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Yamaha Crosser 150 2019 ganha freios ABS a partir de R$ 12.390

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Yamaha Crosser 150: Com novo freio a disco na traseira e sistema ABS, promete mais segurança
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Yamaha Crosser 150: Com novo freio a disco na traseira e sistema ABS, promete mais segurança

A Yamaha Crosser 150 chega à linha 2019 com uma novidade: agora, recebe freios ABS na dianteira como item de série (como ocorreu com a nova Lander 250). Porém, isso fez com que a moto ficasse mais cara, agora partindo de R$ 12.390 na versão S e alcançando os R$ 12.590 na configuração Z. Além de se adequar às novas regras com a adição dos freios ABS, o modelo recebeu também freios a disco na traseira e um outro maior na dianteira.

Yamaha Crosser 150 é pensada para se dar bem nas trilhas. Logo, promete dominar os ambientes urbanos com facilidade
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Yamaha Crosser 150 é pensada para se dar bem nas trilhas. Logo, promete dominar os ambientes urbanos com facilidade

A diferença entre a Crosser S e a Crosser Z está no visual, com a Z usando para-lama alto. Ambas contam com painel de LCD digital, indicador eco e de marcha engatada, além do conta-giros analógico. As rodas são de 19 polegadas na frente e 17 polegadas na traseira, usando suspensão traseira monocross com link. A mecânica da Yamaha Crosser 150 não mudou. Segue com o motor 149 cc flex de 12,4 cv e 1,3 kgfm (etanol) e com o câmbio de 5 marchas.

Além disso, a nova Crosser 150Z mantém alguns itens em comum com o modelo S, entre os quais a carenagem do farol. Mas na S, ao invés de prata, a pintura do motor é preta. Estará disponível nas concessionárias na 2ª quinzena de fevereiro, com garantia de 3 anos e revisão a preço fixo, nas cores azul Competition (Crosser S), branco Sports (Crosser Z) e preto Eclipse (ambas).

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Principal rival da Yamaha Crosser 150

Honda NXR 160 Bros é mais popular que a Yamaha Crosser 150 considerando os 78% de participação da marca no mercado
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Honda NXR 160 Bros é mais popular que a Yamaha Crosser 150 considerando os 78% de participação da marca no mercado

Sua principal rival é a Honda NXR 160, que vem com freios a disco em ambas as rodas, com sistema CBS, e proposta de uso pensada para terrenos de baixa aderência, entre os quais trilhas de terra batida. Com isso, a trail promete se destacar ainda mais nas cidades, ante rivais do segmento inferior.

O sistema foi configurado pela marca japonesa para que, como acionamento do freio traseiro, 30% da capacidade de frenagem dianteira também seja acionada, limitando o mergulho. São favorecidos o conforto e a segurança, com boa redução de espaço de parada, conforme as informações da fabricante.

Assim como na Yamaha Crosser 150 Z, a Honda NXR tem motor monocilíndrico, mas com 160 cc de cilindrada, 14,7 cv e 1,60 kgfm, funcionando com câmbio de cinco marchas. Além disso, a moto vem equipada com cluster digital de fundo escurecido, o que ajuda a ter maior contraste das informações, melhorando a visibilidade e facilitando a leitura, com iluminação de LED com um tom azulado. Na versão 160 Bros, tem preço sugerido de R$ 12.250 na versão ESDD.

Fonte: IG Carros
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Mitsubishi antecipa detalhes da linha 2020 do ASX com novo visual

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Mitsubishi ASX da linha 2020 tem a nova frente como principal mudança em relação ao modelo atual
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Mitsubishi ASX da linha 2020 tem a nova frente como principal mudança em relação ao modelo atual

São antecipadas as primeiras informações e imagens da linha 2020 do utilitário esportivo compacto Mitsubishi ASX, uma das atrações do Salão de Genebra, entre os dias 7 e 17 de março. Embora ainda não tenha definido uma data para o carro chegar ao Brasil, a marca japonesa apenas afirma que vai fabricá-lo em Catalão (GO) com motor flex.

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Basta dar uma olhada na frente do novo Mitsubishi ASX para ver que o SUV passa a ter o mesmo estilo adotado no Eclipse Cross, que foi lançado no mercado brasileiro no final de setembro último. As mudanças mais evidentes estão no para-choque protuberante que se integra à grade cromada e aos faróis de desenho arrojado. 

Entretanto, estamos falando apenas de uma reestilização, uma vez que o ASX 2020 mantém a plataforma do modelo vendido atualmente nas lojas. Trata-se apenas de mais uma atualização para que o carro fique alinhado com a nova linguagem de design adotada pelos lançamentos mais recentes da marca no mundo.

Na traseira, a principal mudança fica por conta das lanternas redesenhadas e que usam apenas LED no lugar das lâmpadas convencionais. Também aproveitaram para reestilizar as linhas do para-choque, que passou a ter um aspecto mais esportivo, seguindo a linha do Eclipse Cross .

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Mais detalhes do Mitsubishi ASX 2020


Mitsubishi ASX 2020 teve apenas a inclusão de uma nova central multimídia entre as mudanças adotadas por dentro
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Mitsubishi ASX 2020 teve apenas a inclusão de uma nova central multimídia entre as mudanças adotadas por dentro

 Como não poderia deixar de ser, no  interior do SUV compacto, investiram apenas em uma nova central multimídia mais atual, com tela sensível do toque de 8 polegadas. De resto, o carro continua sem novidades por dentro, o que inclui bancos, laterais das portas e todos os demais componentes, como cluster e comandos em geral, seja do ar-condicionado, pistas, faróis, tudo. 

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Quando foi montado no Brasil, o renovado Mitsubishi ASX será o único no mundo a ser equipado com motor 2.0 flex, de 170 cv, potência conseguida quando existe apenas etanol no tanque. Assim como agora, no sistema de transmissão haverá câmbio automático CVT, que pode funcionar com tração dianteira ou integral, dependendo da versão. Abaixo, assista ao vídeo de apresentação do SUV.


Fonte: IG Carros
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Chery Tiggo 7 mostra sofisticação, mas é bom ter certa cautela ao volante

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Caoa Chery Tiggo 7 tem desenho arrojado e elegante. Versão topo de linha conta com teto solar panorâmico
Guilherme Menezes/iG

Caoa Chery Tiggo 7 tem desenho arrojado e elegante. Versão topo de linha conta com teto solar panorâmico

Durante as primeiras impressões ao dirigir o novo Caoa Chery Tiggo 7 (a partir de R$ 106.990), ficou claro que o carro é um um produto à altura dos demais SUVs disponíveis no mercado brasileiro. A começar pela qualidade na construção. A escolha dos materiais e o bom “recheio” dos acabamentos no interior também impressionam.

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Além disso, com exceção do painel lateral traseiro, há soft touch por todo o lado, inclusive no fundo do puxador da porta de trás. Outro detalhe que chamou bastante atenção no Caoa Chery Tiggo 7 foi o bom isolamento acústico — com motoqueiros passando ao lado, caminhões e etc — como na estrada, com o chiado do vento. 

Além disso, a espessura e a arquitetura dos assentos não só são bastante envolventes, como também proporcionam conforto de sobra — com apenas uma pequena ressalva para a posição do assento do passageiro dianteiro, que gera um leve desconforto pela sua inclinação voltada ao assoalho e sem opção de regulagem.

E apesar da beleza ser algo subjetivo para qualquer assunto, ainda quanto ao interior, me dou liberdade de falar que o design é a “cereja do bolo” para um ambiente agradável. Volante, console, grafismo do cluster, moldura da central multimídia, costuras por toda a extensão, alavanca de câmbio,  puxadores das portas, ergonomia dos comandos, saídas do ar condicionado… enfim, tudo mesmo é de bom gosto.

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Entretanto, sistema multimídia,  som, processador e câmeras de ré (que inclui a câmera 360, inédita em sua categoria) deixam a desejar. As imagens da tela do multimídia poderiam ficar mais nítidas e o som ter melhor qualidade. Em contrapartida, o carro oferece monitoramento individual de pressão e temperatura dos pneus, bem como conectividade com Apple Car Play.

Mais detalhes do Caoa Chery Tiggo 


Caoa Chery Tiggo 7 te, interior moderno, mas falta nitidez na tela da central multimídia, pelo menos na unidade avaliada
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Caoa Chery Tiggo 7 te, interior moderno, mas falta nitidez na tela da central multimídia, pelo menos na unidade avaliada

 Contudo, faltou uma melhor posição de dirigir, com ajuste de profundidade do volante e um ponto H (base do assento) mais alto que o ideal. O jeito meio inclinado em que fica o motorista também atrapalha um pouco. Porém, para quem tem cerca de 1,70 metro de estatura, não vai se sentir incomodado.  

Na cidade, o utilitário esportivo da marca chinesa se mostrou bastante confortável, tanto na frente quanto atrás. O seu motor 1.5 turbo de 150 cv (etanol) ou 147 cv (gasolina) e 21,4 kgfm de torque conseguia mostrar certo fôlego, apesar dos seus 1500 kg. Isso muito se deve ao excelente câmbio automatizado de seis marchas e dupla embreagem, que apesar de conservador nas trocas de marcha, as realizava suavemente, mantinha as rotações abaixo dos 2000 rpm quando devia, e jogava o motor na faixa ideal quando era requisitado. Apesar disso a aceleração de 0 a 100 km/h  acontece em nada emocionantes 11,5 segundos.

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Como a grande maioria dos carros de origem chinesa, a suspensão do novo SUV médio tem um ajuste bem mais voltado ao conforto, o que acaba prejudicando a estabilidade, inclinando a carroceria mais do que deveria. Mesmo em linha reta, seguindo a 100 km/h, o carro também mostrou certa sensilidade aos ventos laterais. Portanto, é bom ir devagar com o andor, embora a rigidez torcional tenha se mostrado adequada. 

Na versão topo de linha, o Caoa Chery Tiggo 7 passa a custar R$ 116.990, mas conta com equipamentos como teto-solar panorâmico, ar-condicionado com regulagem independente para motorista e passageiro, câmera de ré de 360 graus, airbags de cortina e bancos com revestimento de couro com aquecimento.

Fonte: IG Carros
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Veja 5 equipamentos de carros que vão desaparecer em breve

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No passado, ter um aparelho de TV a cabo era um prestígio da parcela mais afortunada da população. O item foi ganhando as casas dos brasileiros com o tempo, e já cai no esquecimento de muitos assinantes que sequer ligam a televisão durante a semana. As operadoras de TV por assinatura também sofrem com a ascensão dos serviços de streaming e a profissionalização do conteúdo no YouTube. Com alguns entre os equipamentos de carros, a história é parecida.

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A indústria evoluiu para que todos os automóveis tivessem equipamentos como luz de neblina, estepes de roda convencional e motores grandes e potentes, mas as coisas estão mudando com mais velocidade na última década. Com isso em mente, a reportagem do iG enumera cinco equipamentos de carros que estão para cair no esquecimento em alguns anos.

1 – CD Player


Entre os equipamentos de carros, o CD Player deverá ser extinto em breve em todos os carros produzidos em série
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Entre os equipamentos de carros, o CD Player deverá ser extinto em breve em todos os carros produzidos em série

Os saudosos tocadores de CDs ainda aparecem em alguns veículos, mas estão no caminho do ostracismo conforme a evolução de novas tecnologias. De início, surgiram as entradas USB para pen drive e conexões para outros dispositivos. Quem buscava mais praticidade partiu para os cabos auxiliares, facilmente conectados nas saídas de fones de ouvido de qualquer aparelho. Atualmente, além de serviços de streaming como Deezer e Spotify, os tocadores de CDs também competem com Apple CarPlay e Android Auto.

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O fim dos CD Players é algo natural, antecipado há muito tempo pela indústria. A Ford dos Estados Unidos, por exemplo, já anunciou que seus modelos novos não contarão mais com este recurso. Se você curte ouvir música enquanto dirige, parta logo para alguma plataforma de streaming .

2 – Faróis de neblina


Mercedes-Benz Classe A é um dos que já abdicaram ao farol de neblina entre os equipamentos de carros
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Mercedes-Benz Classe A é um dos que já abdicaram ao farol de neblina entre os equipamentos de carros

É normal que alguns leitores apareçam nos comentários de avaliações de modelos alemães e questionem: ué, o carro não tem farol de neblina?   Sim, e parece que isso vai virar tendência entre os carros germânicos daqui pra frente. Mercedes-Benz Classe A , Porsche 911 e Audi Q3 já entraram na moda, mas isso não significa que seu caminho ficará menos iluminado.

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Para o engenheiro Lothar Werninghaus, da Audi, a evolução dos faróis em LED são dotados de uma superfície complexa, capaz de desempenhar várias funções. Portanto, o mesmo conjunto de iluminação é capaz de desempenhar várias funções, suprindo a ausência do farol de neblina. Pode-se dizer que eles serão “integrados” aos faróis principais, e não completamente exterminados.

3 – Estepe convencional


Estepe convencional deverá ser extinto com o crescimento dos modelos temporários entre os equipamentos de carros
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Estepe convencional deverá ser extinto com o crescimento dos modelos temporários entre os equipamentos de carros

Poucos carros trazem o saudoso estepe “definitivo” nos dias de hoje. A maior parte conta com o modelo do tipo temporário, sempre com limitações por conta de tamanho e diâmetro. Os pneus também surgem com dimensões diferenciadas, geralmente com larguras de seção bem reduzidas e perfis altos. São feitos especificamente para serem usados temporariamente em caso de danos nos pneus rodantes.

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Normalmente, há um limite de 80 km de trajeto com velocidade máxima de 80 km/h. Isso impõe diversas limitações ao motorista, uma vez que ele terá que parar na estrada, efetuar a troca e procurar imediatamente por uma oficina para salvar o pneu avariado. Infelizmente, os estepes convencionais tendem a desaparecer em breve.

4 – Cluster analógico


Cluster analógico está com os dias contados entre os equipamentos de carros num futuro bem próximo
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Cluster analógico está com os dias contados entre os equipamentos de carros num futuro bem próximo

Lembra do Kadett GSI? Ele foi o primeiro modelo vendido no Brasil que contava com a marcação digital de velocidade, no lugar dos ponteiros convencionais. A tecnologia foi evoluindo, até se transformar nas telas que conhecemos nos dias de hoje. Mesmo os carros chineses já estão entrando na onda, surgindo com opções configuráveis no painel de instrumentos.

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Este equipamento não é mais restrito aos modelos premium. O Grupo Volkswagen, por exemplo, apresentou a tecnologia em meados de 2014 no cupê esportivo Audi TT. Levou apenas três anos para que a marca lançasse o dispositivo no Polo , um modelo compacto. A recente integração do cluster digital em modelos comerciais como o Peugeot Partner mostra que a tecnologia, em breve, poderá aparecer em mais veículos no Brasil.

5 – Motores grandes


Entre os equipamentos de carros, motores grandes serão exclusividade de carros de nicho
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Entre os equipamentos de carros, motores grandes serão exclusividade de carros de nicho

Você já deve ter lido a palavra “downsizing” por aqui. O termo é utilizado para designar a extração de mais potência e torque de motores menores. Neste caso, há menor capacidade volumétrica e muitas vezes menos cilindros do motor. Isso coloca um ponto final na história dos motores grandes, uma vez que a indústria respondeu bem à nova tecnologia.

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Os exemplos mais recentes estão nos novos motores de Volkswagen (MPI), Renault (SCe) e Fiat (Firefly), mas também podemos citar o 1.5 turbo da Honda (superior ao 2.0) e até mesmo o 2.5 turbo, de quatro cilindros, do Porsche Boxster GTS (substituindo uma unidade de seis cilindros em linha). No futuro, motores megalomaníacos ficarão restritos a veículos de nicho, como muscle cars e super esportivos entre os equipamentos de carros .

Fonte: IG Carros
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