentar”, indica.

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Vale ressaltar que existem dois tipos de hemorroidas. A interna acontece quando as veias ficam dentro do ânus ou na parte inicial do reto. Já a externa é quando o inchaço se projeta para fora, podendo ser identificada facilmente.

Causas e diagnóstico das hemorróidas

Estas são algumas das causas consideradas responsáveis pelo aparecimento da doença: genética ou hereditariedade, esforço para evacuar, esforço físico excessivo, infecções anais, permanecer por longo período sentado e dietas pobres em fibras. Fatores como idade, gravidez, obesidade, prática do sexo anal e histórico familiar também podem facilitar seu aparecimento.

Geralmente, o diagnóstico é feito a partir da análise da região anal do paciente, onde são observadas as anormalidades no canal anal e no reto. “Em muitos casos, pedimos um exame de sangue oculto nas fezes. Outros testes como anuscopia, retossigmoidoscopia e colonoscopia também podem ser solicitados”, explica André.

Possíveis tratamentos

Em alguns casos, é possível tratar as hemorroidas com métodos caseiros como banhos de assento com água morna de 10 a 15 minutos, uso de roupas íntimas de algodão, evitar segurar a vontade de evacuar, não fumar, evitar coçar a área e ingerir bastante fibras e água. Além disso, o uso de analgésicos, anti-inflamatórios e pomadas com corticóides para redução de dor e inchaço pode ajudar.

“Contudo, caso os sintomas da doença persistam, é necessária a intervenção cirúrgica minimamente invasiva”, indica André. “Existem, ainda, os tratamentos alternativos como a coagulação infravermelha e a ligadura elástica”, completa.

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A coagulação infravermelha é um tratamento não-cirúrgico. Nele, é introduzida uma pequena sonda acima da hemorróida, por onde e a luz infravermelha é aplicada. Inicia-se, assim, o processo de coagulação dos vasos que levam sangue a região, fazendo com que elas encolham.

O processo de diminuição dos tecidos pode levar algumas semanas. A ligadura elástica, por sua vez, é um procedimento para diminuir o calibre das veias com melhora dos sintomas das hemorróidas .

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Cidades de São Paulo recebem “Dia D” de vacinação contra o sarampo neste sábado

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Aqueles que ainda não se imunizaram contra o sarampo têm mais uma oportunidade para regularizar a carteira de vacinação nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) em 15 cidades do estado de São Paulo. Isso porque, neste sábado (20),  ocorre mais uma edição do “Dia D” para vacinação contra o sarampo.

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Ação de vacinação contra o sarampo acontece em 15 cidades do estado de São Paulo, incluindo a capital

Na capital paulista , além das UBS, a vacina contra o sarampo está disponível em postos montados em universidades, terminais de ônibus, estações de trem, metrô, shopping centers, praças e parques. O objetivo é facilitar o acesso às doses e melhorar a cobertura.

Na cidade de São Paulo, a campanha começou em 10 de junho. A meta é vacinar 2,9 milhões de pessoas na faixa etária indicada, de 15 a 29 anos. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, embora representem aproximadamente 20% da população paulista, esses jovens respondem por cerca de metade dos casos do estado.

Em 11 de julho, a campanha teve início em Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul. Por causa da circulação do vírus, a Secretaria Estadual de Saúde estendeu as ações para nove municípios da região metropolitana de São Paulo: Barueri, Carapicuíba, Diadema, Mairiporã, Mauá, Santana de Parnaíba, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra e Taboão da Serra.

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Segundo balanço mais recente, divulgado na sexta-feira (19), foram confirmados 484 casos de sarampo no estado de São Paulo em 2019. Desse total, 75% estão na capital, com 363 ocorrências. Em seguida está Santos com 23 registros. O balanço anterio r, de 16 de julho, indicava 384 casos no estado, sendo 70% na cidade de São Paulo.

Conforme os dados mais recentes, foram registrados 36 casos em crianças com menos de 12 meses, o que equivale a 17,5% do total. Esse público tem a vacinação prevista no Programa Nacional de Imunizações (PNI), o qual prevê administração da tríplice viral com 1 ano e um reforço aos 15 meses com a tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela).

“A vacina é a única forma de prevenir a doença”

O sarampo é uma doença que pode evoluir para complicações e levar à morte. Sua notificação é obrigatória e imediata. Em todos os casos suspeitos identificados, a vigilância epidemiológica desencadeia ações de bloqueio vacinal para interromper a transmissão.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, o bloqueio é feito em todos os locais frequentados pela pessoa suspeita de ter contraído o vírus, como vizinhança da residência, locais de trabalho, de estudo e espaços onde o paciente transitou no período de transmissão.

Desde o surgimento dos primeiros casos, em março de 2019, foram realizadas 843 ações de bloqueio vacinal com aplicação de 32.732 vacinas em ações seletivas na capital paulista. “É importante que as pessoas entendam que, além de segura, a vacina é a única forma de prevenir a doença”, alertou a Coordenadora de Vigilância em Saúde da cidade de São Paulo, Solange Saboia.

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A faixa etária dos 19 aos 29 anos é considerada mais vulnerável a infecções por causa da menor procura pela segunda dose da vacina, por isso a imunização é destinada a esse público, que não precisa a presentar a carteira vacinal para tomar a dose.

Profissionais de saúde das redes pública e privada também devem estar imunizados contra o sarampo , considerando a possibilidade de contato com pessoas infectadas . Já as gestantes e imunodeprimidos, como pessoas submetidas a tratamento de leucemia e pacientes oncológicos, não devem tomar a vacina.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Sente coceira na cabeça? Saiba quais são as possíveis causas e soluções

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Women's Health

Poucas coisas na vida podem ser tão irritantes quanto uma coceira na cabeça – principalmente quando ela não parece ter fim. É alergia? É infecção? Vamos te ajudar a desvendar soluções para acabar com esse incômodo!

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A coceira na cabeça pode acontecer por diversas razões; veja algumas e como lidar com elas

A caspa e a coceira na cabeça atingem metade da população, e as três causas principais são: couro cabeludo oleoso (e não ressecado, como muitos pensam), acúmulo de pele morta ou um fungo chamado malassezia.

Esfregar vigorosamente o shampoo no couro – e não apenas no seu cabelo – pode aumentar o excesso de produto na região, fazendo com que a descamação persista.

Para um melhor resultado, use shampoos que contenham zinco ou ácido salicílico, que tratam o fungo e o acúmulo de sebo. Se depois de algumas semanas você ainda sente o comichão, é preciso visitar o dermatologista.

Soluções para a coceira na cabeça

Algumas substâncias presentes em produtos capilares podem gerar uma reação alérgica. Beni Moreinas Grinblat, dermatologista do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, diz que cada alergia tem uma causa. “O ideal é afastar o agente causal”, explica.

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“O alérgeno é frequentemente alguma fragrância ou um agente hidratante, chamado propilenoglicol”, completa Maria Hordinsky, professora da University of Minnesota (EUA).

Se a sua cabeça coça muito (e em todas as partes), pare de usar produtos com os agentes citados por cerca de uma semana. Caso a irritação desapareça, substitua seu shampoo e seu condicionador por opções sem fragrâncias ou com pH neutro.

Secadores, chapinhas, tinturas e escovas térmicas também podem ressecar o couro cabeludo e causar coceira, então mantenha a temperatura intermediária para a secagem dos fios.

Quando a sua coceira está em apenas um ponto, pode ser uma condição de pele, como a psoríase. Trara-se de uma doença autoimune que causa manchas escamosas. A dermatologista Laís Dias, de São Paulo, afirma que o mal ainda possui uma causa desconhecida.

“Ela pode se manifestar através de placas vermelhas e descamativas e possui alguns agravantes, como o fumo, o sobrepeso e a ansiedade. Além da pele, ela também pode surgir nas unhas e no couro cabeludo.”

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O tratamento da psoríase só pode ser realizado por um especialista. Renato Shintani Hikawa, dermatologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), enfatiza que a psoríase não é contagiosa. “Infelizmente, ainda não existe cura, mas há tratamentos e os pacientes podem melhorar a qualidade de vida quando bem tratada.”

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Fonte: IG Saúde
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