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Supostos responsáveis por prédios que desabaram na Muzema estão foragidos

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Imagem aérea dos escombros dos prédios que desabaram na Muzema
Centro de operação da Prefeitura do RJ

Prédios que desabaram no Rio de Janeiro eram irregulares e estavam interditados

Os três suspeitos de serem os responsáveis pelos prédios irregulares que desabaram na comunidade da Muzema, na zona oeste do Rio de Janeiro, continuam foragidos. Eles tiveram a prisão temporária , com prazo de até 30 dias, decretada nesta sexta-feira (19) pela Justiça.

Os procurados são José Bezerra de Lima, o Zé do Rolo, Renato Siqueira Ribeiro e Rafael Gomes da Costa. Eles são acusados de homicídio com dolo eventual multiplicado 20 vezes, correspondendo ao número de mortos na tragédia da Muzema até o momento.

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De acordo com a Polícia Civil,  Zé do Rolo teria construído os prédios enquanto os outros dois seriam corretores informais encarregados da venda dos imóveis. Eles foram reconhecidos por testemunhas ouvidas na 16ª DP. Já a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) investiga o envolvimento deles com a milícia .

Os  bombeiros continuam as buscas por corpos e sobreviventes do desabamento dos dois prédios no condomínio Figueiras do Itanhangá. Uma equipe formada por 100 profissionais permanece no local onde três pessoas ainda estão desaparecidas.

Até agora, o número de mortos chega a 20 – 18 pessoas morreram na Muzema e duas morreram nos hospitais, após serem socorridas. Oito pessoas ficaram feridas.

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Fonte: IG Nacional
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G7 vai ajudar países que sofreram com as queimadas na Amazônia

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Reunida no sudoeste da França neste final de semana, a cúpula do G7, que reúne as sete grandes economias mundiais incluindo a Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, concordou em ajudar os países afetados pelos incêndios na Amazônia “o mais rápido possível”, conforme anunciou Emmanuel Macron, neste domingo (25).

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Divulgação

Macron ressaltou a importância da Amazônia para países da América do Sul e comunidade internacional em reunião do G7

“Há uma convergência real para dizer que todos concordamos em ajudar os países afetados por esses incêndios o mais rápido possível”, declarou o presidente francês, anfitrião do evento que se encerra nesta segunda-feira (26) em Biarritz, no sudoeste do país.

As queimadas na Amazônia foram tema no G7 para que se chegasse a um acordo sobre a ajuda financeira para os países sul-americanos atingidos pelos incêndios a combaterem o desmatamento e conseguirem promover o reflorestamento.

Em seu discurso, Macron reconhece a importância da floresta para a América do Sul e para o mundo. “Respeitando a soberania, nós devemos ter um objetivo de reflorestamento. A importância da Amazônia para esses países e para a comunidade internacional é tão grande em termos de biodiversidade, oxigênio e luta contra as mudanças climáticas, que precisamos proceder o reflorestamento”, disse.

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Segundo ele, os diálogos nesse sentido vão continuar na cúpula. O presidente francês ainda lembrou que a Colômbia fez um apelo à comunidade internacional para conseguir superar o problema. “Nós devemos nos mostrar presentes. Devemos finalizar isso”, ressaltou, sinalizando que a França está entrando em contato “com todos os países da Amazônia”, para oferecer “meios técnicos e financeiros” de ajuda.

Neste sábado (24), o presidente francês pediu a “mobilização de todas as potências” em prol da Amazônia. Segundo ele, essa parceria entre os países é importante para combater o desmatamento e investir no reflorestamento. “A Amazônia é nosso bem comum. Estamos todos envolvidos, e a França está provavelmente mais do que outros que estarão nessa mesa, porque nós somos amazonenses. A Guiana Francesa está na Amazônia”, afirmou.

Fonte: IG Nacional
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Salvini ganha força e diminui populismo na Itália

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IstoÉ

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Reprodução/Facebook Matteo Salvini

Vice premier da Itália, Matteo Salvini vai ganhando força


Com a renúncia do primeiro-ministro Giuseppe Conte naufragou o governo do Movimento Cinco Estrelas (M5S), populista, e da Liga, de extrema-direita, que formaram uma coalizão desde as eleições de março do ano passado na Itália. A queda foi causada por Matteo Salvini, ministro do Interior e líder da Liga, que lidera a cruzada anti-imigração no país. Ele apresentou há duas semanas uma moção de desconfiança no Parlamento contra a sua própria coalizão. Seu objetivo é forçar eleições e conseguir o protagonismo em um novo governo.

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Essa pretensão, no entanto, pode não se realizar. A Liga tem boa popularidade e lidera com folga as pesquisas eleitorais. Venceu as eleições para o Parlamento Europeu, em maio. Porém, pode não conseguir votos suficientes e nem conseguir alianças para governar, principalmente com o Força Itália , de direita, comandado por Silvio Berlusconi. O M5S, por outro lado, pode se aliar ao Partido Democrático, de centro-esquerda, do ex-premiê Matteo Renzi, e formar um novo governo. Com isso, Conte poderia voltar ao posto.

Apesar de algumas diferenças, os dois partidos têm em comum uma atitude antiestablishment. Quando formaram o governo há 14 meses, o MS5 teve a maior proporção de votos — 33%, contra 17% da Liga. No último pleito europeu, esses índices praticamente se inverteram. Jurista sem militância partidária, Conte tinha sido chamado para ocupar a chefia do governo e arbitrar os interesses das duas forças políticas. Com a queda de braço, saiu atirando. Acusou Salvini de “irresponsável”, por colocar o país em risco e procurar “apenas interesses pessoais”. A deterioração econômica e a crise dos refugiados darão o tom da disputa. O presidente Sergio Mattarella fará consultas para decidir se dissolve ou não o Parlamento e convoca um novo pleito. É mais um imbróglio para o país mais instável da Europa.

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Fonte: IG Nacional
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Meta do Governo, educação integral será ampliada em São Paulo

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Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, é uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE). O intuito é que pelo menos 25% dos alunos da educação básica sejam atendidos. Composto por 20 metas, o PNE foi sancionado em 2014 e estabeleceu diretrizes e estratégias para a educação brasileira em um período de dez anos.

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MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Plano do governo é que 500 mil alunos estudem em tempo integral até 2022

O Ministério da Educação (MEC) anunciou a meta de atingir 500 mil novas matrículas em tempo integral até 2022 – hoje são 230 mil – por meio do Compromisso Nacional pela Educação Básica, apresentado em julho. A meta é revitalizar o programa Novo Mais Educação, diminuir a evasão e melhorar os indicadores educacionais. 

A proposta do programa é ampliar a carga horária do ensino médio de quatro para, no mínimo, sete horas diárias. O MEC já disponibilizou R$ 338 milhões para as instituições de ensino em 2019. Segundo o secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo, a pasta mantém diálogo constante com o Conselho dos Secretários Estaduais de Educação (Consed) e com a União Nacional dos Dirigentes de Municipais de Educação (Undime) para formular políticas públicas que beneficiem a educação em estados e municípios.

Em São Paulo, cerca de 18 mil alunos do ensino fundamental e do ensino médio já permanecem em tempo integral na escola. Eles passam pelo menos sete horas por dia nas instituições e podem se integrar a projetos como Imprensa Jovem, Academia de Letras, além de aulas de dança e poesia.

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Na capital paulista, a Secretaria Municipal de Educação implementou o Programa São Paulo Integral em 71 escolas municipais em 2016. O programa foi ampliado e chegou a 146 escolas em 2019 – um aumento de 43% em relação ao ano anterior.

As aulas são ministradas por professores da rede municipal de ensino e formuladas com a participação da comunidade escolar seguindo as diretrizes do currículo da cidade de São Paulo. Enquanto os alunos ficam sete horas na escola , uma jornada regular varia de quatro a cinco horas.

A rede municipal de São Paulo tem 243,8 mil alunos na segunda fase do ensino fundamental e 2.389 no ensino médio. No estado de São Paulo, Secretaria Estadual da Educação (Seduc) anunciou no último dia 21 de agosto a expansão do Programa de Ensino Integral (PEI) a partir de 2020. Para isso, as escolas terão de demonstrar interesse até o dia 13 de setembro. A expectativa da Seduc é atender cerca de 100 unidades escolares, que tenham, em média, 500 estudantes cada. O PEI é destinado às unidades que atendem a segunda fase do ensino fundamental (6º ao 9º ano) e o ensino médio.

Estudos realizados no estado apontam que o ensino integral ajuda a melhorar a aprendizagem dos alunos e aumenta a empregabilidade e renda dos egressos. De acordo com a secretaria, os alunos do ensino médio das escolas do PEI tiveram desempenho no último Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp) 1,2 ponto maior em relação aos estudantes das escolas regulares.

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Outra vantagem do modelo, segundo a Seduc, é que ele permite que os professores atuem em regime de dedicação integral a uma escola, com mais tempo para estudo e preparação de aula. Para isso, recebem uma gratificação de 75% no salário-base. Hoje 417 escolas da rede estadual já funcionam nesta modalidade.

Federal

O Todos Pela Educação, movimento da sociedade civil que busca impulsionar a qualidade e a equidade na educação básica, afirma que já entregou um documento ao governo defendendo a manutenção e o crescimento do apoio do Executivo Federal aos estados para a ampliação do ensino médio em tempo integral. Segundo a presidente-executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz, a entidade também fez uma apresentação para o ministro da Educação, Abraham Weintraub, e para o secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo.

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“Essa é uma pauta que a gente sempre defendeu, o nosso receio, e estamos monitorando a execução dessa política, é se o MEC vai ter os recursos, isso não está claro ainda. Nossa atenção agora é se realmente esse anúncio vai ter fôlego financeiro e de execução do ponto de vista de equipe, no MEC, capaz de conduzir essas políticas. Ficaremos de olho se realmente o governo federal vai conseguir executar. Como plano, como direcionamento está corretíssimo, tem mais é que apoiar os estados nessa ampliação da matrícula em tempo integral no ensino médio”, destacou o secretário de Educação .

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Fonte: IG Nacional
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