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Nacional

PSDB trata como certa filiação de Alexandre Frota, diz colunista

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Reprodução/Wikipedia

Gabinete do deputado Alexandre Frota afirmou que ele ainda não havia decidido sobre futuro partidário

A cúpula do PSDB já trata como certa a filiação do deputado federal Alexandre Frota (SP), segundo a colunista do jornal O Globo Bela Megale . A sigla, porém, não pretende falar publicamente sobre o assunto por enquanto. Frota  foi expulso do PSL na manhã desta terça-feira. O deputado também foi convidado para integrar o DEM.

O pedido de expulsão partiu do próprio presidente do PSL , o deputado Luciano Bivar (PE). A Executiva, presidida por Bivar, se reuniu na sede do partido na manhã desta terça-feira para deliberar sobre o caso.

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No caso de expulsão do partido , o parlamentar fica livre para se filiar a uma nova sigla. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entende que é diferente de infidelidade partidária, em que o parlamentar escolhe desobedecer ou abandonar o partido e, segundo a lei brasileira, pode perder o mandato.  

Fonte: IG Nacional
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Nacional

Em carta, acadêmicos russos criticam repressão a protestos em Moscou

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Reprodução/Twitter/KremlinRussia_E

Carta cita 14 manifestantes processados pelo governo de Vladmir Putin.

 Um grupo de acadêmicos e cientistas russos publicou uma carta aberta acusando o governo russo de liderar uma campanha de repressão contra ativistas que realizam a maior onda de protestos em mais de sete anos no país.

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A carta cita 14 manifestantes que estão sendo processados pelas autoridades, pedindo sua libertação imediata, dizendo que “mentira e a arbitrariedade reinam ao invés das leis” e que em um país assim “não há futuro”. Alguns dos detidos podem ser condenados a até oito anos de prisão.

O texto foi assinado originalmente por 54 pessoas e colocado em um site usado por acadêmicos e cientistas, aberto a novas assinaturas, que já passam de 800. Porém muitos dos novos nomes não trazem detalhes sobre suas instituições ou mesmo se são verdadeiros.

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Ao comentar a carta, o porta-voz do Kremlin, Dimitry Peskov, disse que não tinha lido ainda, mas que “era importante ouvir os acadêmicos”. Também este mês, a Associação Americana de Professores de Línguas Eslavas e do Leste Europeu publicou um longo manifesto contra as detenções de estudantes. Entre os signatários estavam professores de universidades como Columbia e Princeton.

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Protestos e repressão

Os protestos da oposição começaram no mês passado, depois que uma série de políticos de oposição tiveram negados seus pedidos de candidatura para as eleições municipais. As autoridades alegam que eles não conseguiram as assinaturas necessárias, mas os políticos garantem ter cumprido todas as exigências.

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Em resposta, a oposição foi às ruas para exigir a realização de eleições livres – e a repressão foi considerada brutal até mesmo por políticos alinhados ao governo. Nos atos dos dias 27 de julho e 3 de agosto, nenhum deles autorizado pela prefeitura de Moscou, cerca de 2.300 pessoas foram detidas, incluindo uma das candidatas de oposição que tiveram o registro negado, Lyubov Sobol. Ela foi presa antes mesmo de chegar ao local da manifestação.

Uma nova manifestação está prevista para o dia 31 de agosto – segundo Lyubov, ela não foi autorizada pelas autoridades porque “iria atrapalhar os pedestres”. O presidente Vladimir Putin apoia a exclusão dos candidatos, dizendo que eles falsificaram assinaturas de apoio e defendendo que “quem violou as leis seja punido”.

Fonte: IG Nacional
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Nacional

Morte de vereador pode ter relação com assassinato de dono de jornal de Maricá

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Polícia investiga morte de vereador em Maricá arrow-options
Ricardo Cassiano/Agência O Dia

Polícia Civil investiga morte de vereador e filho em Maricá


A Polícia Civil investiga se o assassinato do vereador Ismael Breve (DEM) e de seu filho Thiago André Marins, na madrugada desta quinta-feira, em Maricá, na Região Metropolitana do Rio, tem relação com a morte do dono do jornal O Maricá, Robson Ferreira Giorno, executado também em Maricá em maio deste ano. Giorno pretendia ser candidato a prefeito nas eleições de 2020.

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O empresário fazia reportagens sobre as movimentações políticas na Câmara de Vereadores da cidade e chegou a publicar matérias a favor de Ismael. Em uma delas, um ano antes de ser morto o jornalista escreveu que o vereador estava “conquistando a todos com sua simpatia e desenvoltura”.

Giorno ainda complementou afirmando que “Ismael não tem medo de votar a favor dos projetos da base do governo, desde que sejam em prol da população de Maricá”.

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Os elogios foram feitos logo após Ismael assumir a presidência do Partido Democratas (DEM) no município, no lugar de José Delaroli, pai do Deputado Federal Marcelo Delaroli. Giorno já havia sido presidente do Partido Social Liberal (PSL) em Maricá. Em seu jornal ele afirmava que vereador e filho desejavam a presidência do partido.

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Fonte: IG Nacional
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Nacional

Não dependo de 34 votos para ter vida política, diz Doria sobre derrota interna

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João Doria e Bruno Covas arrow-options
Governo do Estado de São Paulo

João Doria, governador, e Bruno Covas, prefeito da cidade de São Paulo, se posicionaram contra a permanência de Aécio Neves no PSDB

O governador João Doria e o prefeito Bruno Covas prometeram nesta quinta-feira (22) continuar a pressionar pela expulsão do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) do partido. Nesta quarta-feira (21), a Executiva Nacional do partido, por 34 votos a 4, decidiu  arquivar os pedidos de expulsão formulados pelos diretórios municipal e estadual de São Paulo.

Doria repetiu a afirmação de que não se sentiu derrotado, apesar dos números expressivos a favor de Aécio. Segundo ele, a derrota foi daqueles que tomaram a decisão. Contudo,
questionado sobre o deputado federal ter demonstrado mais articulação dentro da Executiva, deixou clara sua posição como principal nome do partido no país.

“Eu fui eleito com mais de 13 milhões de votos. Não dependo de 34 votos para ter vida política. Minha sintonia é com a população. Nosso compromisso é com a população, não com os 34. Respeitamos eles, mas que respondam à opinião pública”, disse.

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Segundo integrantes do partido, a derrota foi um sinal enviado por deputados e nomes da velha guarda do partido ao governador que, nos últimos meses, tem ocupado as principais
posições do Diretório Nacional. Um dos pontos destacados é o fato de Doria ser apontado como o padrinho político tanto do presidente quanto do tesoureiro, Carlos Gontijo, que
votou pela expulsão de Aécio nesta quarta. Historicamente, alas rivais do partido costumam dividir os cargos da Executiva.

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Na reunião de quarta-feira, os nomes que mais defenderam Aécio foram ex-presidentes do partido, como Pimenta da Veiga. Internamente, o atual presidente do partido, Bruno Araújo,
também evitou se envolver na decisão de forma tão arriscada como Bruno Covas e João Doria.

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Outro fator que pesou a favor de Aécio é a articulação nacional que o ex-presidenciável do PSDB ainda possui nacionalmente. Desde a semana passada, o deputado federal tem
conversado com diversos nomes da cúpula do partido defendendo sua permanência na sigla.

A articulação de Aécio começou desde a semana passada quando, em reunião da bancada, o deputado federal Vanderlei Macris defendeu sua expulsão do partido. Além de Aécio, outros
nomes do PSDB também sofrem com investigações na Justiça, como o ex-governador do Mato Grosso do Sul, Marconi Perillo.

Doria tentou se afastar da derrota e diz que sua briga é por um novo PSDB. Para ele, o “velho PSDB” era conhecido por ficar em cima do muro. Doria destacou que não quer condenar
Aécio Neves, mas apenas que ele se afaste do partido enquanto se defende na Justiça. Caso seja considerado inocente, voltaria ao partido.

“Continuaremos defendendo o novo PSDB com princípios éticos. Vamos fazer um enfrentamento do velho PSDB antigo que esconde sujeira e problemas que adia decisões que gosta de caminhar em cima do muro. Como sou perseverante vou levar isso até o fim”, disse.

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Aliados mais próximos do governador, como o presidente do diretório estadual Marco Vinholi, tentaram minimizar o resultado. Segundo Vinholi, o diretório e o grupo de Doria
respeitam a decisão tomada. “A Executiva entendeu dessa forma e tomou essa decisão”, afirmou o presidente do PSDB-SP.

Principal proponente da expulsão, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, prometeu continuar brigando. A derrota foi ainda mais contundente para o prefeito que, quando pediu a
saída de Aécio, disse que o PSDB teria que escolher entre ele e o deputado federal.

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Nesta quinta-feira, o prefeito de São Paulo desconversou sobre a possibilidade de deixar o partido, afirmando que “o PSDB de Aécio” não é o seu PSDB. Covas defendeu que o partido compreenda que parte da derrota eleitoral de 2018, quando a sigla teve o seu pior resultado nacionalmente, se deve a decisões como a de manter Aécio no partido.

“Quero lamentar a decisão do PSDB. Estou decepcionado com a decisão. Perdemos a batalha mas não perdemos a guerra. Continuamos a trabalhar para que ele saia do PSDB. Estudamos
recorrer ao Diretório Nacional e, se preciso, à Justiça”, disse Covas, que foi eleito em 2016 na chapa com João Doria .

Fonte: IG Política
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