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Rondonópolis

Projeto Samuzinho forma em Rondonópolis neste ano quase sete mil aliados contra o trote

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Foto: Assessoria

Contribuir para a redução de acidentes, o número de trotes e promover a cidadania e o desenvolvimento sociocultural das crianças, transformando-as em multiplicadores em seus lares é um dos objetivos do Projeto Samuzinho, que na manhã desta quarta-feira (12) encerrou as atividades de 2018, em uma solenidade de formatura na Escola Municipal Rural da Gleba Dom Bosco. O projeto fecha o ano com quase sete mil crianças atendidas.

“Essas crianças serão multiplicadoras das informações de educação ambiental, cidadania e trânsito, assim como das ações que visam diminuir os trotes ao Samu, Corpo de Bombeiros e à Polícia Militar, que prejudicam constantemente o nosso trabalho de salvar vidas”, disse o médico do Samu, Pedro Ivo Maggi, que está assumido a coordenação do projeto, no lugar do também médico, Wellington Milhomen.

“Pretendemos no próximo ano dá continuidade nas ações desenvolvidas em 2018, tentar levá-lo para rede estadual de ensino também e ir aperfeiçoando. Queremos também fazer um trabalho de educação continuada com professores, principalmente no quesito de urgências básicas dentro das escolas”, completou o médico Pedro Maggi.

O projeto Samuzinho foi implantado pela Prefeitura de Rondonópolis este ano, por meio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192), em parceria com diversas secretarias municipais, Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear), Polícia Militar (PM) e a Polícia Militar Ambiental (PMA).

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Segundo Pedro, este ano o Samuzinho capacitou 6.968 crianças de 25 escolas da rede municipal de ensino. O projeto levou ainda informações para motoristas da Secretaria Municipal de Educação (Semed), da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e funcionários de duas empresas privadas da cidade.

Nos encontros e palestras dos instrutores do Projeto Samu, as crianças aprenderam que realizar trotes ao 190 (PM), 192 (Samu) e 193 (Corpo de Bombeiros) traz prejuízos e atrasos na assistência no atendimento prestado para a população. Além disso, receberam noções básicas à prevenção de acidentes, informações sobre o serviço de urgência e emergência, assim como das regras de trânsito, afim de que se tornem multiplicadores e cidadãos mais conscientes quanto ao respeito a legislação.

Aluna do sétimo ano da Escola Municipal Rural da Gleba Dom Bosco, Eloá Vitória, de 11 anos, aprendeu a lição direitinho. “O Samu salva vida, por isso as pessoas não podem por brincadeira telefonar para passar trote”, frisa, ressaltando que o trote é crime e passível de multa.

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Rondonópolis

Agentes de combate a endemias de Rondonópolis devem receber incentivo financeiro adicional pelo 2º ano consecutivo

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Foto: Assessoria

Os agentes de combate a endemias da Prefeitura de Rondonópolis devem receber pelo segundo ano consecutivo um abono financeiro no valor de um salário mensal líquido da categoria, que é de R$ 1,3 mil. O projeto de lei que autoriza o executivo municipal a conceder o incentivo financeiro adicional, em parcela única, aos agentes foi assinado pelo prefeito Zé Carlos do Pátio, na manhã desta terça-feira (15), em seu gabinete no Palácio da Cidadania.

A assinatura do projeto pelo prefeito ocorreu durante reunião com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Combate a Endemias no Estado de Mato Grosso (Sintrace), Wilson Cutas, que estava acompanhado da representante da entidade no município, Odete Maria de Freitas. Participaram ainda da reunião os secretários municipais de Saúde e de Gestão de Pessoas, Izalba Albuquerque e Argemiro Ferreira, respectivamente, além da gerente de departamento da Saúde Coletiva, Geraldina Ribeiro.

“Agora, vamos encaminhar o projeto à Câmara, a fim de que os vereadores possam votar o mais rápido possível este incentivo financeiro aos agentes de endemias, que têm se redobrado para manter a cidade livre das doenças. Como reconhecimento a toda dedicação e esforço em prol da nossa população, vamos recompensá-los com esta gratificação”, explicou o prefeito, reconhecendo o trabalho de destaque que estes profissionais têm feito.

Os agentes de combate a endemias atuam principalmente no combate à proliferação dos mosquitos que são transmissores de doenças, como Aedes aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya. “A atividade deles têm gerado resultados positivos, protegendo toda a população”, salientou Pátio. Rondonópolis nos últimos anos vem mantendo baixos índices de infestação do mosquito Aedes aegypti, o que mostra um trabalho eficaz dos agentes de combate de endemias.

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Condições de trabalho

Como forma de valorização do esforço desses profissionais, que possuem função de extrema relevância à manutenção da Saúde Pública, a Prefeitura tem se empenhado para fazer a regularização profissional e, também, melhorar as condições de trabalho da categoria, com a entrega de Equipamento de Proteção Individual (EPIs).

O processo de regularização profissional da classe, que conta hoje com 137 agentes, abaixo do que é necessário para cobrir todas as áreas da Rondonópolis, está sendo finalizado, possibilitando assim a contratação de mais 116 agentes, por meio de processo seletivo.

“Isto mostra que os agentes atuais estão se redobrando para cobrir a cidade, segurando praticamente na mão os índices baixos de infestação do mosquito transmissor da dengue, por exemplo. Com a finalização do processo de certificação (regularização) dos que trabalham atualmente, vamos fazer o seletivo e praticamente dobrar o número de agentes de combate de endemias, cobrindo toda cidade”, destacou o prefeito.

O processo de certificação para adequação ao que exige a legislação vigente está próximo de ser concluído. Segundo o secretário municipal de Gestão de Pessoas, Argemiro Ferreira, o município está praticamente com tudo pronto para realização do processo seletivo para contratação de 137 novos agentes de combate de endemias. “Estamos com tudo pronto, assim que o processo de certificação dos 116 atuais agentes for concluído, podemos lançar o edital do seletivo”.

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Salário extra

O projeto de lei proposto pela Prefeitura de Rondonópolis estabelece que o pagamento desse salário extra será feito em parcela única, no valor de um salário líquido da categoria, que é de R$ 1,3 mil, a todos os agentes que encontrem em pleno exercício das atividades de vigilância, prevenção e controles de doenças e promoção da saúde, mediantes ações domiciliares e comunitárias, sob responsabilidade da gestão municipal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde.

A secretária municipal de Saúde, Izalba Albuquerque, destacou que o pagamento do abono pelo segundo ano consecutivo pela prefeitura de Rondonópolis é importante para a valorização desses profissionais que estão diariamente trabalhando nas ruas e com a comunidade, atuando tanto na parte da promoção da saúde quanto na prevenção com o controle químico.

Satisfeitos

O presidente do Sintrace-MT, Wilson Cutas, ressaltou que ficou muito feliz com a atitude da Prefeitura de Rondonópolis em reconhecer e valorizar a categoria com o pagamento deste incentivo financeiro.

Odete Maria de Freitas, representante do sindicato no município, também comemorou a assinatura do projeto de lei que garante o benefício para categoria pelo segundo ano consecutivo. “É a valorização e o reconhecimento do nosso trabalho”.

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Rondonópolis

Defesa Civil do Estado realiza visita de cortesia a Rondonópolis

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Foto: Assessoria

Rondonópolis recebeu a visita da equipe da capacitação da Defesa Civil do Estado de Mato Grosso que se colocou à disposição para demonstrar ao município tudo que pode usufruir da parceria com a Defesa Civil estadual e federal, conforme informações do 2º sargento do Bombeiro Militar e coordenador de prevenção e preparação, José Bruno de Souza Filho.

“A Defesa Civil é um sistema que funciona a nível estadual, federal e municipal. Aqui no estado de MT, a municipal é o elo mais frágil dessa corrente, por isso o sistema como um todo o ente federal e o ente estadual está pronto para apoiar a coordenadoria municipal no que precisar, tanto para projeto de obras preventivas, corretivas, reconstrutivas após um desastre”, relatou o coordenador.

Outro fato reforçado é a necessidade na prevenção feita por meio de capacitação da população e do coordenador Municipal para que ele possa ter uma visão mais ampla de todos os recursos disponíveis para o município para melhorar a qualidade de vida da população em uma época de eventos adversos.

O coordenador do Gabinete de Apoio à Segurança Pública (Gasp) e coordenador interino da Defesa Civil, Valdemir Castilho de Araújo, agradeceu pela visita, vista por ele como essencial e muito favorável.

“Uma visita produtiva, bem-vinda e orientativa uma vez que Rondonópolis é referência para 22 municípios. Tendo uma Defesa Civil forte aqui, serve como referência para os outros municípios além de cuidar dos próprios problemas que nós temos, pois é uma cidade muito pulverizada e demanda alguns problemas nesse período crítico”, comentou Araújo.

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Sispmur alega que prefeito encaminha projeto que prejudica servidor

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Projeto de Lei, que tramita em regime de urgência na Câmara de Vereadores, prevê que servidores não tenham direito ao passivo da insalubridade.

O prefeito José Carlos do Pátio enviou no dia 10 de janeiro de 2019 em regime de urgência um projeto de lei que tira direito ao retroativo de insalubridade dos servidores, se aprovado os servidores só terão direito a receber a insalubridade partir do laudo do LTCAT em funcionamento, que ainda não foi entregue.

Segundo o secretário geral do Sispmur Rubens de Oliveira, o documento é uma afronta ao direito dos servidores que fizeram requerimento há mais de dois anos e não estão recebendo. “O servidor tem direito ao recebimento desses passivos, não podemos pagar pela inercia da gestão. O laudo está pronto desde dezembro, mais a administração alega que não, mesmo toda a categoria e o sindicato sabendo que o laudo está pronto. O sindicato enviou ofícios pedindo o laudo para periciar a legalidade e aplicação correta da legislação, mais ainda sem resposta.

Caso a administração insista em não enviar o laudo para que possamos junto com o perito do Sispmur avaliar, iremos recorrer à justiça como fizemos outras vezes, quando foi negado à entrega de documentos pela administração”, destaca.

Rubens de Oliveira enfatiza ainda que o Sindicato tem cobrado a conclusão do laudo e questionado que muitos servidores não estão recebendo a insalubridade. “Tem servidor que tem mais de dois anos sem receber, esse adicional que é de 20 a 40% a mais no salário, é um direito legal inquestionável e que inclusive afeta na aposentaria do trabalhador, pois quem recebe a insalubridade tem direito a aposentaria especial,” conclui.

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O adicional de insalubridade é um instrumento legal de compensação ao trabalhador por períodos de trabalho exposto a agentes nocivos, com potencial para prejudicar a sua saúde. Esse benefício é reconhecido pelo Ministério do Trabalho e está previsto na Consolidação das Leis do Trabalho – CLT nos artigos 189 a 197. Além disso, a Norma Regulamentadora NR-15 determina quais são os riscos passíveis de gerar o benefício.

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