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Saúde

Remédios importados para tratamento de HIV e câncer ficam mais baratos no Brasil

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O setor farmacêutico teve uma boa notícia nos últimos dias. Os medicamentos importados para o tratamento de hiv e de alguns tipos de câncer tiveram suas tarifas de importação reduzidas de 18% para 0%. Em outras palavras, os remédios ficaram mais baratos para compra.

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Remédios importados para o tratamento de hiv e câncer tiveram suas alíquotas zeradas

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A mudança veio graças a uma medida tomada pela Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, do Ministério da Economia, e está em vigor desde o último dia 07 de agosto. Além dos medicamentos para tratamento de HIV  e câncer outros 11 produtos da Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec) do Mercosul tiveram redução de alíquotas.

Confira abaixo todos os remédios que estarão mais baratos nas farmácias:

  • Etravirina: indicado para tratamento de pessoas soropositivo ;
  • Darunavir: indicado para o tratamento da infecção pelo HIV em pacientes adultos previamente expostos a tratamento e que apresentaram falha a tratamentos anteriores com outros inibidores de protease;
  • Ibrutinibe: indicado para o tratamento de pacientes adultos em recidiva ou regratários com Linfoma de Células do Manto (LCM) e para aqueles com Leucemia Linfoide Crônica (LLC);
  • Cloridrato de Nilotinibe: indicado para o tratamento de pacientes adultos com Leucemia Mieloide Crônica (LMC) Cromossomo Philadelphia positivo em fase crônica ou em fase acelerada após falha ou intolerância a pelo menos uma terapia previa;
  • Cloridrato de Pazopanibe: indicado para o tratamento de carcinoma de células renais (RCC) avançado e/ou metastático, uma forma de câncer nos rins;
  • Nusinersena: indicado para o tratamento de pacientes com Atrofia Muscular Espinhal (AME) com deleção ou mutação no gene SMN1 localizado no cromossomo 5q.
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Além disso, bisturis elétricos usados para cirurgias de alta complexidade como transplantes e incisões em tecidos moles, também tiveram suas tarifas zeradas .

Outros produtos também tiveram redução como absorventes, tampões higiênicos, fraldas de bebe, cueiros e semelhantes que reduziram de 16% para 12%.

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O Ministério da Economia acredita que a redução das taxas de importação em remédios para tratamento de HIV  e câncer deve reduzir os gastos de R$ 150 milhões anuais para empresas privadas e o governo federal.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Perdi a minha carteira de vacinação, e agora? Veja o que você deve fazer

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A carteira de vacinação é um documento extremamente importante para o cidadão. Ela comprova que o indivíduo está com a imunização em dia e deve ser guardada junto a outros documentos pessoais, tal qual uma certidão de nascimento.

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Seringa e curativo sobre uma carteira de vacinação com a dose de sarampo assinalada arrow-options
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Caso perca a sua carteira de vacinação, é preciso recuperá-la num posto de saúde ou tomar as vacinas novamente

Mas o que fazer se você perder a carteira de vacinação ? Segundo o Ministério da Saúde, basta ir ao posto no qual você foi vacinado para resgatar o histórico de imunização e obter a segunda via do seu documento.

Isso é possível graças à implantação do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) nas salas de vacinação de unidades de saúde municipais por todo o país.

No caso de pacientes que obtiveram uma ou mais vacinas na rede de saúde privada, a recomendação do Ministério da Saúde é semelhante. Só é preciso se dirigir ao hospital ou clínica no qual você tomou a dose da vacina  e resgatar o seu histórico.

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O que fazer se não conseguir recuperar sua carteira de vacinação

Mas nem sempre você se lembra ou sabe todos os lugares onde tomou vacina ao longo da vida e, com isso, acaba se tornando impossível recuperar todos os registros. Quem não conseguir resgatar o histórico de vacinação  deve atualizar a sua situação vacinal. Isso significa que a pessoa deve ir a uma das unidades de saúde que conhecer e tomar todas as vacinas recomendadas para sua faixa etária no Calendário Nacional de Vacinação .

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Adotando essas medidas, você volta a ter sua carteira de vacinação em mãos e atualizada. 

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Ficar sentado por mais de nove horas e meia aumenta chances de morte prematura

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Ficar sentado por mais de nove horas e meia por dia aumenta o risco de morrer de forma prematura. Isso é o que sugere um estudo publicado no British Medical Journal (BMJ). Por outro lado, aqueles que são mais ativos têm até 70% menos probabilidade de morrer cedo. Os cientistas analisaram dados de mais de 36 mil adultos com idade média de 62 anos.

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Costuma ficar sentado por muito tempo? Se for sim, é melhor rever esse hábito, que pode levar à morte prematura

A pesquisa classificou os níveis de atividade dos participantes e quase 6% deles morreram durante um período médio de acompanhamento de seis anos. O resultado apontou que houve cerca de cinco vezes mais mortes entre os menos ativos, em comparação com aqueles que se movimentaram mais.

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O professor Ulf Ekelund, da Escola Norueguesa de Ciências do Esporte, em Oslo, liderou o estudo. “Nossos resultados fornecem evidências científicas claras de que níveis mais altos de atividade física – independente do nível de intensidade – e menos quantidade de tempo sedentário estão associados a um risco menor de mortalidade prematura”, diz o relatório. 

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Os pesquisadores dizem que os resultados fornecem dados importantes para campanhas de saúde pública e sugerem a mensagem deve ser: “sentar menos e se mover mais e mais vezes”. Para o estudo, eles usaram acelerômetros, sensores de movimento que servem para medir a atividade dos participantes.

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Como conclusão, os cientistas apontam que, mesmo que os exercícios sejam feitos de forma leve, eles trazem benefícios à saúde. Entre as atividades, vale até mesmo as tarefas domésticas, como tirar pó dos móveis e lavar louça. Por isso, é importante deixar o sedentarismo de lado para poder viver mais e não deixar a morte chegar mais cedo.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Roséola é comum durante a infância; saiba os sintomas e quais cuidados ter

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O exantema súbito, conhecido como roséola, é uma das doenças mais comuns durante a infância. Normalmente, a infecção viral afeta crianças entre seis meses e um ano de idade, mas pode surgir até os seis. Quando ela aparece, muitos pais e responsáveis costumam ficar preocupados. No entanto, não é preciso entrar em desespero.

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A roséola é uma infecção viral em que a criança apresenta febre, manchas vermelhas pela pele e outros sintomas

Conforme explica Patricia Rezende, pediatra do Grupo ProntoBaby, a roséola é uma doença benigna. “Ela é, geralmente, ocasionada pelo Herpesvirus 6 (HHV6) ou o Herpesvirus 7 (HHV7), mas também pode ocorrer após infecção por outros vírus, como adenovírus e enterovirus”, destaca a profissional.

Sintomas da roséola

Os principais sintomas da roséola são três a cinco dias de febre alta, que desaparece subitamente, e manchas vermelhas pelo corpo que surgem assim que a febre acaba. “Ela pode chegar a 39ºC/40ºC”, destaca Cristiane de Oliveira Breda, pediatra da Cia. da Consulta.

Além disso, dor de garganta moderada, nariz escorrendo, tosse, olhos inchados e avermelhados, diminuição do apetite, diarreia não tão intensa e irritabilidade são outros sinais. “Inicialmente, essa doença é facilmente confundida com um quadro de resfriado ou gripe”, aponta Cristiane. 

No entanto, no caso da exantema súbito, cerca de 12 a 24 horas depois que a febre some, a pele fica avermelhada por até sete dias em diversas regiões do corpo, com placas que, geralmente, não coçam. “Como é uma doença benigna que caminha para a cura espontaneamente, os sintomas tendem a desaparecer no decorrer dos dias”, ressalta Patricia.

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Transmissão e diagnóstico

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A transmissão da doença infecciosa é pelo ar e, por isso, é importante ter alguns cuidados no dia a dia para preveni-la

O vírus pode ser transmitido pelo contato direto com os fluídos corporais, como gotículas de saliva, secreção, espirro e tosse durante a fase febril da doença. “É bastante infecciosa e altamente transmissível”, alerta a pediatra do Grupo ProntoBaby. A contaminação pode ocorrer também por compartilhamento de canudos, copos e outros itens.

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Já em relação ao contágio, é bastante comum em bebês que frequentam os mesmos ambientes. “O vírus também pode ser repassado por um portador que não esteja com os sintomas da doença, como um adulto, por exemplo”, pontua Patricia. 

De acordo com Cristiane, o diagnóstico é clínico. “O médico vai ouvir a história, examinar a criança e diagnosticar que é roséola”, afirma. No entanto, um exame sorológico pode ser solicitado em caso de dúvidas para confirmar a doença. 

Como é feito o tratamento?

Para o tratamento, apenas os sintomas são tratados. Assim, são indicados medicamentos para controlar a febre e o desconforto da criança. “Além disso, indicamos a ingestão de líquidos para garantir uma boa hidratação e repouso do paciente. As manchas na pele se resolvem por si só. Em casos graves, a criança deve retornar ao pediatra”, destaca Patricia.

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Recomendações importantes

Algumas medidas simples, como a higienização das mãos da criança com água e sabão ou gel antisséptico e dos utensílios de uso pessoal e brinquedos, ajudam a prevenir a disseminação da doença. “É preciso adotar bons hábitos de higiene e evitar o contato com outras crianças que estejam com a doença”, destaca Patricia.

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Pelo fato da roséola ser viral, é importante destacar que, enquanto a criança apresentar os sintomas, a recomendação é que ela não frequente creches, escolas ou qualquer outro ambiente fechado e com aglomeração de pessoas. 

Fonte: IG Saúde
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