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Carros e Motos

Toyota cria patente de sistema que borrifa gás de pimenta em ladrões

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Novo equipamento que fica no interior do carro, patenteado pela Toyota, procura inibir a ação de gatunos de plantão
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Novo equipamento que fica no interior do carro, patenteado pela Toyota, procura inibir a ação de gatunos de plantão

A Toyota criou uma patente um tanto quanto curiosa. Trata-se de um sistema de borrifador de fragrâncias, que detecta os usuários do veículo por meio da identificação do celular e libera o odor de preferência. O dispositivo também é capaz de “desodorizar” o veículo quando os ocupantes chegarem ao fim do trajeto.

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Por outro lado, um outro aspecto do sistema patenteado ganhou a atenção do público na internet. A Toyota diz que, caso o sistema de segurança venha a detectar uma tentativa de ignição involuntária na atuação de um bandido, spray de pimenta poderá ser borrifado contra os meliantes.

Outras marcas já ofereceram borrifadores de fragrâncias no passado. Muitos devem lembrar da antiga linha Citroën C4 , bem como o DS3, onde o cliente deveria comprar o frasco com sua essência favorita para borrifá-la no interior do veículo. Mas essa é a primeira vez que uma fabricante transforma este recurso em uma arma.

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O público não reagiu tão bem ao recurso na internet. E se ocorrer uma falha no sistema e o borrifador lançar spray de pimenta no proprietário? Ele também poderia ser liberado após uma batida? Um mecânico teria que desabilitar o sistema para fazer a manutenção em segurança? Vale lembrar que o fato do sistema já aparecer patenteado não significa que a Toyota irá lançá-lo.

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Além do sistema de segurança da Toyota


Muito além dos sistema de segurança da Toyota, temos o Cadillac One que é utilizado pelo presidente dos EUA
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Muito além dos sistema de segurança da Toyota, temos o Cadillac One que é utilizado pelo presidente dos EUA

Apesar da curiosidade, o sistema da Toyota não é o único que utiliza spray de pimenta como uma ferramenta de defesa. O Cadillac One, carro presidencial dos Estados Unidos, é um verdadeiro caveirão de luxo. Entre seus vários dispositivos de defesa, como estrutura de titânio no chassi e portas reforçadas com 20 cm de espessura, o veículo conta com canhões de gás lacrimogêneo.

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Em caso mais extremo que a Toyota , os pneus também são reforçados e à prova de tiro, furo e rasgo. Mesmo se forem avariados, sua estrutura de aço é capaz de manter o carro em movimento em situações de emergência. O motorista, claro, passa por um verdadeiro teste das autoridades de segurança para dirigir em condições extremas, como atentados terroristas.

Fonte: IG Carros
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Veja quais são os 5 scooteres novos mais baratos do Brasil

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Além das motocicletas street e as cubs (ou utilitárias), os scooteres são definitivamente uma das melhores escolhas que se pode fazer em uma realidade em que se roda por longas horas nas cidades. Mesmo que, de modo geral, as street possam oferecer mais maciez — por conta de sua estrutura possuir quadro, no qual o condutor anda montado — os scooteres mais baratos oferecem uma posição de dirigir onde se guia sentado, e com isso, é possível manter-se em uma postura mais adequada.

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E as virtudes dos scooteres mais baratos não param por aí. Há uma melhor proteção contra vento e chuva para as pernas; tal como as “primas” cubs, oferecem maior praticidade quando se tem que ficar parando durante os congestionamentos e nos semáforos; contam com maior capacidade de bagagem e, por muitos, são consideradas mais estilosas.

De todo o modo, são mais vulneráveis a buracos, os condutores sentem mais os solavancos e passam menos confiança ao guidão quando o piso está molhado. Enfim, tudo relacionado aos pneus mais largos e menores. Veja quais são os scooteres mais baratos 0km, sem repetir marca.

5 – Dafra Cityclass 200i: R$ 10.990


Dafra
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Esta 200 da Dafra é, por uma boa margem, o modelo com o maior motor entre os scooteres mais baratos

Da lista, o chinês é o que traz o maior motor por uma boa margem. O modelo é, basicamente, o “irmão” menor da mais famosa Citycom 300i, que sai por R$ 19.990. Entre a lista de equipamentos, traz itens como entrada USB, GPS, abertura do compartimento sob o banco na ignição (sem precisar desligar a moto), painel com relógio, indicador de combustível, alerta de manutenção, gancho para sacola e bagageiro já preparado para instalação de um baú.

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Falando de chassi e conjuntos mecânicos, a Dafra Cityclass é equipada com um motor monocilíndrico injetado, de 199 cc, que desenvolve 13,8 cv e 1,41 kgfm, além da transmissão automática CVT. Enquanto isso, o freio dianteiro traz disco de 240 mm com pinça de três pistões, e o traseiro com 220 mm de disco e um pistão de 35mm.

Já a suspensão, na frente se apoia em um garfo telescópico com 87 mm de curso, enquanto traz dois amortecimentos ajustáveis atrás, com 65,6 mm de curso máximo. As rodas de 16 polegadas são grandes para a sua categoria, algo que favorece a dirigibilidade.

4 – Honda Elite 125: R$ 8.500


Honda Elite
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Por conta do peso da marca, é extremamente popular não só em seu segmento, mas entre todas as motos baratas

O scooter surgiu no lugar do Lead recentemente, em dezembro de 2018, e conseguiu superar a antecessora Lead em alguns aspectos. O maior deles foi o motor monocilíndrico de 4 tempos e injeção eletrônica. O único combustível aceito é gasolina, que com o qual gera 9,34 cv e 1,05 kgfm, sob a administração do câmbio automático CVT. Além disso, a fabricante diz que revisou o sistema de suspensão com a intenção de aprimorar o seu equilíbrio e o conforto em terrenos mais irregulares.

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Quanto ao visual, o Honda Elite 125 é moderno, diferentemente do design mais convencional do antecessor Lead. Há luzes de LEDs à frente, entretanto, as rodas são pequenas como no antepassado (12 polegadas na dianteira e 10 na traseira).

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Isso indica que o scooter tem vocação bem urbana, mesmo que ainda não prometa dominar tanto os buracos maiores das ruas mal conservadas. O painel digital conta com velocímetro digital, conta-giros analógico, hodômetros total e parcial, além medidor de combustível e relógio.

3 – Yamaha Neo 125: R$ 8.390


Yamaha Neo
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Surgiu com design fora do padrão, com cortes futuristas e agressivos na carenagem, e ditou tendência ao segmento

Por quase o mesmo preço da Honda Elite, o Yamaha Neo traz certa vantagem com as suas rodas 14 polegadas, uma vez que promete maior capacidade de lidar com a baixa qualidade do nosso asfalto. Além desse ponto que toca a sua estabilidade, após as mudanças com a chegada da versão atual, o scooter da Yamaha de fato evoluiu, incluindo o seu visual mais moderno.

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Além do motor de 125cc com arrefecimento a ar, que desenvolve 9,8 cv, traz câmbio CVT, pesa apenas 92 kg (ante os 104 da Honda, para efeito de comparação) e 135 mm de altura livre em relação ao solo. Entre os equipamentos — não tão modernos quanto os da Honda — traz medidor de economia de combustível no painel e faróis de LED. Entre os seus acessórios, estão o baú, bagageiro para fixar o baú e capacete aberto que cabe no seu compartimento.

2 – Haojue Lindy 125: R$ 7.487


Haojue
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Mesmo que seja o segundo colocado da lista, pode-se dizer que traz o melhor custo-benefício

O “irmão gêmeo de pais diferentes” Suzuki Burgman , que era vendido por R$ 8.280 antes de sair de linha em janeiro deste ano, era como se fosse uma “variante mais refinada” do Haojue Lindy , com diversos componentes e design em comum, uma vez que a montadora chinesa é uma joint venture com a Suzuki.

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Além disso, por uma boa margem é o scooter mais em conta que se pode comprar na categoria das 125 cc e receberia o nosso “troféu” de melhor custo-benefício — mesmo que seja carburado e conte apenas com ignição eletrônica, pontos onde se começam a perceber algumas diferenças em relação à Burgman.

Entre os seus equipamentos, traz baú de 26 litros que segundo a marca comporta um capacete grande, bagageiro de 11 litros debaixo do banco, porta-objetos com gancho frontal, trava magnética, partida elétrica e descanso de pé dobrável.

Quanto à mecânica e as demais especificações do Haojue Lindy, dispõe de 125 mm de altura livre do solo, rodas de apenas 10 polegadas, 8,4 cv e 0,92 kgfm de potência e torque respectivamente, suspensão convencional (com amortecimento hidráulico e molas helicoidais) e freio a disco na dianteira com pinça de um pistão. Segundo a marca, é capaz de fazer até 35 km/l.

1 – Shineray Retrô EX 50: R$ 7.470


Shineray
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Eis a vitoriosa na nossa lista dos scooteres mais baratos! Apesar de ser uma “cinquentinha”

Se a Dafra lá do 5º lugar é, de longe, o modelo com maior motor, este é, também de longe, a opção com o menor. E mesmo que seja apenas “ 1 Big Mac” (R$ 17) mais em conta que a Haojue Lindy, com motor de 125 cc, não há de se negar que é o scooter mais em conta do Brasil.

Entre os seus únicos equipamentos, vem com bagageiro traseiro regulável, rodas de 12 polegadas, freio à disco na dianteira, porta objetos abaixo do assento e suspensão com duplo amortecimento na frente e atrás. Sua distância do solo é de 100 mm.

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Já o trem de força do top 1 entre os scooteres mais baratos é composto por partida elétrica por pedal, carburador, sistema de ignição por descarga capacitativa e câmbio CVT. Por último, mas não menos importante, o seu motor é um monocilíndrico de quatro tempos, com duas válvulas, que desenvolve 2,95 cv e 3,4 kgfm.

Fonte: IG Carros
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Renegade, Compass, patinetes e SUVs numa reflexão sobre a liberdade

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Jeep Renegade
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Jeep Renegade: o SUV mais vendido do Brasil em 2019 parte de R$ 79.990, mas 70% de suas vendas são para frotistas

Os Jeep Renegade e Compass estão liderando o mercado de SUVs em 2019 e, por isso, a FCA tem muito a comemorar, certo? Sim. Mas não totalmente, pois existe um novo elemento no mercado da mobilidade: o patinete elétrico.

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Patinete
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Patinete elétrico compartilhado em Curitiba: um modelo como este da foto pode custar até R$ 4.200.

Para ocuparem, respectivamente, a oitava e a décima posições no ranking de vendas, o Renegade e o Compass estão sendo vendidos com altos descontos. São as chamadas vendas diretas, feitas em lotes para frotistas. Na média, esse tipo de venda já responde por 40% dos negócios da indústria automobilística. No caso dos SUVs da Jeep, porém, é muito maior: o Jeep Renegade tem 70% de suas vendas feitas com altos descontos e o Jeep Compass tem 64%.

Esse fenômeno está ocorrendo porque o automóvel está deixando rapidamente de ser um símbolo de liberdade. O fordismo (sistema de produção em série iniciado em 1913) deu tão certo que simplesmente não há mais espaço nas ruas das grandes cidades. Até mesmo em estradas o espaço está cada vez mais reduzido.

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Carro: sinônimo de liberdade


Jeep Compass
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Compass: o segundo SUV mais vendido da Jeep custa R$ 103.990 e ocupa a décima posição no ranking geral

Andar de carro sempre foi um símbolo de liberdade. Tanto que o escritor francês Jean Baudrillard, em sua obra O Sistema dos Objetos, classificou o automóvel como “o objeto sublime”, conforme relato em meu livro Revolução no Jornalismo Automotivo (disponível no site da Amazon nos formatos impresso ou e-book).

Baudrillard escreveu que possuir um carro é como possuir um passaporte para a liberdade. Se o deslocamento é “uma necessidade” do ser humano e a velocidade representa “um prazer”, a posse de um automóvel é quase um diploma de cidadania. “A carta de motorista é a credencial desta nobreza mobiliária cujos costados são a compreensão e a velocidade máxima”, diz Baudrillard.

Embora seja um ícone do capitalismo e fundamental para o deslocamento dos indivíduos que movimentam a economia, o automóvel só tem o papel que tem porque a sociedade o fez assim. Ninguém nasce precisando de um carro. Não existem necessidades materiais que sejam naturais para o ser humano.

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Por isso, cabe a pergunta: será que a liberdade ainda está num automóvel? As montadoras tentam de todas as formas nos convencer que um SUV é o atual espírito de liberdade. Ele seria para os dias atuais o que um Ford Mustang conversível foi para o fim dos anos 60, por exemplo. Ou que o um Chevrolet Corvette representou para os jovens americanos no pós-guerra dos anos 50.

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Mas, vejam que incoerência, a maioria dos SUVs é feito para o trânsito urbano! Ou seja: nem precisa de tração 4×4. São muitas as pessoas que compram SUVs com esse espírito. Mas não são todas. E cada vez mais a população das grandes cidades do mundo está adotando as bicicletas e os patinetes elétricos como a melhor forma de mobilidade. É a nova febre no Brasil, seguindo o que acontece na Europa.


Yellow
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Patinete elétrico da Yellow: modelo compartilhado virou uma febre nas principais cidades brasileiras.

Agora, vamos a um detalhe importantíssimo: a questão financeira. O Jeep Renegade mais em conta sai por R$ 79.990. Ele vem com aquele motor 1.8 flex amarrado e beberrão. Com a gasolina no preço que está, não é nada animador. Já o Compass mais acessível custa R$ 103.990. Ele tem motor 2.0 e entrega mais status ao seu dono do que o Jeep Renegade. Mas será que esse status ainda tem o valor que tinha perante alguns setores da sociedade? Ou será que status mesmo é comprar um patinete elétrico e sair por aí driblando o trânsito?

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Um patinete elétrico desses que a gente vê nas calçadas para serem compartilhados pode custar entre R$ 2.000 e R$ 4.200. Estou pegando exemplos de um modelo da MobGo e outro da InMotion. Mas existem patinetes elétricos muito mais baratos. No site do Mercado Livre, por exemplo, é possível encontrar patinetes tipo E-Scooter ou Look Young por R$ 800 divididos em 12x de R$ 75.

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Claro que um patinete elétrico não faz o que um carro faz. Menos ainda se esse carro for um SUV 4×4, como algumas versões do Renegade e do Compass. Porém, o patinete também não desvaloriza horrores, não fica 90% do tempo parado, não paga estacionamento, não tem IPVA, não tem seguro que custa o olho da cara, não requer manutenção caríssima nem outros empecilhos financeiros que têm afastado principalmente os jovens da compra de carros.

Apesar do Jeep Renegade e do Compass, é diante disso tudo que algumas montadoras estão absolutamente envolvidas com o futuro da mobilidade, como é o caso da Toyota, da Honda e da Nissan. Elas ainda mantém o discurso de que o carro é liberdade, mas já perceberam que, em muitos carros, a liberdade é exatamente o oposto: estar fora do carro. Num patinete elétrico, por exemplo.

Fonte: IG Carros
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Agora híbrido, novo Toyota RAV4 chega a partir de R$ 165.990

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Motor Show



Toyota RAV4 branco
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Toyota RAV4 da nova geração ganha linhas arrojadas e deve chamar atenção no mercado diante dos rivais


A Toyota divulgou os preços do RAV4 Hybrid, variação híbrida da nova geração do SUV médio-quase-grande e que estreia no mercado brasileiro em duas versões, com preços que partem de R$ 165.990. As vendas estão previstas para começar no dia 13 de junho.
Clique aqui para conferir aqui a avaliação completa
, feita na Itália por nossos parceiros da Quattroruote.

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Esse novo Toyota RAV4 2019 é montado sobre a base modular TNGA, a mesma usada pelo Prius e na geração mais recente do Corolla, mas na variação K (TNGA-K), mais sofisticada (a do Prius e Corolla é a TNGA-C, também do Lexus UX).

Nas duas versões oferecidas, o Toyota RAV4 Hybrid está equipado com um motor 2.5 a gasolina e outro elétrico, que desenvolvem a potência conjunta de 222 cv. Já o câmbio é automático, do tipo e-CVT. De acordo com a Toyota, o modelo é capaz de percorrer até mil quilômetros apenas com um tanque de gasolina.

A configuração mais acessível é a S Hybrid. De série, traz itens como faróis de LED, sete airbags, bancos de couro com regulagem elétrica para o motorista, bancos de couro com sistema de ventilação nos assentos dianteiros, seletor de modos de condução, ar-condicionado automático de duas zonas, chave presencial, volante multifuncional e sistema multimídia com tela de 7″.

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Já a versão SX Hybrid sai por R$ 179.990 e adiciona itens como teto solar panorâmico, carregador de celular por indução, abertura motorizada da tampa do porta-malas, piloto automático adaptativo e o pacote de segurança Toyota Safety Sense II, que estreia as tecnologias semiautônomas da marca no Brasil (frenagem automática, farol alto automático, alerta de mudança de faixa, assistente de permanência em faixa e piloto automático adaptativo).

O novo Toyota RAV4 foi avaliado na última bateria de crash tests do Latin NCAP, obtendo a pontuação máxima de cinco estrelas (
leia mais aqui
).

Fonte: IG Carros
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