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VELHA POLÍTICA SE FORTALECE

Publicado

Junior Macagnan

Para o brasileiro que está na rua desde 2013 lutando contra a corrupção, a última semana foi de reveses. Com a grande renovação no congresso nacional em 2018, a expectativa era que vários degraus rumo a uma nação desenvolvida, prospera e de oportunidades surgisse. Porém grande parte do Congresso Nacional tem se comportado igualmente aos seus antecessores e isso culminou com a derrubada dos vetos da Lei de Abuso de Autoridade, como resultado, já temos lido na imprensa que juízes estão arquivando inquéritos com base nesta nova lei.

O Supremo Tribunal Federal (STF) legislando uma nova regra, que pode retroagir e beneficiar todos os condenados pela operação Lava Jato, operação esta que tem previsão de devolução de quase R$ 50 bilhões. Valores que poderiam ser usados na saúde, educação e segurança, mas que infelizmente foram desviados pela corrupção sistêmica. Desses escândalos, quantos corruptos foram presos antes da Lava Jato?  Pouquíssimos.

Vetos parciais da nova lei eleitoral, facilitarão o caixa 2, o que permite que partidos políticos usem recursos públicos para adquirir bens, e pagar sem limites advogados e contadores para defenderem políticos de possíveis crimes eleitorais, sendo ele eleito ou não. Esse dinheiro todo é proveniente dos nossos bolsos, do meu, e do seu imposto. Vale ressaltar que o Partido Novo é contra o fundo partidário e eleitoral e não faz uso destes recursos.

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Neste cenário de mudanças negativas, mais mudança no Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), demissões na Policia Federal, faz com que o momento seja grave, e traga muita insegurança jurídica, o que acaba afastando investidores. São exemplos de que a velha política segue se fortalecendo nos bastidores. Não podemos minimizar estes fatos e mais do que nunca é preciso da sociedade brasileira resiliência, coragem e participação ativa na luta contra a corrupção e desmandos.  Temos que valorizar e proteger nossa democracia. Toda mudança é muito difícil, mas uso da liberdade democrática para dizer o quanto vejo tudo isso com indignação.

JUNIOR MACAGNAM é empresário, presidente do Sincalco-MT e filiado ao partido Novo.

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Pedra Preta e a juventude nas eleições de 2020

Publicado

As previsões para 2020 nas eleições municipais do município de Pedra Preta prevê um número significativo para candidatos jovens no município.

Entenda…

A previsão é de que a juventude deve dominar o cenário político da cidade.

Esse público jovem vem cada vez mais interessados em propor uma mudança tão almejada pela população do município sul mato-grossense, cansado de uma política criche e de anos de promessas não fundamentadas. A juventude parece vir bem desempenhada, com grupos de formadores de opiniões, estudantes e jovens empresários que sempre sonhou com um município mais próspero para se morar.

Essa comunidade ainda com um grande olhar e visão de esperança futura para que o município saia de uma “alienação” de um histórico político frágil, e assim com olhar e visão futurista planejar e criar uma proposta consistente e objetiva …

Esse novo público se propõe a fazer frente nas eleições municipais de 2020…

“Sim

“O diferencial e ousado a juventude acreditar tanto na política em uma época onde muitos brasileiros estão desacreditados e desmotivados da política atual” .

Por Brunno Lois- Liderança Jovem DC

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A corrida contra minha morte

Publicado

Por Dr. Rosário Casalenuovo Júnior

Agora é pra valer, próximo de 60 anos, os exercícios que faço, as corridas, os treinos na academia, no cross fit, têm agora um adversário sem escrúpulo, um adversário que é juiz da partida ao mesmo tempo. Já pensou? O cara é meu adversário, que apita a partida, tem o cartão amarelo e o verrrrmelho no bolso. Pior que tenho a consciência que um dia serei expulso do jogo para sempre.

Faço esta analogia pois fui desde criança, apaixonado pelo esporte, participei de atletismo na cidade de Presidente Prudente-SP, treinado pelos professores da família Ronque, Furtunato (Natinho) e Douglas. Meus adversários eram garotos como eu, fui jogador de voleibol também, jogando até a faculdade de odontologia na mesma cidade.

Mesmo depois de não ter mais times, nunca parei de praticar esporte. Pois existia em mim a cultura desportiva. Que é uma consciência onde passamos a jogar contra a si mesmo, contra a preguiça, desprezar a sedução do sofá, da televisão. Como não participava de times como na juventude, passei a ter eu próprio como adversário. Digo que os jovens tem a obrigação de serem atletas, não tem desculpa. Está tudo propício, energia, hormônios, disposição, tempo, cabeça sem problemas. Nada de desculpas, pois até mesmo atletas cadeirantes, deficientes visuais, como especial neuro ou físico, estão nas olimpíadas, onde o Brasil é vencedor. Portando jovens, vamos levantar do sofá e partir para gastar energia.

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Jogadores de futebol profissional são jovens ou até mesmo trintões e depois que param alguns engordam, param de praticar exercícios regularmente, isto representa que não existia nele a cultura desportiva. Pra mim começa a valer o esporte depois de 50 anos, pois aí estamos competindo para se manter saudável, disposto e vivo. A corrida é um bom medidor do envelhecimento pelo fato de manter uma constância, em velocidade e em percurso, onde se mede o tempo e o grau de cansaço. A cada década de corrida, estes medidores vão se alterando, tempo aumenta, percurso reduz, de 21, para 15, 10 Km “tá bom”. Já corri com idosos de 80 anos, 10 Km. Isso me deu uma esperança, um grande incentivo para desmistificar esta década.

A cultura desportiva é o mais importante de desenvolver na consciência dos nossos filhos, pois assim estarão sempre lutando contra a “marvada “da preguiça que acentua nas regiões mais quentes como Cuiabá.

Veja como o adversário vai mudando com o tempo, lutava com unhas e dentes para ganhar dos outros, depois vencer a mim mesmo e dos 60 para frente, me distanciar do meu fim, correndo dele. Agora é pra valer como nos jogos mortais. Mas sabe que é divertido essa brincadeira de verdade? Estou gostando desse jogo da vida. E você, qual seu adversário hoje?

*Rosário Casalenuovo Júnior é dentista, professor de odontologia há 30 anos, músico e articulista dos principais jornais de Mato Grosso. Cristão, atleta, pai de Pedro e Giovanna. Contato: rosário.casalenuovo@hotmail.com

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Toda causa importa

Publicado

Leonardo Campos*

O sistema judiciário brasileiro possui peculiaridades interessantes que reforçam a importância da advocacia. Este protagonismo se confirma na missão confiada a cada profissional pela busca da efetivação dos direitos previstos em nossa Constituição, na árdua luta para transformar o conceito de justiça da teoria para a prática, papel desempenhado todos os dias em cada juizado especial, em cada fórum, em cada tribunal.

A ausência de distinção entre as causas se confirma com o ordenamento jurídico brasileiro e suas peculiaridades levantadas no início deste texto. Um (a) advogado (a) recém-formado (a), por exemplo, pode, tão logo receba sua carteira da Ordem dos Advogados do Brasil, embarcar para Brasília e fazer uma sustentação oral perante os 11 ministros que compõem a mais alta Corte do país ou peticionar em um juizado especial, tratado pela Lei como o foro para solucionar litígios de menor complexidade. Em outros países, como os Estados Unidos, é necessário tempo de advocacia para galgar a condição de advogar em instâncias superiores.

Ter o entendimento deste papel na sociedade brasileira é de fundamental importância para cada um dos profissionais. O (a) advogado (a) é, sem sombra de dúvidas, o último sopro de esperança do seu cliente e deve tratar cada causa, seja em um juizado especial, seja no Supremo Tribunal Federal (STF), como a ação mais importante da vida daquele que nos confia o patrocínio da causa e, portanto, devemos atuar sempre com nossa melhor capacidade técnica.

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E esta liberdade deve ser encarada pelos profissionais do Direito como uma responsabilidade. É preciso um contato próximo e pessoal do profissional da advocacia com seu cliente, para que aquele que deposita na Justiça sua esperança, seu pleito, se sinta de fato atendido. Defender um cliente significa se apropriar de sua causa, de sua luta, toma-la para si e fazer o melhor nesta defesa. Não há espaço para uma relação distante, mercantilista, para uma defesa que seja menos que aguerrida.

Do mesmo modo, à população que busca uma solução para um determinado conflito, é de fundamental importância conhecer o profissional que vai defende-lo perante à Justiça. Saber quem é a pessoa, qual seu histórico profissional e buscar esta relação de proximidade com seu defensor, enfim, tratar com ele de forma pessoal. Quem tem uma demanda judicial deve se guiar por aspectos objetivos na escolha desta pessoa.

Aos advogados e advogadas, cujo papel na sociedade está gravado na nossa Constituição, por meio do artigo 133, é de fundamental importância entender que a causa do momento é a causa mais importante de sua vida. Seja em um juizado especial, seja no Supremo Tribunal Federal.

*Leonardo Campos é advogado e presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT)

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Câmara Municipal de Rondonópolis

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