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Sósia de Gabigol quase foi preso por se parecer com atacante do Flamengo

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Gabigol e seu sósia arrow-options
Reprodução / TV
Sósia do Gabigol viralizou nas redes socias

Arena Corinthians, São Paulo. Gabriel Barbosa aproveita para marcar um dos seus 19 gols nesta temporada. A televisão corta a imagem para a arquibancada e foca em uma pessoa com traços semelhantes ao do atacante – e que logo viraliza nas redes sociais. Que o Flamengo é conhecido pelos seus torcedores ilustres não é novidade, mas o sósia do Gabigol tem chamado a atenção por estar sendo tão acionado quanto o camisa 9 neste ano.

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O sósia, na verdade, se chama Jeferson Sales, tem 34 anos e mora no bairro de Paciência, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele trabalha como técnico de produção em uma multinacional de bebidas, mas ficou famoso por ter a fisionomia parecida com a do camisa 9 do Flamengo. A ideia começou após uma brincadeira entre amigos, que já notavam a semelhança desde que Gabigol atuava pelo Santos.

“Estou oficialmente imitando o Gabigol há três meses. Mas as pessoas diziam que me parecer com ele desde a época do Santos. Então, resolvi mudar o visual para me aparecer ainda mais”, conta Jeferson.

Entre as melhores histórias vividas sendo um sósia , ele conta que quase foi detido quando estava a caminho de um jogo do Flamengo , no Maracanã. Antes de estacionar o seu carro, foi confundido por um ambulante e teve que ser salvo por um agente de trânsito.

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“Abri o vidro do carro para atender um ambulante e ele começou a gritar dizendo que eu era o Gabigol e que tinham que deixar eu passar para não chegar atrasado ao jogo. Com isso, um agente segurou o trânsito para que eu pudesse passar, e eu não tive nem tempo de dizer que não era o Gabigol”, brinca.

As aventuras de Jeferson começaram na partida entre Flamengo e San José, pela fase de grupos desta Copa Libertadores. Foi no Maracanã onde deu a sua primeira entrevista para um canal de televisão e viu as suas redes sociais explodirem com novos seguidores. O perfil “Gabigol da torcida” ganhou popularidade, e a ideia é começar a trazer retorno financeiro.

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“Ainda não vivo de ser sósia, tenho o meu emprego fixo, mas ficaria muito feliz se pudesse viver de acompanhar o Flamengo em todos os jogos. Ainda não obtive nenhum retorno financeiro, mas acabei de fechar minha primeira parceria com uma empresa. Na verdade essa não era minha intenção, meu foco principal sempre foi o Flamengo e o Gabigol, mas estou feliz com essa nova fase da minha vida”, conta.

Jeferson conta que é casado, mas brinca ao lembrar que já teve que “desviar” de algumas investidas. Atualmente, ele está de licença médica por ter sofrido uma fratura no braço e, devido a esse tempo livre, consegue se organizar para acompanhar Gabigol e o Flamengo no Rio de Janeiro, em outros estados ou até mesmo fora do país.

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Fonte: IG Esportes
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Coluna – A desordem das organizadas

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São muitas as versões para a origem das “torcidas organizadas” no Brasil. A primeira delas teria sido feminina, com as mulheres dos jogadores do Atlético Mineiro indo para os estádios com bandeirinhas para apoiarem os maridos. Isso em 1929. Dez anos depois, grupos de torcedores do São Paulo se reuniam para irem juntos aos estádios, prática que se estendeu a grupos do Internacional e do Fluminense.

Em 1942 surge a Charanga Rubro-Negra fundada por Jayme de Carvalho. Unia os torcedores e ainda organizava a festa, com os instrumentos musicais. O termo “organizada” aparece pela primeira vez em 1944, quando é fundada a Torcida Organizada do Vasco (TOV).

Os tempos são outros, assim como as “organizadas”. Muitas delas, inclusive, são até proibidas de irem aos estádios por conta da violência. E apesar de parecer que elas são maioria nos jogos, as pesquisas apontam que, muito pelo contrário, esses grupos formam uma parcela bem reduzida dentro do que chamamos de torcida.

O sociólogo Mauricio Murad é um especialista em estudar torcidas de futebol no Brasil. E os dados são dele. Atualmente, as torcidas organizadas totalizam em seus quadros cerca de 2,5 milhões de torcedores – se considerarmos que só Flamengo e Corinthians, juntos, têm 60 milhões de torcedores, vemos que o número realmente é pequeno. Nessas organizadas, 85% são homens e das cerca de 700 torcidas no país, 130 respondem pela maioria dos episódios de confronto.

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E por que fazem tanto barulho então? Porque faltam prevenção e repressão, em especial nos jogos onde há rivalidade estadual. Basta ver os últimos episódios no Brasileirão – três brigas em Botafogo x Flamengo, Cruzeiro x Atlético-MG e Fortaleza x Ceará. Gerados pelo histórico, pelo momento dos clubes no campeonato e, acreditem, por provocações feitas antes dos jogos por dirigentes e profissionais do futebol. A mesma pesquisa diz que essa atitude acirra os ânimos – foi o que disseram 72% dos chefes dessas organizadas.

A única “boa” notícia do ano, se é que podemos falar assim, é que dos 151 episódios de violência grave registrados nas primeiras 32 rodadas do Brasileirão – isso mesmo, cinco por rodada, muitos nem noticiados pela imprensa – tivemos um caso de morte de torcedor – em 2013 foram 30.

É difícil o combate, mas é possível. Inteligência no acompanhamento das redes sociais, policiamento preventivo em locais reconhecidamente usados para a marcação de confrontos, repressão ao comércio ambulante e à venda de bebidas perto dos estádios, cadastro das torcidas e identificação no acesso aos estádios, de forma a impedir que os já punidos pela justiça possam voltar aos jogos. É caro, mas é mais barato que a repressão e os custos dos danos causados pela violência.

Edição: Verônica Dalcanal

Fonte: IG Esportes
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Vasco aposta em personalidade e intensidade para superar Flamengo

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O Vasco ainda não venceu o Flamengo em 2019. Foram cinco jogos, com dois empates e três vitórias rubro-negras. Mas o zagueiro colombiano Oswaldo Henriquez afirmou em entrevista coletiva realizada nesta terça (12) que chegou a hora de o time de São Januário virar esta história e vencer um campeonato à parte, o Clássico dos Milhões: “É um bonito desafio e o Vasco, por ser o maior rival, tem a expectativa de surpreender nesta partida. Seria uma vitória muito especial e, dentro de nosso planejamento, é um jogo que poderia representar um título. E vamos encarar assim”.

Na entrevista o zagueiro Henriquez também falou sobre Vanderlei Luxemburgo (técnico que acaba de completar seis meses à frente do comando da equipe carioca): “É um dos maiores nomes do Brasil e tem toda a inteligência para reestruturar o futebol do Vasco. É uma questão para a diretoria, mas acho que o trabalho dele tem sido muito bom”. 

Para a partida desta quarta o Vasco tem problemas na zaga. Leandro Castán está suspenso e o substituto Ricardo Graça corre contra o tempo para se recuperar de uma pancada na coxa esquerda, recebida na vitória de 3 a 0 sobre o CSA no último domingo em Maceió.

“O conjunto é o mesmo. Sempre tem mudança na zaga, no meio e no ataque, mas sempre tentamos melhorar o sistema defensivo como um todo. Independente de quem esteja na posição, sempre temos coisas para corrigir”, afirma o defensor.

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Quem volta a estar à disposição de Luxemburgo é Marrony. O atacante cumpriu suspensão automática e pode começar o clássico entre os titulares ao lado de Rossi e Ribamar, ou de apenas um deles caso Luxemburgo opte pelo 4-4-2. Porém, mais do que tática, Henriquez prega personalidade e futebol para superar o arquirrival: “Requer intensidade, mas também personalidade, vamos colocar a bola no chão e jogar de igual pra igual”.

Você acompanha Flamengo e Vasco na Rádio Nacional (1130 AM), na próxima quarta (13) a partir da 21h, direto do estádio do Maracanã.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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Botafogo vence ansiedade e busca distância da zona do rebaixamento

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Após quatro derrotas consecutivas o Botafogo venceu a ansiedade e reencontrou a vitória diante do Avaí na última segunda (11).  O resultado tirou o clube da zona do rebaixamento, alcançando a 14ª posição com 36 pontos

O técnico Alberto Valentim admitiu que sua equipe não apresentou um bom futebol, mas valorizou o triunfo: “Infelizmente não formos brilhantes, mas era importantíssimo somar 3 pontos”.

Ouça na Rádio Nacional

Após a vitória no Estádio Nilton Santos, com a presença de cerca de 19 mil torcedores, o Botafogo vai a Curitiba no próximo domingo para encarar o Athletico-PR. E para o treinador, somar pontos é fundamental: “Temos que vencer os jogos que, às vezes, muitos não esperam. O Athletico é um time muito difícil de enfrentar na Arena da Baixada, mas precisamos dar uma boa resposta para nos afastarmos ainda mais daquele time [Fluminense] que hoje cairia”.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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