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Carros e Motos

Royal Enfield Bullet 500 ganha freio ABS na linha 2020

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Royal Enfield Bullet 500 passa a ter mais segurança com freios a disco na roda traseira como item de série

A Royal Enfield acaba de anunciar a chegada de ABS e freio a disco na traseira da Bullet 500. O objetivo da marca é se enquadrar nas normas estabelecidas recentemente pelo Contran — a mesma que obrigou os freios combinados até nas motocicletas populares. O preço sugerido para o modelo topo de linha da fabricante é de R$ 19.990, nas concessionárias de São Paulo, Brasília (DF), Curitiba (PR) e Campinas (SP).

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O modelo, fabricado desde 1932 pela Royal Enfield , é um dos mais antigos do mundo ainda em produção. Apesar do visual distinto, tanto quadro quanto o motor são os mesmos presentes na Classic 500. Seu banco, porém, é inteiriço, as tampas laterais são quadradas e o para-lama traseiro é maior. Seu motor monocilíndrico de 499 cc de cilindrada, refrigerado a ar, de 27,2 cv e 4,2 kgfm.

As suspensões seguem o padrão e o garfo telescópico com tubos de 35 mm de diâmetro e curso de 130 mm na dianteira, junto a dois amortecedores a gás na traseira. O curso de 80 mm e o ajuste na pré-carga das molas foram pensados para dar mais conforto. Com 190 kg de peso total, o chassi tubular tipo diamante faz, por sua vez, com que tenha rigidez.

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Já o painel tem dois instrumentos redondos que ficam embutidos sobre a mesa superior da suspensão dianteira, onde também está o farol, duas luzes de posição e a chave de ignição. Nele, estão contidos velocímetro analógico com hodômetro total e as luzes-espia. Entre elas, três indicadores do sistema de injeção de combustível, do ABS e de alerta de reserva no tanque de combustível.

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Vale lembrar que as novas Interceptor 650 e Continental GT 650 chegam ao Brasil no primeiro semestre de 2020. Ambas carregam o mesmo conjunto mecânico, mas a diferença está no estilo. A Interceptor segue um visual mais clássico, enquanto a Continental GT aposta em característica mais esportiva, inspirada nas café-racers. Entretanto, as maiores novidades da Royal Enfield são chassi e motor totalmente novos. Este último tem dois cilindros paralelos e 648 cc, que rende 74 cv e 5,3 kgfm.

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Novo Peugeot 208 Mercosul roda na Argentina sem disfarce

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Peugeot 208 arrow-options
Reproducão/Argentina Autoblog

Peugeot 208

O protótipo do novo Peugeot 208 Mecosul já pode ser visto rodando pelas ruas argentinas sem quase nenhum disfarce. Novas fotos do hatch, que deve estrear no mercado no segundo semestre, foram publicadas pelo site argentino especializado AutoBlog;

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As imagens foram feitas pelo leitor identificado apenas como AndyLo, que enviou para o site as fotos que mostram detalhes do design externo e interno. O veículo fotografado é muito parecido com a versão 208 Allure que é vendida na Europa.

No inteiror é possível ver algumas diferenças entre o Allure europeu e sul-americano. A versão que foi fotografada na Argentina, a posição do console do câmbio é um pouco diferente. A mudança provavelmente se deve à alavanca do freio de mão, já que naversão europeia, esse controle é eletrônico.

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Outra semelhança porém é o conceito do i-Cockpit que já equipa os 208 e os 2008 brasileiros. O novo Peugeot 208 Mecosul será fabricado na linha de montagem instalada em El Palomar, na Argentina.

Fonte: IG CARROS

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Ford Ranger XLT empolga com bom nível de força em baixa rotação

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Ford Ranger 2020 tem novas cores, grade frontal redesenhada, mudanças no acabamento interno, entre outros itens



Durante a avaliação, em que percorremos mais de 300 km, a característica do desempenho mais marcante da picape foi a força de saída. Faz sentido, se considerarmos o motor parrudo Duratorq 3.2 litros turbo a diesel, de 200 cv e 47,9 kgfm de torque ( na sua faixa de preço, só perde para a Chevrolet S10 em torque).

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O desempenho da Ford Ranger XLT é facilitado pelo câmbio automático de seis velocidades. O sistema é ágil na maioria das trocas, não deixando as acelerações morosas. Mas nem tudo é perfeito. Em algumas situações, o câmbio segura a segunda marcha, forçando um giro elevado do motor. Empurrar a manopla do câmbio para o lado e efetuar a troca manual resolve esse problema. A relação do conjunto garantiu a boa média de consumo de 9,3 km/l.

Atualizado na linha 2020, com novas molas, coxins, ajuste de carga dos amortecedores, reforços estruturais e barra estabilizadora, o sistema de suspensão da da Ranger ficou bem mais manso no rodar da cidade. Em alguns momentos, é claro, por se tratar de um modelo sobre chassi, ela ainda balança um pouco.

Ford Ranger arrow-options
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Traseira segue a ideia de robustez que é ponto de partida comum às picapes

Nada fora do esperado para um modelo desse segmento. Também percebemos algumas destracionadas da roda traseira rodando na opção de tração 4×2. Nada longe do esperado para uma picape média . No 4×4, o modelo tem tecnologia de bloqueio do diferencial traseiro.

interior da Ranger arrow-options
Divulgação

Ford Ranger XLT mostra bom isolamento acústico e bom nível de conforto ao dirigir

Vale considerar que em quase todo período de avaliação rodamos sem peso na caçamba, que comporta mais de uma tonelada de carga (1.186 kg) ? só perde para a Volkswagen Amarok nesse quesito. O lado positivo é que a eletrônica sempre está ao nosso favor, atuando com os controles de estabilidade e tração.

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A direção elétrica tem boa progressividade e chama atenção pela leveza no giro para as manobras de estacionamento. Tão fácil quanto guiar um subcompacto. Embora o motor grandalhão ressoe alto para quem está do lado de fora, no interior, o silêncio impera. Trabalho louvável da engenharia com o isolamento acústico.

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Na ponta do lápis, a Ford Ranger XLT entrega a melhor lista de equipamentos na sua faixa de preço, desempenho animador, que só fica atrás da Chevrolet S10, e capacidade de carga acima da média. Se considerarmos isso, os R$ 178 mil estão bem pagos.

Fonte: IG CARROS

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BMW  330i: sedã  esportivo de verdade

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Carlos Guimarães/iG

BMW 330i: sedã tem fôlego de sobra e consegue acelerar de 0 a 100 km/h em menos 5,8 segundos, diz a fabricante

Dia desses me lembrei de um short film em que um rapaz sofre com o estresse de uma entrevista de trabalho. Naquela atmosfera um tanto sombria do filme, ele acaba indo para a garagem do prédio de escritórios e lá aparece um reluzente BMW M3 do final dos anos 80. A partir daí, a cara amarrada vai se descontraindo na medida em que o prazer de dirigir passa a ser uma espécie de antidoto.

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Ainda bem que continuam dando valor à questão da tradição em algumas marcas, uma delas, a BMW. No 330i (R$ 269.950) você resgata a aura esportiva capaz de aumentar a taxa de andrenalina nas suas veias e tornar seu dia mais animado, mesmo que o céu esteja cinza e o excesso de trabalho tenha acabado com seu senso de humor.

A receita do remédio do BMW 330i contra o desânimo começa com um ronco que sai pelas duas saídas de escape e entra nos seus neurônios. Acelere e sinta a sensação de precisar respirar mais fundo. São 258 cv e nada desprezíveis 40,8 kgfm de torque, força equivalente a quatro vezes a de um carro popular 1.0 aspirado. Para extrair todo esse rendimento, há recursos como turbo, injeção direta de combustíuvel e variadores de fase na admissão e escapamento.

 Sem provocar demais o acelerador, comece devagar. E dê uma olhada no belo painel da nova geração do Serie 3, que inclui multimídia de última geração, com tela de alta resolução conectada à internet, o que torna possível acessar informações em tempo real, entre as quais do trânsito e da meteorologia. Ao longo dos anos, a BMW foi aperfeiçoando o sistema e hoje tem comandos bem mais fáceis e intuitivos com ajuda do botão giratório no console central.

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Além do som de alta-fidelidade do BMW 330i também impressiona a quantidade de recursos disponíveis, como HD interno, carregador de celular por indução, roteador wi-fi e até CD player para quem ainda curte ouvir música à moda antiga, sem usar entrada USB com conexão Bluetooth.  E o acabamento é de primeira linha e conta com luz ambiente que pode ser personalizada de acordo com o gosto do freguês.

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Ponto positivo também para o ar-condicionado digital, bem como a ergonomia e o conforto dos bancos revestidos de couro e que seguram bem o corpo nas curvas. O volante de três raios com boa empunhadura também agrada. Só achei que exageram um pouco no estilo do cluster digital, que perdeu muito do charme do que vinha sendo usado nas gerações anteriores do Série 3. 

O que não muda nunca e precisa ser preservado é o conjunto bem acertado do sedã da BMW, sempre com tração traseira e motor na frente e uma distribuição de peso perfeita. Somado ao baixo centro de gravidade e ao ajuste da suspensão com multibraço no eixo de trás, chega-se a uma estabilidade irrepreensível. Basta contornar a curva na trajetória certa que o carro se mostra tão obediente quanto um cão farejador. 

BMW 330i arrow-options
Carlos Guimarães/iG

BMW 330i vem com lanternas fumês e duas saídas de escape na traseira entre os principais detalhes

E se isso ainda não for suficiente para arrancar um sorriso então experimente acelerar de 0 a 100 km/h em meros 5,8 segundos.  É de tirar o fôlego, mas logo em seguida você ficará mais animado, como se tivesse recebido um tapa na costas para acordar. Se estivesse em pista fechada poderia continuar acelerando até atingir os 250 km/h de máxima, velocidade controlada eletronicamente.

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 Como não poderia deixar de ser, entre outros aperfeiçoamentos na comparação com o 328i da geração anterior , o sistema de direção elétrica também consegue atingir a perfeição. Agora, leve nas manobras e firme conforme vai aumentando a velocidade, sem deixar de ser anestesiada, ou seja, consegue transmitir o que acontece entre o piso e os pneus com maestria.

Em piso irregular, porém, o ajuste esportivo , assim como os pneus de perfil baixo 225/40 R 19, acabam causando alguns solavancos e prejudicando um pouco o conforto. Mas é o preço que se paga por um sedã esportivo de verdade, um degrau abaixo do lendário M3, mas com disposição de sobra e detalhes como as hastes de alumínio atrás do volante, que facilitam uma tocada mais animada.

Se for cauteloso ao acelerar, conforme os números do Inmetro, o BMW 330i pode fazer até 8,5 km/l na cidade e 13 km/l na estrada, com autonomia teórica de 501,5 km em trechos urbanos e de 767 km em rodiviários, levando em conta o tanque de 59 litros, nada mau, não?

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Conclusão

Entre os sedãs com apelo esportivo que temos hoje em dia, o BMW 330i consegue entregar uma combinação entre desepenho e conforto na medida ideal, melhor do que rivais como Mercedes C300 Sport (R$ 278.900) e o Jaguar XE R-Sport P250 (R$ 250.200), que não conseguem ter a mesma relação peso potência de meros 5,7 kg/cv do modelo da marca bávara. 

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Ficha técnica

Preço: R$ 269.950

Motor:  2.0, quatro cilindros, turbo, flex

Potência:  258 cv a 5.000 rpm

Torque:  40,8 kgfm a 1.550 rpm

Transmissão: Automático, oito marchas , tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Independente, miultibraço (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos ventilados (traseiros)

Pneus: 225/40 R19 

Dimensões: 4,71 m (comprimento) / 1,83 m (largura) / 1,44 m (altura), 2,85 m (entre-eixos)

Tanque: 60 litros

Porta-malas: 365 litros 

Consumo gasolina: 8,5 km/l (cidade) / 13 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 5,8 segundos 

Velocidade máxima: 250 km/h 

Fonte: IG CARROS

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