conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Tecnologia

Telegram x Whatsapp: como funciona a privacidade desses aplicativos?

Publicado

O Telegram voltou a ser assunto na internet depois que uma conversa entre o atual Ministro da Justiça Sérgio Moro e procurador do Ministério Público Federal em Curitiba Deltan Dallagnol foi vazada no domingo (9). Tudo porque o app russo utilizado para trocar mensagens promete ser um dos mais seguros entre outros que oferecem esse tipo de serviço mas, ainda assim, não foi o suficiente para que os diálogos não viessem à tona. 

Leia também: 4 atitudes que você deve evitar para não ter a conta no WhatsApp invadida

Tela inicial do Telegram
shutterstock

O Telegram é um aplicativo russo de troca de mensagens e promete ser um dos mais seguros do mercado

Indo além do debate político que envolve o caso divulgado pelo  The Intercept Brasil , a questão da privacidade dos apps está sendo discutida. Como funciona a segurança no Telegram ? E, ainda mais, qual a diferença para o queridinho e popular  WhatsApp

Segundo o site do app usados por Moro e Dallagnol, há duas “garantias” quando o assunto é privacidade:

  1. Proteger suas conversas privadas de terceiros “bisbilhoteiros”, como funcionários, empregadores, etc.
  2. Proteger seus dados pessoais de terceiros, como profissionais de marketing, anunciantes, etc.

Apesar de oferecer criptografia de ponta-a-ponta e ferramenta de privacidade , como os Chats Secretos, para permitir que essas conversas privadas e dados não sejam acessados por outras pessoas, e a efetividade da proteção do app ao usuário já foi contestada.

Veja Mais:  #Sextou? Cuidado! Agora hashtag reúne pornôs e nudes no Instagram. Entenda

Um estudo divulgado em 2016 pela Electronic Frontier Foundation (EFF), fundação voltada para a proteção dos direitos civis no ambiente digital, avaliou o serviço de forma negativa por usar duas formas diferentes de criptografia: uma para conversas comuns e outra voltada para os Chats Secretos. Nesse caso, a segunda é mais sofisticada do que a primeira. 

Como funciona o Telegram e qual a diferença do app para o Whatsapp?

Quando você começa uma conversa pelo Telegram, os dados “viajam” do seu aparelho para o do seu amigo com uma “máscara de segurança” para que só vocês possam ler o conteúdo, já que o que você enviou fica embaralhado na nuvem.

Esse método de segurança, porém, só está disponível dentro da opção do Chat Secreto, onde o usuário consegue enviar textos, fotos e vídeos que  se “autodestroem” depois de serem lidos. 

Nas conversas comuns, o sistema de privacidade funciona diretamente entre o seu aparelho e os servidores do app — o que permite que as mensagens sejam decodificadas na nuvem. Esse método é justificado para que o usuário possa acessar as conversas pela versão desktop. 

Já quando falamos do WhatsApp, a criptografia de ponta-a-ponta funciona em todos os tipos de conversa, ou seja, não é preciso acessar um “modo secreto” para ter essa proteção.

A maior diferença, portanto, está no fator do app oferecer backup de conversas automaticamente, o que torna a proteção mais frágil, já que as conversas ficam armazenadas no iCloud ou Google Drive, enquanto o Telegram deixa esse histórico na nuvem do próprio servidor.

Veja Mais:  Procurandoum celular novo? Conheça os modelos Moto G7, lançamento da Motorola

Fonte: IG Tecnologia
Comentários Facebook

Tecnologia

Criptografia de ponta a ponta protege conversas no WhatsApp; mas como funciona?

Publicado

A questão da privacidade do usuário em aplicativos de troca de mensagens se tornou o assunto do momento depois que conversas entre o Ministro da Justiça Sérgio Moro e procurador do Ministério Público Federal Deltan Dallagnol no Telegram vazaram recentemente. Esse app, assim como o WhatsApp, usa criptografia de ponta a ponta como meio de segurança. 

WhatsApp
shutterstock

O WhatsApp funciona através de uma criptografia de ponta a ponta e não é preciso ativá-la para proteger suas conversas

A diferença da privacidade oferecida pelo Telegram e Whatsapp está ligada, na realidade, pela forma que essa criptografia de ponta a ponta é oferecida. No caso do aplicatico usado por Moro e Dallagnol, existe uma opção, chamada Chat Secreto, que codifica as mensagens enviadas. 

Assim, quando alguém envia um texto, foto ou vídeo dentro dessa conversa secreta, o sistema “embaralha” as palavras a ponto que só o remetente e destinarário possam ler o conteúdo. A ideia do “ponta a ponta” é exatamente essa questão da proteção estar disponível para cada um dos usuários envolvidos — ou seja, em cada “ponta” da conversa. 

Essa alternativa de segurança funciona basicamente da mesma forma no WhatsApp e está disponível para todos os contatos da sua lista. Assim, a criptografia funciona através de uma “chave privada” e é protegida por um código de segurança indivual. Isso impede que  hackers acessem a informação e até mesmo que o sistema do aplicativo leia o que foi enviado. 

Veja Mais:  Sem WhatsApp, Facebook e Instagram? Redes sociais apresentam instabilidade

Entenda melhor o funcionamento da “chave privada” oferecida pela criptografia do WhatsApp através do infográfico divulgado pela empresa ao iG Tecnologia  ; veja abaixo: 

A grande questão dessa alternativa “de ponta a ponta” é que ela é ativada automaticamente, diferente do Telegram. “Não é preciso ativar configurações ou conversas secretas especiais para assegurar suas mensagens. A criptografia de ponta a ponta está sempre ativada. Não há nenhuma maneira de desativá-la”, diz as informações do app sobre o serviço. 

Ainda assim, existe uma maneira opcional de confirmar que as mensagems que você envia estão sendo criptografadas de ponta a ponta e tornar a troca de conteúdo ainda mais seguro. 

Confirmando a criptografia de ponta a ponta no WhatsApp

WhatsApp
Reprodução/WhatsApp

Confirmar a criptografia de ponta a ponta do WhatsAppp pode tornar a troca de mensagens com seus contatos mais segura

Essa confirmação pode ser encontrada na tela de dados dos seus contados. Clicando no botão “criptografia”, é possível ver um  QR code e uma sequência de 60 dígitos. Esses números são o código únicoque, que são gerados para cada conversa.

Para  confirmar a criptografia , você pode tanto compartilhado esse número com a pessoa que está conversando (que é igual para você e parqa o seu contato) ou, se estiver próximo à ela, clicar em “escanear código” para permitir que ela leia o seu QR e vice-versa. Um tique verde irá aparecer depois desse escaneamento para confirmar a proteção.

Veja Mais:  #Sextou? Cuidado! Agora hashtag reúne pornôs e nudes no Instagram. Entenda

Depois da confirmação, vocês poderão ter certeza de que ninguém está interceptando suas mensagens ou chamadas e, se os códigos não conferirem, é importante verificar se o número dessa pessoa está correto. Caso o contato tenha reinstalado o app ou trocado de aparelho, é só enviar uma nova mensagem para ele que o código será atualizado. 

É importante lembrar que apesar dessa sequência de números da criptografia de ponta a ponta  ficar visível para você, o WhatsApp afirma que ela é apenas uma versão da chave especial — já que esta continua em segredo dentro do sistema do aplicativo. 

Fonte: IG Tecnologia
Comentários Facebook
Continue lendo

Tecnologia

Afinal de contas, o Telegram é seguro?

Publicado

Olhar Digital

Desde domingo passado, as pessoas estão querendo saber se o Telegram é um aplicativo seguro. A resposta é simples, assim como todo aplicativo de mensagens que usa criptografia de ponta a ponta e verificação em suas etapas, o Telegram é seguro. Porém, é ultrapassada a ideia de que o Telegram seria mais seguro do que o WhatsApp.

Leia também: Telegram x Whatsapp: como funciona a privacidade desses aplicativos?

telegram
shutterstock

O Telegram mostra-se como um app seguro por conta da criptografia de ponta e verificação em suas etapas

Trabalho no editorial de tecnologia há tempo suficiente para poder afirmar que “velhos hábitos são difíceis de mudar”. Bem antes de falarmos sobre a codificação de mensagens em aplicativos de bate-papo, a disputa entre o WhatsApp e o Telegram se dava dentro dos fóruns e comunidades tech mundo afora. E a grande discussão era sobre qual dos serviços era o mais seguro.

Durante muito tempo, o Telegram levava a melhor no quesito segurança, com seus chats efêmeros e outros recursos inexistentes no WhatsApp que, até então, era um aplicativo realmente simples de se usar.

Contudo, a criptografia de ponta a ponta chegou ao WhatsApp e a mesa virou, pois além da empresa não ter acesso às conversas das pessoas que utilizam o mensageiro, nenhuma conversa hoje é armazenada nos servidores do Facebook, proprietário do WhatsApp. Agora, o mesmo não pode ser dito do Telegram.

Veja Mais:  Papa Francisco apresenta app que permite aos fiéis mais jovens rezarem online

Mesmo criptografando as mensagens trocadas dentro do app, o Telegram salva os dados das conversas na nuvem. Isso acontece porque, ao contrário do WhatsApp, a experiência do Telegram no PC é diferente. Enquanto o primeiro apenas espelha as mensagens recebidas no celular, no segundo, o PC se conecta diretamente à nuvem. Logo, mesmo que o seu smartphone estiver desligado, todos os dispositivos vinculados à conta poderão utilizar o chat do Telegram sem problemas. Contudo, por conta dessa ideia antiga de que o Telegram é mais seguro do que o WhatsApp, muitos usuários ignoram certas ferramentas de segurança oferecidas pelo serviço.

Esta foi, muito provavelmente, a questão no caso do suposto hackeamento dos celulare s do ministro da Justiça, Sérgio Moro, e do promotor do Ministério Público Federal (MPF), Deltan Dallagnol. Digo “suposto”, pois o caso ainda está sob investigação da Polícia Federal (PF), que ainda não emitiu parecer sobre a questão.

sérgio moro
undefined

Sérgio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública, alegou que seu celular pessoal foi hackeado

Na semana passada,  Moro alegou que seu celular pessoal havia sido hackeado e, coincidentemente ou não, no domingo, o canal The Intercept Brasil divulgou alguns diálogos trocados entre Moro e Dallagnol via Telegram, na época em que a PF e o MPF tocavam a operação Lava Jato.

Sem entrar no mérito do conteúdo das mensagens, a bem da verdade é que para um hacker ter acesso às conversas destes dois juristas e mesmo de qualquer outro usuário do serviço, teria que utilizar brechas. Como o Telegram utiliza criptografia de ponta a ponta, acessar as mensagens é basicamente impossível, exigiria um grande conhecimento técnico e uma máquina poderosa. Porém, assim como a Death Star, fazendo uma referência ao Star Wars, o aplicativo possui uma abertura.

Veja Mais:  Anatel prorroga gratuidade da ligação de orelhões em 11 estados do País

Ao armazenar os dados das conversas na nuvem e oferecê-los em tempo real em múltiplos dispositivos, se os usuários não utilizarem a verificação em duas etapas, estão sujeitos a ter suas conversas vazadas.

Entretanto, isso não significa que o aplicativo seja menos seguro, muitas vezes, são as pessoas que não sabem como usá-lo. Isso virou, inclusive, motivo de deboche entre a equipe do Telegram essa semana no twitter:

Leia também: Como um celular é hackeado? Conheça as técnicas e saiba se proteger

Lembre-se, quanto maior for a camada de proteção, menores serão as chances de quebra de privacidade, em qualquer serviço. Por fim, sim, o Telegram é um aplicativo seguro , assim como o WhatsApp, o Signal e o Threema, porém, você precisa saber usar as ferramentas de segurança que a plataforma oferece para você.

Fonte: IG Tecnologia
Comentários Facebook
Continue lendo

Tecnologia

Google, Microsoft e Bethesda se preparam para baratear os jogos eletrônicos

Publicado

IstoÉ

A expectativa é de uma revolução no acesso aos videogames . Pena que ainda não há data para ela chegar ao Brasil. A Bethesda e o Google anunciaram que vão lançar o Orion e o Stadia, respectivamente, produto e serviço de streaming de alto desempenho. Em outubro, deve entrar no ar o xCloud, da Microsoft . O potencial desse segmento é de dezenas de bilhões de dólares.

pessoa jogando videogame
shutterstock

Novos serviços pretendem criar catálogo de jogos eletrônicos, como um Netflix dos games


Leia também: Do Live Gold ao Insider: 5 dicas de ouro do Xbox que todo gamer tem que saber

As novas plataformas vão permitir que os jogadores acessem imensos servidores operados em nuvem por meio de seus smartphones, smartTVs, tablets e computadores. Assim, poderão jogar games que antes exigiam consoles próprios e caros, como os Xbox One, Nintendo Switch e PlayStation 4 — este com versão básica em torno de R$ 1,7 mil.

Os serviços por demanda já existem, mas agora a tecnologia vai permitir que jogos eletrônicos melhores estejam disponíveis para quem tiver uma boa conexão, já que a “memória” e os gráficos de cada partida ficarão na rede.

Outra vantagem será o acesso por meio de assinaturas ou compras específicas, sem necessidade de CDs ou downloads pesados. Na prática, serão como um Netflix, exigindo no máximo um acessório remoto ou acoplável.

Veja Mais:  Sem intrusos! WhatsApp deve ganhar autenticação digital e facial neste ano

Leia também: Quais as vantagens de ter um jogo físico? Quando é melhor ter a versão online?

Ação gráfica

Jogo Assassins Creed Odissey
Divulgação

Assassin’s Creed Odissey é um dos títulos disponíveis no serviço no Stadia, serviço do Google

Divulgado no domingo (9) e sem data de lançamento, o Orion é um acelerador, pois promete aumentar o desempenho em até 20% de qualquer jogo em streaming , não importando o dispositivo, sendo ideal para quem tem conexão mais lenta.

Já o Stadia foi anunciado em 19 de março e deve chegar ao mercado em novembro. O xCloud surgiu no final de 2018, já teria 3,5 mil jogos em catálogo.

Leia também:Jovem pesa PlayStation como se fosse fruta e é preso após pagar R$ 37 no console

O Stadia vai transmitir imagens em tempo real com resolução de 4k e a 60 quadros por segundo, afirmou o chefe de engenharia do Google, Majd Bakar. Uma assinatura básica custará US$ 10 e poderá contar com títulos como “Doom Eternal”, “Assassin’s Creed Odissey” e a franquia “Tomb Raider”.

Para atrair fãs, o xCloud terá uma versão gratuita para quem possuir o seu Xbox One. É quase certo que o catálogo terá “Forza Horizon 4”, “Halo 5” e “Gears of War 4”. Para Sandro Manfredini, diretor de negócios da desenvolvedora de games brasileira Aquiris, os jogos de console não vão acabar, pois ganharão gráficos ainda mais complexos.

Veja Mais:  Google demitiu 48 funcionários por assédio sexual nos últimos dois anos

Fonte: IG Tecnologia
Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana