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Salão de Frankfurt mostra que os elétricos chegaram de vez

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O Salão de Frankfurt sempre foi conhecido como um dos maiores eventos do gênero no mundo. Porém, acabou perdendo um pouco o brilho com a queda da importância das exposições do gênero dentro da estratégia das fabricantes. Mesmo assim, na edição de 2019 deixa claro que a era da eletrificação veio para ficar.

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Um dos modelos elétricos mais importantes mostrados no Salão de Frankfurt é o Volkswagen ID.3, considerado o herdeiro do Fusca. Entre outros motivos, porque estamos falando do primeiro carro de uma nova família de modelos que ficará conhecida como um marco na história da fabricante alemã depois do chamado “dieselgate”.

Com motor elétrico montado na traseira e preço que deverá ficar em torno de 39 mil euros na versao básica, o novo VW ID.3 vai dar origem a um SUV elétrico que tem boas chances de vir a ser vendido no Brasil, onde o primeiro sinal da eletrificação da fabricante será a chegada do Golf GTE híbrido, em novembro.

Ainda entre os compactos, a Mini mostra o hatch totalmente elétrico, com o mesmo conjunto co BMW i3, capaz de atingir 150 km/h e com autonomia em torno de 270 km, o Mini E ainda é um primeiro passo que será aprofeiçoado ao longo do tempo, uma vez que alguns concorrentes já chegam com mais capacidade de rodar sem precisar de recarga, como o próprio ID.3, cuja versão mais sofisticada por andar 550 quilômetros até precisar ser plugado na tomada.

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Nora era no Salão de Frankfurt 2019 

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Newspress
Salão de Frankfurt 2019 foi o palco escolhido pela Lamborghini para mostrar o primeiro supecarro híbrido da marca

Saindo do campo dos modelos pequenos e indo para os supercarros, uma das poucas surpresas do Salão de Frankfurt fica por conta do Lamborghini Sian, o primeiro superesportivo híbrido da marca, que também deu o braço a torcer quando o assunto é eletrificação. A fabricante não abandonou o tradicional V12, que passou a funcionar em conjunto com motor elétrico, somando 808 cv, o que é suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em meros 2,8 segundos.

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A Porsche decidiu revelar seu novo talismã, o elétrico Taycan, cujas encomendas até agora dão a entender que logo o carro vai superar as vendas do lendário 911.  Com muita força e potência (750 cv na versão topo de linha) e autonomia que pode superar os 450 km, o carro tem futuro promissor pela frente. 

Entre os SUVs, uma das principais novidades é a tão esperada nova geração do Land Rover Defender , que também terá uma versão eletrificada. Com sofisticação de sobra, o novo modelo pode ter câmera 3D, multumídia com tela de 10 polegadas, sistema de reconhecimento de placas GPS atualizado em tempo real e até  algumas funções de direção autônoma.

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Das marcas donas da casa, a Audi expõe uma porção de modelos renovados, entre os quais o A7 Sportback e a perua esportiva RS6 e até o conversível S5, com uam elegante combinacão de carroceria verde com interior caramelo, quase um oásis para quem estava acostumado com carrões de alta cilindrada, símbolos máximos do prazer ao dirigir, algo que parece que está ficando no passado.

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A Mercedes também se mostra eletrificada com modelos com o van EQV, com autonomia um pouco acima de 400 quilômetros e com mais versões híbridas plug-in, inclusive do mais modesto Classe A. E antecipa o futuro, como o protótipo EQS, uma visão de como será o rival do Tesla Model S.  Confira na galeria acima os principais detalhes do Salão de Frankfurt

Fonte: IG Carros
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Nova BMW F 850 R é revelada em registro de patente e chega ano que vem

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Divulgação
Patente da BMW F 850 R registra seu visual, que virá para rivalizar com Yamaha MT-09 e companhia

A BMW acaba de registrar a patente da nova F 850 R, logo em seguida da F 850 RS, que chegam para completar a gama 850 ao lado da F 750 GS, F 850 GS e F 850 GS Adventure. Enquanto a intenção da R (naked) é oferecer mais tecnologia, equipamentos e aprimorar o desempenho, a RS (crossover) virá com a promessa de aprimorar a agilidade e a postura do condutor. Com previsão de chegar no ano que vem, deverão estar no Salão de Milão (EICMA), entre 7 e 10 de novembro na Itália.

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O que faz a F 850 R ser um diferencial em relação à antecessora é vir equipada com o novo motor de 853 cc da BMW (ante o antigo 800 cc), que desenvolve 95 cv e 9,2 kgfm (limitado a 80 cv no Brasil). E, também, com novos auxílios eletrônicos de condução, como controle de tração, sistema anti-empinamento e outros.

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Novo design e mais equipamentos

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Novidade agrega elementos dos últimos modelos, uns mais refinados e outros mais acessíveis.

Enquanto isso, para a “irmã” F 850 RS , a maior agilidade poderá ser garantida pela sua suspensão de curso mais reduzido e roda dianteira menor. E as novidades não param aí. O design da naked F 850 R é inspirada na R 1250 R, que não vende no Brasil. Entre os itens mais vistosos, estão o farol semicircular e as carenagens laterais que se unem ao tanque de combustível.

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Na traseira, herda as alças do garupa da 1250, bem como a lanterna da G 310 R. Enquanto isso, o cluster é o mesmo da F 850 GS, com o conta-giros analógico e uma tela de LCD que reproduz informações da moto e da viagem. Na versão de topo, é esperado o painel digital que é destaque nas BMW GS.

Fonte: IG Carros
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Renault Logan 1.0 inova onde não se vê. Confira as impressões ao volante

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Roberto Assunção
Renault Logan 1.0 tem novo design e equipamentos mais modernos. Confira.

O Renault Logan 1.0 mudou, mas muita gente nem percebeu. Também pudera. Enquanto as versões 1.6 ganharam a opção do câmbio CVT e da suspensão elevada, as versões “mil” entraram na linha 2020 sem mudanças mecânicas. Mas isso não significa que elas também não tenham recebido a sua cota de novidades.

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Diferente do Renault Sandero , que ganhou um tapa no visual da traseira, o Renault Logan ganhou apenas a nova dianteira com para-choques redesenhados e faróis com luzes diurnas de LED e calotas com novo desenho (apenas na versão Zen, a Life usa as herdadas do Expression 2019). Já no interior, nada de novo painel ou quadro de instrumentos.

As intervenções foram pontuais e as novidades ficam por conta dos novos revestimentos dos bancos, do teto e das colunas (agora em material escuro), do volante redesenhado (embora ainda sem os controles do som, que seguem no comando satélite da coluna de direção) e dos novos bancos dianteiros.

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A marca francesa ousou mais na segurança. Na linha 2020, os airbags laterais são de série em toda a linha (algo que ainda é raro nessa faixa de preços e só se vê no recém-lançado Chevrolet Onix Plus ) e vieram acompanhados da fixação Isofix para assentos infantis e de reforços estruturais na carroceria (necessários depois do modelo levar bomba nos testes de colisão do Latin NCap).

De resto, o Logan segue imbatível no custo por metro quadrado da cabine, impressionando com o seu amplo espaço no banco traseiro (o entre-eixos de 2,64 m só perde para o mais caro VW Virtus , com 2,65 m) e o porta-malas de 510 litros (também um dos maiores entre os compactos).

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Ao volante, o Logan não impressiona e nem desagrada. O motor 1.0 de até 82 cv tem desempenho honesto, mas o câmbio de cinco marchas poderia ter engates mais macios. A mesma maciez que falta no conjunto de direção com assistência eletro-hidráulica, que é mais pesada em manobras e menos precisa em estrada do que a direção elétrica. Pelo menos a suspensão cumpre bem o seu papel e filtra bem as imperfeições do solo.

Com preço inicial de R$ 53.490, o Renault Logan 1.0 Zen sai de fábrica bem equipado para um carro na sua faixa de preços. Além dos já citados airbags laterais, traz isofix, vidros dianteiros elétricos, ar-condicionado, alarme, computador de bordo, sensor de estacionamento traseiro e central multimídia com tela de 7″ e compatível com Android Auto e Apple CarPlay.

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Se a lista de mudanças estéticas não foi grande, pelo menos o Renault Logan segue conquistando pelo espaço interno e pela lista de equipamentos bem completa. E com os preços competitivos, vai seguir cativando compradores mesmo frente à concorrência renovada.

FICHA TÉCNICA

Renault Logan Zen 1.0 CVT

Preço básico: R$ 53.490
Carro avaliado: R$ 54.190 (pintura branca)
Motor: três cilindros em linha 1.0, 12V, duplo comando variável
Cilindrada: 1597 cm3
Combustível: flex
Potência: 79 cv (g) e 82 cv (e) a 6.300 rpm
Torque: 10,2 kgfm (g) e 10,5 kgfm (e) a 3.500 rpm
Câmbio: manual, cinco marchas
Direção: eletro-hidráulica
Suspensões: MacPherson (d) e eixo de torção (t)
Freios: disco ventilado (d) e tambor (t)
Tração: dianteira
Dimensões : 4,350 m (c), 1,730 m (l), 1,517 m (a)
Entre-eixos: 2,635 m
Pneus: 185/65 R15
Porta-malas: 510 litros
Tanque: 50 litros
Peso: 1.042 kg
0-100 km/h: 13s3 (g ) e 13s2 (e)
Velocidade máxima: 162 km/h (g) e 164 km/h (e)
Consumo cidade: 14 km/l (g) e 9,4 k m/l (e)
Consumo estrada: 14,9 km/l (g) e 10,2 k m/l (e)
Nota do Inmetro: B
Classificação na categoria: A
Emissão de CO2: 91 g/km

Fonte: IG Carros
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Os três pecados capitais do Fiat Cronos

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O Cronos tem a mesma distância entre-eixos do Fiat Argo, num momento em que os sedãs compactos crescem.

Diz a história que ao longo dos tempos a lista dos pecados capitais sofreu alterações e até foi reduzida. Desde o século XIII são sete:  soberba, avareza, luxúria, ira, gula, inveja e preguiça. Mas não é essa lista que nos interessa aqui, e sim os pecados capitais do Fiat Cronos. Aparentemente, o Cronos cometeu pelo menos três pecados capitais ao chegar ao mercado. E esses pecados não têm nada a ver com os pecados da esfera religiosa, mas sim com os poderosos mandamentos ditados pelo mercado consumidor.

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O Fiat Cronos é um carro muito bom. Ele entrou na família Fiat para substituir, de uma só vez, o Linea e o Grand Siena. Sua missão era clara: tornar a Fiat competitiva num mercado onde nunca se deu muito bem. Baseado no Argo , o Cronos estreou bem e rapidamente conquistou elogios dos especialistas por seu design, seu comportamento dinâmico e a possibilidade de vir com os motores 1.3 e 1.8.

Mesmo assim, o Cronos entrou no último trimestre do ano num pífio 32º lugar no ranking dos carros de passeio. Considerando os 15 carros de seu segmento (sedãs pequenos e compactos), o Cronos está na oitava colocação, com 16.266 emplacamentos. Perde para Chevrolet Prisma (65.415), Ford Ka Sedan (36.500), VW Virtus (34.151), Hyundai HB20S (26.105), VW Voyage (23.494), Toyota Yaris (21.743) e Renault Logan (18.266).

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Se serve de consolo, em setembro ganhou do Logan por 88 carros, mas perdeu para todos os citados. Entre os carros que o Fiat Cronos bate, estão o Chevrolet Onix Plus (acabou de estrear), Caoa Chery Arrizo 5 (não tem produção em grande volume) e o Chevrolet Cobalt (em fim de linha). Portanto, o Cronos só bate mesmo o Nissan Versa, o Toyota Etios, seu irmão Grand Siena (que ressuscitou por algum tempo) e o Honda City (muito mais caro).

Como disse, o Cronos é um bom carro. Eu o compraria. Mas o mercado o rejeita, e acho que a razão não está nem Foro de São Paulo nem nas políticas de Donald Trump, para citarmos dois motivos, à direita e à esquerda, que são comumente usados no Brasil atual para justificar quando as coisas não dão certo. A razão, meus amigos, está nos três pecados capitais do Fiat Cronos.

Os pecados capitais do Fiat Cronos

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O câmbio automatizado de embreagem simples definitivamente não é a melhor opção para um público cada vez mais exigente.

O primeiro pecado capital do Cronos foi ter mantido a distância entre-eixos no mesmo tamanho do Fiat Argo. O Cronos foi lançado praticamente junto com o VW Virtus, e uma das diferenças do sedã da Volks é que ele se aproveitou da plataforma modular para ser maior do que o Polo, seu irmão de linha. Bem, eu nunca ouvi falar que a FCA poderia ter feito o mesmo na linha Argo/Cronos, mas no avião que nos trouxe de Córdoba (Argentina) depois do lançamento do Cronos, sentei ao lado do diretor técnico da Fiat na ocasião, Claudio Demaria. Ele me disse que a Fiat poderia ter aumentado o entre-eixos do Cronos, mas decidiu não fazê-lo. Motivo: economia de custos.

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Curioso que naquele evento a Fiat disponibilizou um Prisma, um HB20S e um Etios. Mas, vejam só, as novas gerações do HB20S e do Prisma (rebatizado de Onix Plus ) vieram maiores do que eram. Ou seja: o Cronos perdeu a briga pelo espaço. Para além disso, ficou caracterizado como um carro do segmento B, enquanto seus principais concorrentes migraram para o B+. Traduzindo: optaram por ser maior, seguindo uma tendência de aumento dos carros. O mercado, aliás, comprova que só o Cronos errou. Segundo a Fenabrave, na comparação de 2019 com 2018, as vendas de sedãs compactos, o B+, cresceu de 4,0% para 4,9%, enquanto de sedãs pequenos, o B (caiu de 14,3% para 13,6%).

O segundo pecado capital do Cronos é o motor. Seus principais concorrentes utilizam motor turbo, mas a Fiat ainda equipa o Cronos com motores naturalmente aspirados. Enquanto não vier a nova família de motores, o Cronos, com seus motores 1.3 e 1.8, vai sofrer diante dos motores mais eficientes da concorrência. Por eficiência entenda-se mais potência com menos consumo.

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O Cronos oferece motor 1.3 e 1.8, mas todos são aspirados, enquanto a concorrência aposta em motores 1.0 turbo.

Finalmente, o terceiro pecado capital do Fiat Cronos é o câmbio automatizado de embreagem simples, o famoso GSR. É verdade que esse câmbio ficou melhor do que o antigo Dualogic, mas ainda assim ele está a léguas de distância dos câmbios automáticos de verdade usados pela concorrência. O novo Onix Plus, por exemplo, tem motor 1.0 turbo com câmbio automático de seis marchas. O Cronos, coitado, só oferece a transmissão automática (muita boa por sinal, de seis marchas) nas versões topo de linha, com motor 1.8. Ou seja: só para o consumidor mais abonado.

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Já a versão 1.3, que é a de melhor relação custo-benefício do Cronos, só vai bem com o câmbio manual. O motor até faz sua parte, mas ninguém mais no Brasil quer transmissão manual. Então, nessa versão, a única opção do Cronos é o automatizado GSR, que dá trancos a cada mudança de marcha e ainda é mais caro do que o carro equipado com a caixa manual. 

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Infelizmente, essa é a sina atual do Fiat Cronos . Um carro muito bom, bem construído, bem desenhado, gostoso de guiar na versão 1.8, com posição elevada como gosta o consumidor atual, com acabamento caprichado, ótimo porta-malas, suspensão acertadinha, um painel primoroso, com uma das melhores conectividades do mercado e um quadro de instrumentos matador (o melhor de todos), porém com alguns pecados que o deus mercado não perdoa. Que a Fiat corrija logo esses problemas e dê uma carreira de sucesso ao Cronos, porque ele merece.

Fonte: IG Carros
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