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Saúde

Venda de 46 planos de saúde está proibida a partir desta segunda-feira

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A suspensão dos planos de saúde, que tem caráter temporário, passa a valer a partir desta segunda-feira
Agência Brasil

A suspensão dos planos de saúde, que tem caráter temporário, passa a valer a partir desta segunda-feira

A comercialização de 46 planos de saúde de 13 operadoras está suspensa a partir desta segunda-feira (11) por decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A medida, anunciada pela agência no último dia 1º, é temporária e acompanha os resultados trimestrais do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, que monitora o desempenho do setor.

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A mesma avaliação permitiu a retomada, também a partir desta segunda, da venda de outros sete planos de saúde de duas operadoras, que haviam sido suspensos anteriormente.

De acordo com a ANS , a suspensão temporária da comercialização de planos de 13 operadoras se deu em função de reclamações sobre cobertura assistencial, prazo máximo de atendimento e rede de atendimento, entre outras. A medida foi anunciada antes do carnaval, com base em reclamações de beneficiários no último trimestre de 2018.

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Confira a lista dos planos suspensos :

SALUTAR SAÚDE SEGURADORA S/A

  • SALUTAR 600 MAIS
  • SALUTAR 600
  • SALUTAR 800 MAIS
  • SALUTAR 600
  • Especial Adesão sem Coparticipação sem Franquia
  • Clássico – Emp Estadual QC Sem FM
  • ESPECIAL
  • Salutar Clássico Adesão Enfermaria Sem Co-Part ou Franquia
  • Salutar Clássico Empresarial Enf Sem Co-Part ou Franquia
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UNIMED NORTE/NORDESTE-FEDERAÇÃO INTERFEDERATIVA DAS SOCIEDADES COOPERATIVAS DE TRABALHO MÉDICO

  • COLETIVO POR ADESÃO PLUS – UNNE
  • COLETIVO POR ADESÃO BÁSICO – UNNE
  • COLETIVO POR ADESÃO APART
  • COLETIVO POR ADESÃO ENFERMARIA

CAIXA DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES DA FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE – CAPESESP

  • CAPESAÚDE Assistência Superior I

AMI – ASSISTÊNCIA MÉDICA INFANTIL LTDA

  • Flex I – Enfermaria
  • Diamante I – Enfermaria
  • Diamante II – Apartamento
  • Master I – Enfermaria
  • Master II – Apartamento

UNIMED NATAL SOC. COOP. DE TRAB. MÉDICO

  • UNICOL II
  • UNI GREEN AD C-E

UNIMED VALE DO AÇO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO

  • Unimed Nacional Enfermaria
  • AMBULAT + HOSPITALAR COM OBSTETRÍCIA – QUARTO PRIVATIVO

UNIMED-RIO COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO DO RIO DE JANEIRO

  • Unimed Delta 2 PPE
  • Unimed Personal Quarto Coletivo 2
  • Unimed Alfa 2
  • Unimed Beta 2
  • Unimed Delta 2
  • Unimed Ômega Plus PPE
  • Unipart Beta 2 (0114)
  • Unimed Delta
  • UniPart Singular
  • UniPart Alfa 2 Dental
  • UniPart Rio Básico QP

AMEPLAN ASSISTÊNCIA MÉDICA PLANEJADA LTDA

  • Plano Executivo
  • PLENO PFE
  • AMEPLAN SENIOR PFE
  • Plano Executivo
  • Plano Especial

AMENO ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA.

  • PLANO REGIONAL GLOBAL
  • PLENUS PJ

POSTAL SAÚDE CAIXA DE ASSISTÊNCIA E SAÚDE DOS EMPREGADOS DOS CORREIOS

  • CorreiosSaúde II

COOPUS PLANOS DE SAÚDE LTDA

  • 130.1.3

HOSPITAL BOM SAMARITANO S/S LTDA

  • PLANSAÚDE ESPECIAL
  • PLANSAÚDE PLUS

HALSA OPERADORA DE MEDICINA DE GRUPO LTDA

  • EMPRESARIAL REFERÊNCIA GR.MUM
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“Os planos de saúde suspensos só podem voltar a ser comercializados quando forem comprovadas melhorias”, informou a agência. Eles atendem, juntos, a cerca de 570 mil beneficiários, que não são afetados pela medida. A assistência médica continua valendo para quem já é cliente, mas novas vendas não podem ser feitas.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Gato é flagrado perto de bebê prematuro e maternidade do Piauí abre investigação

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Imagem de gato ao lado de bebê prematuro em maternidade do Piauí viralizou nas redes sociais
Reprodução/Twitter

Imagem de gato ao lado de bebê prematuro em maternidade do Piauí viralizou nas redes sociais

Uma foto de um gato ao lado de um bebê prematuro no Centro Obstetrício da Maternidade Dona Evangelina Rosa (MDER), em Teresina, no Piauí, viralizou nas redes sociais e está causando polêmica entre os internautas. A cena teria sido registrada na madrugada de segunda-feira (18) por um médico da Instituição que se revoltou com o ocorrido.

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Em nota, a maternidade afirmou que desconhece o espaço na unidade hospitalar, mas que, mesmo assim, abriu uma investigação, por meio das câmeras de segurança, para apurar a presença do gato na sala destinada aos recém-nascidos que aguardavam vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal.

A direção do hospital ainda informou que solicitou uma perícia para analisar a imagem, para verificar se não se trata de uma montagem, e advertiu em relação ao compartilhamento da imagem da criança e ao usou de aparelhos tecnológicos dentro da maternidade . “Segundo o Estatuto da Criança de do Adolescente (ECA) – é crime publicar imagens de crianças e adolescentes, mais grave ainda em situação delicada de um bebê prematuro, que inspira cuidados, internado em uma Unidade Hospitalar”, informou. Confira abaixo a nota na íntegra:

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“Sobre a denúncia de um gato ao lado de um bebê prematuro, supostamente na Maternidade dona Evangelina Rosa ( MDER), a Instituição esclarece que desconhece esse espaço na Unidade Hospitalar, mesmo assim, pelo nosso compromisso com a transparência e em respeito a outros meios de comunicação que tiveram acesso às imagens, estamos realizando uma investigação através das câmeras de segurança da Casa. Também foi solicitada um perícia para revelar se trata-se de uma montagem.

Como todas as crianças aqui internadas são de responsabilidade da Evangelina Rosa, lembramos, ainda, que segundo o Estatuto da Criança de do Adolescente (ECA) – é crime publicar imagens de crianças e adolescentes, mais grave ainda em situação delicada de um bebê prematuro, que inspira cuidados, internado em uma Unidade Hospitalar.

Outro fato, não menos grave, é a utilização de aparelhos de celular ou câmeras fotográficas dentro das instalações da Maternidade onde se manuseiam pacientes. Pesquisas revelam que telefones carregam 10 vezes mais bactérias do que a maioria dos assentos de banheiro. Um outro estudo encontrou mais de 17 mil genes bacterianos em telefones. Se uma pessoa estiver com alguma doença infecciosa, como uma gripe ou um resfriado, e tossir na mão antes de mexer no celular ou tocar no telefone de um colega, o vírus pode se espalhar rapidamente, contaminando diversos indivíduos, fato que a diretoria da Maternidade tem demonstrado preocupação, no sentido de preservar a saúde dos bebês”.

O caso também foi comentado pelo deputado estadual Gustavo Neiva (PSB ), que lamentou o “descaso” da principal maternidade pública do Piauí . “Esperamos que a direção tome as devidas providências para que casos como esse não voltem a acontecer e coloque em risco a vida de recém-nascidos, tendo em vista que não se sabe a procedência do animal e o local ser restrito para profissionais”, afirmou.

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O registro do gato não é o primeiro problema enfrentado pelo hospital. Desde novembro de 2018, a maternidade passa por uma interdição ética parcial, devido à estrutura precária, ao atraso de salários e ao aumento da mortalidade de bebês e mães por infecção hospitalar. Com isso, os médicos passaram a atender apenas casos de alta complexidade.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Lei que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica avança no Senado

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Lei que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica foi aprovado na CCJ do Senado
Shutterstock/Arquivo

Lei que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica foi aprovado na CCJ do Senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje (20) substitutivo da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) 61/2017, que determina que os profissionais de saúde registrem no prontuário de mulheres indícios de prática de violência doméstica.

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O substitutivo prevê a comunicação à autoridade policial, inclusive nos casos de suspeita de violência , como já o faz o Artigo 19 do Estatuto do Idoso. O texto foi enviado ao plenário em regime de urgência, e a presidente da comissão, senadora Simone Tebet (MDB-MS) espera que seja incluído ainda hoje na pauta.

Segundo o texto, os profissionais de saúde terão prazo de 24 horas comunicar à polícia, os casos de suspeita ou confirmação de violência contra a mulher atendida em serviços de saúde públicos e privados. De acordo com a autora, ao registrar o fato, o profissional de saúde estaria contribuindo não só para sua notificação, mas também para a prevenção e apuração dessa prática criminosa.

Inicialmente, o projeto pretendia acrescentar essa previsão à Lei Maria da Penha (Lei 11.340, de 2006), mas a relatora, senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE), decidiu elaborar um substitutivo, deslocando a medida para a Lei 10.778, de 2003, que já regula a notificação compulsória de casos de violência contra a mulher atendida em serviços de saúde públicos ou privados. A providência, explicou Maria do Carmo, foi tomada para afastar questionamentos quanto à juridicidade e constitucionalidade da matéria.

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O projeto inicial previa que a direção da instituição de saúde deveria comunicar o fato às autoridades policiais, que, na sequência, deveriam informar à Secretaria de Segurança Pública local. Tal previsão foi excluída pela relatória.

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“A constitucionalidade do projeto poderia ser questionada em razão de prever obrigações às polícias estaduais e aparente tarefa às secretarias estaduais, o que poderia ser entendido como desrespeito à autonomia dos estados, prevista no artigo 18 da Constituição federal, e à reserva de iniciativa legislativa do tema pelos governadores”, explicou a senador

Como o texto aprovado pela Câmara sofreu mudanças no Senado, o PLC 61/2017 deverá ser reexaminado pelos deputados federais, caso seja aprovado pelo Plenário do Senado. Caso passe pela Câmara, o projeto que obriga médicos a relatarem casos de violência doméstica vai para sansão presidencial.

Fonte: IG Saúde
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Brasil perde status de país livre de sarampo após mais de 10 mil casos em um ano

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Primeiros casos recentes de sarampo no país foram identificados em fevereiro de 2018
Marcelo Camargo/ABr

Primeiros casos recentes de sarampo no país foram identificados em fevereiro de 2018

O Brasil perderá o certificado de país livre do sarampo. Segundo o Ministério da Saúde, a pasta informou à Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) o registro de um caso de sarampo endêmico no Pará, em 23 de fevereiro deste ano. 

Com isso, o Brasil perderá a certificação de país livre do sarampo e iniciará o plano para retomar o título, concedido pela Opas em 2016. De acordo com o ministério, o prazo para reconquistar o certificado é de 12 meses.

Em comunicado, o ministro Luiz Henrique Mandetta informou que as taxas de vacinação caíram muito nos últimos anos e precisam voltar ao patamar de 95%.

“Nosso plano consiste em encaminhar medidas importantes ao Congresso Nacional, como a exigência do certificado de vacinação, não impeditiva, de ingresso na escola e no serviço militar. Reforçaremos, ainda, o monitoramento da vacinação, por meio dos programas de integração de renda e como norma para os trabalhadores de saúde”, disse. O ministro acrescentou que uma secretaria será criada para monitorar os índices de imunização no país.

Outra medida é a veiculação de uma campanha, em abril, para estimular a vacinação contra a doenças nos estados do Amazonas, Roraima e Pará, que, desde o ano passado, registram a transmissão ativa do vírus. O foco da imunização são crianças de seis meses a menores de cinco anos, público com menor indicador imunização e mais vulnerável.

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Os primeiros casos da doença foram identificados em fevereiro de 2018. A partir desses casos, o bloqueio vacinal foi intensificado, com campanhas específicas em Roraima e em Manaus no primeiro semestre. A campanha nacional para as crianças ocorreu em agosto.

De acordo com o Ministério da Saúde, até 19 de março deste ano, 48 casos de sarampo foram confirmados no Brasil, sendo 20 importados e 28 endêmicos. Dos casos endêmicos, 23 foram registrados no Pará e cinco no Amazonas. Em 2018, o país teve 10.326 casos da doença, com pico em julho (3.950 casos). A vacina está disponível nos postos de saúde.

A doença provoca infecções respiratórias, otites, diarreia e doenças neurológicas. Algumas das sequelas são redução da capacidade mental, cegueira, surdez e retardo do crescimento. Nos casos mais graves, o sarampo pode levar à morte. O Brasil recebeu o certificado, em 2016, após a Opas ter considerado que o país havia eliminado o sarampo . No ano anterior, o país havia registrado os últimos casos da doença.

Fonte: IG Saúde
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