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Seguradoras estimam que indenizações a produtores que tiveram perdas se aproxima de R$ 1 bilhão

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 O valor previsto por seguradoras para o pagamento de indenizações relativas a sinistros no seguro rural contratadas na safra de verão 2018/2019 é estimado em R$ 995 milhões. As indenizações se devem a perdas nas lavouras de soja em função da seca, principalmente nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná.

Mas ocorreram perdas também no Rio Grande do Sul, São Paulo e na Bahia. “No caso específico do Rio Grande do Sul ocorreram perdas também com arroz com indenizações estimadas até o momento em R$ 60 milhões”, de acordo com o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Pedro Loyola. 

Parte das apólices de seguro rural contratadas pelos produtores são pagas com apoio financeiro do governo federal, por meio do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), lembrou o diretor. “O seguro é um mecanismo fundamental para a gestão de riscos da atividade agrícola e esses valores elevados de indenizações pagas pelo mercado de seguros demonstra a importância do PSR ao fomentar a utilização desse instrumento pelos produtores”.

“Essa política pública de incentivo se torna vantajosa, na medida em que ocorre a transferência do risco da atividade para o setor privado, evitando, assim, eventuais pedidos de renegociação ou alongamento de financiamentos no futuro, caso o produtor tenha prejuízos em decorrência de sinistros ocorridos durante a safra”, afirmou.

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Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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Produtores de florestas plantadas querem mais recursos no Plano Safra

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Entidades privadas e órgãos do governo representativos do setor florestal estiveram reunidos nesta quinta-feira (21), na Câmara Setorial da Cadeia Produtiva das Florestas Plantadas, em Brasília. Representantes de mais de 30 empresas privadas apresentaram propostas e sugestões para o novo Plano Agrícola e Pecuário (Plano Safra) 2019/2020 para vigorar a partir de 1º de julho deste ano. O setor pleiteia mais recursos e alongamento do pagamento do financiamento do Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono).

Outro ponto levantado durante o encontro foi a vinda do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) para a estrutura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. “Estamos com desafios para organizar essa questão florestal, que saiu da área do Meio Ambiente para o Ministério da Agricultura. Nós vamos, então, fazer com que haja um trabalho de congraçamento de afinidade entre agricultura e meio ambiente. Não há porque ter conflito nessas áreas, já que uma completa a outra”, salientou o diretor geral do Serviço Florestal Brasileiro, Valdir Colatto.

Colatto reforçou que a agricultura vai mostrar ao Brasil que o agricultor brasileiro preserva as florestas, as águas. “Nós precisamos fazer com que o produtor tenha também os benefícios desse processo, porque muitas vezes dentro da legislação, ele acaba sendo aquele que investe e que, realmente, faz um trabalho na área ambiental”.

Criado pela Lei 12.651, o Código Florestal Brasileiro, que foi aprovado em 2012 e até hoje não foi totalmente implementado, prevê que as propriedades brasileiras estejam ambientalmente corretas. “Nós fizemos um Cadastro Ambiental Rural (CAR), falta fazer a Cota de Reserva Ambiental (CRA) e o Plano de Regulação Ambiental (PRA). É um trabalho que nós estamos fazendo com a legislação que temos, regularizando, organizando para que não só em Brasília, mas todos estados tenham o cadastro”.

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Congresso Mundial da Iufro

Com a expectativa de receber representantes de mais de 100 países, Curitiba vai sediar o 25º Congresso Mundial da Iufro (União Internacional de Organizações de Pesquisas Florestais), de 29 de setembro a 5 de outubro, maior encontro de pesquisa florestal do mundo. O evento, que pela primeira vez está sendo realizado na América Latina, já tem inscrições de mais de quatro mil resumos de artigos científicos.

De acordo com o diretor geral do Serviço Florestal, é um momento de o Brasil mostrar o tamanho das suas florestas, o que faz para o meio ambiente, a cobertura florestal que temos de mais de 50% de florestas nativas. “Nós temos que tirar esse estigma de que o Brasil desmata, que não mantém as suas florestas. É o contrário, e nós queremos mostrar isso para o mundo”, enfatizou Valdir Colatto.

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
Inez De Podestà
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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Acesso à internet no campo deve ter proposta para ampliação neste ano

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O Secretario de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Fernando Camargo, deve entregar a ministra Tereza Cristina neste ano proposta para ampliar a conectividade no campo. Atualmente, informou, é possível acessar a internet em qualquer ponto do país por meio de satélite, “mas a um custo proibitivo para pequenos e médios produtores rurais”.

O secretário e equipe têm discutido alternativas de acesso à rede com empresas públicas e privadas do setor, com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), universidades, como a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/USP.

A necessidade de ampliar o acesso à rede de internet foi um dos assuntos que o secretário tratou na XX Reunião da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão, no Mapa, na quarta-feira (20). “É um recurso que pequenos e médios produtores do agronegócio precisam para a melhoria da sustentabilidade, da competitividade e para a motivação da sucessão familiar no campo”, disse o secretário.

Também foi discutida a importância de fazer o acompanhamento e dar suporte técnico ao Projeto de Lei 355/19 de autoria da ministra Tereza Cristina, que institui a Política Nacional de Incentivo à Agricultura de Precisão.

 

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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Tereza Cristina diz a investidores que é hora de olhar para oportunidades de negócios no Brasil

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta quinta-feira (21) em Nova York a executivos de grandes fundos de investimento internacionais que o Brasil oferece muitas oportunidades de negócios, por ser um dos poucos países que podem ampliar a produção de alimentos para abastecer o mundo. Em um café da manhã promovido pela XP Investimentos, a ministra reafirmou que há grande necessidade de investimento em obras de infraestrutura e em bioenergia. Explicou que o agronegócio brasileiro vai se beneficiar muito de obras de ferrovias, hidrovias, rodovias, energia e irrigação.

Ao lado do diretor institucional da XP, Fernando Diez, a ministra disse que pretende atuar cada vez mais em conjunto com o Ministério da Infraestrutura para melhorar as condições de armazenamento e de escoamento da safra e, com isso, reduzir custos de produção e aumentar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional. Ela falou sobre as estratégias de sua gestão à frente do ministério e informou que está fazendo melhorias internas em procedimentos para facilitar a vida dos empresários que já têm ou pretendem iniciar investimentos no país.

No evento, Tereza Cristina também respondeu a perguntas dos investidores sobre a sustentabilidade da produção agropecuária brasileira, os impactos ambientais e as oportunidades de comércio internacional. Foi discutida também a necessidade de divulgar informações corretas sobre o agronegócio brasileiro, pois ainda há muita falta de informação sobre o que acontece no país. “Os empresários querem ter mais informações sobre o ambiente de negócios no Brasil”, explicou Tereza Cristina. Foi o último evento da ministra em Nova York antes do regresso ao Brasil.

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Preço do café

Depois do encontro com os investidores, a ministra esclareceu as declarações que deu a uma agência de notícias sobre o comércio internacional de café. Ela disse que falou apenas generalidades sobre o produto, afirmando que numa hora o mercado está mais favorável e em outros momentos está menos favorável, o que é normal. Mas não avaliou, em momento algum, a atual cotação do café nas bolsas internacionais e nem endossou preços. O que Tereza Cristina reiteradamente tem afirmado é que mesmo em condições adversas, como baixa de preços, o produtor brasileiro em geral se esforça e consegue produzir e manter seu negócio.

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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