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Volkswagen Jetta GLI é apresentado com motor de 230 cv

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Volkswagen Jetta GLI: Mesmo sem previsão de chegar ao Brasil, pode adiantar a chegada de uma versão com este motor
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Volkswagen Jetta GLI: Mesmo sem previsão de chegar ao Brasil, pode adiantar a chegada de uma versão com este motor

O Volkswagen Jetta GLI foi finalmente revelado por completo. Equipado com o mesmo motor do Golf GTI, o sedã esportivo será o sucessor do antigo Jetta 2.0 TSI conhecido pelo bom desmepenho. Revelado no Salão de Chicago (EUA), foi confirmado para o mercado norte-americano e argentino desde o ano passado, mas a Volkswagen ainda não bateu o martelo para o Brasil.

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Por fora, o Volkswagen Jetta GLI utiliza bastante preto e vermelho no acabamento, da mesma forma que o VW Golf GTI , com os pára-choques que foram redesenhados. Tem um pequeno spoiler no porta-malas e saídas duplas de escapamento redondas, ao invés de usar peças trapezoidais. A “cara” invocada do GLI traz uma grade colmeia preta, faróis de LED de série, rodas de 18 polegadas com design exclusivo e freios do Golf R.

Como deve andar o Volkswagen Jetta GLI


Volkswagen Jetta GLI traz interior repleto de conectividade e adereços esportivos, além dos modos de condução
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Volkswagen Jetta GLI traz interior repleto de conectividade e adereços esportivos, além dos modos de condução

Falando em performance, o GLI traz diferencial blocante nas rodas dianteiras, que ajuda nas curvas, enquanto a traseira recebeu suspensão independente multilink no lugar do eixo de torção usado no modelo 1.4 TSI. Isso ajudará o GLI a apresentar um desempenho mais esportivo. O grande destaque fica por conta do motor 2.0 turbo de quatro cilindros sob o capô, o mesmo usado no Golf GTI, com 230 cv e 35,7 kgfm.

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Para controlar esta potência, a Volkswagen oferece duas alternativas. Ele pode vir do jeito que os puristas gostam, com câmbio manual de 6 marchas, ou com o DSG de dupla embreagem e 7 marchas, que também adiciona o sistema start-stop para melhorar a economia de combustível.

Por dentro, o GLI é um Jetta bem equipado. O interior preto traz detalhes e costuras vermelhas e bancos de couro. De série, vem com bancos aquecidos, ar-condicionado automático, faróis automáticos, iluminação interna ajustável com 10 cores, sensor de chuva e chave presencial. Ainda traz um seletor de modo de condução com quatro opções, incluindo uma personalizável, permitindo que o motorista defina suas preferências para itens como a resposta do acelerador.

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Por mais agressivo que pareça, o  sedã esportivo ainda não será a versão mais quente do sedã. A Volkswagen planeja lançar um modelo de aniversário de 35 anos do modelo, que terá sistema de amortecedores adaptativos e um quinto modo de condução. Ele ainda terá rodas especiais e mais alguns detalhes exclusivos de acabamento, além do emblema comemorativo.

Nos EUA, o Volkswagen Jetta GLI deve começar a ser vendido em março, com preços ainda não revelados. No Brasil, o grande mistério é se a fabricante irá oferecer o Jetta com motor 2.0 TSI nesta versão esportiva, ajudando a separar do restante da linha com motor 1.4 TSI de 150 cv; ou se seguirá a estratégia usada até a geração anterior, equipando a versão Highline com o motor de 230 cv, mas sem o visual invocado.

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Fonte: IG Carros
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Toyota Corolla é o primeiro híbrido nacional. Confira detalhes no vídeo

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O novo Toyota Corolla 2020 é o primeiro carro hibrido fabricado no Brasil e também o primeiro hibrido flex produzido no mundo e acaba de chegar ao mercado nacional. Além do hibrido, com motor 1.8 a combustão e mais dois motores elétricos, a 12 geração do Corolla chega em mais duas versões, GLI e XEI, ambas com o novo motor 2.0 flex com injeção direta de combustível e 169 cavalos de potencia, também de produção nacional.

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Nestas duas versões, que custam R$ 99.990 para a de entrada, GLi e R$ 110.990, a XEi, o câmbio também é novo, um CVT de 10 marchas. A versão topo de gama do Toyota Corolla é a Altis, que pode ser configurada tanto como hibrido como só com motor a combustão, 2.0. Ambas custam R$ 124.990. As versões a combustão tem 5 anos de garantia e a hibrida, oito anos.

A Nova Geração do Corolla ainda conta com novo design, mais robusto e esportivo, mais itens de tecnologia e conforto, além do pacote de segurança ativa Toyota Safety Sense, que faz dele o sedã médio com mais itens de segurança do Brasil.

O Corolla 2020 ganhou um desenho externo renovado, com aspecto mais elegante, robusto, dinâmico e esportivo. Com sua nova plataforma, passa a ter um centro de gravidade mais baixo, o que contribuiu para uma silhueta mais aerodinâmica e maior fluidez em suas linhas.

Na frente, destaca-se a forma trapezoidal das laterais do para-choque que circundam a grade frontal inferior. A grade dianteira superior é conectada aos faróis de desenho longo e angular, que, por sua vez, alongam-se até as laterais do veículo, dando-lhe um caráter mais dinâmico.

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Toyota Corolla da nova geração mantém o conservadorismo de seu público, mas adiciona visual mais arrojado

Na traseira, o desenho das lanternas está em harmonia com o porta-malas, enquanto o para-choque pronunciado de design moderno possui vincos marcantes que expressam uma postura ampla e robusta e transmite sensação imponente. O design trapezoidal reverso do porta-malas e a queda acentuada nos cantos do para-choque procuram obter uma impressão unificada entre o design dianteiro e traseiro, criando assim uma aparência harmoniosa em todo o veículo.

Os novos faróis dianteiros com regulagem de altura e sistema automático de iluminação são de halogênio nas versões GLi e XEi em formato de três “J”, complementados pelas luzes diurnas DRL em LED colocadas abaixo da linha cromada que percorre toda a frente do veículo. Para a versão Altis, os faróis Bi-LED possuem desenho em formato de dois “J” com DRL que acompanha o mesmo design. A versão híbrida ainda possui acabamento na cor azul.

Uma das novidades do Novo Corolla 2020 é o teto solar elétrico de série para a versão Altis 2.0L Dynamic Force ou como opcional no pacote Premium para a versão Altis híbrida.
O interior do Novo Corolla 2020 foi completamente renovado. O design do painel de instrumentos visa uma sensação de amplitude e abertura que, combinada com o console central, oferece uma distribuição ideal do espaço com um caráter minimalista.

Equipamentos

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Sedã médio agrega conectividade e acabamentos com mais qualidade

O volante de três raios com controles de áudio e computador de bordo tem acabamento em couro e possui aletas para troca de marcha (paddle shift) nas versões XEi e Altis com motor 2.0L Dynamic Force.

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O painel de instrumentos nas versões com motor 2.0L Dynamic Force conta com três mostradores, um circular, no centro, onde é possível visualizar o velocímetro e o nível de combustível; um semicircular do lado esquerdo, onde o motorista exibe o conta-giros e o termômetro do motor, e uma tela de TFT de 4,2” colorida do lado direito que mostra o computador de bordo, com informações como indicador de marcha, consumo de combustível, hodômetro, autonomia etc.

Já a versão Altis híbrida possui uma tela TFT de 7” digital e colorida, no centro do painel, exibindo o velocímetro e informações do computador de bordo. Enquanto o semicírculo do lado esquerdo possui um indicador do sistema híbrido, no lado direito é possível visualizar a informação de combustível e temperatura do motor.

Vem com a central multimídia Toyota Play com tela sensível ao toque de 8”, rádio AM/FM, função MP3, entrada USB, Bluetooth, conexão para smartphones e tablets com Android Auto, Apple CarPlay e SDL.

O Novo Corolla é o sedã médio com mais itens de segurança, com sete airbags, freios ABS com BAS e EBD, câmera de ré com linhas de distância com projeção na central multimídia, sistema ISOFIX para fixação de cadeirinhas no banco traseiro com ancoragem de três pontos, controle de estabilidade (VSC), tração (TRC) e assistente de partida em rampa (HAC), dentre outros.

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A versão Altis 2.0L Dynamic Force vem com o exclusivo pacote de segurança ativa Toyota Safety Sense, que inclui Sistema de Alerta de Mudança de Faixa, Controle de Velocidade de Cruzeiro Adaptativo (ACC), Farol Alto Automático, e Assistente de Pré-Colisão com alerta sonoro e visual e, se necessário, frenagem automática.

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O novo motor a combustão 2.0L Dynamic Force de quatro cilindros em linha e 16 válvulas conta com comando de válvulas variável inteligente VVT-iE que, por meio de um motor elétrico, modifica os tempos de abertura das válvulas de admissão. Ele ainda vem com um novo sistema de injeção direta e indireta de combustível D-4S que adapta a injeção às condições de direção, oferecendo mais potência e menor consumo de combustível.

O novo motor 2.0L Dynamic Force é 15% mais potente e 9% mais eficiente do que o motor da geração anterior. É o motor mais potente que já equipou um Corolla. Gera 169 cavalos de potencia com etanol.

Também tem uma inédita transmissão Direct Shift de 10 marchas, que proporciona a suavidade de uma transmissão CVT convencional com uma sensação de aceleração direta.
O inédito sistema do Corolla híbrido que combina três motores, dois elétricos e um a combustão com tecnologia flex e transmissão hybrid transaxle é a maior novidade da Toyota, afinal, este é o primeiro híbrido flex do mundo.

O sistema híbrido da Toyota, nesta nova geração do Corolla, combina um motor a gasolina de 1.8L VVT-i 16V com 101 cv de potência quando abastecido com etanol, e 98 cv, quando abastecido com gasolina, Esse motor funciona em conjunto com dois motores elétricos de 72 cv de potência, garantindo aceleração suave e excelente conforto ao rodar em qualquer tipo de condução.

A transmissão Hybrid Transaxle do Toyota Corolla , praticamente elimina perdas e atritos. Este tipo de transmissão entrega uma aceleração mais linear, que reduz ou aumenta continuamente as marchas de acordo com a demanda do motor, sem desperdiçar energia, contribuindo para a eficiência de combustível.

Fonte: IG Carros
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Veja 5 carros projetados por Anísio Campos, que faleceu aos 86 anos

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Anísio Campos esteve na linha de frente da indústria automotiva, na era dos fora de série

O saudoso Anísio Campos, pai do Puma DKW, faleceu esta semana aos 86 anos. Ao lado de Marcio Piancastelli, é lembrado como um dos grandes designers da indústria brasileira. Entre 1960 e 1990, a época em que veículos fora de série entraram em evidência, assinou a criação de mais de quinze modelos.

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Apaixonado por design, Anísio também se arriscou nas pistas. Fez parte da geração que ficou marcada na Era de Ouro do Automobilismo Brasileiro, ao lado de Bird Clemente, Luis Pereira Bueno e Emerson Fittipaldi. Como tributo, a reportagem do iG relembra 5 carros que fizeram parte da trajetória de sucesso de Anísio Campos .

1 – Puma DKW

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Renato Bellote/iG

Criação de Campos, o Puma DKW foi é uma das grandes raridades nacionais dos dias de hoje

Por que não começar pelo carro de maior sucesso desenhado por Anísio? Apresentado durante o Salão do Automóvel de 1966 – dividindo as atenções com Ford Galaxie e Aero Willys – o Puma DKW caiu no gosto do brasileiro pelo design inspirado no GT Malzoni das pistas. O público comum finalmente poderia ter um “carro de corrida” na garagem.

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Ele era montado com motor de três cilindros (sim, nos anos 60) de 981 centímetros cúbicos, com 60 cv de potência e tração dianteira. Apenas 125 unidades foram produzidas antes da DKW Vemag ser comprada pela Volkswagen. É um dos carros nacionais mais raros da atualidade.

2 – Dacon 828

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Dacon 828 foi um subcompacto com motor do Fusca 1.600. A lanterna traseira veio da Kombi

Quando falamos da categoria dos “supermini nacionais”, é normal lembrar do saudoso Gurgel. Mas Anísio Campos também teve sua glória ao desenhar o pequeno 828 para a Dacon. Vendido entre 1982 e 1986, o subcompacto de apenas 2,5 metros montado sobre rodas aro 10 não foi um grande exemplo de sucesso. Apenas 46 unidades foram vendidas.

O motor 1.6 Boxer de quatro cilindros foi emprestado pelo Volkswagen Fusca, acoplado ao câmbio manual de quatro marchas. Entre suas principais características, as portas dianteiras foram “recortadas” para evitar que o 828 raspasse na calçada. Unidades bem conservadas variam entre R$ 45 mil e R$ 60 mil nos classificados online. Raridade, não?

3 – Vemag Carcará

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Reprodução/Vemag

Executivos posam ao lado do recordista Carcará

Antes da Vemag ser adquirida pela Volkswagen em 1966, o presidente da marca, Jorge Lettry, sugeriu que Anísio Campos desenhasse um modelo para ficar na história – como um legado da empresa que deixaria de existir na metade daquele ano. O objetivo era bater o recorde brasileiro e sul-americano de velocidade com um veículo aerodinâmico. Eis que nascia o Carcará.

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Com chassi tubular e trans-eixo de DKW, o Carcará conseguiu atingir 214 km/h, ficando abaixo da previsão inicial de 230 km/h. Nada mal, considerando o motor de apenas 105 cv de potência que era capaz de girar até 7.000 rpm.

4 – PAG Nick

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Reprodução/Instagram

Rara unidade do PAG Nick durante encontro de entusiastas automotivos da Volkswagen

Motor 2.0 de 121 cv do Gol GTi , estrutura de Saveiro e lanternas de Quantum. O PAG Nick foi um fora de série com personalidade! Com opções de dois e quatro lugares, sua produção foi muito abaixo das expectativas pelo alto preço. Em tempos menos informatizados, estima-se que apenas 200 unidades foram produzidas.

O PAG – abreviação para Projects d’Avant Garde (projetos de vanguarda) – foi descontinuado em 1990. Com a abertura das importações na Era Collor, um veículo fora de série e caro como ele já não faziam mais sentido no mercado que ganhava competitividade.

5 – Engerauto Topazzio

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Misto de picape e esportivo, Engerauto Topazzio era feito com base na Ford Pampa por uma concessionária

A Engerauto foi criada no final de 1983, e inicialmente administrava algumas concessionárias Ford na capital paulista. Seguindo o exemplo da Dacon, logo surgiram os primeiros fora de série com base nos veículos da marca americana. O mais conhecido entre eles é o Topazzio, feito com base na picape compacta Pampa.

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Anísio Campos foi ousado. Sua intenção era projetar um esportivo que ainda mantivesse as características de caminhonete – logo, optou por deixar uma pequena caçamba aparente. Entre as soluções mais absurdas, ferramentas e macaco foram alojados dentro do para-lama esquerdo. A Engerauto continuou fabricando veículos pesados, até o encerramento de suas atividades.

Fonte: IG Carros
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City K-ZE, primo do Kwid, chega como opção de SUV elétrico de baixo custo

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SUV elétrico da Renault já mostra a mudança visual que chegará também no Kwid

A Renault não vem medindo esforços para cumprir a meta de ser pioneira e líder em mobilidade urbana com carro 100% elétrico de baixo custo. Nesta semana, apresentou a versão final do seu novo SUV elétrico, o City K-ZE, que custará, na China, US$ 9.000 (em torno de 36 mil reais).

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O Renault City K-ZE é uma espécie de primo elétrico do modelo Kwid, o compacto SUV mais barato da marca. Mostrado pela primeira vez como um conceito em 2018, o SUV elétrico faz agora sua estreia mundial, com aparência atraente, já antecipando o que será visto na próxima reestilização do Kwid.

No City K-ZE, a grade apresenta um estilo em forma de U, ladeada por faróis elegantes, com elementos de LED passando pelo centro. A traseira se parece com a do atual Kwid – há apenas mudanças sutis nas luzes traseiras e nos refletores no para-choque.

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Seu interior traz sistema de entretenimento com tela de toque comum de 8 polegadas. Também possui conectividade WIFI 4G, que pode ser acessada por um smartphone. O ar condicionado ainda é operado manualmente. Em compensação, há um sistema de monitoramento de pressão dos pneus. O modelo tem a maior altura interna de cabine da categoria, que proporciona melhor posição de dirigir para o motorista.

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Equipamentos e preços

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sistema de entretenimento com tela de 8 polegadas e recursos de conectividade WIFI 4G

O City K-ZE conta com bateria de ion de lítio de 26,8 kW para alimentar 33 kW de potência. A velocidade máxima é de 105 km/h, ideal para o uso no cotidiano das cidades. Com autonomia de 270 km, o carro pode rodar até 5 horas ininterruptas com uma carga de bateria. Leva meia hora para carregar de 30 a 80% da capacidade, usando o carregador rápido, o que permite que isso seja feito mesmo mesmo em ambiente doméstico.

Na China, o City K-ZE estará à venda a partir do fim de setembro, em três versões de acabamento interno e equipamentos. Ele estará disponível em outros países, como o Brasil, até 2022.

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Atualmente, a Renault já vende no mercado brasileiro o elétrico Renault Zoe , um hatchback derivado do compacto Sandero. Sucesso na Europa, ele custa aqui cerca de R$ 150 mil. Outra marca do Grupo, a Nissan acaba de lançar no Brasil o elétrico Leaf, ainda mais caro – R$ 195 mil. São preços nas alturas para veículos compactos.

Com a proposta clara de ser um carro elétrico mais barato, o City K-ZE tem um preço impressionante, mesmo na China, considerando sua nova tecnologia. Esperamos que o SUV elétrico chegue logo ao mercado brasileiro. E com preço compatível ao chinês.

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Fonte: IG Carros
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