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Viviane Araujo posa com macacão decotado para festa de “O Sétimo Guardião”

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Viviane Araujo compartilhou com seus seguidores no Instagram o look escolhido para marcar presença na festa de lançamento da novela das 21h da Globo , ” O Sétimo Guardião “, que estreia na próxima segunda-feira (12). A musa escolheu um macacão brilhante decotado, além de optar também por uma longa trança e a maquiagem marcada para os olhos! 

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Viviane Araujo opta por macacão brilhante e decotado para ir na festa de lançamento da nova novela das 21h,
Reprodução/Instagram

Viviane Araujo opta por macacão brilhante e decotado para ir na festa de lançamento da nova novela das 21h, “O Sétimo Guardião”

Viviane Araujo , que estrela mais uma novela de Aguinaldo Silva e que também já está confirmada no Carnaval 2019 como rainha de bateria da escola Acadêmicos do Salgueiro do Rio de Janeiro, recebeu diversos elogios dos seus seguidores ao compartilhar o look escolhido. “Pronta pra festa de lançamento da novela”, escreveu a agora morena na legenda do clique, que recebeu diversas curtidas. 

“Vá lá e arrase, você é diva! Te amo”, “Show!!!! Lindíssima…..Boa sorte!!!!”, “Parabéns Vivi, que Deus abençoe sempre seu sucesso”, “Maravilhosa”, “Gata”, “Tá linda”, foram alguns dos comentários dos fãs. 

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Viviane Araujo marca presença em mais uma novela de Aguinaldo Silva


Viviane Araujo será mãe de Marina Ruy Barbosa em
Reprodução/João Cotta/Gshow

Viviane Araujo será mãe de Marina Ruy Barbosa em “O Sétimo Guardião”

A musa, que após participar da quinta edição do reality “A Fazenda”, na Record, investiu na sua carreira como atriz e emplacou sua primeira participação em uma novela do mesmo autor em 2014, na novela “Império”. Já em 2016, estrelou a novela “Rock Story” e agora marca presença na próxima novela das 21h, após o fim de “Segundo Sol”. 

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Na trama, Viviane Araujo irá interpretar Neide, mãe de Luz, papel da protagonista Marina Ruy Barbosa, que faz par romântico com Bruno Gagliasso. Na trama, a personagem irá trabalhar no salão de Clotilde (Adriana Lessa). Apesar de ser uma pessoa otimista, Neide tem um lado triste: no passado, foi obrigada a abandonar a filha recém-nascida e seu maior sonho é reencontrá-la.

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Morre Marcelo Yuka, músico e fundador da banda O Rappa, aos 53 anos

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Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa
Reprodução/Instagram

Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa

Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana, o Marcelo Yuka, fundador e ex-baterista do grupo O Rappa morreu no final da noite desta sexta-feira (18) aos 53 anos, no Rio de Janeiro. O músico estava internado no hospital Quinta D’Or, zona norte da capital fluminense, desde o dia 4 de janeiro, quando uma notícia falsa sobre a morte do músico viralizou nas redes sociais. Em seguida a família não divulgou mais informações sobre o estado de saúde de Yuka. A causa da morte foi uma infecção generalizada. 

Em agosto do ano passado, o músico havia sofrido um AVC, no entanto, em seu perfil no Instagram, mostrava que estava ativo com seus projetos pessoais.  Marcelo Yuka  foi um dos fundadores da banda carioca de reggae-rock  O Rappa , em 1993 e após do grupo F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados).

Leia também: Marcelo Yuka segue internado e família barra informações sobre estado clínico

Em novembro de 2000, ficou paraplégico após um assalto, quando foi baleado nove vezes ao sair de seu carro para tentar proteger uma mulher que estava sendo assaltada. A tragédia impossibilitou o baterista de continuar na banda de reggae-rock. No entanto,  Marcelo Yuka  continuou com projetos no mundo da música, além de ser filiado ao partido político PSOL desde 2010.

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O último trabalho do músico foi o disco “Canções para depois do ódio”, lançado em janeiro de 2017, produzido enquanto  Yuka  estava internado num quarto de hospital, onde passou boa parte do ano. O fundador e ex-baterista do  O Rappa  deixou sua marca na música brasileira através das letras que escreveu para a banda em canções como “A feira”, “Minha alma (A paz que eu não quero)” e “O que sobrou do céu”, nos anos 1990.

Leia também: Marcelo Yuka está internado em estado grave e gera desinformação sobre morte

Em seu trabalho,  Marcelo Yuka  sempre abordou questões da realidade brasileira como desigualdade social e racismo. Com a banda F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados), criou ainda uma ONG epônima, através da qual lutou em prol das pesquisas com células-tronco.

Leia também: “Me precipitei”, lamenta produtor que anunciou a morte de Marcelo Yuka na web

Além da música,  Yuka  atuou como ativista, participando de entidades como a FASE (Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional do Rio de Janeiro), em parceria com o AfroReggae, e a B.O.C.A. (Brigada Organizada de Cultura Ativista), que tem como objetivo levar atividades culturais para a população carcerária.

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Morre Marcelo Yuka, músico e fundador da banda O Rappa, aos 53 anos

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Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa
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Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa

Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana, o Marcelo Yuka, fundador e ex-baterista do grupo O Rappa morreu no final da noite desta sexta-feira (18) aos 53 anos, no Rio de Janeiro. O músico estava internado no hospital Quinta D’Or, zona norte da capital fluminense, desde o dia 4 de janeiro. A causa da morte ainda não foi divulgada, até o fechamento desta publicação.

Em agosto do ano passado, o músico havia sofrido um AVC, no entanto, em seu perfil no Instagram, mostrava que estava ativo com seus projetos pessoais.  Marcelo Yuka  foi um dos fundadores da banda carioca de reggae-rock  O Rappa , em 1993 e após do grupo F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados).

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Em novembro de 2000, ficou paraplégico após um assalto, quando foi baleado nove vezes ao sair de seu carro para tentar proteger uma mulher que estava sendo assaltada. A tragédia impossibilitou o baterista de continuar na banda de reggae-rock. No entanto,  Marcelo Yuka  continuou com projetos no mundo da música, além de ser filiado ao partido político PSOL desde 2010.

O último trabalho do músico foi o disco “Canções para depois do ódio”, lançado em janeiro de 2017, produzido enquanto  Yuka  estava internado num quarto de hospital, onde passou boa parte do ano. O fundador e ex-baterista do  O Rappa  deixou sua marca na música brasileira através das letras que escreveu para a banda em canções como “A feira”, “Minha alma (A paz que eu não quero)” e “O que sobrou do céu”, nos anos 1990.

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Em seu trabalho,  Marcelo Yuka  sempre abordou questões da realidade brasileira como desigualdade social e racismo. Com a banda F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados), criou ainda uma ONG epônima, através da qual lutou em prol das pesquisas com células-tronco.

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Além da música,  Yuka  atuou como ativista, participando de entidades como a FASE (Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional do Rio de Janeiro), em parceria com o AfroReggae, e a B.O.C.A. (Brigada Organizada de Cultura Ativista), que tem como objetivo levar atividades culturais para a população carcerária.

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Jornalista reforça acusação contra Datena: “Alguém precisa parar esse homem”

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A jornalista e repórter do “Brasil Urgente”, na Band, Bruna Drews, 35 anos, em entrevista ao programa “Fofocalizando”, no SBT, falou sobre as denúncias de assédio sexual ao apresentador da emissora José Luiz Datena.

Na entrevista, a jornalista repercutiu a denúncia divulgada inicialmente pelo portal “Notícias da TV” nesta sexta-feira (18) – que noticiou que uma representação foi protocolada no Ministério Público de São Paulo em que Bruna afirmou que o apresentador teria lhe dito que ela não precisava emagrecer porque já “era muito gostosa”, que diversas vezes teria se masturbado pensando nela e que achava “um desperdício” a profissional “namorar uma mulher”.

A repórter Bruna Drews acusa o jornalista e apresentador Datena de assédio sexual
Reprodução/Band

A repórter Bruna Drews acusa o jornalista e apresentador Datena de assédio sexual

“Era nítido meu constrangimento, coisas que eu não aguentava”, afirmou Bruna Drews. As frases teriam sido ditas em um bar durante a confraternização de fim das gravações de um quadro do extinto programa “Agora é Com Datena“, em julho do ano passado, em que Bruna estava como repórter.

Bruna Drews acusa Datena de assédio sexual

Reprodução/Instagram

Bruna Drews acusa Datena de assédio sexual

“Estávamos frente à frente no restaurante (quando ele teria a assediado). Eu relatei o ocorrido para a Band , que me mandou para casa descansar e não procurou o Datena, não procurou testemunhas. Alguém precisa parar esse homem”, disparou Bruna ao “Fofocalizando”.

A profissional também disse que desde que o assédio foi cometido, ela procurou seus advogados para lhe orientar sobre os procedimentos que poderia tomar. Bruna está de licença médica desde julho do ano passado e movendo também uma ação trabalhista contra a emissora, ainda segundo o “Notícias da TV”.

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Após a denúncia, a jornalista usou o seu perfil no Instagram para desabafar. “Estou do lado da verdade! Consciência limpa e tranquila! Faço isso por todas as mulheres que são obrigadas a passar por isso diariamente”, declarou Bruna na rede social, ao compartilhar uma imagem do movimento “Mexeu Com Uma, Mexeu Com Todas”.

Datena nega todas as acusações

“Sempre elogiei esta moça ao vivo no “Brasil Urgente”, como faço com outros repórteres homens e mulheres, pela beleza e competência, acima de tudo. Ao vivo pra todo Brasil. Ela há muito tempo vem pedindo vários afastamentos por motivos psicológicos, alegando problemas de família, pessoais e trabalho. Sempre a apoiei, como faço com os profissionais com quem trabalho, e ela me agradeceu pessoalmente por isto nos poucos contatos que tive com ela na Band (foram raras as vezes que conversamos fora do ar)”, disse o apresentador em sua defesa ao portal Uol .

“Quanto ao episódio que ela se refere, ela estava visivelmente mais magra e perguntei na frente de todos se estava com problemas. Ela disse que sim e que iria procurar ajuda médica. Passou mal durante as gravações, que mandei parar para que ela fosse atendida e retomar outro dia em que estivesse melhor. No final das gravações deste programa, dias depois no Bar do Tonico, com boa parte da equipe, reiterei a ela que era bonita e competente e que não precisava emagrecer mais para trabalhar em TV, preocupado com sua saúde”, explicou Datena .

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