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Carros e Motos

Quem vai precisar de um Golf GTE híbrido que custa R$ 200 mil?

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Golf GTE: apresentado no Salão de São Paulo de 2014, finalmente começará a ser vendido no Brasil, no último trimestre

A Volkswagen emitiu um comunicado ontem de que o Golf GTE finalmente começará a ser vendido no Brasil. Segundo a Volks, o Golf GTE – um híbrido de 204 cv de potência combinada – dá início ao processo de eletrificação dos modelos da marca, que seguirá com mais cinco novos modelos até 2023. A previsão é de que o Golf híbrido estará à venda no mercado brasileiro no último trimestre de 2019. Segundo o Jornal do Carro, o Golf GTE custará cerca de R$ 200 mil.

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O Golf GTE é um carro interessante, mas talvez esteja chegando na hora errada. O modelo divulgado pelo Volkswagen é o da sétima geração, que dá seus últimos suspiros no Brasil. A oitava geração, conhecida como Golf VIII, será lançada no Salão de Frankfurt deste ano, em setembro. É bastante improvável que o Golf GTE vendido no Brasil seja o da nova geração.

O mais provável é que a Volkswagen do Brasil mantenha o Golf VII no mercado brasileiro. Se fizer isso, talvez o carro se transforme num futuro mico para o consumidor. Não é de hoje que a Volkswagen do Brasil trata mal o seu melhor carro. Segundo a revista Quatro Rodas, “a linha de produção do Golf brasileiro não existe mais”. A informação foi passada por uma fonte ligada à fábrica de São José dos Pinhais (PR). A Volkswagen nega.

De qualquer forma, o Golf atual ocupa uma triste 85ª posição no ranking de vendas de automóveis de passeio no Brasil, com apenas 1.052 vendas até o dia 12/08/2019. Se contarmos também os comerciais leves, o VW Golf cai para o 106º lugar no ranking da Fenabrave.

Por isso, vale a pergunta: quem precisa de um Golf GTE híbrido de R$ 200 mil? Com certeza, não é o consumidor brasileiro, mas sim a própria Volkswagen. E eu explico o porquê. O Golf GTE foi apresentado ao público brasileiro no Salão de São Paulo de 2014.Portanto, ele está chegando cinco anos depois.

Ford Fusion hybrid branco arrow-options
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Ford Fusion Hybrid: já há algum tempo no mercado, o sedã é bastante confortável e tem um preço competitivo.

Se for confirmado o preço de R$ 200 mil estimado pelo Jornal do Carro e a provável utilização da sétima geração, o Golf híbrido nada mais será do que um teste de mercado. Evidentemente o Golf VII ainda é um ótimo carro, mas no caso de uma versão eletrificada estamos falando de tecnologia de ponta. Os consumidores que compram carros híbridos e elétricos são mais exigentes.

Só para citar alguns exemplos, hoje o mercado brasileiro oferece opções muito interessantes. O Ford Fusion Hybrid , um carro mais confortável do que o Golf, custa R$ 183 mil. Já o Toyota Prius, que têm um mercado forte, sai por R$ 128.530. Quanto aos 100% elétricos – que a Volkswagen considera o seu futuro –, as opções vão desde um Renault Zoe de R$ 150 mil até um BMW i3 de R$ 206 mil, passando ainda por um Chevrolet Bolt de R$ 175 mil e por um Nissan Leaf de R$ 195 mil.

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A história do Golf se repetirá?

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Reprodução/Dream Auto Car

Golf VIII: como mostra a projeção do site Dream Auto Car, o carro da VW será muito mais arrojado em termos visuais

 Segundo a revista Auto Esporte, o “GTE faz parte de um projeto piloto para a marca adentrar com cautela no mercado de carros eletrificados no país”. O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, disse para Auto Esporte: “Estamos aprendendo também. Vamos escolher três ou quatro concessionárias a princípio e ir testando”. Óbvio que o atual presidente da Volks não tem nada com isso, mas essa história parece repetir um fato ocorrido com o Golf no passado.

Em 1995, poucos meses depois de o Golf III ter sido lançado na Alemanha, a Volkswagen trouxe o carro importado para o Brasil. O sucesso foi imediato. Naquela altura, o Golf era um carro com 21 anos de história, pois foi lançado em 1974, e já tinha um carisma que o levaria a ser o Volkswagen mais vendido de todos os tempos, mais do que o próprio Fusca.

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BMW i3 vermelho
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BMW i3: 100% elétrico, o carro alemão custa pouco mais do que está sendo estimado pelo Golf GTE

Em 2007, a economia brasileira ia bem e a Volkswagen decidiu fabricar no Brasil o Golf IV, já na metade da vida daquela geração. Porém, logo o Golf IV ficou para trás, pois na Europa surgiu o Golf V e ele não veio para o Brasil. Foi uma fase em que os carros brasileiros perderam terreno para os europeus.

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A má estratégia levou ao fim da fabricação do Golf IV. Só na sétima geração o Golf voltou a ser produzido no Brasil. Chegou com um motor 1.4 turbo e com a empolgante versão GTI 2.0. Aos poucos, porém, o Golf foi perdendo versões e a sua 85ª posição no ranking de carros de passeio mostra que, infelizmente, o sonho acabou, como revelou Quatro Rodas.

Aparentemente, a Volkswagen vai usar o Golf GTE, cinco anos depois, para aprender a atuar no mercado de carros eletrificados. Mas hoje vivemos na modernidade líquida (Bauman), um tempo em que tudo se modifica muito rapidamente. Os próprios carros passaram a ser “líquidos”, com modificações constantes e rápidos aprimoramentos tecnológicos. Só há incertezas, por toda parte.

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Por isso, o Golf GTE , um híbrido plug-in que terá autonomia para rodar 50 km no modo elétrico, com a vantagem de poder ser carregado na tomada de casa ou do trabalho a qualquer hora do dia, talvez seja o carro certo na hora errada. Se é para ser um teste, seria interessante que seu preço fosse acessível. Será que será? 

Fonte: IG Carros
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VW revela nome do “SUV do Polo”: Nivus. Saiba mais detalhes da novidade

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VW Nivus: novo SUV com ares de cupê chegará para fazer parte da linha de utilitário esportivos da marca em 2020

A VW decide acabar com o mistério e revela o nome do novo SUV com jeito de cupê que vai lançar na primeira metade do ano que vem. O carro vai se chamar Nivus e terá a mesma base do VW Polo, a MQB, assim como o T-Cross e outros. A principal diferença será o estilo mais esportivo, como mostra o video teaser divulgado pela fabricante.

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Também é possível notar pelas imagens que a traseira do VW Nivus terá lanternas de LED com máscara preta, assim como no T-Cross. Mas no VW Nivus o estilo será mais arrojado, com formas mais delgadas. A linha da capota que vai descendo em direção à parte de trás do carro também é outra característica exclusiva da novidade.

O novo VW Nivus será fabricado em São Bernardo do Campo (SP), onde também são fabricados Polo e Virtus, dos quais o novo SUV vai utilizar uma série de componentes, inclusive do conjunto mecânico. O motor será o 1.0, turbo flex, de 128 cv e 20,4 kgfm de torque a 2.000 rpm. E o câmbio, automático, de seis marchas, com hastes atrás do volante para trocas sequenciais. 

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Além do VW Nivus

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VW Tarek: novo SUV médio será lançado no início de 2021 com o Jeep Compass na alça de mira

Na ofensiva de lançamentos de SUVs da Volkswagen também está previsto o modelo médio Tarek, cujas primeiras unidades pré-série vão começar a sair da linha de montagem em El Palomar (Argentina) no início de 2020. A campanha publicitária começará em outubro. E a produção em série apenas em janeiro de 2021, quando o carro chegará nas lojas.

O VW Tarek é um SUV médio que vai ter entre os principais concorrentes do Jeep Compass. O modelo será oferecido na América Latina com motor 1.4 TSI de 150 cv e câmbio automático, de seis marchas . Versões manuais ou com tração 4×4 estão fora de cogitação. 

 Volkswagen confirma produção do Tarek na Argentina para o final de 2020

 Pelo o que se sabe até agora o novo SUV terá os mesmos 4,45 m de comprimento, 1,84 m de largura, 1,63 m de altura e 2,69 m de entre-eixos do modelo apresentado na China. E a fabricante promete que o VW Tarek conseguirá nota máxima dos testes de colisão do Latin NCAP. Será um modelo acima do VW Nivus .

Fonte: IG Carros
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Jeep Gladiator, a picape do Wrangler, será vendida no Brasil

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Jeep Gladiator é o utilitário Wrangler de caçamba, e estará disponível nas lojas em 2020

A picape Jeep Gladiator já havia aparecido nos registros de patentes da FCA no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) há alguns meses, mas só agora recebeu sinal verde para chegar às concessionárias brasileiras. O modelo estará disponível em meados da metade de 2020, mas versões ainda não foram anunciadas.

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Nos Estados Unidos – seu país de origem – a Jeep Gladiator conta com quatro versões: Sport (US$ 33.545), Sport S (US$ 36.755), Overland (US$ 43.395) e Rubicon (US$ 43.545). Com exceção da caçamba, o design é exatamente o mesmo do irmão Wrangler . Os faróis serão full-LED, e sua construção trará muitos componentes em alumínio. Assim como o irmão, o teto poderá ser removido.

Outro destaque fica por conta da conectividade, com o seu sistema multimídia Uconnect de 7 ou 8,4 polegadas, além de painel de instrumentos com tela de 3,5 ou 7 polegadas, dependendo da versão. Para a versão Rubicon americana, uma câmera frontal ainda auxiliará o campo visual.

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A carroceria da picape é montada sobre chassi e acompanha todas as novidades do Wrangler de nova geração. Segundo a fabricante, tem a melhor capacidade de reboque e carga da categoria, com mais 3.000 kg de reboque e 725 kg de carga.

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O Jeep Gladiator estará disponível com duas motorizações: V6 3.6 a gasolina Pentastar, com 289 cv e 35,9 kgfm, e V6 3.0 turbodiesel, com 263 cv e 61,1 kgfm. O motor a gasolina pode vir com câmbio manual de seis marchas, ou automático, de oito, enquanto o diesel oferece apenas o automático. A Jeep destaca diversas tecnologias para ser mais eficiente no fora-de-estrada , como diferencial traseiro blocante, barra estabilizadora desconectável, pneus maiores, entre outros itens.

Fonte: IG Carros
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Yamaha NMax é revelado com novo visual e equipamentos na linha 2020

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Yamaha NMax Facelift: Apesar de ter sido revelada com o motor de 155 cc, no Brasil, a novidade terá o mesmo 160 cc

A Yamaha NMax surge com mudanças no novo visual e equipamentos. Agora, traz um painel frontal revisado que inclui faróis mais sofisticados, piscas dianteiros menores e reposicionados, além de um formato atualizado para o para-brisa. Uma vez no Brasil, a novidade deverá custar mais que os R$ 12.590 cobrados atualmente, junto do novo XMax 250, modelo que será posicionado no topo da linha de scooteres da marca japonesa, já com encomenda aberta por R$ 21.990.

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A traseira do Yamaha NMax facelift recebe uma nova lanterna traseira de LED de estilo dividido. Outra mudança notável é o campo de proteção no cano de escape do modelo 2020.Por “dentro”, ganha uma nova tela LCD, com novo formato e disposição das informações. Os indicadores do rival do Honda PCX agora ocupam o espaço acima do console do instrumento. As luzes das setas, por outro lado, ficam nos dois lados da tela LCD.

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O sistema Yamaha Motorcycle Connect é a outra novidade, com possibilidade de acessar funções como notificação por telefone e mensagem, local de estacionamento, manutenção recomendada, consumo de combustível e notificação de mau funcionamento para os componentes. Entre outros itens inéditos, o scooter vem com função Start-Stop, controle de tração, ignição sem chave, luz de perigo e uma tomada elétrica.

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Mecânica

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Novo painel tem melhor visibilidade e mais funções para orientar o condutor

Não mudará em nada ante o que traz no modelo atual. ainda está entre os destaques a recalibragem dos amortecedores traseiros Double Shock, com curso de 90 milímetros em cada roda. Na parte mecânica, o motor deve continuar o monocilíndrico de 160 cc, capaz de gerar 15,1 cv e 1,47 kgfm. Precisou frear, os discos de 230 milímetros de diâmetro com sistema ABS nas duas rodas fará o seu trabalho. Se precisar levar algo, um porta-capacete de 25 litros está disponível na motocicleta.

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O colunista do iG Carros, Gabriel Marazzi, já pilotou a Yamaha NMax 160 ABS e destacou a agilidade do scooter entre os pontos mais importantes. Ele disse que o motor refrigerado a água, com comando de válvulas variável, acaba ajudando bastante no desempenho. Isso pode ser notado com clareza nas arrancadas nos semáforos, ainda de acordo com Marazzi.

Fonte: IG Carros
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