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Willian Bigode é o jogador da Série A que mais atuou em 2018: “Significativo”

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Vivendo mais um excelente ano com a camisa do Palmeiras , o atacante Willian Bigode é um dos responsáveis pelos ótimos números da equipe na temporada e no Campeonato Brasileiro, onde o alviverde está no topo da tabela de classificação, com 66 pontos, e cada vez mais próximo do título.

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Willian Bigode é o jogador da Série A que mais entrou em campo nesta temporada, ao lado de Zé Rafael, do Bahia
Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação

Willian Bigode é o jogador da Série A que mais entrou em campo nesta temporada, ao lado de Zé Rafael, do Bahia

Peça fundamental do time não somente pelos gols, mas por sua dedicação e versatilidade, Willian Bigode tem uma importância tão grande, que, em 2018, é o jogador com mais atuações pelo escreve verde e branco: 63 em 71 jogos, o que representa ter participado de 88% das partidas.

Esse número se torna ainda mais impressionante se comparado aos outros clubes do Brasileirão. Com 63 jogos, o camisa 29 disputou mais duelos do que 13 equipes que estão na Série A em 2018: Flamengo (62), Santos (62), Atlético-MG (62), Vasco (61), Vitória (61), Fluminense (61), Chapecoense (60), São Paulo (59), Botafogo (56), Internacional (51), América-MG (48), Sport (48) e Paraná (46).

O número citado acima compreende as partidas feitas por Willian pelo Campeonato Paulista (17), Libertadores (10), Copa do Brasil (6), Brasileiro (27) e amistosos durante a Copa do Mundo (3), fato que coloca o camisa 29 como o atleta com mais jogos na temporada dentre todos os jogadores que disputam a competição nacional, ao lado do meia Zé Rafael, do Bahia.

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“Sabia que tinha atuado bastante neste ano, mas não tinha notado que esse número de jogos era tão significativo em relação aos clubes da Série A. Fico feliz de ver que estou sendo importante para a equipe, mas o objetivo principal é poder ganhar títulos pelo Palmeiras e espero que a gente termine o ano com a conquista do Campeonato Brasileiro”, declarou o jogador, que está se recuperando de uma lesão muscular.

“Infelizmente, a musculatura acabou acusando um pouco todo esse desgaste e tive que parar alguns dias, mas, graças a Deus, não foi nada grave e estou trabalhando firme pra poder voltar o quanto antes e ajudar os meus companheiros nessa reta final”, completou.

Artilheiro do Palmeiras no Brasileirão  com nove gols e segundo maior goleador do alviverde na temporada com 16 bolas na rede, o atacante ainda ostenta o fato de ter deixado a sua marca em todas as competições oficiais que disputou desde que foi contratado no início de 2017 e de ser o jogador do elenco que mais entrou em campo desde então, com 115 jogos.

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Oitavo maior artilheiro do Verdão no Século XXI, ao lado de Pedrinho, com 33 gols, Willian Bigode também já soma 14 assistências com a camisa alviverde.

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Governo do Kosovo dá prêmio de R$ 2 milhões para seleção após Liga das Nações

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Seleção do Kosovo ficou em primeiro no grupo 3 da divisão D da Liga das Nações
Reuters

Seleção do Kosovo ficou em primeiro no grupo 3 da divisão D da Liga das Nações

A classificação para a divisão C da Liga das Nações rendeu à seleção do Kosovo um prêmio generoso. O governo do país concedeu aos jogadores a quantia de 500 mil euros (R$ 2.1 milhões, na cotação atual) por terem sido líderes do seu grupo na divisão D.

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Na última terça-feira (20), a seleção kosovar venceu o Azerbaijão por 4 a 0 e se garantiu como primeiro do grupo 3 da divisão D da Liga das Nações que também tinha Ilhas Faroé e Malta.

Membro da Fifa e Uefa desde 2016, os kosovares fizeram história na primeira edição da Liga das Nações. Em setembro a equipe conquistou a primeira vitória em partidas oficiais de sua curta existência, contra as Ilhas Faróe por 2 a 0. O bom desempenho levou a uma campanha história com quatro vitórias e dois empates.

Com o êxito na competição, a seleção do Kosovo pode começar a sonhar com as eliminatórias da Eurocopa 2020 . E como seria isso?

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É um pouco confuso entender como as seleções se classificarão para a Eurocopa através da Liga das Nações, mas em resumo, os vencedores de cada divisão (A, B, C e D) tem prioridade no ‘playoff’ disputado no ano que vem.

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Acontece que também terá eliminatórias tradicionais e, caso os vencedores das divisões consigam se classificar de maneira direta (pela qualificação tradicional), a vaga no playoff da Liga das Nações vai sendo passada para o segundo melhor no ranking.

Por ter disputado a divisão D, a seleção do Kosovo terá que torcer para que as quatro vagas nos playoffs cheguem até a sua posição. Atualmente a equipe é a 53ª no ranking baseado nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018.

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De qualquer forma, o resultado da seleção do Kosovo já é muito expressivo por si só, mesmo não conseguindo a vaga nas Eliminatórias para a Eurocopa 2020. No próximo ciclo, a equipe disputará a divisão C da Liga das Nações .

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Profissionalização dos árbitros de futebol: verdades e mitos

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Em meio a tantas polêmicas e novidades acerca da arbitragem no futebol mundial, especialmente com relação ao VAR (Árbitro de Vídeo Assistente), uma questão se faz bastante presente: os árbitros, afinal, são profissionalizados no Brasil? Podemos afirmar que, em parte, sim. Senão vejamos: 

A profissão de árbitro é regulamentada pela Lei 12.867/2013, cujo texto determina que eles exercerão as atribuições relacionadas às atividades esportivas de acordo com a Lei Pelé (9.615/98), com destaque para aquelas inerentes ao árbitro de partidas de futebol e as de seus auxiliares. 


O árbitro David Mcnamara foi afastado pela FA depois de promover um jokenpô entre capitãs para decidir lado do campo
reprodução / Twitter

O árbitro David Mcnamara foi afastado pela FA depois de promover um jokenpô entre capitãs para decidir lado do campo

Eles podem, por lei, se organizar em associações profissionais e sindicatos, bem como prestar serviços para as entidades de administração (FIFA, CBF e federações estaduais, por exemplo) e aos clubes. 

Como citada, a Lei Pelé reitera que eles são livres para se organizar, objetivando o recrutamento, a formação e a prestação de serviços às entidades de administração do desporto, mas salienta, de forma clara, que eles não terão qualquer vínculo empregatício com essas entidades. Tanto que, em relação à sua remuneração, os árbitros atuam como autônomos e, assim, os contratantes (entidades, federações e clubes) ficam livres de quaisquer outras responsabilidades trabalhistas, securitárias e previdenciárias. 

Podemos indagar dois pontos importantes: seriam as entidades desportivas os patrões dos árbitros? Para quem os “homens do apito” devem satisfações quando cometem um erro, por exemplo?

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Os árbitros e assistentes são contratados como autônomos pelas entidades de administração do desporto e sua remuneração varia de acordo com o número de partidas que realizam, bem como pela categoria que é ranqueado pelas federações estaduais, CBF e FIFA. 

Sendo assim, devem seguir as “regras” estabelecidas por seus contratantes, mas não possuem carteira assinada, tampouco todos os direitos trabalhistas inerentes à situação de empregado.

 É por isso que os árbitros (e não só eles) clamam pela profissionalização no sentido de contratação, em tempo integral, com dedicação total, salário fixo, subordinação e outros tantos fatores possíveis e necessários como contrapartida às cobranças e pressão sofridas no exercício de suas atividades. 

Para colocar ainda mais fogo na discussão, os árbitros estão sujeitos às sanções previstas no Código Brasileiro de Justiça Desportiva e podem ser punidos com multas pecuniárias e suspensão por prazo. Em outras palavras: podem ficar impedidos de exercer seu ofício por longos períodos. 

Daí que outra pergunta se impõe: é possível que um árbitro que dedica 100% do seu tempo para essa carreira cometa um erro, seja processado e julgado, receba uma punição e fique impedido de trabalhar? Ou seja: além de existir a possibilidade de ter que pagar alguma multa, não recebe um centavo durante o prazo de suspensão. 

Ainda que a CBF tenha colocado em curso um Programa de Renovação da Arbitragem Brasileira, cujo objetivo é revelar novos valores e acelerar a formação de jovens nomes, é preciso avançar mais. 

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Será que o Brasil e todos os brasileiros apaixonados por futebol não merecem – até mesmo pela própria condição de consumidores deste produto – ter em campo profissionais de arbitragem 100% dedicados em suas carreiras? Certo é que há espaço para a reflexão no tocante à remuneração dos árbitros como um todo. Será que os árbitros não fazem jus ao recebimento de parte do direito de arena? Será que recebem pelo uso de sua imagem? Será que negociam, através de suas associações, os espaços publicitários de seus uniformes? 

Convido o leitor à essa reflexão e voltaremos ao tema em breve.

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Seguindo a La Liga, Juventus considera realizar jogos da Série A fora da Itália

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Seguindo novos planos de marketing, Juventus considera fazer jogos fora da Itália
Reprodução/Twitter/juventusfc

Seguindo novos planos de marketing, Juventus considera fazer jogos fora da Itália

Parece que a tendência do mercado futebolístico atual é sediar jogos fora dos países de origem dos clubes. Depois dos organizadores da La Liga tentarem realizar um jogo entre Barcelona e Girona nos Estados Unidos, é a vez da Juventus de Turim considerar a opção de marketing.

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O chefe de parcerias globais e receitas corporativas do time italiano, Giorgio Ricci, deu uma entrevista para a BBC Sports e comentou sobre a ideia do novo marketing de importar jogos de futebol.

“Tornar a liga mais global é realmente importante. Exportar um dos 38 jogos (do Campeonato Italiano) é uma boa opção”, disse Ricci.

Se considerar os contratos de televisão para o mercado exterior, a Série A (Campeonato Italiano) conseguiu o maior valor de sua história para os próximos três anos, cerca de 420 milhões de dólares com a empresa IMG (segundo informações da Forbes ).

Considerada a maior liga de futebol do mundo, a Premier League tem um contrato de 1,4 bilhão de dólares por temporada para a transmissão de seus jogos internacionalmente.

A fim de igualar esses números, a diretoria da Juventus cogita ‘exportar’ os jogos da equipe. “Se olharmos para algumas ligas mais desenvolvidas em termos de estratégia comercial; NBA e NFL, eles estão exportando uma ou duas partidas no exterior, para o Reino Unido ou outros lugares da Europa”, relembrou Ricci.

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A ideia de Giorgio é manter uma opção que atenda às exigências da Fifa . A entidade é contra o jogo da La Liga em Miami e tem dificultado a operação.

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“A chave é encontrar o equilíbrio certo entre o que a necessidade comercial é e não perder o DNA doméstico, que é a essência do futebol”, completou o dirigente.

A internacionalização de jogos como medida de marketing não é novidade na Itália


Supercopa da Itália de 1993 foi realizada em Washington, EUA. Ação de marketing para a Série A ainda não está certa
Reprodução

Supercopa da Itália de 1993 foi realizada em Washington, EUA. Ação de marketing para a Série A ainda não está certa

A Supercopa da Itália é um evento que há anos é exportado para diversos lugares do mundo. Em 1993, o jogo entre Milan e Torino foi realizado em Washington, no RFK Stadium. Após esse evento, já são seis partidas que seguiram esse padrão.

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Em janeiro de 2019, a Juventus enfrentará o Milan em Riad, na Arábia Saudita, em outra final italiana fora do país. Com a experiência da Supercopa da Itália, resta saber se a ação de marketing de internacionalizar os jogos do Campeonato Italiano vai funcionar.

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