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Carros e Motos

Quebrando barreira: Amazon, Ford e GM brigam por tecnologia de picape elétrica

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riviam
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Cobiçada pela Amazon, Ford e General Motors, a starup Rivian promete lançar a picape elétrica R1T em 2020

Trazer a tecnologia híbrida ou elétrica para as picapes não é fácil. Mas, cada vez mais, elas são direcionadas para um novo consumidor que usa o veículo em áreas urbana ou como lazer e leve aventura. Pensando nisso, o futuro das picapes elétricas, com emissões zero, está próximo e veículo totalmente elétrico estará quebrando mais uma barreira.

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Vanguardista desde sempre, Jeffrey Bezos percebeu há 30 anos a revolução emergente da internet e criou um novo comércio eletrônico – a Amazon (apenas!). Agora, o grupo comandado por ele prepara-se para entrar no setor do transporte: entre as alternativas, a empresa pensa em investir US$ 700 milhões na Rivian, uma startup de veículos amigos do meio ambiente que vai lançar entre as  picapes elétricas
 a R1T EV em 2020.


ford f-150
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Não é tarefa fácil, mas a Ford promete lançar a grandalhona F.150 em versão elétrica deve chegar em 2022

Nessa investida pela Rivian, a Amazon agora parece perder a concorrência para a Ford na disputa pela tecnologia da startup. A Ford já detinha uma parcela dessa pequena empresa e acaba de anunciar que vai injetar mais U$ 500 milhões na compra de ações da startup. Ou seja, trata-se de um bom negócio para ter acesso à Rivian que poderá garantir a expertise em baterias de longa duração e design inovador.

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Nesse novo mercado de picapes elétricas, a Ford não quer perder a oportunidade de ganhar vantagem no pioneirismo com a Ford F-150
. O desafio é grande porque a picape é líder mundial no segmento e adorada pelos fãs desse tipo de veículo grandalhão. “A versão elétrica da F-150 está em testes finais”, enfatizou o presidente da Ford para os mercados globais Jim Farley.

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chevrolet silverado
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Depois de perder a disputa pela Rivian, a GM diz que vai lançar a picape Silverado EV em 2021

A General Motors, que estava na briga pela Rivian, diz que mantém seus planos de eletrificação. A centenária marca norte-americana está mudando seu foco para veículos elétricos. “Acreditamos totalmente no futuro dos elétricos”, afirmou Mary Barra, presidente mundial da GM. Segundo a executiva, os veículos elétricos serão lucrativos já no início da próxima década. No portfólio da empresa para 2021 está a picape Silverado EV com alta tecnologia.

Conectividade desde a concepção


tesla
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Tesla inova mais uma vez com interatividade nas redes sociais para sabera visão dos donos de picapes

Nos Estados Unidos, a Rivian vem sendo considerada uma concorrente da pioneira Tesla no desenvolvimento de elétricos. Além da picape, a startup também trabalha num SUV elétrico.

A Tesla, por sua vez, deu mais um passo em direção a sua picape elétrica, prevista para 2021. Recentemente, realizou uma sessão no Twitter com seus seguidores para listar recursos que são importantes na visão dos donos de picapes. É o que se pode afirmar: conectividade desde a concepção!

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A empresa diz que a picape terá dois motores elétricos, suspensão independente, tração nas quatro rodas e uma autonomia de 800 km, além peculiaridades como uma conexão de 240 volts para ferramentas pesadas e até mesmo um compressor de ar.

Primeira elétrica no Brasil


jac t8
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Ainda sem muito detalhes sobre o lançamento, a JAC diz que vai trazer a primeira picape elétrica derivada da T8

No Brasil, a chinesa JAC promete trazer a primeira picape elétrica no próximo ano. Trata-se de uma picape média que, na China, é conhecida como JAC T8
. Na verdade é uma linha de picapes com versões elétrica e convencional turbodiesel. O modelo elétrico terá uma autonomia de 350 km, acelera de 0 a 50 km em cinco segundos e tem capacidade de carga de uma tonelada.

As picapes elétricas e outros da categoria fazem parte de decisões inteligentes de médio e longo prazos, enquanto algumas montadoras tradicionais insistem em lançar no Brasil picapes e SUVs de alta potência para poucos que não se importam em gastar muito combustíveis fósseis.

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Embate interno: Citroën C3 1.2 de entrada ou 1.6 AT de topo? Temos um vencedor

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Guilherme Menezes/iG Carros

Apesar de ausentes no Citroën C3 Attraction testado (direita), ele vem com o mesmo DRL e os faróis de neblina do Urban Trail (esquerda)

Testamos as versões de entrada e de topo do Citroën C3, hatch que vem amargando a última colocação em vendas no segmento dos hatches compactos. São as versões 1.2 Attraction manual (R$ 55.790) e a Urban Trail (R$ 72.790). No acumulado de 2019, 2.857 unidades foram emplacadas, quase a metade do “irmão” Peugeot 208 (5.608 unidades), que ocupa a 10ª colocação no ranking da Fenabrave.

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Por que isso acontece? Antes de tentar trocar em miúdos, vamos ver com do que ambas as versões do Citroën C3 são recheadas. Na Attraction , o modelo vem com central Multimídia Citroën Connect (com conectividade para celulares), câmera de ré, rodas de liga leve opcionais, volante revestido com couro, airbag lateral, luzes diurnas de LED (DRL), faróis de neblina, entre outros. Para o Urban Trail , são adicionados bancos bordados, aplique plástico nas caixas de roda, molduras plásticas nas laterais, acabamento metálico no volante, pintura com teto preto e rodas de 16″ com desenho exclusivo. Isso para inserir o modelo em uma proposta aventureira.

Nos conjuntos mecânicos, por sua vez, o modelo de entrada com câmbio manual de cinco marchas oferece o motor 1.2 PureTech de três cilindros, que produz até 90 cv e 13 kgfm. De acordo com os dados do Inmetro, o C3 com motor PureTech tem consumo urbano de 10,6 km/l e 14,8 km/l (com etanol e gasolina, respectivamente) e rodoviário de 11,3 km/l e 16,6 km/l (na mesma sequência). Enquanto isso, o aventureiro migra para o 1.6 de quatro cilindros, que gera até 118 cv e 16,1 kgfm. Segundo o inmetro, tem consumo urbano de 7,6 km/l e 10,9 km/l (com etanol e gasolina, respectivamente) e rodoviário de 9,3 km/l e 13,2 km/l (na mesma sequência).

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Até aí, são números competitivos ante alguns de seus rivais. Então o que explica a sua impopularidade? O primeiro ponto está na imagem da marca, que principalmente a partir da segunda metade da década que se foi, a PSA precisou a rever alguns conceitos. Os projetistas perceberam que o Brasil não era a França no que diz respeito às demandas do mercado consumidor. Nos anos 90, quando a marca firmou as suas atividades no mercado brasileiro — após a abertura das importações — e nos anos 2000, tecnologias inéditas foram tanto o motivo de grande admiração, quanto de afastar a clientela. Mas e quanto ao C3 especificamente?

Impressões

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O Citroën C3 ainda tem seu espaço entre os rivais? Descobrimos nas impressões

Eis então que chegamos no segundo ponto, o mais decisivo para a avaliação. Um dos seus maiores atributos é certamente a personalidade. Ao olhar para ele, não há quem diga que o carro é apenas mais um — o que ocorre bastante com modelos que parecem praticamente iguais entre si e entre outros carros da mesma marca. Suas linhas são suaves e curvas, o que contribui bastante para um visual sutil, moderno e harmônico. No interior, a mesma coisa: o desenho e a disposição dos componentes não geram a sensação de monotonia, mesmo quando se está cercado de plástico.

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O único porém, para mim, com 1,71 m de altura, é a sua ergonomia. No fim das contas eu achei a correta posição de dirigir, mas não foi tão simples. Pelo fato da base do assento ser levemente inclinada para cima em sua extremidade, os pés não ficam bem apoiados no assoalho, o que gera certa estranheza principalmente na hora de migrar o pé direito entre os pedais. Além disso, pelo fato do ponto H (altura do assento) ser relativamente elevado, ao posicionar o volante para alguém da minha altura, ele acaba por ficar muito próximo das pernas, que dificultam o esterçamento. Mas quando o volante é ajustado para ficar mais alto, o condutor é obrigado a manejá-lo um pouco mais alto que o ideal.

A central multimídia tem tela com boa resolução, o sistema touchscreen também agrada e o manuseio é intuitivo. Um grande ponto positivo é o comando do ar-condicionado não ser integrado à ela, como ocorre com o “irmão” C4 cactus, por exemplo. O pareamento com o celular é feito com facilidade, seja por bluetooth, ou por cabo USB. Entretanto, pelo preço e pela lista de equipamentos presente nos rivais, faz falta itens de segurança como controles eletrônicos de tração e estabilidade e assistente de partida em rampa.

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Ao guiá-lo, é possível sentir que absorve bem os impactos do asfalto ruim, ao mesmo tempo que sua direção é macia. Dependendo da velocidade, ela fica mais “pesada” ou mais “leve”, para aumentar a precisão e o conforto quando for mais conveniente. Um ponto que poderia melhorar é o isolamento acústico. Não porque deixou a desejar, mas porque é possível encontrar carros mais silenciosos, na mesma categoria. Em curvas rápidas, é perceptível o movimento de rolagem de carroceria, bem como a sensação de uma baixa rigidez de sua plataforma, que induz uma saída de frente. Mas até aí tudo bem, porque não estamos falando de um esportivo, feito para ser guiado assim.

Attraction vs Urban Trail

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Guilherme Menezes/iG Carros

Após falar sobre o carro, veremos o que cada uma das versões nos oferece

Apesar da semelhança — por serem o mesmo carro — por outro lado, uma versão se diferencia da outra em pontos importantes. A Attraction se destaca pelo seu motor. Ele é mais econômico que o 1.6 e mais esperto também. A sua aceleração de 0 a 100 km/h, feita em 13 segundos, só é mais lenta que os 12,2 segundos do 1.6 pelo fato de que este só é o mais rápido acima dos 70 km/h.

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Quanto ao câmbio dos dois — outro grande diferencial entre eles — o escalonamento das marchas do manual são mais próximas entre si do que no 1.6 automático, o que contribui bastante para as retomadas (além do fato de que o torque máximo do PureTech vem já em 2750 rpm, enquanto no 1.6 chega só em 4750 rpm). Apesar disso, o trambulador do Attraction poderia ter engates mais precisos.

Enquanto isso, o câmbio automático do Urban Trail é muito competente para a economia de combustível no modo Eco, mas peca muito em força, o que obriga o condutor a pressionar o pedal um pouco mais. No modo Sport, ele preserva melhor as respostas do carro, mas não mantém as marchas reduzidas o bastante ao ponto de extrair ao máximo o seu potencial de aceleração. Com isso, o modo Normal é a melhor pedida para um uso geral. Seu funcionamento é suave e conta com boa confiabilidade, uma vez que o componente é produzido pela japonesa Aisin.

Conclusão

Retomando a problemática das vendas do compacto C3, é um carro que teve a sua oportunidade de brilhar, por ser sim um bom carro. Mas com o passar dos anos, a concorrência se modernizou, enquanto o modelo “parou no tempo”, ficando dependente de atualizações menores, sem que isso se traduzisse em uma redução em seus preços.

Na relação custo-benefício, fica claro como o Attraction se sobressai. Isso porque ele não é exatamente inferior ao Urban Trail no que eles se diferem, e ao mesmo tempo custa R$ 17 mil a menos. Inclusive, aos que gostam da marca, por R$ 69.990 (R$ 2.800 a menos do que os R$ 72.790 cobrados pelo Urban Trail), leva-se para casa a versão de entrada do C4 Cactus, um carro de construção e porte superiores em relação ao Citroën C3 .

Fonte: IG CARROS

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Aguardado no Brasil, VW Tarek já é produzido na Argentina

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Reprodução/Twitter

Executivos posam ao lado da linha do VW Tarek, já em produção na Argentina

O VW Tarek deverá ser uma das principais atrações do enxuto Salão do Automóvel de 2020. Conforme a imagem publicada no Twitter do chefe de marketing e vendas da marca alemã, Jürgen Stackmann, as unidades “pré-série” já estão sendo produzidas no Complexo Industrial de Pacheco, na Argentina. Desde que a Spacefox saiu de linha no início do ano passado, a fábrica argentina se concentrava apenas na produção da picape Amarok. 

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O novo SUV da Volkswagen será lançado no começo de 2021 para bater de frente com o Jeep Compass, sucesso absoluto na categoria dos utilitários médios. Podemos esperar pelo motor 1.4 TSI de 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque que já equipa T-Cross, Jetta e Tiguan, com o mesmo câmbio automático de seis velocidades. 

A marca alemã deverá realocar o Tiguan, eliminando as versões de cinco lugares para evitar uma eventual canibalização. O SUV médio, vale lembrar, foi o segundo mais vendido de sua categoria no Brasil em 2019, com 13 mil emplacamentos, perdendo apenas para o Compass.

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Dessa forma, a linha de utilitários esportivos da Volkswagen contará com quatro modelos no começo de 2021: Nivus, T-Cross, Tarek e Tiguan. O Atlas Cross Sport ainda é aguardado para preencher a lacuna deixada pelo Touareg, fechando a gama de SUVs da Volkswagen.

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Fonte: IG CARROS

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Hyundai Creta de entrada surge com desconto de R$ 6,5 mil

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Roberto Assunção

Hyundai Creta

A Hyundai preparou condições especiais para o Creta em seu site de ofertas . Partindo originalmente por R$ 80.990 no configurador da marca, o Creta 1.6 manual na versão Attitude aparece por R$ 74.490 com o pagamento à vista. O abatimento é de R$ 6,5 mil.

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O Creta Attitude conta com motor 1.6 de 130 cv de potência e 16,5 kgfm de torque, com câmbio manual de seis velocidades. De acordo com a Hyundai, o consumo fica na casa dos 7,6 km/l na cidade e 8,2 km/l na estrada com etanol, e 10,4 km/l na cidade e 11,7 km/l na estrada com gasolina.

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Seu porta-malas tem generosos 431 litros de capacidade. No pacote de equipamentos, destaque para volante multifuncional, computador de bordo, sistema start-stop e ancoragem Isofix para fixação de cadeirinhas de bebê. Na versão manual, o Creta não conta com controle de estabilidade. 

Fonte: IG CARROS

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