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Rondonópolis

Saúde alerta população após aumento de casos de dengue

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Com o aumento do número de casos de dengue em Rondonópolis, a Prefeitura novamente chama a atenção da população para os cuidados básicos dentro de casa para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti. O período chuvoso contribui para que locais inusitados acumulem água e virem local propício para os mosquitos depositarem suas larvas.

Desde o começo do ano até ontem (12) já foram confirmados 160 casos de dengue e mais 300 notificações de pacientes com suspeita da doença. Para a gerente do departamento de saúde coletiva do município, Gil Machado, esses números são suficientes para a população se atentar para o risco que a picada do mosquito contaminado pode trazer.

“A população é a principal agente na luta pelo extermínio do mosquito. Por isso fazemos um apelo para que todo morador receba os agentes de endemias em casa. É preciso ficar atento pois qualquer objeto, móvel velho descartado, brinquedo jogado no quintal de casa pode acumular água, local ideal para a proliferação do mosquito”, ressaltou Gil Machado.

Na semana passada todos os profissionais das vigilâncias ambiental, sanitária, epidemiológica, da saúde do trabalhador participaram da reunião junto com outros técnicos da Secretaria Municipal de Saúde para discutir em conjunto e trabalhar de forma integrada. Dessa forma, quando se confirma um caso de dengue, é feito o bloqueio mecânico do local onde o paciente mora e também o bloqueio de nove quarteirões conforme protocolo.

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Dengue grave (hemorrágica)

Na noite desta quarta-feira (12), um homem de 36 anos veio a óbito em decorrência da dengue grave (hemorrágica). O paciente deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no último dia 7, sendo que o exame a princípio foi detectada dengue clássica. Após sofrer complicações, foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional no dia 9. A Vigilância Epidemiológica do município ainda investiga a associação de outras doenças que podem ter agravado o quadro do paciente.

No começo desta semana a Vigilância Ambiental já havia sido acionada para tomar as medidas da prevenção para garantir a saúde dos moradores das residências próximas à casa do paciente.

 

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Rondonópolis

Sonho antigo dos moradores do Jardim Europa, praça de lazer caminha para se tornar realidade

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Antigo sonho dos moradores do Jardim Europa irá se tornar realidade.  A praça, que a Prefeitura de Rondonópolis está construindo, com recursos próprios, no terreno onde por muitos anos era um ecoponto, na rua Dinamarca, Lotes 1 e 10, caminha para a transformação em mais um completo espaço de lazer e de integração social à população da região. Iniciada em dezembro do ano passado, a obra estimada em R$ 769.853,16 avança a cada dia e está com o seu cronograma de trabalho adiantado.

“É a realização de um antigo dos moradores do bairro, que não conta com uma área de lazer. A praça de lazer, construída no espaço que por muitos anos funcionou um ecoponto, que foi desativado por não atender mais as necessidades, vai proporcionar aos moradores do Jardim Europa e região mais qualidade de vida”, salientou a secretária Municipal de Infraestrutura, Claudine Logrado.

Com 8.537, 30 metros quadrados de área construída, a praça no Jardim Europa contará com pista de caminhada, campo de futebol com alambrado, iluminação, bancos, estacionamento e calçadas com acessibilidade. Também será implantada uma academia popular para a prática de exercícios físicos e playground para as crianças, além de um projeto de jardinagem e paisagismo, onde está previsto o plantio de palmeiras e espécies de árvores nativas, tais como ipês, flamboyants e oitis.

“A obra está com o cronograma de trabalho adiantado, com a construtora contratada, após concluir a preparação do terreno, trabalhando, no momento, na parte de fundação do campo de futebol”, contou a fiscal da obra, a engenheira da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Sinfra), Ednailma Lopes.

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A criação de novas áreas de recreação faz parte do pacote de medidas adotadas pela Prefeitura de Rondonópolis com o objetivo de promover o embelezamento da cidade e mais qualidade de vida para o cidadão rondonopolitano, com a construção de espaços verdes voltados para a preservação, o lazer, a convivência, a pratica de esportes e exercícios físicos.

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Rondonópolis

Saúde entrega carteirinha a portadores de fibromialgia em palestra motivada pelo Fevereiro Roxo

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Inspirada pelo slogan “Se não houver cura que, no mínimo, haja conforto” do Fevereiro Roxo, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) embarcou na campanha nacional, que salienta os cuidados com a fibromialgia. Dessa forma, com o escopo de divulgar as providências necessárias para reduzir as mazelas desencadeadas por essa doença e chamar a atenção do público em geral sobre a relevância do diagnóstico precoce para que se possa aplacar ao máximo seu impacto na qualidade de vida das suas vítimas e, ainda, de apontar os sintomas para que a patologia seja identificada o mais cedo possível e difundir os tratamentos disponíveis, a SMS desenvolveu o projeto FibroRondonópolis.

Culminando com a entrega de carteirinhas produzidas pela Saúde aos portadores de fibromialgia, o FibroRondonópolis realizou, na tarde desta quinta-feira (20), no auditório do Paço Municipal, um encontro que contou também com a palestra do reumatologista do Centro de Especialidades, Apoio e Diagnóstico Albert Sabin (Ceadas) Maurício Raposo, que falou sobre o tema traçando os distúrbios que a fibromialgia acarreta e as medidas de que se pode lançar mão para administrá-la.

Expedida pela SMS, a carteira de identificação para os pacientes de fibromialgia tem como fundamento a lei municipal 10.303/2019, que estabelece que empresas privadas e públicas, órgãos e concessionárias de serviços públicos e, ainda, aquelas que executam atividades comerciais devem conceder atendimento preferencial aos que sofrem de fibromialgia assim como o dispensam a idosos, gestantes, lactantes, pessoas com crianças de colo e portadores de deficiência.

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Unidos na campanha e somando forças para ofertar um tratamento adequado e específico em sociedade aos portadores de fibromialgia, estiveram no seminário o prefeito de Rondonópolis, Zé Carlos do Pátio, o vereador Silvio Negri – que é o autor da lei -, a secretária de Saúde, Izalba Albuquerque, e a gerente do Departamento de Ações Programáticas da SMS, Mariúva Valentim.

Zé do Pátio ressaltou que a lei 10.303/2019 é providencial ao momento que o município vive. “O que está acontecendo em Rondonópolis é um aprimoramento das políticas públicas na área da saúde. Nós estamos ampliando os serviços prestados nesse setor e não medimos esforços para ofertá-los com qualidade”, afirmou o prefeito e completou: “Essa lei vem a calhar com nosso governo e eu peço rigor no seu cumprimento”.

Izalba mostrou-se solidária às vítimas dessa enfermidade que, mesmo não apresentando marcas visíveis no corpo, causa dores físicas, emocionais e psicológicas àqueles que são acometidos pela síndrome. “Só sabe o que é conviver com fibromialgia quem tem a doença. Nossa intenção, ao entregar as carteirinhas, é facilitar as condições de vida dessas pessoas”, compartilhou.

Patologia cujo maior número de vítimas são mulheres, a fibromialgia tem como principal sinal indicativo dor crônica no corpo e percepção exacerbada a um estímulo físico. Para dar uma ideia o quadro clínico e explicar a hipersensibilidade que toma conta dos fibromiálgicos, Maurício fez analogias: “Na fibromialgia falta produção de determinadas substâncias químicas em estruturas específicas do cérebro. Com isso, a sensação de dor é potencializada. Podemos comparar a um diabético que não tem insulina”, observa o médico ao fazer um paralelo com a falta de elementos necessários no organismo.

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Ele ainda cita outra situação para demostrar a dimensão da resposta do organismo a um simples toque ou pressão muscular nos que são afetados por essa enfermidade: “Podemos imaginar um microfone com o botão de volume no nível mais alto. Ele, certamente, vai captar o som ambiente que está em um tom normal e reproduzi-lo de maneira superamplificada. Essa situação se assemelha à reação dos fibromiálgicos aos estímulos recebidos em seu corpo”.

Esses e outros fatores ensejam um tratamento específico aos portadores de fibromialgia que, não apenas merecem receber atendimento preferencial, mas, principalmente, atenção e diálogo, já que, como enfatizou o reumatologista, como a doença não se manifesta com marcas concretas, é comum que, ao relatar seus sintomas ele seja desacreditado.

“O paciente fibromiálgico, muitas vezes, vai sendo isolado e cai no descrédito pelos que convivem com ele por causa da falta de evidências. Então, até receber o diagnóstico, ele já foi desamparado e frustrado. E, de acordo com seu quadro clínico, ele fica extremamente vulnerável”, alertou o doutor.

Além da exposição do reumatologista, na ocasião também estiveram presentes a equipe do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf), profissionais de psicologia e fisioterapia prestando atendimento e ofertando auriculoterapia e massoterapia aos participantes do evento.

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Rondonópolis

Mais de 600 pessoas se divertiram no Baile Carnavalesco da 3ª Idade

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Mais de 600 pessoas integrantes dos Grupos de Convivência dos sete Centros de Referência e Assistência Social (CRAS) da cidade, participaram na tarde desta quinta-feira (20), do Baile Carnavalesco da 3ª idade promovido pela Secretaria Municipal de Promoção e Assistência Social, nas dependências da Vila Olímpica.

Músicos da Banda Musical de Rondonópolis, animaram a festa que começou por volta das 13h e se estendeu até por volta das 17h, quando então os foliões foram transportados para casa.

Durante o Baile de Carnaval, a banda animou a festa tocando sambas e marchinhas antigas que animaram os velhos carnavais de salões; e que para muitos foliões, proporcionou uma viagem no tempo, despertando velhas reminiscências de outrora, na trilha sonora de suas juventudes.

Durante a festa, os participantes degustaram deliciosos caldos de feijão e de frango, com refrigerantes, que reanimaram as baterias e os ânimos de cada um, completando a festa.

De acordo com a secretária Iriana Aparecida Cardoso, equipes da secretaria, da própria Vila Olímpica e, dos sete CRAS da cidade trabalharam durante 15 dias organizando a festa, que foi um sucesso!

A confirmação, podia ser vista facilmente através da alegria estampada nos rostos das pessoas que se divertiram a valer durante o baile de carnaval.

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