conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Nacional

Rodrigo Maia quer que governo não interfira na eleição para presidente da Câmara

Publicado

Ainda durante a campanha, Rodrigo Maia declarou apoio a agenda econômica de Bolsonaro e falou sobre a Reforma da Presidência já em busca de apoio para reeleição na Presidência da Câmara
Reprodução/Agência Brasil

Ainda durante a campanha, Rodrigo Maia declarou apoio a agenda econômica de Bolsonaro e falou sobre a Reforma da Presidência já em busca de apoio para reeleição na Presidência da Câmara

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), espera que o Palácio do Planalto de mantenha neutro durante a disputa para o comando da Casa, que ocorrerá em fevereiro, deixando que os partidos representados na assembléia escolham livremente qual candidato vai apoiar. Maia deverá se candidatar à reeleição, apesar de não admitir isso oficialmente.

Em entrevista à jornalista Andreia Sadi na manhã desta segunda-feira, Rodrigo Maia disse que “inteferência do governo tem sempre um risco. Deixe que os partidos se organizem. Ainda é muito cedo, mas ideal é neutralidade”, afirmou o deputado que já conversou sobre o assunto com diversos parlamantares, inclusive de oposição, que enxergam no representante do Democratas, uma chance de evitar que a Presidência da Câmara fique com alguém mais radical, provavelmente ligado ao PSL.

A quem defenda isso. Mais de um candidato do mesmo partido do presidente eleito já colocaram seus nomes à disposição na eleição para presidente da Casa, incluindo Luciano Bivar, presidente do PSL e deputado reeleito. Bolsonaro, no entanto, tem dito que eleger aquele que será o terceiro na linha sucessória (atrás apenas do presidente e do vice) seria “concentrar poder demais” nas mãos de um único partido e que não tem intenção de interferir na eleição para presidente da Câmara, um discurso com o qual Rodrigo Maia se alinha agora.

Veja Mais:  Chega a 273 número de pessoas que denunciaram agulhadas no carnaval

Como quem escolhe não assumir um lado, geralmente acaba assumindo o lado de quem já está na frente da disputar, Bolsonaro acaba abrindo espaço para que Maia se reeleja, mas o presidente tem sofrido muita pressão de integrantes de seu próprio partido e de outros membros de sua base aliada pelo grande espaço que tem dado ao Democratas, partido de Rodrigo Maia, na formação da equipe ministerial.

Até agora, além do ministro extraordinário de transição, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que assumirá o Ministério da Casa Civil no futuro governo, Jair Bolsonaro já escolheu a deputada Tereza Cristina (DEM-MS) para o Ministério da Agricultura e o deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) para o Ministério da Saúde, deixando nas mãos do partido três pastas de primeiro escalão do governo.

Futuro governo Bolsonaro tem mostrado dificuldades na articulação política e já desistiu de aprovar alguns projetos ainda este ano, como a Reforma da Previdência
Divulgação/ Facebook Jair Messias Bolsonaro

Futuro governo Bolsonaro tem mostrado dificuldades na articulação política e já desistiu de aprovar alguns projetos ainda este ano, como a Reforma da Previdência

Nesse ponto, o discurso de Bolsonaro e do próprio Democratas também segue aliados. Tanto o presidente eleito quanto o presidente do DEM, prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto, e o próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmam que os ministros escolhidos não foram indicações do partido, mas das bancadas temáticas que pertencem
: no caso, a bancada ruralista e a bancada da saúde; e que, por coincidência, eles pertencem ao mesmo partido.

Veja Mais:  Operação das Forças Armadas em comunidades do Rio deixa oito mortos

A  aproximação de Bolsonaro com o DEM é fortemente negada pelo futuro presidente por conta de sua promessa de campanha de acabar com a política do “toma lá, dá cá” que indica nomes ligados a partidos políticos para aumentar a base de apoio do governo no Congresso Nacional e, assim, conseguir aprovar projetos de interesse do poder executivo federal.

No entanto, até agora, os três nomes indicados do mesmo partido atrapalham o discurso de Bolsonaro de fazer um governo livre de suspeitas de corrupção, já que os três indicados são alvos de processos que investigam crimes de caixa 2, fraudes em licitação ou mesmo corrupção. Sobre isso, Bolsonaro declarou que qualquer ministro que virar réu ou tiver contra si uma denúncia robusta será afastado do cargo, mas que o governo não está livre de escolher alguém “que não tenha alguns problemas”.

“Uma vez que uma denúncia for tornando-se robusta, transformando aquela pessoa em réu, nós vamos tomar alguma providência. O Onyx [Lorenzoni (DEM)] está ciente disso, entre outros que nós temos conversado também”, afirmou Bolsonaro ao ser questionado sobre a situação do futuro ministro da Casa Civil e antes de continuar “mas é muito difícil hoje em dia você pegar alguém que não tenha alguns problemas, por menores que sejam. Os menores, logicamente, nós vamos ter que absorver. Se o problema ficar vultoso, você tem que tomar uma providência”, completou.

Veja Mais:  Empresas de brasileiro preso estariam ligadas ao Hezbollah, aponta PF
Bolsonaro prometeu não interferir na eleição para presidente da Câmara, mas colocou condição de escolhido não
Reprodução/TV Globo

Bolsonaro prometeu não interferir na eleição para presidente da Câmara, mas colocou condição de escolhido não “travar” pautas do governo

Além disso, apesar do discurso de não querer inteferir na eleição para presidente da Câmara dos Deputados, Bolsonaro tem conhecimento da importância do cargo que tem o poder para definir quais projetos serão pautados e colocados em votação, incluindo aqueles chamados de “pautas-bomba” já que causam problemas, geralmente orçamentários, ao governo federal
.

Por isso, o presidente eleito também colocou como condicionante para não interferir na escolha do futuro líder da Casa que o escolhido “não trave a pauta” do governo e, internamente, deu a missão à Rodrigo Maia de tentar aprovar projetos de interesse do governo ainda este ano, antes da posse, como o Projeto de Lei (PL) 7.180/2014 popularmente conhecido como “Escola Sem partido” que tramita nas comissões da Câmara, mas tem sido barrado pela oposição
.

A missão de Maia, por sua vez, também passa por conseguir o apoio de outros partidos. Num cenário do futuro Congresso com uma alta renovação e fragmentação partidária, o desafio do atual presidente em busca da reeleição é costurar uma ampla coalizão como fez há dois anos. Por isso, o dpeutado tem articulado nos bastidores o apoio de aliados à sua candidatura, inclusive integrantes do PRB, como interlocutores do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, que cogitam lançar um nome próprio, que seria o do deputado João Campos (PRB-GO).

Além deste, Rodrigo Maia também flerta com o apoio do Progressistas, partido do chamado “Centrão”, que quer, em troca do voto a Maia, votar matérias na Câmara que afrouxem punições a crimes cometidos por alvos de investigações policiais, como a Lava Jato. Segundo Andreia Sadi, no entanto, para evitar desgastes na disputa da Câmara, aliados de Maia defendem que a discussão comece no Senado, mas ainda não chegaram a um consenso.

Comentários Facebook

Nacional

Meta do Governo, educação integral será ampliada em São Paulo

Publicado

source

Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, é uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE). O intuito é que pelo menos 25% dos alunos da educação básica sejam atendidos. Composto por 20 metas, o PNE foi sancionado em 2014 e estabeleceu diretrizes e estratégias para a educação brasileira em um período de dez anos.

estudantes na escola arrow-options
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Plano do governo é que 500 mil alunos estudem em tempo integral até 2022

O Ministério da Educação (MEC) anunciou a meta de atingir 500 mil novas matrículas em tempo integral até 2022 – hoje são 230 mil – por meio do Compromisso Nacional pela Educação Básica, apresentado em julho. A meta é revitalizar o programa Novo Mais Educação, diminuir a evasão e melhorar os indicadores educacionais. 

A proposta do programa é ampliar a carga horária do ensino médio de quatro para, no mínimo, sete horas diárias. O MEC já disponibilizou R$ 338 milhões para as instituições de ensino em 2019. Segundo o secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo, a pasta mantém diálogo constante com o Conselho dos Secretários Estaduais de Educação (Consed) e com a União Nacional dos Dirigentes de Municipais de Educação (Undime) para formular políticas públicas que beneficiem a educação em estados e municípios.

Em São Paulo, cerca de 18 mil alunos do ensino fundamental e do ensino médio já permanecem em tempo integral na escola. Eles passam pelo menos sete horas por dia nas instituições e podem se integrar a projetos como Imprensa Jovem, Academia de Letras, além de aulas de dança e poesia.

Veja Mais:  Chega a 273 número de pessoas que denunciaram agulhadas no carnaval

Leia também: Ministro da Educação debocha de protesto de estudantes: “Ache onde está o Wally”

Na capital paulista, a Secretaria Municipal de Educação implementou o Programa São Paulo Integral em 71 escolas municipais em 2016. O programa foi ampliado e chegou a 146 escolas em 2019 – um aumento de 43% em relação ao ano anterior.

As aulas são ministradas por professores da rede municipal de ensino e formuladas com a participação da comunidade escolar seguindo as diretrizes do currículo da cidade de São Paulo. Enquanto os alunos ficam sete horas na escola , uma jornada regular varia de quatro a cinco horas.

A rede municipal de São Paulo tem 243,8 mil alunos na segunda fase do ensino fundamental e 2.389 no ensino médio. No estado de São Paulo, Secretaria Estadual da Educação (Seduc) anunciou no último dia 21 de agosto a expansão do Programa de Ensino Integral (PEI) a partir de 2020. Para isso, as escolas terão de demonstrar interesse até o dia 13 de setembro. A expectativa da Seduc é atender cerca de 100 unidades escolares, que tenham, em média, 500 estudantes cada. O PEI é destinado às unidades que atendem a segunda fase do ensino fundamental (6º ao 9º ano) e o ensino médio.

Estudos realizados no estado apontam que o ensino integral ajuda a melhorar a aprendizagem dos alunos e aumenta a empregabilidade e renda dos egressos. De acordo com a secretaria, os alunos do ensino médio das escolas do PEI tiveram desempenho no último Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp) 1,2 ponto maior em relação aos estudantes das escolas regulares.

Veja Mais:  Temperatura volta a aumentar e São Paulo tem máxima de 26ºC nesta quarta-feira

Outra vantagem do modelo, segundo a Seduc, é que ele permite que os professores atuem em regime de dedicação integral a uma escola, com mais tempo para estudo e preparação de aula. Para isso, recebem uma gratificação de 75% no salário-base. Hoje 417 escolas da rede estadual já funcionam nesta modalidade.

Federal

O Todos Pela Educação, movimento da sociedade civil que busca impulsionar a qualidade e a equidade na educação básica, afirma que já entregou um documento ao governo defendendo a manutenção e o crescimento do apoio do Executivo Federal aos estados para a ampliação do ensino médio em tempo integral. Segundo a presidente-executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz, a entidade também fez uma apresentação para o ministro da Educação, Abraham Weintraub, e para o secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo.

Leia também: MEC não pode tratar universidade como uma repartição, diz presidente da Andifes

“Essa é uma pauta que a gente sempre defendeu, o nosso receio, e estamos monitorando a execução dessa política, é se o MEC vai ter os recursos, isso não está claro ainda. Nossa atenção agora é se realmente esse anúncio vai ter fôlego financeiro e de execução do ponto de vista de equipe, no MEC, capaz de conduzir essas políticas. Ficaremos de olho se realmente o governo federal vai conseguir executar. Como plano, como direcionamento está corretíssimo, tem mais é que apoiar os estados nessa ampliação da matrícula em tempo integral no ensino médio”, destacou o secretário de Educação .

Veja Mais:  Maioria no TSE rechaça ação de Meirelles e aprova candidatura de Geraldo Alckmin

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Possível veto no Senado pode fazer Bolsonaro recuar sobre indicação de Eduardo

Publicado

source

IstoÉ

Eduardo Bolsonaro arrow-options
Jorge William / Agência O Globo – 9.8.19

Eduardo Bolsonaro com quadro de seu pai, Jair Bolsonaro, ao fundo


Com nada de novo sob o sol, o presidente lançou mão de seu cacoete verbal boomerang e anunciou na quarta-feria 21 a manutenção do assinalamento de Eduardo Bolsonaro à embaixada do Brasil nos EUA. Os brasileiros, na terça-feira, dormiram com a notícia contrária — a do recuo do Bolsonaro pai. No dia seguinte acordaram com a boomerangada na cabeça. O capitão reformado, espertamente, segurou a ansiedade e decidiu aguardar uma aritmética mais favorável no número de senadores simpáticos ao pleito a favor de Eduardo para requisitar a inclusão de sua indicação na pauta da Casa, a quem cabe constitucionalmente fechar a questão e bater o martelo na nomeação.

Leia também: Após Macron acionar G7, Eduardo Bolsonaro publica vídeo que o chama de “idiota”

A pergunta é: qual será o momento de olhar para o relógio da nossa República, na qual os ponteiros (desculpem, Poderes) nunca se entendem, e saber se é a hora conveniente? Francamente, fosse lá relógio de badaladas como o do último Baile da Ilha Fiscal, fácil seria ouvir a chegada do regime republicano. Mas o relógio político de pulso exige um olhar bem mais astuto.

Bolsonaro, nesse instante, traz no olhar ambiciosos olhos nepotistas. Se não fosse o cenário minguado de votos de senadores favoráveis à indicação de Zero Três à Washington, a bola já teria sido chutada para o gol — e o impedimento, devido à imoralidade do nepotismo, negado. Dada essa eventual impugnação pelos parlamentares, o recuo antes do amanhecer era uma iminência.

Veja Mais:  Chega a 273 número de pessoas que denunciaram agulhadas no carnaval

Leia também: Alcolumbre lidera frente contra resistência a Eduardo Bolsonaro em embaixada

É a madrugada boa conselheira e às vezes articuladora dos políticos e, assim, o progenitor admitiu a possibilidade de abrir mão da nomeação do filho a fim de evitar submetê-lo ao “fracasso”. Se a votação fosse hoje ao plenário, Eduardo não teria o quórum suficiente de quarenta e um votos – dos oitenta e um parlamentares, somente quinze se posicionariam favoráveis. Conta feita, tem-se na verdade uma resposta do Congresso à insistência do clã em se embrenhar nas engrenagens estatais — nova política? Vai nessa, o fenômento ocorre cá na Terra de Vera Cruz desde o nascimento da República.

Por ora, então, segue assim: o futuro de Eduardo, no reino encantado de Donald Trump, pode entortar e não passar do sonho de uma noite de verão (com a licença de William Shakespeare, atualmente noite de inverno). Na avaliação de um grupo de consultores técnicos do Senado, baseada em súmula do STF, a indicação, se virar nomeação, se caracteriza, sim, como nepotismo. Mais: na Câmara dos Deputados, a aprovação de uma proposta desse tipo pode se tornar crime de improbidade administrativa. Diante disso, se barrado pelos congressistas, Eduardo terá de se contentar em exercer as suas prendas de fritar hambúrgueres na Barra da Tijuca ou na Praça dos Três Poderes.

Veja Mais:  Cursos mais bem avaliados serão poupados do bloqueio de pesquisas, diz Capes

Eduardo ainda não sabe para qual lado do muro será empurrado. Seu futuro na embaixada brasileira nos EUA pode durar um anoitecer

É ruim, hein…

Com o seu destempero habitual, o presidente criticou o parecer consultivo dos técnicos (viu neles viés ideológico, claro) e atirou: “Se não for meu filho, vai ser o de alguém, porra” (no final da frase, foi chulo, claro). O documento trouxe coisas com as quais, pelo menos publicamente (só publicamente, claro), Bolsonaro não pode concordar: os exemplos de países onde chefes de Estado colocaram parentes em embaixadas configuram regimes monárquicos e republicanos considerados não democráticos, como Arábia Saudita, Chade e Uzbequistão.

Longe disso, o Brasil deve ocupar a embaixada de Washington, uma das mais importantes do mundo, com diplomatas de experiência significativa e amadurecimento exigidos pelo cargo. “Se não for um funcionário de carreira, tem de ser uma personalidade excepcional”, diz o diplomata e embaixador do Brasil nos EUA no início da década de 1990, Rubens Ricupero. Tal talento, sem a carreira, possui o Brasil dois grandiosos exemplos. Oswaldo Aranha, expressivo articulador da Revolução de 1930, ministro da Justiça de Getúlio Vargas e voz fundamental na ONU, no pós-guerra, para a formação do Estado de Israel. Walter Moreira Salles, interlocutor dos principais bancos internacionais, angariou a admiração do presidente Juscelino Kubitschek pela atuação como bom conciliador.

Veja Mais:  Mais de um terço das praias de São Paulo estão impróprias,aponta Cetesb

De volta aos dias atuais, Eduardo parece não ter esse perfil. Há, no entanto, outro débito: o de ser excessivamente próximo ao governo estrangeiro. É saudável à diplomacia uma distância entre o embaixador e o chefe de Estado do país no qual ele vai funcionar, pois isso confere à relação a lucidez necessária para manter interesses e limites definidos. Eduardo, ao contrário, é deliberadamente um admirador de Trump. Assim, pelo fato de sê-lo, a sua indicação deveria não ser aprovada pelos senadores. No campo da diplomacia, para Eduardo falta um quê.

O Senado à espera de zero três

Os EUA já aceitaram o protocolo de agrément solicitado pelo Itamaraty, tradicional pedido encaminhado ao país estrangeiro pelo governo na intenção de nomear o seu embaixador. Agora, a decisão está nas mãos do Senado, cujo rito envolve a sabatina do candidato, a votação secreta na Comissão de Relações Exteriores e, em seguida, no plenário. Na última etapa, o deputado precisa de quarenta e um votos dos oitenta e um senadores.

Aviso aos navegantes: na sabatina, não lhe perguntem em inglês nada fora do feijão com arroz. Bife até vale. Eduardo atropela o idioma de Trump pois, afinal, alguém pode aprender bem o inglês e nas horas vagas fritar hambúrguer, mas ninguém consegue aprender bem o inglês nas horas vagas e dedicar a maior parte do tempo a fritar hambúrgueres.

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Governo usa imagem antiga para divulgar trabalho das Forças Armadas na Amazônia

Publicado

source

O perfil oficial do Ministério de Defesa publicou no sábado (24) uma imagem no Twitter ilustrando a  ação das Forças Armadas para conter as queimadas na Floresta Amazônica. A imagem, porém, é de 2015, em uma ação similar feita na Chapada Diamantina (BA).

Leia também: Salles pede apoio dos estados para enfrentar crise ambiental na Amazônia

avião joga agua em queimadas arrow-options
Reprodução/Twitter/@DefesaGovBr

Imagem utilizada pelo Ministério de Defesa para ilustrar ação da Amazônia é de 2015 na Bahia

Pouco tempo depois, o Presidente Jair Bolsonaro usou a mesma imagem para comentar o trabalho das Forças Armadas: “Mais de 43 mil militares das Forças Armadas reforçam ações de combate a incêndios na Amazônia”, escreveu.

A ação das Forças Armadas começou depois que quatro estados pediram ajuda para combater os incêndios. Os Ministros do Meio Ambiente e Defesa, Ricardo Salles e Fernando Azevedo e Silva, fizeram um pronunciamento na manhã de sábado comentando como se daria a ação. A imagem, bem como outros vídeos, foram publicados horas depois.

Veja Mais:  Presidente do PSL sai em defesa do ministro do Turismo: “É um cara corretíssimo”

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana