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Mato Grosso

Réplica do dinossauro de Chapada é destaque do Museu de História Natural Casa Dom Aquino

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Há 70 milhões de anos, durante a era Mesozoica, no período Cretáceo,  ali na região onde hoje está localizada Jangada Roncador, no município de Chapada dos Guimarães, viveu o Pycnonemosaurus Nevesi, ou dinossauro de mata fechada. O predador de dentes afiados que podia chegar a 4 metros de altura, 9 metros de comprimento e até 2 toneladas é um típico dinossauro da região centro-oeste do Brasil.

Quem for ao Museu de História Natural Casa Dom Aquino, poderá conferir uma impressionante réplica científica em tamanho real desse espécime. Sobretudo, os fosseis que deram base à réplica, descobertos em 2011, também podem ser apreciados no museu. Trata-se de algumas vertebras, um dente e uma parte do fêmur.    

“Esse dinossauro é o maior atrativo da Casa Dom Aquino, sem dúvida. Desperta muita curiosidade nos visitantes, sejam eles crianças ou adultos. É uma atração tão requisitada que já estamos pensando em construir uma segunda réplica, já temos até o projeto de um titanossauro a ser construído com a mesma técnica de osteometria (medição dos ossos para estudos antropológicos) “, adianta Jonilken da Silva Almeida, educador patrimonial da Casa Dom Aquino.  

Construído pelo especialista em anatomia de dinossauros Carlos Scarpini, que é formado em história e se dedica ao estudo da paleontologia há quase 30 anos, a réplica do pycnonemosaurus nevesi, restaurada recentemente, demandou dois meses de estudo dos grupos filogenéticos da espécie para se chegar ao formato que dá as boas-vindas na entrada do museu. Foram mais 40 dias para construir o dinossauro.  

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Carlos já criou 115 peças. Suas obras estão expostas nos principais museus e institutos de pesquisas do Brasil, como no Museu da Geodiversidade da Universidade Federal do Rio de Janeiro e na Universidade de São Paulo (USP), além de peças em acervos particulares em Portugal e no Canadá.  

“Não é algo lúdico, é cientifico mesmo. Morfologia dos dentes, das vertebras… a proporção do fêmur é uma peça chave de identificação da espécie. Um trabalho que só foi possível a partir das peças/ partes originais que também estão na nossa exposição, as quais chamamos de holótipos. O primeiro holótipo encontrado em Chapada dos Guimarães estava no Museu de História Natural do Rio de Janeiro, destruído em 2018 por um incêndio de grandes proporções”, explica Jonilken.

Mais um dinossauro

No Brasil ainda há grande deficiência de paleo réplicas de dinossauros e, consequentemente, poucas obras expostas para a população. É por este motivo que o Museu de História Natural Casa Dom Aquino planeja a construção de mais um dinossauro para compor o espaço aberto para visitação.

A nova réplica, do titanossauro, terá quase 20 metros de comprimento e cerca de 4 metros de altura. Atualmente, a réplica está na fase da pesquisa, capitaneada pelo paleoartista Carlos Scarpini, que acredita que esta é uma forma de levar conhecimento à população. “A possibilidade de ser cientista é um privilégio de poucos, mas o acesso à ciência é um direito de todos”, conclui Scarpini.

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Então, logo em breve, se você vir uma reunião de dinossauros na entrada da Casa Dom Aquino, saiba que é algo que não se vê em qualquer lugar. Ah, não esqueça de também visitar a ala interna da exposição permanente. Lá o visitante poderá contemplar, além de outros fósseis e artefatos, algumas partes do tatu e preguiça gigantes, está última, a propósito, ainda empresta o formato de seu crânio para o logo do Museu de História Natural Casa Dom Aquino. Observe! 

Serviço

O Museu de História Natural Casa Dom Aquino está localizado na Avenida Beira Rio, nº 2000, bairro Dom Aquino, Cuiabá (MT).

Horário de funcionamento:  quarta-feira a domingo, das 8h às 18h.

Visitas guiadas na parte da manhã: das 8h às 9h e das 10h às 11h.

Visitas guiadas à tarde: das 15h às 16h e das 17h às 18h.

Livre para todas as idades.

Informações: (65) 3634-4858 / 3052-8062 / casadomaquinomuseu@gmail.com

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Representantes do Cehidro para o Biênio 2020/2021 são nomeados

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Foi publicado no Diário Oficial a nomeação dos representantes do Conselho Estadual de Recursos Hídricos para o Biênio 2020/2021. O Cehidro passou por uma reestruturação em sua composição, passando de 30 para 28 membros titulares representantes de órgãos e instituições governamentais e da sociedade civil organizada e de usuários da água.

Participam do Conselho as Secretarias de Estado de Meio Ambiente; Infraestrutura e Logística; Planejamento e Gestão; Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários; Saúde; Ciência, Tecnologia e Inovação; Desenvolvimento Econômico e Educação.

Também fazem parte do Cehidro o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM); Universidade Federal do Estado de Mato Grosso (UFMT); Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat); Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea/MT) e Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Já entre os representantes da sociedade civil organizada e usuários de água estão Associação Brasileira de Engenharia Sanitária; Associação Brasileira de Águas Subterrâneas; Associação Matogrossense dos Municípios; Federações da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) e das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt); Sindicato da Construção, Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica e Gás no Estado de Mato Grosso e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)

O Conselho é representado, ainda, por entidades não governamentais, Comitês de Bacia Hidrográfica e empresas nos segmentos de abastecimento/ saneamento, pesca, turismo e lazer, hidrovia e aquicultura.

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A Resolução Nº 121, publicada no dia 13 de fevereiro, nomeou, além dos titulares, os membros e as entidades suplentes.  No dia 12 de fevereiro foi publicado no Diário Oficial o Decreto Nº 362 que regulamenta o Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Estado de Mato Grosso e unifica a legislação, que era regulamentada até então por três decretos, tornando-a mais simplificada.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Argentinos conhecem Mato Grosso para investir em amendoim

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Um grupo de empresários argentinos está em Mato Grosso conhecendo a potencialidade do estado para a produção e industrialização de amendoim. Nesta terça-feira (18.02), eles estiveram em reunião na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) para entender melhor o Estado e os números do Observatório do Desenvolvimento referentes à produção agrícola.

Mato Grosso teve dois anos de pico de produção de amendoim – em 2005 e em 2011, com 18 mil toneladas e 15 mil toneladas, respectivamente. Depois destes anos, houve um declínio que culminou com produção de 165 toneladas em 2017. Desde lá, observa-se novamente um crescimento do interesse do produtor rural pelo amendoim.

“Entre 2015 e 2020, vimos um acréscimo de 458% na área destinada à leguminosa e de 279% na área, pelos dados apresentados pela equipe técnica. Há um grande potencial para esta produção no estado, mas é preciso da indústria estabelecida para compensar os custos”, afirma César Miranda, secretário de Desenvolvimento Econômico.

O secretário informou que a Zona de Processamento de Exportações (ZPE) pode ser uma alternativa viável para o investimento, pois além dos incentivos fiscais, tem diferenciação na carga tributária federal e municipal para as empresas nela instaladas e que está em fase de implantação para o próximo ano. Explicou que o Porto de Cáceres também estará em operação até o meio deste ano e, ainda, as vantagens do gás natural para as indústrias com segurança após o contrato firme assinado com a Bolívia.

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De acordo com Afrânio César Migliari, secretário executivo da Associação de Produtores de Feijão, Trigo e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir), esta é a primeira visita a Mato Grosso para a provável instalação de planta industrial e produção de amedoim. “Pelo que vimos, na Argentina eles não tem mais para onde expandir e precisam de mais áreas”, disse.

Participaram da reunião o secretário adjunto de Investimentos e Agronegócio, Walter Valverde, o superintendente de Política Agrícola e Crédito, Eldo Leite Orro Gattass, os representantes da Prodeman Guillermo Cavigliasso, Alvaro Garcia, Jorge Fico, das Indústrias Colombo Luiz Antonio Vizeu, Rodolfo Souza, da Aprofir Laura Silva, Fernanda Vilella, do Observatório do Desenvolvimento da Sedec Sérgio Leal e Carlos Bolzan.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Enchente em SP eleva preços na Central de Abastecimento de Cuiabá

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A enchente da semana passada que atingiu a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), causando prejuízo estimado de R$ 24 milhões na maior central atacadista da América Latina, também trouxe impactos negativos a Cuiabá e região. Os preços de verduras e legumes registraram aumento superior a 35%, na Central de Abastecimento de Cuiabá, em apenas uma semana.

Segundo o técnico da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Luiz Henrique Carvalho, como boa parte da reposição dos produtos hortifrutigranjeiros em Cuiabá vem da Ceagesp, o impacto da chuva por lá aumentou o preço dos produtos aqui. “Como compramos muitos produtos que vem de São Paulo, qualquer problema que lá ocorra, nos atinge aqui. A Ceagesp abriga 30% de tudo que comercializado em centrais de abastecimento de todo o país, e, portanto, qualquer impacto negativo lá, irá atingir não somente a Cuiabá, mas praticamente em todo o país”, comenta Carvalho. O engenheiro agrônomo explica que com a oferta reduzida e a demanda em alta, os preços dos produtos acabaram sendo elevados.

Segundo levantamento de preços realizado pela Seaf, os itens com alta significativa nos preços são: abobrinha, berinjela, chuchu, jiló, pimenta de cheiro, vagem e a cenoura. O jiló, a pimenta-de-cheiro e a berinjela subiram 40%. A cenoura e o chuchu 50%, a vagem 33%, e a abobrinha 27%.

Há sete dias a cenoura e o chuchu eram vendidos a R$ 40 a caixa com 22kg. Hoje essa mesma quantidade vale R$ 60. O jiló e a pimenta-de-cheiro custavam R$ 50 a caixa com 15kg e 8kg, respectivamente. Passados sete dias subiram para R$ 70. Já caixa com 12 kg de berinjela tinha o valor de R$ 25, e nesta semana passou para R$ 35.  A vagem saltou de R$ 60 para R$ 80 a caixa com 12kg, e a abobrinha de R$ 40 para R$ 50 a caixa com 19kg.

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Com a normalização do funcionamento da Ceagesp, que ficou dois dias fechada para o serviço de limpeza, a estimativa é pela normalização do preço dos hortifruti em Cuiabá na próxima semana.

Cotação

A cotação de preços dos 69 principais itens produzidos pela agricultura familiar é realizada semanalmente, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço leva em conta o preço mínimo, mais comum, e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

Fonte: GOV MT

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