conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Nacional

Sergio Moro vai ao Senado esclarecer troca de mensagens com Dallagnol

Publicado

Sergio Moro
José Cruz/Agência Brasil – 8.5.19
Ministro Sergio Moro deve ir ao Senado para prestar explicações sobre mensagens com força-tarefa da Lava Jato

A líder do governo no Congresso, deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), disse nesta terça-feira (11) que o ministro da Justiça, Sergio Moro, irá à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado falar sobre a troca de mensagens com o procurador da República Deltan Dallagnol divulgadas pelo site The Intercept Brasil . Moro também negocia ir à CCJ da Câmara, segundo a deputada. 

Leia também: “A verdade fica doente, mas não morre”, diz Lula após vazamentos da Lava Jato

“O Moro deve vir na CCJ do Senado. Também vamos construir para que ele esteja aqui na CCJ da Câmara, converse com parlamentares, tire qualquer dúvida, fale com as pessoas, abra esse entendimento, esse diálogo”, disse a deputada.

Joice Hasselmann afirmou que está articulando a data da audiência. Moro deve ir espontaneamente às comissões, sem necessidade de convocação — quando o ministro é obrigado a prestar esclarecimentos aos parlamentares.

“A gente não pode misturar as coisas aqui. Se há qualquer dúvida em relação a qualquer questão envolvendo ministro Sergio Moro, ele venha ao Parlamento e converse com os parlamentares, não há problema nenhum”, acrescentou.

Leia também: Após “Vaza Jato”, Maia diz que vai blindar Câmara de qualquer crise

A reportagem do The Intercept mostrou mensagens trocadas entre o então juiz federal  e Dallagnol. Segundo o site, Moro deu orientações ao procurador sobre como atuar em processos da Lava-Jato, inclusive em um que investigava o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Procuradores também teriam discutido como barrar uma entrevista do líder petista à Folha de S. Paulo , autorizada pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Veja Mais:  ‘É bênção ter inimigos burros’, diz Glenn sobre tentativa de derrubar Vaza Jato

O líder do governo no Senado , Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), entregou um documento ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), informando que Moro se dispôs a ir à CCJ do Senado para prestar esclarecimentos. Bezerra sugeriu duas datas: dias 19 ou 26 de junho.

Leia também: Villas Bôas fala em oportunismo na divulgação de mensagens e defende Moro

“Manifestamos a nossa confiança no ministro Sergio Moro , certos de que está será uma oportunidade para que ele demonstre a sua lisura e correção como juiz federal, refutando as críticas e ilações a respeito de sua conduta à frente da Operação Lava Jato”, escreveu o líder.

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
publicidade

Nacional

Bolsonaro acusa Witzel de usar Polícia Civil para ‘destruir’ a sua família

Publicado

source
Bolsonaro arrow-options
Agência Brasil
Bolsonaro sugeriu que Witzel usa a morte da vereadora Marielle para prejudicá-lo

O presidente Jair Bolsonaro acusou o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), de usar “parte da Polícia Civil do Rio ” para tentar “destruir” a sua família e quem está do seu lado. A declaração foi feita durante evento de lançamento do novo partido, Aliança pelo Brasil, na manhã desta quinta-feira.

“Onde o Flávio ia, ele estava atrás. Acabadas as eleições, ele botou na cabeça que quer ser presidente da República. É um direito dele, de qualquer um de vocês, mas ele também botou na cabeça que tinha de destruir a reputação da família Bolsonaro. A minha vida virou um inferno depois das eleições do senhor Wilson Witzel, lamentavelmente. (Ele) Tenta destruir quem está do meu lado e a minha família a todo custo, usando a Polícia Civil do Rio de Janeiro, ou parte da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

A colunista Bela Megale, Witzel afirmou que vai acionar Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) devido às afirmações do presidente no lançamento do seu partido, hoje, em Brasília. O governador do Rio também disse que “quem não deve não teme”.

“Ele (Bolsonaro) está acusando um governador de manipular a polícia do seu Estado. A polícia do Rio é independente. Infelizmente, o senhor Jair Bolsonaro passou dos limites. Eu vou tomar providencias judiciais contra ele, vou iniciar uma ação penal para que ele responda pelos seus atos tentando me acusar de fatos que eu não pratiquei”, disse o governador.

Veja Mais:  Vídeo: mulher fica presa entre dois carros após homem atropelá-la de propósito

Leia também: Bolsonaro anuncia 38 como número do Aliança pelo Brasil em referência a revólver

Em seu discurso, o presidente afirmou que contaria a história publicamente, depois de dizer, sorrindo, que tem “muito carinho pelo porteiro” do condomínio onde tem uma casa, na Barra da Tijuca, no Rio.

“Se não fosse o meu filho Flávio Bolsonaro, o governador Witzel não teria chegado ao governo do Estado”, declarou, sendo ovacionado pelo público, que gritava “traidor”, “canalha” e “vagabundo” em referência a Witzel.

O presidente reiterou que, antes da menção do porteiro a seu nome vir à tona, ele encontrou “sem querer” com Witzel em uma festa em Brasília e ouviu dele que o processo sobre a morte da vereadora Marielle Franco foi ao Supremo Tribunal Federal.

“Eu falei um palavrão, não vou falar aqui, [e perguntei] que processo é esse? “Ah, você foi citado no dia 14 de março do ano passado pelo porteiro como um dos possíveis executores. Foi na sua casa, no seu apartamento”. Eu moro, tenho uma casa ainda, na [avenida] Lúcio Costa, 3.100, casa 58. Eu perguntei para ele: “como é que você sabe disso, se o processo corre em segredo de Justiça?”. Primeiro xeque-mate nele”, declarou Bolsonaro.

Leia também: Witzel diz que vai processar Bolsonaro: “quem não deve, não teme”

O presidente disse então que já sabia das intenções do governador e de “como ele vinha manipulando esse processo”.

Veja Mais:  Toffoli deve decidir se mantém decisão de Marco Aurélio que pode soltar Lula

“E parece que não interessa para a esquerda chegar aos mandantes verdadeiros do crime. Interessa usar agora esse crime bárbaro, que todo nós repudiamos, para atingir a reputação de pessoas outras. Não deu certo com o porteiro. Por coincidência, na quarta-feira eu tinha botado o dedo no painel de votação em Brasília. Não estava lá. E se tivesse um plano, ia receber os assassinos na minha casa à noite? Porra, só um imbecil mesmo para programar o crime dessa maneira”, afirmou, provocando gargalhadas e aplausos.

Segundo Bolsonaro, Witzel tem “obsessão” de ser presidente da República e, segundo informações que recebeu, usa a faixa presidencial no seu gabinete. Para ele, o governador do Rio deveria “agradecer ao Flávio”, a ele e ao Carlos por sua eleição.

Leia também: Bolsonaro envia ao Congresso projeto que isenta militar de punição em operações

“Este é o trabalho, em parte, desse governador que tem a obsessão de ser presidente da República. Que, dizem alguns, no seu gabinete usa a faixa presidencial”, ironizou. “E aí faltou para ele aquilo o que eu falei no começo do pronunciamento: gratidão. Devia agradecer ao Flávio, a mim, ao povo, ao Carlos e trabalhar.”

O presidente defendeu ainda que Wizel deveria “esperar o seu momento”, citando como exemplo alguns parlamentares do PSL que, segundo ele, já saíram dizendo que serão “prefeitos de tal cidade”.

Veja Mais:  ‘É bênção ter inimigos burros’, diz Glenn sobre tentativa de derrubar Vaza Jato

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Deputado é acusado de cuspir, xingar e agredir oficial de Justiça no Paraná

Publicado

source
Deputado Boca Aberta falando no plenário da Câmara dos Deputados arrow-options
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Parlamentar teria xingado funcionário

O deputado federal Eduardo Petriv (PROS-PR), conhecido como Boca Aberta , conhecido como Boca Aberta, foi acusado de cuspir , xingar e agredir um oficial de Justiça na manhã desta quinta-feira (21) em Londrina, no Paraná. A informação é da Folha de S. Paulo e, de acordo com o jornal, o funcionário precisou ir até o parlamentar para entregar uma intimação de uma agressão anterior do parlamentar em Amauri Cardoso (PSDB), verador de Londrina.

O oficial registrou boletim de ocorrência e disse que Boca Aberta já tinha se recusado uma vez a receber a intimação. Segundo o relato do funcionário, ao se dirigir ao veículo, ele foi xingado e depois o deputado ainda o agredido. Após empurrar o oficial contra o carro, o parlamentar, segundo Corrêa, rasgou o mandado judicial e cuspiu em seu rosto. No boletim de ocorrência policial, os crimes apontados foram de injúria e desacato.

Leia também: Universitária é agredida com soco pelo ex na frente do filho recém-nascido

“Certifico que, embora sentindo muitas dores pelas agressões praticadas pelo réu, imediatamente deixou o local evitando ser linchado”, escreveu o oficial na certidão.

Procurado, o deputado Boca Aberta negou as acusações e disse que nem foi encontrado pelo oficial de Justiça. Ele disse que ele teria ido à casa do irmão do parlamentar. “Ele tem uma pendência antiga comigo porque faz parte de um grupo político adversário na cidade”, disse.

Veja Mais:  Trump anuncia que manterá seu vice para eleição presidencial de 2020

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Bolsonaro anuncia 38 como número do Aliança pelo Brasil em referência a revólver

Publicado

source
Jair Bolsonaro arrow-options
Alan Santos/PR – 7.9.19
O presidente Jair Bolsonaro ao lado da primeira-dama, Michelle, durante o desfile do 7 de setembro

O presidente Jair Bolsonaro anunciou, na noite desta quinta-feira, que número escolhido para representar o partido que está sendo criado por ele, o Aliança pelo Brasil, será o 38. A decisão é uma referência ao revólver calibre 38 e ao discurso de que todos tenham o direito de portar arma para se defender.

“O número escolhido é o 38. Acho que é um bom número, né? Não tinha muitas opções. O número 38 é um número mais fácil de gravar”, disse Bolsonaro, em transmissão ao vivo na internet, sem explicar a referência ao calibre do revólver.

Leia mais: Aliança pelo Brasil defende porte de armas e repudia comunismo; leia princípios

O programa do partido apresentado nesta manhã, em evento em um hotel em Brasília, diz que “se compromete a lutar incansavelmente até que todos os brasileiros possam ter plenamente garantido seu direito inalienável de possuir e portar armas, para sua defesa e a dos seus, bem como de sua propriedade e de sua liberdade.”

Parte do grupo envolvido na criação da legenda defendia que o número 80 representasse o Aliança . Pela manhã durante o lançamento da legenda, em conversa observada pelo Globo, o presidente Bolsonaro sinalizou que ainda não havia tomado a decisão a respeito, mas que tendia a escolher o 80.

Veja Mais:  Papa Francisco torna obrigatórias denúncias de casos de abusos

Leia também: Witzel diz que vai processar Bolsonaro: “quem não deve, não teme”

Após a solenidade dentro do auditório no Hotel Royal Tulip, Bolsonaro subiu em um palanque montado na área externa para discursar a apoiadores. O locutor no local perguntou qual seria o número do partido.

“Está entre 38 e 80, mas está mais para o 80”, respondeu Bolsonaro ao ouvido do homem. O trecho da conversa foi flagrado porque o microfone do locutor estava ligado e permitir a audição. Durante a transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro disse que o Aliança é um partido que está sendo criado para atender os desejos da “grande mairoia da população”.

“O primeiro passo para fundar este partido foi dado hoje nos moldes que grande maioria da população sempre desejou. Um partido conservador, um partido que defende a legítima defesa. é favorável ao porte de arma de fogo, a posse também, mas não é para todo mundo, deixo bem claro. Tem alguns pré-requisitos”, destacou.

Assim como havia feito pelo manhã, ele mais uma vez admitiu que o partido pode não ser criado para participar das eleições 2020 caso o Tribunal Superior Eleitoral não aceitar a coleta de assinatura digital. A decisão do TSE está prevista para a próxima semana.

“Se for (assinatura) eletrônica eu tenho certeza que com o apoio de vocês em um mês, no máximo, a gente consegue as 500 mil assinaturas. Caso não seja possível, a gente vai colher assinatura física e aí demora mais e não vai ficar pronto o partido tão rápido, um ano, um ano e meio”, disse Bolsonaro.

Veja Mais:  Caiu na net! Ataque hacker expõe dados de centenas de políticos alemães

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Câmara Municipal de Rondonópolis

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana