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Economia

Tarifas postais dos Correios aumentam em 5,99% a partir desta sexta-feira

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Correios passam a cobrar 5,99% a mais em alguns serviços
Divulgação

Correios passam a cobrar 5,99% a mais em alguns serviços

As tarifas postais de alguns serviços dos Correios passaram a custar mais caro a partir desta sexta-feira (9). A decisão foi publicada hoje pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), responsável pela estatal, no Diário Oficial da União.

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O reajuste nas tarifas tanto nacionais quanto internacionais é de 5,99%. De acordo com os Correios , os valores foram aumentados para compensar a inflação acumulada no período de fevereiro de 2017 a setembro de 2018. Para fazer o cálculo da atualização de preços, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), que mede a inflação oficial do Brasil, foi usado como referência.

Entre os serviços que sofreram alterações em seus preços, estão a carta comercial, que          agora sai por R$ 1,95 contra o R$ 1,85 cobrado anteriormente; a carta não comercial e o cartão postal ficaram em R$ 1,30, mas custavam R$ 1,25 antes do reajuste, e o telegrama nacional escrito pela internet, que passará de R$ 7,69 para R$ 8,15 por página feita.

Outros tipos de telegrama, como o fonado e o feito em agência agora custam R$ 9,84, e R$ 11,81, respectivamente.

O reajuste , no entanto, não abrange setores onde há concorrência com outras empresas. Por isso, o aumento nas tarifas não vale para os serviços de encomendas, como o PAC e o Sedex, e nem para fins de marketing direto, de acordo com a estatal.

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Em agosto, os Correios começaram a cobrar R$ 15 de despacho postal a todas as encomendas internacionais que chegarem ao Brasil. A medida foi tomada após o aumento das importações, quando a estatal informou que era preciso injetar mais recursos na operação para “manter o padrão do serviço”.

Correios tem novo presidente


O general Juarez Aparecido de Paula e Cunha é o novo presidente dos Correios
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

O general Juarez Aparecido de Paula e Cunha é o novo presidente dos Correios

No último sábado (3), o presidente do PSD e atual ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, anunciou a troca do presidente da estatal . Segundo o ministro, a decisão foi tomada para tornar a transição entre o atual governo de Michel Temer (MDB) para o próximo, do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), mais fácil.

O cargo de presidente dos Correios passou a ser ocupado, na quinta-feira (8), pelo general Juarez Aparecido de Paula e Cunha, no lugar de Carlos Roberto Fortner. Antes, o general presidia o conselho de administração dos Correios.

Agora, Fortner, ocupará uma diretoria dentro dos Correios , onde exercerá a função até o fim deste ano. Ao término de 2018, Fortner deixará a empresa.

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Economia

Bolsonaro recua e diz estar disposto a ouvir Guedes sobre novo imposto

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Antonio Cruz/Agência Brasil

Bolsonaro recuou e disse estar disposto a ouvir Paulo Guedes sobre ‘nova CPMF’

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) recuou, após uma série de declarações contrárias ao retorno da Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF), e disse nesta quinta-feira (22) que está disposto a tratar o tema com Paulo Guedes, ministro da Economia. A expectativa é que a proposta de reforma tributária do governo retome a cobrança sobre movimentações financeiras.

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“Vou ouvir a opinião dele [ Paulo Guedes ]. Se desburocratizar muita coisa, diminuir esse cipoal de impostos, essa burocracia enorme, eu estou disposto a conversar”, afirmou  Bolsonaro  ao deixar o Palácio da Alvorada. Nesta quarta, o ministro já havia defendido o tributo, argumentando que “pequenininho, não machuca”, defendendo aplicação com alíquota baixa.

“Ele [Guedes] que falou. Ele pode falar ‘vou colocar 0,10% na CPMF e em consequência acabo com tais e tais impostos”, relatou o presidente, que disse evitar falar com a imprensa sobre alguns assuntos para não ouvir que houve recuo de sua parte. Em outros momentos, porém, Bolsonaro foi enfático ao negar a possibilidade do seu governo recriar a CPMF.

Para ambos, o ideal é que a decisão sobre o retorno da cobrança seja da sociedade, já que a CPMF sofre forte resistência e foi extinta em 2007 após pressão de diversos setores. Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, já afirmou que a Casa “não discute, em hipótese alguma” retomar a discussão sobre o tema.

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Após a aprovação da reforma da Previdência na Câmara e o início das discussões na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, a reforma tributária passa a ser uma das principais pautas do governo e do Congresso, e o possível retorno da cobrança sobre transações financeiras é um dos principais pontos em discussão.

Fonte: IG Economia
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Economia

Para reduzir gastos, Ministério da Economia corta novos estagiários e até café

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Geraldo Magela/Agência Senado – 8.2.19

Ministério da Economia

Após bloqueios de gastos no orçamento de 2019, o que acarreta numa redução de recursos para os ministérios, o Ministério da Economia anunciou medidas que – de acordo com a portaria publicada nesta quinta-feira (22), no Diario Oficial da União – buscam  “a racionalização de gastos”. As ações listadas envolvem a suspensão de contratações em diversos serviços, além de cortes nos insumos.

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Estágio remunerado, mão de obra terceirizada, pacotes de telefonia móvel, serviços de consultoria e soluções de informática constam na portaria, que também inclui cortes como “diárias e passagens internacionais” e até nos “insumos de máquinas de café”.

O documento, porém, traz um trecho em que afirma que as reduções não se aplicam às contratações “essenciais à segurança, à saúde e à acessibilidade dos imóveis”. Entre os serviços que podem ser ameaçados por um déficit no caixa, estão a emissão de CPFs e o pagamento de restituição de Imposto de Renda.

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A portaria também menciona alterações no horário de funcionamento do ministério, assim como autarquias e fundações vinculadas. O funcionamento, que hoje é de 7h às 20h, será reduzidos até o dia 31 de dezembro  para 8h às 18h. A restrição não se aplica ao atendimento ao público.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Prévia da inflação sobe 0,08% em agosto, menor patamar para o mês em nove anos

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Abastecimento

RIO — O preço dos combustíveissegue contribuindo para que ainflação fique muito próxima a zero. De acordo com o IBGE, a prévia da i nflação (IPCA-15) registrou leve avanço de 0,08% em agosto, o que representa o menor patamar para o mês desde 2010. Nove anos atrás, o indicador teve recuo de 0,05%.

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O grupo dos Transportes foi o que mais apresentou queda nos preços nos primeiros quinze dias de agosto, com recuo de 0,78%. Dentro deste grupo, a variação dos combustíveis foi o que contribuiu para o recuo. O preço da gasolina registrou queda de 1,88%. Etanol e óleo diesel também tiveram queda: 1,09% e 1,7%, respectivamente.

Além de transportes, o grupo de Alimentos e Bebidas registrou queda. A principal contribuição negativa no grupo veio do tomate (-14,79%). Além do fruto, a batata-inglesa (-15,09%), as hortaliças e verduras (-6,26%) e o feijão-carioca (-5,61%) também registraram queda em agosto.

Por sua vez, o grupo Habitação contribuiu para que a prévia da inflação em agosto não ficasse em zero ou abaixo deste patamar. A principal influência de alta veio do preço da energia elétrica.

Em agosto, passou a vigorar a bandeira tarifária vermelha patamar 1, que onera as contas de luz em R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Desta forma, a energia elétrica registrou alta de 4,91% em agosto, na comparação com julho. É o sétimo mês consecutivo que o item registra alta.

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Fonte: IG Economia
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