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Policial

Vigilante é suspeita de participação na tentativa de assalto a carro-forte em Cuiabá

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A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), sob o comando do delegado Flávio Henrique Stringuetta, pediu à Justiça a quebra do sigilo telefônico da vigilante do carro forte envolvido no tiroteio dentro do supermercado Atacadão, em Cuiabá, na última sexta-feira (10). Ela rolou no chão com um dos assaltantes e não usou a arma que tinha em mãos.

Com isto, o assaltante foi morto por outro vigilante da empresa Brinks. “Vamos extrair os dados do aparelho celular dela que podem ter sido apagados já que demorou cerca de uma hora entre a ação criminosa e essa mulher dizer que ela era suspeita. Então, podem ter sido apagados dados e vão ser extraídos agora com autorização judicial”, revelou Flávio Stringuetta em entrevista à TV Centro América nesta segunda-feira (13).

A medida se faz necessária para confirmar ou descartar a possível participação da vigilante na tentativa de assalto que terminou com três criminosos mortos a tiros e gerou pânico, gritaria e muita correria dentro do estabelecimento situado na Avenida Fernando Corrêa da Costa, região do Coxipó. Conforme o delegado, o motorista do carro foi ouvido.

Segundo o delegado, o motorista disse ter suspeitado da ação da colega de trabalho porque ela não fez qualquer disparo contra os bandidos e ainda mentiu. “Nós ouvimos o motorista dizer que também suspeitou da ação dela porque ela não disparou, teve a chance de disparar contra o criminoso e ela mentiu pra ele ao dizer pra ele que a arma dela tinha falhado, o que não é verdade. Ela não puxou o gatilho em nenhuma vez”, disse Flávio Stringueta que afirmou ter “convicção” de que a segurança está envolvida na tentativa de assalto.

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O delegado trabalha com a possibilidade de  envolvimento de pelo menos 10 pessoas no crime e investiga a possível participação de integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) com ordens para trática do assalto vindas de dentro de unidades prisionais como a Penitenciária Central do Estado (PCE). A vigilante, cujo nome não foi divulgado, passou à condição de suspeita por causa de áudios que circulam em grupos de WhatsApp acusando-a de ter participação no assalto.

Acompanhada de um advogado, ela foi ouvida pelo delegado Flávio Stringuetta e negou ter envolvimento com os criminosos.

ÁUDIOS NO WHATSAPP 

Conforme os áudios divulgados ainda na noite de sexta-feira, a mulher do assaltante Dauan Félix da Silva, um dos mortos na tentativa de assalto, chegou ao local do tiroteio fazendo “escândalo” e gritando que a vigilante teria envolvimento, pois teria passado informações para os assaltantes. Ela foi levada para a delegacia e teria confirmado sua versão de que a vigilante teria envolvimento na tentativa de roubo. “A mulher estava com os caras. Era para explodir o cara da 12 só. Os cara viajou irmão”, diz um dos áudios. Em outra gravação um homem afirma que “a mulher do cara que morreu chegou gritando para os polícia. A mulher vigilante que deu o canal de tudo”, diz.

A vigilante em questão aparece nos vídeos gravados pelo circuito interno de segurança do Atacadão entrando em luta corporal com um dos assaltantes. Ela estava em pé ao lado de um caixa eletrônico e segurando um malote.

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Num determinado momento um dos bandidos vai até ela e tenta tomar o malote. Por sua vez a vigilante o agarra e ambos caem no chão. Outro vigilante do carro forte chega o lado do ladrão e atira em suas costas à queima-roupas. Ele morre na hora e a vigilante se levanta em seguida.

Outros dois assaltantes foram baleados dentro de um HB 20 de cor branca no estacionamento do supermercado. Um deles, morreu no veículo enquanto outro foi socorrido, mas morreu a caminho do Pronto-Socorro de Cuiabá.

Os ladrões mortos no tiroteio foram identificados como Dauan Félix da Silva, Luciaquino Quirino Serra de Paula, de 37 anos e Fábio Aparecido da Costa, de 26 anos.

Da redação com Folhamax

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Deletran alerta para o compartilhamento de notícia falsa referente a fiscalização

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Assessoria | PJC-MT

Uma notícia que está circulando nos últimos dias nas redes sociais não condiz com os procedimentos adotados pela Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), da Polícia Civil, em relação a fiscalização Lei Seca. O artigo de opinião publicado em um site de notícia é do ano de 2016, e foi replicando passando a impressão de que os policiais foram autorizados a realizar flagrante de pessoas que estão em bares consumindo bebidas alcoólicas.

O delegado titular da Deletran, Christian Alessandro Cabral, alertou que o texto do artigo não corresponde aos procedimentos adotados pela Delegacia, apesar da técnica ser legal e usada em algumas localidades do País. O modelo de abordagem é considerado inadequado por direcionar as ações e pela imparcialidade nos atos.

“O propósito da fiscalização da Deletran é a imparcialidade e impessoalidade, fazendo com que todos, absolutamente todos, independente da classe social, econômica  e cultural, fiquem sujeitos aos rigores da lei”, afirmou.

Fonte: PJC MT
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Núcleo de Pessoas Desaparecidas preserva privacidade de vítimas localizadas

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Assessoria | PJC-MT

As Redes Sociais se tornaram um grande aliado da Polícia Civil, em relação ao recebimento de denúncias e informações que auxiliam o trabalho investigativo. O Núcleo de Pessoas Desaparecidas, da Delegacia Especializada de Proteção a Pessoa (DHPP), é um dos setores que mais se beneficia com a ajuda da população, que em grande parte das vezes contribui para o esclarecimento dos casos de desaparecimentos.

É natural que a comunidade que se preocupa com o fato e até mesmo ajuda solucionar uma investigação em andamento, queira saber da localização do desaparecido (o que é informado), mas também outras informações como onde e em que condições a pessoa foi encontrada, situações muitas vezes não divulgadas pela Polícia Civil

A preservação da vítima depois de localizada, ocorre porque a príncipio, quando a pessoa desapareceu, as razões eram desconhecidas. É importante ressaltar que o desaparecimento de pessoa em si não é crime, mas as circunstâncias que ocorreram durante ou depois podem estar vinculadas a algum tipo de crime ou situação que envolva a intimidade da vítima.

Os desaparecimentos ocorridos nos centros urbanos, normalmente estão relacionadas pelos seguintes motivos: Afastamento ou abandono do convívio familiar; Vítimas de acidentes; Práticas criminosas; Desaparecimento enigmático; Fuga de Custódia legal (Lar da criança/adolescente, Hospital Psiquiátrico, Clínicas de tratamento); Subtração por familiares; Sequestro, entre outros casos em que a polícia é envolvida para tentar solucionar o desaparecimento.

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Entretanto, a confirmação do real motivo do desaparecimento só acontece quando a vítima é localizada. Nesse momento, o Núcleo de Pessoas desaparecidas, opta por manter o direito de preservar a imagem e a privacidade das vítimas e dos familiares.

Normalmente (nos casos de pessoas localizadas), as vítimas voltam para casa sem dar maiores explicações, e outras situações são encontradas em situações vexatórias, presas ou em óbito. Alguns casos de maior repercussão, a própria imprensa faz matérias em que descrevem a situação a qual a vítima foi localizada, entretanto é de responsabilidade da própria família fazer essa divulgação.

O Núcleo de Pessoas Desaparecidas recebe um grande número de ocorrências e mesmo com poucos servidores, consegue êxito em localizar mais de 90% das vítimas desaparecidas.

É importante ressaltar que as páginas do Núcleo de Desaparecidos no Facebook e Instagram (@desaparecidosdhppmt), em que são publicados os cartazes de pessoas desaparecidas, assim como o número de WhatsApp da unidade (65) 9 9982-7766, são instrumentos de suma importância no êxito para a localização das vítimas.

É a partir das denúncias da população, em casos em que não há nenhuma pista, que as investigações são direcionadas, sendo essencial a ampla divulgação, repercussão e denúncias que ocorrem graças ao auxílio da sociedade e a popularidade da página.

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil prende dois homens que tentavam roubar aeronave em Alta Floresta

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Assessoria | PJC-MT

Dois homens que planejavam roubar uma aeronave na cidade de Alta Floresta foram presos pela Polícia Civil, na sexta-feira (23). Os suspeitos, V.S.R.J, 23 anos, e F.F.A., 24 anos, são do estado de Goiás e estavam na cidade com a intenção de conseguir um avião para levar até a Bolívia.

Os suspeitos despertaram atenção, após percorreram aeroportos do município na tentativa de conseguir fretar uma aeronave. A Polícia Civil foi acionada e ao abordar os suspeitos encontrou com eles um revólver cromado calibre 38, com 13 munições, R$ 5.861,00, 3 celulares, GSP, e outros objetos.

Ao ser interrogados, os suspeitos confessaram que estavam na posse da arma de fogo deste o dia 19 de agosto, e a intenção era mesmo roubar uma aeronave na cidade de Alta Floresta. Porém, eles não disseram se o avião seria utilizado a serviço do tráfico de drogas.

Os suspeitos relataram estar a mando de outros dois suspeitos que serão investigados. Eles foram autuados em flagrante por associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo, em procedimento policial presidido pelo delegado Pablo Bonifácio Borges.

O delegado informou que não foi arbitrada fiança aos dois suspeitos e eles apresentados em audiência de custódia.

Fonte: PJC MT
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