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Nacional

“Se não mudar, saímos fora”, diz Bolsonaro sobre Acordo de Paris

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Durante uma transmissão ao vivo, nesta quarta, Jair Bolsonaro falou sobre o Acordo de Paris e o pacto global de migração
Reprodução/Flickr

Durante uma transmissão ao vivo, nesta quarta, Jair Bolsonaro falou sobre o Acordo de Paris e o pacto global de migração

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), disse nessa quarta-feira (12), durante uma transmissão ao vivo em suas redes sociais, que pretende deixar o Acordo de Paris caso não sejam feitas as mudanças propostas pelo seu governo. Segundo ele, o Brasil pode não conseguir cumprir, até 2030, as exigências previstas no acordo. 

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“Nós vamos sugerir mudanças no Acordo de Paris. Se não mudar, saímos fora”, disse Jair Bolsonaro . “Quantos países não assinaram esse acordo? Muitos países importantes não assinaram, outros saíram. Por que o Brasil tem que dar uma de politicamente correto e permanecer num acordo possivelmente danoso à nossa soberania? A nossa soberania jamais estará em jogo”, declarou. 

O presidente eleito ainda afirmou que o Brasil não conseguiria cumprir as metas exigidas pelo Acordo de Paris , e que passaria a correr riscos de sofrer “sanções até de força”. O documento, no entanto, não coloca qualquer punição para quem não obedecer às regras.

“Se exige que o Brasil faça o reflorestamento de uma área enorme, do tamanho do estado do Rio de Janeiro. Até 2030, se não fizer, as sanções vem aí. No primeiro momento, sanção política, depois econômica, e num terceiro momento tem a sanção da força”, completou o presidente eleito. 

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Ele também voltou a criticar o que chama de “indústria de multas abusivas e extorsivas do Ibama” e afirmou que a política ambiental não pode atrapalhar o desenvolvimento do País. “Isso atrapalha prefeitos, impede que se abra e até se faça manutenção de estrada, principalmente na Amazônia”, disse. 

Bolsonaro também falou sobre o pacto global de migração da ONU, assinado recentemente pelo governo Temer. Segundo ele, não podemos “escancarar as portas” para todos os migrantes e é preciso “ter cautela” com culturas diferentes. Nessa terça, o futuro Ministro das Relações Exteriores já havia dito que o Brasil deixaria o pacto no ano que vem

O Acordo de Paris foi assinado por 195 países em 2015 e tem como objetivo reduzir a emissão de gases do efeito estufa para controlar o aquecimento global. Jair Bolsonaro já disse, durante a campanha eleitoral, que poderia retirar o Brasil do pacto e,  depois de eleito, afirmou que pode seguir no acordo desde que haja mudanças. 

* Com informações da Agência Brasil.

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Atentado contra deputada do Rio de Janeiro foi tentativa de latrocínio

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Carro de deputada Martha Rocha sofreu um ataque no último domingo
José Cruz/Arquivo/Agência Brasil

Carro de deputada Martha Rocha sofreu um ataque no último domingo

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, afirmou nesta quarta-feira (16) que as investigações da Polícia Civil indicam que o  atentado contra a deputada Martha Rocha (PDT-RJ), ocorrido no último domingo (13), no Rio, foi uma tentativa de latrocínio. O crime ocorreu no bairro da Penha.

Delegada, Martha Rocha, de 59 anos, foi chefe da Polícia Civil do Rio.  A declaração foi feita durante a cerimônia de posse do secretário de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, Eduardo Lopes.

“A polícia tem fortes indícios de que se trata de uma tentativa de latrocínio. Um dos autores já foi identificado”, disse Witzel.

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Ele relatou que, segundo indicativos, o grupo responsável pelo atentado também teria participado de pelo menos outros cinco roubos na região.

Com a admissão dessa linha de investigação, a deputada é esperada nesta quarta-feira pela polícia para depor novamente. A parlamentar teve seu carro alvejado por criminosos, um deles com um fuzil, na Penha, zona norte da cidade, quando ia a uma missa com sua mãe.

Violência no Rio vai além de ataque contra Martha Rocha


Carro que levava deputada Martha Rocha foi alvo de tiros no último domingo (13)
Estefan Radovicz / Agência O Dia

Carro que levava deputada Martha Rocha foi alvo de tiros no último domingo (13)

Embora o Instituto de Segurança Pública ainda não tenha divulgado os primeiros indicadores de criminalidade do ano, o governador informou que os números são positivos. Segundo ele, os índices parciais da primeira quinzena de janeiro “são muito melhores” do que os do mesmo período do ano passado.

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 Durante a posse do secretário Eduardo Lopes, Witzel reafirmou seu compromisso de impulsionar a agricultura e pesca. O objetivo de seu governo, segundo ele, é de fazer com que a agricultura corresponda a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio de Janeiro.

“Tenho visto que a polícia tem agido com rigor. Naqueles casos mais rumorosos, os responsáveis pelos crimes têm sido descobertos e os mandados de prisão estão nas ruas para serem cumpridos. A violência do Rio de Janeiro não se resolve em 15 dias, mas nós tivemos avanços substanciais e seguimos investigando o ataque contra Martha Rocha”, reforçou.

*Com informações da Agência Brasil

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Renan Calheiros ameaça entrar com ação contra Deltan Dallagnol

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Renan Calheiros terá a concorrência certa do recém-eleito Major Olímpio (PSL-SP) para a presidência do Senado
Jonas Pereira/Agência Senado – 6.12.16

Renan Calheiros terá a concorrência certa do recém-eleito Major Olímpio (PSL-SP) para a presidência do Senado

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) continua sua ofensiva contra as recentes declarações do coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato no Ministério Público Federal (MPF), Deltan Dallagnol. Desta vez o parlamentar afirmou que irá entrar com uma ação no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

“Quando fevereiro chegar, entraremos no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) contra Deltan Dallagnol, que continua a fazer política com declarações, tweets e retweets. Agora, sem os seus parceiros [Rodrigo] Janot (aposentado) [ex-Procurador-Geral da República] e [Marcelo] Miller (aprovado em concurso de juiz federal)”, escreveu Renan Calheiros  em sua conta no Twitter.

Na terça-feira (15), o senador chamou o coordenador da Lava Jato de “um ser possuído”. O parlamentar, que é investigado na Lava Jato, criticou as declarações do procurador sobre a votação para a Presidência do Senado .

“Deltan Dallagnol @deltanmd continua a proferir palavras débeis, vazias, a julgar sem isenção e com interesse político, como um ser possuído”, escreveu o senador.

Pelas redes sociais, Dallagnol tem incentivado seus seguidores a assinar um abaixo assinado que pede votação aberta para presidência do Senado. “Mais de 500 MIL PESSOAS estão pedindo o #votoaberto. É um grito da sociedade pelo direito de acompanhar a posição de seus representantes nessa escolha que pode ser tão importante quanto a eleição de um Presidente da República”, escreveu.

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Na última quarta-feira (9), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli,  derrubou liminar do ministro Marco Aurélio que determinava que a  votação para a presidência do Senado fosse aberta. Toffoli acatou pedido apresentado pelo próprio Senado – sob ordens de seu atual presidente, senador Eunício Oliveira (MDB-CE).

O ministro do STF considerou que a liminar de Marco Aurélio (concedida em dezembro, antes do recesso do Judiciário) viola o regimento interno da Casa e fere sua autonomia. O presidente do Supremo ressaltou que “inexiste necessidade de controle externo sobre a forma de votação adotada para sua formação”.

No Senado, a reinstauração do voto secreto tende a beneficiar a candidatura de Renan, que já presidiu a Casa por três períodos. O emedebista não conta com o apoio aberto do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o que dificultaria sua eleição caso não houvesse sigilo na votação.

Renan Calheiros  terá a concorrência certa do  recém-eleito Major Olímpio (PSL-SP) e de nomes como Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Simone Tebet (MDB-MS). A votação está agendada para o início da nova legislatura, em fevereiro.

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Polícia Militar de São Paulo sufoca o crime com mais de 20 mil homens nas ruas

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Mais do que prender, a verdadeira função da Polícia Militar do Estado de São Paulo é previnir e inibir qualquer tipo de crime que possa ocorrer pelas ruas e estradas do País.

Operação da Polícia Militar contou com 7.974 viaturas em todo o Estado
Divulgação/PMSP

Operação da Polícia Militar contou com 7.974 viaturas em todo o Estado

Pensando nisso, a Polícia Militar realizou nessa terça-feira (15) a segunda edição da “Operação São Paulo Mais Seguro”. Mais de 20 mil Policiais e 8.078 viaturas se espalharam pelas 645 cidades do Estado para garantir a sensação de segurança para a população.

“O foco desse tipo de operação é previnir e sufocar o crime. A prioridade dessa vez era a área urbana e rural, mas também tivemos efetivos em rodovias. Nós distribuímos nosso pessoal de acordo com o centro de inteligência, o efetivo estava em locais com mais ocorrências, isso passa a sensação de segurança para população. As pessoas precisam sentir que estão seguras e os indicadores mostram que a violência vem diminuindo”, afirma o porta-voz da PM, Major Massera.

De acordo com a PM, a Operação São Paulo Mais Seguro não foi uma ação isolada e outras do mesmo tipo devem seguir acontecendo. “Tivemos a primeira operação no começo do ano com bons números, mas agora na segunda os números foram ainda mais significativos. Isso prova que está dando certo e vamos continuar nesse caminho”, comemora o Major.

A ação resultou em 73.024 abordagens, sendo 204 pessoas presas e/ou apreendidas e 104 foragidos capturados. Também houve a apreensão de 31,9 quilos de drogas. Mais de 37,7 mil veículos foram vistoriados e 81 motoristas 81 autuados por consumo de álcool. A PM também recuperou 52 carros produtos de roubo ou furto e retirou das ruas 48 armas de fogo.

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“Eu percebo uma motivação no efetivo. É uma ação nova e importante que o Policial tem aderido e quando isso acontece os resultados vão melhorando”, finaliza o Major Massera

Tratada como prioridade pelo novo governador João Doria, a segurança nunca havia recebido uma mobilização deste tipo em São Paulo. “Profissionalismo, dedicação, espírito público e compromisso de todos, do mais jovem soldado ao mais experiente Coronel, foram as grandes marcas de tamanho trabalho de alta ostensividade e de mobilização de tropa em todo Estado”, celebra o Comandante Geral da Polícia Militar, Marcelo Vieira Sales.

Doria e o Comandante Geral da Polícia Militar de São Paulo, Marcelo Viera Salles
Divulgação

Doria e o Comandante Geral da Polícia Militar de São Paulo, Marcelo Viera Salles

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