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Vacinação contra febre aftosa imunizou 98,50% do rebanho previsto

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A segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa, realizada em novembro, imunizou 94,87 milhões de bovinos e búfalos no país, dos 96,31 milhões previstos, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Com isso, a cobertura vacinal atingiu 98,50%. A maior parte dos estados vacinou animais com idade de até 24 meses. As exceções foram o Acre, Amapá, Espírito Santo e Paraná, que vacinaram animais de todas as idades, de acordo com dados informados pelo Departamento de Saúde Animal e Insumos Pecuários.

Na etapa de novembro de 2018 foi usada pela última vez a vacina de 5 ml. A partir deste ano, nas etapas de vacinação, nova dose de 2 ml bivalente (para dois tipos de vírus) será utilizada. As campanhas iniciarão em 15 de março no Amazonas, concentradas nos meses de maio (1ª etapa) e de novembro (2ª etapa) na maioria das unidades federativas.

Os produtores precisam estar atentos para usar a dose correta da vacina – 2 ml – para não haver sobredosagem no animal, que pode provocar caroços, edemas, inchaços e até abscesso, no caso eventual de contaminação.

Cuidados na vacinação

  • Compre as vacinas somente em lojas registradas.
  • Verifique se as vacinas estão na temperatura correta (2° C a 8° C).
  • Para transportá-las, use caixa térmica, coloque três partes de gelo para uma de vacina e lacre.
  • Mantenha a vacina no gelo até o momento da aplicação. Escolha a hora mais fresca do dia e reúna o gado. Mas lembre-se: só vacine bovinos e búfalos.
  • Durante a vacinação, mantenha a seringa e as vacinas na caixa térmica e use agulhas novas, adequadas e limpas. A higiene e a limpeza são fundamentais para a boa vacinação.
  • Agite o frasco antes de usar e aplique a dosagem certa em todos os animais: 2 ml.
  • O lugar correto de aplicação é a tábua do pescoço, podendo ser no músculo ou embaixo da pele. Aplique com calma.
  • Não esqueça de preencher a Declaração de Vacinação e entregá-la no Serviço Veterinário Oficial do seu Estado junto com a Nota Fiscal de compra das vacinas.
Veja Mais:  Garantia-Safra paga R$ 442,4 milhões para mais de 520 mil agricultores no ciclo 2017/18

Confira no link os resultados da vacinação 
Siga o calendário de vacinação de 2019

 

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
Janete Lima
imprensa@agricultura.gov.br

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Produtores temem prejuízos com suspensão do plantio excepcional da soja em fevereiro

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Defesa Agrícola

Produtores temem prejuízos com suspensão do plantio excepcional da soja em fevereiro

A pesquisa deixa claro que o plantio de soja em fevereiro respeita o vazio sanitário.

28/02/2020

 
Produtores das 21 áreas experimentais selecionadas para realização de pesquisa de plantio excepcional de soja em fevereiro, com uso de fungicidas biológicos e com multissítios para o combate à Ferrugem Asiática, em Mato Grosso, podem ter prejuízos. É que mesmo após acordo com órgãos de controle para realização do estudo, o Ministério Público Estadual (MPMT) recomendou a suspensão dos trabalhos. A orientação foi acatada pelo Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), que realizou aplicação de multas em algumas áreas. Os agricultores ainda temem ter que destruir o plantio de semente de soja para uso próprio e arcar com prejuízos.
 
A pesquisa realizada pela Fundação Rio Verde e Instituto Agris foi iniciada após acordo extrajudicial, válido legalmente pela Lei de Mediação nº 13.140/2015, entre a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), com o Indea, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
 
Produtor em Primavera do Leste, Cristian Braun, participa da pesquisa com uma área de 50 hectares da propriedade. Ele teme os prejuízos que podem ocorrer a partir de agora com a quebra do acordo feito com o Indea. “Deixamos de plantar em outubro e novembro, e separamos uma área para essa pesquisa. O Indea veio no final de janeiro, vistoriou essa área e aprovou a mesma para a pesquisa. Não tinha soja anteriormente plantada, portanto, não seria plantio de soja sobre soja. Uma semana depois voltou com a proibição, de forma ríspida, porém grande parte já tinha sido plantada”, contou.
 
A pesquisa deixa claro que o plantio de soja em fevereiro respeita o vazio sanitário. Além disso, o cultivo será de semente para uso próprio, que cultivadas nesse período, tem maior qualidade.
Marcos Roberto Bravin, produtor de Primavera do Leste, também participa da pesquisa e demonstra preocupação e indignação diante da situação. “Fica aqui a minha indignação e protesto quanto ao que está acontecendo. Porque estávamos fazendo tudo legalmente. Antes da calendarização do plantio da soja, a gente fazia semente salva em fevereiro, e nunca adentramos o vazio sanitário, e sempre foi a melhor semente para produção em cima de germinação, vigor e controle de Ferrugem”, pontuou. 
 
De acordo com a pesquisa, a diferença cai de no mínimo oito aplicações de fungicida em dezembro, para quatro em fevereiro, conforme comprova, o produtor. “Em dezembro eu fazia até 11 aplicações de fungicidas e muitas de inceticida para o percevejo. Já em fevereiro reduziu para quatro aplicações para combater a Ferrugem e menos aplicações ainda, para o percevejo”, explicou Bravin. 
Ele acredita que também faltou apoio de outras entidades ligadas ao agronegócio. “Estou muito triste porque a Famato que era para nos defender, simplesmente nos abandonou e foi contra o produtor não sei o porquê. Fica aqui meu apelo e tristeza por combinar algo com os órgãos do estado e agora vai tudo por água abaixo? Fomos notificados e não sabemos como faremos diante do prejuízo que poderemos ter com tudo isso. Os fiscais ficaram de voltar na propriedade para falar o que vai ter que fazer daqui para frente”, desabafou o produtor Marcos Bravin.
 
“O produtor não pode mudar as coisas de um dia para outro, qualquer planejamento leva meses e agora com essa ameaça de multa, e até mesmo de destruição de lavoura, corremos o risco de perder a safra do ano todo, e o pior perder toda produção de semente para o resto da área da propriedade. E eles não têm nenhum dado científico, nem respaldo para tomarem essa decisão”, ressaltou Cristian Braun. 
 
Conforme o vice-presidente da Aprosoja, Fernando Cadore, o trabalho é realizado dentro da lei e baseado em um acordo com todos os entes interessados e órgãos de controle. “Todos concordaram com essa pesquisa, os produtores plantaram a soja em fevereiro e agora podem ter um grande prejuízo.  O Ministério Público, atendendo uma demanda de outras entidades, que não representam os produtores de soja, cometeu essa injustiça que pode ser prejudicial para a próxima safra. Nós esperamos que isso seja revertido”, defendeu Cadore.
Fonte: APROSOJA

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Tereza Cristina se reúne com representantes do MCTIC para discutir conectividade rural

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) se reuniu hoje (28) com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) para discutir medidas para ampliar a conectividade no campo.

O secretário de Telecomunicações do MCTIC, Vítor Elísio de Menezes, explicou a base legal de instrumentos e iniciativas da pasta que podem contribuir para a implantação de uma política de conectividade no campo. Essa é uma demanda do Mapa e será formulada pelos dois ministérios. A ministra observa que essa política é muito importante para avançar na modernização do campo e ampliar o acesso dos produtores às inovações tecnológicas.

“É importante priorizar áreas rurais de utilização mais intensa de tecnologia”, avaliou a ministra Tereza Cristina ao ressaltar a necessidade de contemplar não apenas os grandes produtores, mas também os de médio e pequeno porte. Participaram também da reunião os secretários de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, e de Política Agrícola do Mapa, Eduardo Sampaio.

Com o leilão do 5G, previsto para o último trimestre deste ano, a cobertura com banda larga móvel deverá abranger pelo menos 945 aglomerados rurais, envolvendo inclusive projetos de assentamento e aldeias indígenas. Dentro desse pacote, apresentado pelo MCTIC, está também a cobertura de banda larga móvel em rodovias federais, com atendimento a propriedades vizinhas. Para o secretário de Telecomunicações, é importante evitar a sobreposição de políticas públicas e ressaltou que, no cenário tecnológico atual, é importante conectar não só as pessoas, mas o campo. “O investimento prioritário é o campo conectado”.

Veja Mais:  Ministério da Agricultura publica lista de membros do Conselho do Café

Estudo encomendado pelo Mapa à Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) para mapear a situação da conectividade rural mostra que menos de 4% do território nacional é conectado à internet e que há uma demanda por pelo menos 5.600 antenas para melhorar a oferta de banda larga no país. O documento está em fase de validação pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Recursos  

Para a execução da política de conectividade rural, uma das ideias em estudo é a utilização de recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), que arrecada, por ano, em média, R$ 1,6 bilhão. Esses recursos, atualmente, só podem, de acordo com a legislação, ser utilizados para a expansão da telefonia fixa.

Está em tramitação no Senado Federal um projeto de lei (PL 172) que altera a legislação de criação do fundo para permitir a aplicação de seus recursos inclusive na área de telefonia móvel. Prevê ainda que administração do Fust será feita por um Conselho Gestor, com a participação do Mapa.

O foco, de acordo com a proposta apresentada pelo MCTIC, são as áreas rurais em torno de 350 mil hectares produtivos e com maior retorno.

Informações à imprensa
imprensa@agricultura.gov.br

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Mapa vai ampliar utilização de cães de detecção nos aeroportos de SP e do RJ

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Frida, Meg e Vamp, integrantes da equipe K9 dos cães de detecção do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vão reforçar a fiscalização agropecuária nos aeroportos de Guarulhos (SP) e no Galeão (RJ) no segundo semestre. Posteriormente, serão definidos outros pontos estratégicos como portos e postos de fronteira para a atuação de novos cães. 

Os cães K9 também irão trabalhar, quando necessário, na Força Nacional do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa), destinada a executar medidas de prevenção, vigilância, assistência e controle de situações de risco epidemiológico e de desastres fitossanitários e zoossanitários que ameacem lavouras e rebanhos.

Vigilância

A atuação de Frida, Meg e Vamp irá aperfeiçoar a vigilância de produtos de origem animal e vegetal nos dois maiores aeroportos do país, graças ao seu faro altamente sensível. O objetivo da utilização dos cães é evitar o ingresso da peste suína africana, entre outras doenças e pragas que podem afetar o agronegócio.

Meg tem o perfil detalhista e paciente pois é uma Golden Retriever. Já Vamp e Frida são da raça Pastor Belga Malinois. Vamp é prestativa, enérgica e esperta. Frida é persistente, corajosa e focada. 

Até o final do ano sairá do papel o projeto para construção do Centro Nacional de Cães de Detecção, que será instalado no terreno do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em Brasília, para abrigar mais cães de detecção. No local, poderão ser alojados até 30 animais por ciclo de formação (tempo médio de três a oito meses). 

Veja Mais:  Embrapa desenvolve biofertilizantes à base de algas marinhas

Seleção

Na próxima semana, será publicado edital com as regras para seleção dos servidores públicos efetivos que irão trabalhar com o trio. Cerca de 500 pessoas já manifestaram interesse em participar da seleção, que resultará na escolha de seis operadores.

As inscrições poderão ser realizadas no período de 02 a 10 de março de 2020, apenas para servidores que manifestaram interesse no período de 21 de maio a 08 de junho de 2019. A seleção terá duas fases e prevê curso preparatório de 30 dias  (encerrado em 26 de junho) para os servidores trabalharem com os cães. 

Para mais informações: (61) 3218-2300/ selecao.enagro@agricultura.gov.br   

Informações à Imprensa
Janete Lima
imprensa@agricultura.gov.br

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