conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Carros e Motos

Tiggo é o único carro que pode reescrever a história dos chineses no Brasil

Publicado

Chery Tiggo 2
Divulgação

Tiggo 2: presença constante entre os 50 mais vendidos em 2019, é o carro chinês com mais venda acumulada

O Tiggo é o único modelo capaz de reescrever a história dos carros chineses no Brasil. Essa é uma epopeia interrompida, que custou muito dinheiro para os investidores e deixou os consumidores na mão. Para entendê-la, é preciso fazer uma breve fotografia do presente e depois recuar para o período de 2008 a 2011, que marcou a chegada, a presença e uma ameaça de invasão dos carros chineses no Brasil.

LEIA MAIS: Três carros que perderam relevância no mercado

Quando falamos de Tiggo, estamos inicialmente nos referindo ao Tiggo 2, o menor SUV da marca chinesa que no ano passado passou a se chamar Caoa Chery. Isso porque o próprio fabricante o denomina assim nos informes oficiais. Entretanto, dentro da linha 2019 temos também o Tiggo 5x (com grande potencial de vendas) e o Tiggo 7. Em breve a Caoa Chery lançará também o Tiggo 8. Pois bem. Ao longo deste ano, entre os carros chineses , o Tiggo sempre marcou presença entre os 50 carros de passeio mais vendidos no Brasil, segundo a Fenabrave.

Parece bobagem falar isso num país que valoriza a máxima sennista de que “o segundo colocado é o primeiro perdedor”. Mas não é. A última vez que um carro chinês ocupou um lugar entre os 50 carros mais vendidos do Brasil foi justamente em 2011. Naquele ano, o JAC J3 terminou em 48º lugar, com 12.805 vendas. Este ano, o Caoa Chery Tiggo 2 tem variado entre o 48º e o 50º.

Veja Mais:  Vendas da quinzena mostram três SUVs compactos quaseempatados

LEIA MAIS: VW T-Cross já é o quarto SUV mais vendido nas concessionárias

Os primórdios

Chery Tiggo 5x
Divulgação

Tiggo 5x: graças à associação entre Caoa e Chery, o carro tem uma nova plataforma e grande potencial de crescimento.

Em 2008, quando os empresários brasileiros descobriram a indústria automobilística da China, os primeiros veículos comercializados no país foram das empresas Effa Haffei (487 vendas), Haffei Motor (358), Changan (352) e Jinbei (12). Essas marcas vendiam veículos utilitários a um bom preço. O pequeno nicho de veículos chineses continuou crescendo em 2009.

Então alguém pensou: “Por que não vender carros de passeio?” E assim surgiu a Chery, que estreou em 2010 com uma boa venda de 8.733 carros. Um ano depois veio também a JAC Motors, que emplacou 38.217 carros. Junto com a Chery, que vendeu 30.311, com apenas duas marcas tínhamos quase 70 mil carros chineses rodando nas ruas brasileiras.

LEIA MAIS: Investimentos na fábrica da Fiat não têm relação direta com governo Bolsonaro

A fórmula era meio bizarra: carros péssimos, mas muito bem equipados. Funcionou para uma parcela pouco exigente dos consumidores. Para se ter uma ideia, somente dez marcas vendem mais de 70 mil carros/ano atualmente no Brasil. Claro que estamos falando de outro momento do mercado e da economia.

Jac T50
Divulgação

JAC T50: um bom carro, mas a marca não recuperou o fôlego perdido em 2011.

Assustada com o avanço dos carros chineses (e de outras marcas importadas, como a coreana Kia Motors), a Anfavea trabalhou junto ao governo brasileiro uma fórmula para barrar esse crescimento. Foi assim que surgiu, no governo Dilma Rousseff, o programa Inovar-Auto, que durou de 2012 a 2017. Foi um programa de proteção à indústria nacional que praticamente matou algumas marcas de carros importados, notadamente as chinesas. As tentativas de fabricação nacional não foram bem-sucedidas.

Veja Mais:  Volkswagen Jetta muda bastante e chega apartir de R$ 109.990

Se não fosse a parceria com o Grupo Caoa, a Chery também teria desaparecido. O Inovar-Auto trouxe uma superproteção à indústria nacional, mas também proporcionou uma sensível melhora na qualidade dos motores, no consumo, no controle de emissões e na segurança dos automóveis.

Hoje o panorama é completamente diferente. Das várias empresas chinesas que tentaram a sorte no Brasil, no final da década passada, somente três estão na ativa: a Chery (agora Caoa Chery), a JAC Motors e a Lifan. Porém, enquanto a Caoa Chery já emplacou quase 7 mil carros em cinco meses, a JAC só vendeu 791 e a Lifan caiu para 181. Nas projeções, a Caoa Chery terminaria o ano com 16,6 mil, a JAC com 1,9 mil e a Lifan com menos de 500 carros vendidos.

LEIA MAIS: Renegade, Compass, patinetes e SUVs numa reflexão sobre a liberdade

Lifan X80
Divulgação

Lifan X80: novamente, um caso de bom carro, mas na marca chinesa vem perdendo vendas.

Mas aqui entra o fator Tiggo. Este SUV compacto produzido no Brasil tem criado um mercado robusto mês a mês – e isso acaba criando um círculo virtuoso, no qual os consumidores ganham mais confiança e as vendas aumentam. Este é um dos motivos que fazem a Caoa Chery projetar cerca de 30 mil carros vendidos este ano.

Por isso, o Tiggo, seja ele como Tiggo 2 ou como Tiggo 5x, é o carro que pode reescrever a história dos carros chineses no Brasil. Particularmente, coloco mais fé no futuro no Tiggo 5x. Embora seja mais caro, trata-se de um carro que usa uma plataforma mais moderna, o que resulta em melhor dirigibilidade, em comportamento dinâmico de padrão mundial. Uma década depois, podemos dizer que sim, os chineses aprenderam a fazer carro.

Veja Mais:  Tesla Model 3 chega ao Salão de Paris já com reservas de compradores

O Tiggo 5x e o Tiggo 7 são veículos competitivos diante de qualquer rival da mesma faixa de preço. O JAC T50 e o Lifan X80 também são carros prontos para encarar rivais. Mas, por curiosidade, se os carros chineses um dia vingarem como best-sellers no Brasil será por conta da associação com um grupo brasileiro.

LEIA MAIS: Carro chinês passa a ser boa opção no mercado brasileiro

No fim das contas, o Inovar-Auto acabou atingindo seu objetivo maior: além de proteger a indústria nacional, barrou carros de má qualidade e os trouxe para um patamar superior. Pena que também a um preço proporcionalmente muito mais caro do que naquela época. Mas aí já estamos falando também de mudança de comportamento do consumidor e de um novo mundo na mobilidade urbana. Quanto aos outros carros chineses , por enquanto não vejo nenhum com grande potencial de vendas para entrar na lista dos top 50 e a partir daí incomodar os mais famosos.

Fonte: IG Carros
Comentários Facebook

Carros e Motos

Novos carros elétricos da Ford vão usar a plataforma MEB da Volkswagen

Publicado

Carros elétricos arrow-options
Divulgação

Plataforma MEB será a base para o desenvolvimento do novo modelo que iniciará a Ford entre os carros elétricos

A aliança entre a VW e a Ford está cada vez mais trazendo novidades. Além da confirmação das novas gerações das picapes Ranger e Amarok para 2022, a montadora norte-americana anunciou que utilizará a plataforma MEB da Volks para seus próximos carros elétricos. O desenvolvimento deste projeto está sob a responsabilidade do centro de pesquisas da Ford em Merkenich, nas proximidades de Colônia (Alemanha), e deverá ser concluído em 2023.

LEIA MAIS: Veja 5 fatos que já sabemos sobre o novo Toyota Corolla

É neste ano que a empresa promete colocar a novidade do segmento de carros elétricos para emplacar uma quantidade audaciosa de 600 mil unidades nos seis anos seguintes. Segundo o CEO responsável pela aliança VW-Ford , Herbert Diess: “Olhando para o futuro, ainda mais clientes e o meio ambiente se beneficiarão da arquitetura EV da Volkswagen. Nossa aliança global está começando a demonstrar uma promessa ainda maior, e continuamos a analisar outras áreas nas quais podemos colaborar”.

Plataforma MEB arrow-options
Divulgação

Plataforma de Volkswagen elétrico e cada um de seus componentes, que formam o trem de força

Além da novidade, já foi antecipado por ambas as montadoras que, nesse meio tempo, também vão desenvolver outro elétrico com a plataforma MEB , mas com foco na Europa. Enquanto isso, para os EUA, planejam a picape elétrica F-150 EV e o futuro SUV inspirado no Mustang, mas ambos virão forma independente.

Veja Mais:  Veja 5 modelos híbridos seminovos que podem fazer até 18,9 km/l na cidade

LEIA MAIS: JAC Motors terá cinco veículos elétricos no Brasil até meados de 2020

Outro ponto importante se refere à empresa Argo AI, responsável por desenvolver tecnologias de condução autônoma. Com foco nos novos carros elétricos, tanto a Ford quanto a VW possuem participação conjunta nas ações, que quando somadas, detém a porção majoritária do conselho. A Argo é avaliada em US$ 7 bilhões e, após o acordo, receberá pelo menos US$ 1 bilhão em investimentos.

Mais expectativas

VW I.D arrow-options
Divulgação

VW I.D: O futuro “Pai’ de todos os elétricos da VW, Ford e das outras duas montadoras a serem anunciadas pela aliança

O Grupo Volkswagen espera que 10 milhões de veículos sejam produzidos sobre a MEB já na primeira leva. Por enquanto, há poucas informações práticas sobre a plataforma, como os tamanhos de carro que ela pode proporcionar, ou o entre-eixos deles. Outra grande expectativa fica por conta de saber exatamente como serão os detalhes dos modelos que receberão a nova plataforma, mas garantiu que, até 2023, 27 deles e 4 marcas diferentes (Ford, Volks e mais duas) usarão a MEB.

LEIA MAIS: Novas tecnologias substituem estações de recarga de carros elétricos

Segundo a Volkswagen, os novos modelos também contarão com baterias mais eficientes. Em carregadores rápidos, uma recarga de 80% vai levar cerca de 30 minutos — algo já obtido em alguns elétricos atuais e, na maioria dos casos, garantirá uma autonomia entre 400, 500 e até 600 km antes de qualquer recarga. Ao todo, o equivalente a R$ 5,3 bilhões já foram investidos — de uma verba total de mais de R$ 26 bilhões — para o desenvolvimento das novas tecnologias. Com isso, vai se tornar a maior planta de desenvolvimento de carros elétricos de toda a Europa.

Veja Mais:  Chery lança Tiggo 7, em duas versões, para brigar com JeepCompass e companhia

Fonte: IG Carros
Comentários Facebook
Continue lendo

Carros e Motos

Yamaha Tracer 900 GT 2020 acaba de chegar às lojas com novidades

Publicado

Yamaha Tracer arrow-options
Divulgação

Yamaha Tracer GT 900 chega com novidades pensadas para, segundo a marca, melhorar o design, conforto e a esportividade

A nova Yamaha Tracer GT 900 acaba de chegar às lojas. Por R$ 49.390, permanece similar à “irmã” naked MT-09, mas com a proposta de oferecer mais conforto. Com design reformulado e soluções aerodinâmicas estudadas em túnel de vento, promete melhor proteção do piloto e maior dissipação do calor. Além da ergonomia, traz novos equipamentos pensados para refinar a ciclística.

LEIA MAIS: Nova Yamaha R1 e R1M estreia inúmeras novidades inspiradas na MotoGP

Detalhando mais as novidades para a Yamaha Tracer , a parte de trás do tanque e a frente do banco ficaram mais estreitas, enquanto os novos assentos agora são, segundo a marca, mais macios e espaçosos, tanto para o piloto como para o garupa. Além disso, traz guidão 100 mm mais estreito, aquecedores de manopla pedaleiras com a mesma posição da versão anterior e para-brisa maior, este regulável e com dois pequenos defletores de ar na parte inferior.

Toda a iluminação agora é de LED e o painel, de TFT. Ele é configurável, com design muito parecido com o da R1, e permite selecionar, ativar e desativar os componentes eletrônicos por meio do botão no punho direito. Entre as principais rivais da Tracer estão as líderes em vendas Triumph Tiger 800 XRX e BMW F 850 GS .

Veja Mais:  Tesla Model 3 chega ao Salão de Paris já com reservas de compradores

LEIA MAIS: Confira a lista das 5 motos trail mais em conta de cada marca, que valem a pena

Mecânica, eletrônica e ciclística

Yamaha Tracer arrow-options
Divulgação

Conjunto mecânico é o mesmo da naked MT-09, conhecido pelas boas respostas e fôlego que sustenta em alta

Quanto à motorização,  a nova moto da Yamaha vem equipada com o motor de três cilindros, doze válvulas e refrigeração líquida, que desenvolve os mesmos 115 cv e 8,92 kgfm do modelo anterior. Entretanto,  a moto ganhou algumas atualizações, como a nova embreagem assistida e deslizante, controle de tração de dois níveis de intensidade que também pode ser desligado.

Os modos de condução que dosam a entrega de potência podem ser escolhidos entre o A, que favorece as respostas, e o B, que suaviza um pouco mais. Tudo com base na velocidade de abertura das borboletas da injeção. Finalizando a mecatrônica, tem o assistente de trocas de marcha, Quick Shift unidirecional — que permite subir as marchas sem a utilização da embreagem — além do piloto automático.

LEIA MAIS: Honda Africa Twin chega à linha 2020 com nova versão e visual

A ciclística da Yamaha Tracer também foi atualizada. Na frente, novas bengalas KYB invertidas e assimétricas são reguláveis. Além da pré-carga da mola, é possível ajustar de um lado a compressão, e do outro o retorno. A balança é nova, ficou mais longa, com 60 mm a mais, que é a mesma distância do entre-eixos. Além disso, o amortecedor tem, agora, a possibilidade de ajuste da pré-carga da mola e o retorno, entre as principais novidades. 

Veja Mais:  Volkswagen Jetta muda bastante e chega apartir de R$ 109.990

Fonte: IG Carros
Comentários Facebook
Continue lendo

Carros e Motos

Novo Volvo S60 chega em pré-venda a partir de R$ 195.950

Publicado

Motor Show

Volvo S90 arrow-options
Divulgação

Volvo S60: O sedã concorrerá com os BMW Série 5, Audi A6 e Mercedes-Benz Classe E entre os principais rivais no País



O novo Volvo S60 começa a ser oferecido em pré-venda no mercado brasileiro. O sedã, que é feito na fábrica de Charleston (EUA), chega ao Brasil em quatro versões e com preços que partem de R$ 195.950.

LEIA MAIS: Volvo V60 reafirma motivos para salvarem as peruas no Brasil

Montado sobre a base modular SPA, que é a mesma utilizada no SUV XC60 ( confira aqui a avaliação ), o novo Volvo S60 ficou 12,6 cm mais longo, 5,3 cm mais baixo e ganhou 9,6 cm no entre-eixos em relação ao antecessor.

A configuração de entrada é a T4 Momentum, que usa um motor 2.0 de 190 cv. A configuração seguinte é a T5 Inscription , com um 2.0 de 254 cv. A linha inclui ainda as híbridas T8 R-Design e Polestar, com potência combinada de 407 cv. Todos os propulsores estão acoplados ao câmbio automático de oito marchas.

LEIA MAIS: Volvo XC60 diesel: eficiência sueca. Confira avaliação completa

Desde a configuração de entrada, o Volvo S60 conta com o sistema semiautônomo de direção, que atua em velocidades de até 130 km/h.

Confira abaixo as versões e preços do Volvo S60:
T4 Momentum – R$ 195.950
T5 Inscription – R$ 229.950
T8 R-Design – R$ 269.950
T8 Polestar – a definir

Fonte: IG Carros
Comentários Facebook
Veja Mais:  Veja 5 modelos híbridos seminovos que podem fazer até 18,9 km/l na cidade
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana