Saúde

3 dicas para ganhar massa muscular na terceira idade

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3 dicas para ganhar massa muscular na terceira idade
Redação EdiCase

3 dicas para ganhar massa muscular na terceira idade

Especialista explica por que é importante manter uma rotina saudável nessa fase da vida

Por Marcela Melo 

Compreender sobre a composição do nosso corpo, o quanto temos de gordura e o quanto temos de músculo é extremamente necessário. Somente o peso na balança não significa nada, às vezes você emagrece porque perdeu músculo e isso não é um emagrecimento saudável, não importa a sua idade. 

Por exemplo: o idoso em processo de envelhecimento, vai perdendo naturalmente no decorrer do tempo a massa muscular e ganha um acúmulo de gordura na região da barriga, aumentando as chances de infarto e AVC (Acidente Vascular Cerebral). Assim, é importante que pessoas idosas tenham massa muscular, pois ela ajuda tanto no equilíbrio quanto na proteção da estrutura óssea.

O problema é que com o tempo, as pessoas mudam o paladar e vão deixando de ingerir proteína de forma adequada. E isso faz com que a população idosa seja um grupo que merece atenção especial sobre o ganho de massa muscular. Por isso, a médica endocrinologista Dra. Gabriela Iervolino explica como manter a quantidade ideal de massa muscular e beneficiar o corpo na terceira idade. Confira! 

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Diferença entre gordura e músculo 

Conforme explica a médica endocrinologista Dra. Gabriela Iervolino, 1kg de gordura é diferente de 1kg de músculo. O peso pode ser o mesmo, porém a gordura tem muito mais volume, ocupando mais espaço no organismo que o músculo. E o tecido muscular é considerado um órgão metabólico, sendo responsável por liberar alguns hormônios bons para o organismo, além de proteger o osso, dar equilíbrio e acelerar o metabolismo.

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Como ganhar massa muscular?

Diversos fatores influenciam para o ganho de massa muscular, como a genética, peso e altura. Isso explica por que algumas pessoas têm mais facilidade para adquirir massa branca do que outras, mas adotar um hábito de vida saudável é um dos principais motivos que podem te ajudar a compor o tecido muscular. Assim, confira a seguir algumas práticas para inserir na sua rotina:

1. Calcule a quantidade de proteína ingerida 

Segundo a Dra. Gabriela Iervolino, o primeiro passo é calcular o mínimo de proteína que uma pessoa precisa ingerir diariamente, tendo em mente a função renal dela, já que é quase impossível, somente pela alimentação, atingir a quantidade ideal de proteína diária. Por isso, é preciso saber o quanto se ingere de proteína na alimentação, e, por muitas vezes, usar suplementos proteicos, pois se uma boa quantidade de proteína não for ingerida não é possível manter uma massa muscular boa. 

“Por isso eu calculo a quantidade de proteína e oriento o quanto cada alimento tem de proteína, assim, o paciente vai saber o quanto de proteína ele deverá ingerir por dia. Como a alimentação não muda muito, durante uma semana a pessoa já poderá calcular a quantidade ideal diária, e, se precisar, ela usará suplementos, como o Whey Protein. Também podemos fazer isso com pessoas vegetarianas, usando outras fontes de proteína”, diz a médica endocrinologista.

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2. Comece a praticar exercícios 

Já faz parte do senso comum a narrativa que prega que o ideal é fazer 5 dias de exercícios por semana. Porém, segundo a Dra. Gabriela Iervolino, o correto é começar com uma frequência mais baixa para criar uma rotina, e, somente depois, ir aumentando a frequência segundo a capacidade de cada um. É melhor fazer alguma coisa do que não fazer nada.

3. Escolha a atividade física correta 

O tipo de atividade física é outro ponto extremamente essencial. Quando se faz um exercício com menos repetições a tendência é ganhar massa muscular, mas se a pessoa praticar exercícios com mais repetições ela ganhará muito mais resistência nos músculos, além de perder peso. Assim, é preciso conciliar uma atividade física de sua preferência, mas visando o ganho de massa muscular, que será avaliado pela bioimpedância. Esse exame vai mostrar se aquilo que você está fazendo está dando resultado positivo.

“Outra coisa importante, e que as pessoas não sabem, é que se você faz exercício de musculação antes do aeróbico, você inibe uma proteína que faz com que seu músculo não cresça tanto. Por isso é essencial que primeiro, você faça o aquecimento, no próprio aparelho com uma carga menor, depois passe para os exercícios de musculação de fato e finalize com os aeróbicos para queimar gordura”, explica a Dra. Gabriela.

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Benefícios do hormônio da irisina 

Além disso, outro ponto que deve ser considerado para o ganho de massa muscular é o hormônio da irisina, produzido durante os exercícios físicos. Segundo a Dra. Gabriela Iervolino, esse hormônio é responsável por induzir o fenômeno chamado “browning”, que ajuda na conversão do tecido de gordura branco em tecido de gordura marrom.

“[O fenômeno de Browning] favorece o escurecimento da gordura, o que é benéfico para o nosso organismo, uma vez que a gordura branca é muito mais inflamatória, além de estar ligada às disfunções metabólicas. A gordura mais escura favorece a queima de calorias, além de ajudar nos processos metabólicos e no aumento da captação da glicose e colesterol no sangue, melhorando o metabolismo independente da perda de peso”, explica a Dra. Gabriela Iervolino.

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Fonte: IG SAÚDE

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Ministério da Saúde lança Campanha Nacional de Vacinação

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Confira, a seguir, informações como as faixas etárias para as diferentes categorias de vacinação
Tânia Rêgo/Agência Brasil – 26/01/2022

Confira, a seguir, informações como as faixas etárias para as diferentes categorias de vacinação

O Ministério da Saúde lançou hoje (7), em São Paulo, a Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite e de multivacinação. O objetivo é recuperar a cobertura vacinal de crianças e adolescentes que deixaram de tomar os imunizantes previstos no calendário nacional.

A partir de amanhã (8), cerca de 40 mil salas de vacinação em todo o país estarão abertas para aplicar doses de 18 tipos de imunizantes previstos no calendário nacional de vacinação para esse público. A campanha terminará em 9 de setembro.

A vacinação contra a poliomielite é destinada para crianças menores de 5 anos. A multivacinação é para crianças e adolescentes menores de 15 anos. Para crianças estarão disponíveis os seguintes imunizantes :

Hepatite A e B; Penta (DTP/Hib/Hep B), Pneumocócica 10 valente; VIP (Vacina Inativada Poliomielite); VRH (Vacina Rotavírus Humano); Meningocócica C (conjugada); VOP (Vacina Oral Poliomielite); Febre amarela; Tríplice viral (Sarampo, Rubéola, Caxumba); Tetraviral (Sarampo, Rubéola, Caxumba, Varicela); DTP (tríplice bacteriana); Varicela e HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano).Para adolescentes: HPV; dT (dupla adulto); Febre amarela; Tríplice viral; Hepatite B, dTpa e Meningocócica ACWY (conjugada).

Segundo o ministério, a partir dos três anos de idade, as vacinas de covid-19 podem ser administradas de forma simultânea ou com qualquer intervalo com os demais imunizantes.

Ao participar do lançamento da campanha, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que o último caso de pólio no Brasil foi registrado em 1989.

Segundo ele, a cobertura vacinal da população está diminuiu em todo o mundo, principalmente durante o período da pandemia de covid-19. O ministro também conclamou as famílias a levarem as crianças para vacinar.

“Peço aos pais que levem seus filhos para as salas de vacinação. É inaceitável que, hoje, no século 21, 100 anos depois do esforço extraordinário de Oswaldo Cruz para introduzir esses conceitos sanitários no Brasil, nós tenhamos ainda crianças com doenças que podem ser evitáveis por vacina”, afirmou.

O ministério espera vacinar cerca de 14.3 milhões de pessoas contra a polio. Todos os imunizantes ofertados têm registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Adolescente que acreditava ter Covid descobre tumor cerebral

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Jovem de 15 anos é diagnosticado com tumor no cérebro
Divulgação / Ronald McDonald House United Kingdom

Jovem de 15 anos é diagnosticado com tumor no cérebro

Um adolescente de 15 anos foi diagnosticado com um tumor no cérebro no Reino Unido após sentir dores de cabeça constantes que foram interpretadas inicialmente como sintomas da Covid longa. O quadro é classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a persistência dos sinais da Covid-19 por três meses ou mais após a infecção.

Kane Allcock recebeu um diagnóstico positivo para a contaminação pelo novo coronavírus no último ano novo, depois de sentir uma leve dor de cabeça. Mais de duas semanas depois, quando a infecção já havia passado, as dores persistiram. Em março, os pais do adolescente decidiram o levar ao hospital, conforme as dores se tornavam mais intensas e constantes, mas os resultados dos testes não indicaram nenhum problema.

“A conclusão foi que ele possivelmente ainda estava sofrendo os efeitos posteriores da Covid, então fomos para casa e fomos instruídos a voltar se algo piorasse. Na semana seguinte, ele parecia ir ladeira abaixo rapidamente. As dores de cabeça estavam ficando mais frequentes, e ele estava ficando tonto e com dores no pescoço”, conta a mãe de Kane, Nicki Allcock, ao site da Casa Ronald McDonald do Reino Unido, instituição que auxiliou os familiares do jovem durante o tratamento.

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“Liguei novamente para o clínico geral e fomos mandados de volta ao hospital, onde ele fez mais avaliações neurológicas. Como os resultados foram bons novamente, eles ainda estavam pensando que era Covid longa ou possivelmente enxaquecas desencadeadas pela puberdade”, continua Nicki.

Ela conta que as dores continuaram, e a família chegou a procurar um outro médico, que fez um exame geral e concluiu, novamente, que deveria ser resultado da síndrome pós-Covid. No dia seguinte, a situação piorou e eles voltaram ao hospital. Nicki diz que sabia ter algo de errado com o filho pois havia notado também um pequeno amassado na cabeça de Kane.

“Ele estava segurando sua cabeça e balançando em agonia. Ele não conseguia andar direito. Eles fizeram alguns exames de sangue e o colocaram em oxigênio e analgésicos intravenosos. A mensagem que eu estava recebendo era que ele ainda estava sofrendo de enxaqueca. Mas quando estávamos sendo registrados na ala de avaliação, falei com uma enfermeira que parecia nos levar mais a sério e disse a ela que notei um amassado na parte de trás da cabeça de Kane”, diz a mãe do adolescente.

Eles então passaram a noite no hospital. Na manhã seguinte, as dores estavam ainda piores e Kane teve uma convulsão. Os médicos socorreram o jovem e decidiram então que ele deveria ser submetido a um exame de ressonância magnética. Duas horas depois, vieram os resultados.

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“Steve (marido de Nicki) e eu fomos levados para uma sala e nos disseram que haviam descoberto um quadro de hidrocefalia aguda, que é um acúmulo de pressão no cérebro causado pelo excesso de líquido. Isso não foi o pior de tudo, no entanto. Eles também encontraram um grande tumor”, conta a mãe.

Kane foi então levado para uma cirurgia de emergência para tratar a hidrocefalia. Dois dias depois, ele voltou à sala de operações para remover o tumor. O procedimento, que levou quase oito horas, foi bem sucedido e indicou ainda outra boa notícia: o tumor era benigno. Quatro dias depois, ele teve alta e voltou para casa. O adolescente precisou ainda passar por uma outra operação devido à volta da hidrocefalia, mas teve alta e agora está bem, diz a mãe.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil supera a marca de 680 mil mortes

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Brasil ainda enfrenta a Covid
André Biernath – @andre_biernath – Da BBC News Brasil em Londres

Brasil ainda enfrenta a Covid

O Brasil registrou, neste sábado, 210 novas mortes pela Covid-19, elevando para 680.012 o total de vidas perdidas no país para o novo coronavírus. Já a média móvel foi de 211 óbitos. O número registrado é 9% menor que cálculo de duas semanas atrás, o que demonstra tendência de estabilidade pelo vigésimo dia consecutivo.

Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo, que reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.

O país também registrou 24.577 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 34.009.075 infectados pelo coronavírus desde o começo da pandemia no país. A média móvel foi de 27.089 diagnósticos positivos. O número é 35% menor que o cálculo de 14 dias atrás, o que demonstra uma tendência de queda que continua desde o último dia 22, há 16 dias.

Os números de casos e mortes foram atualizados em 21 estados. Seis não registraram óbitos neste sábado.

A “média móvel de 7 dias” faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

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Vacinação

Com o avanço da vacinação, diversos estados vêm deixando de divulgar dados sobre a aplicação de vacinas nos finais de semana e feriados, tornando os dados imprecisos. Por esse motivo, o consórcio de veículos de imprensa passa a divulgar, nestes dias, apenas casos e mortes provocados pela Covid-19. Os números represados virão nos dias seguintes, geralmente, nas segundas e terças-feiras.

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Fonte: IG SAÚDE

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ALMT – Campanha Fake News II

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