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5 motivos para você largar de vez os absorventes descartáveis

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5 motivos para você largar de vez os absorventes descartáveis
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5 motivos para você largar de vez os absorventes descartáveis

Apesar da menstruação ainda ser um grande tabu para muitas pessoas, algumas mulheres têm se posicionado cada vez mais nas redes sobre o assunto, levantando pautas como empoderamento feminino e os impactos da menstruação no planeta – em média, uma mulher pode usar até quinze mil absorventes internos e externos ao longo da vida e o fato é: os descartáveis possuem 90% de plástico em sua composição, podendo levar mais de 400 anos para se decompor, segundo levantamento feito pelo Instituto Akatu, e gerando, consequentemente, toneladas inimagináveis de lixo.

Com isso, métodos alternativos estão ganhando espaço e mostrando que o leque de opções não é tão restrito quanto parece quando o assunto são produtos menstruais. Coletores , discos menstruais, absorventes de pano e calcinhas absorventes chegaram para mostrar que o impacto da menstruação no planeta pode, sim, ser reduzido.

Mas embora inofensivos e, na prática, pouco diferentes dos já conhecidos absorventes descartáveis e absorventes internos, os artigos menstruais reutilizáveis ainda fazem com que muita gente torça o nariz diante da ideia de ter contato com o próprio sangue. E sim, até os mais entusiastas da sustentabilidade se enquadram nesse quesito.

Pensando nisso, aqui vão alguns motivos para ajudar você a desmistificar os métodos reutilizáveis e dizer adeus aos descartáveis.

1. Tudo tem um começo

Se você tem receio de abrir mão de vez dos descartáveis, mas quer deixá-los de lado, os absorventes de pano podem ser uma boa transição já que são menos invasivos quando comparados aos coletores, por exemplo.

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A mecânica é a mesma, mas com uma pequena diferença: após o uso, nada é jogado fora! E, normalmente, a fixação do absorvente na calcinha é feita com a ajuda de botões e não de um adesivo.

2. Sem incômodos!

Que atire a primeira pedra quem nunca sentiu aquela sensação de pinicação lá embaixo por conta da cola presente nos absorventes descartáveis. De acordo com Fernanda Schier de Fraga, médica ginecologista e professora da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, quando em contato com a vulva, “os absorventes descartáveis podem fazer com que algumas pacientes queixem-se de incômodos e alergias”.

Tal situação é praticamente inexistente quando falamos sobre os métodos ecológicos já que, além de não terem cola adesiva, a maioria é feita a partir de materiais hipoalergênicos.

3. Os métodos alternativos são mais seguros do que parecem

Ainda considerando os incômodos que podem ser causados pelos absorventes descartáveis, a ginecologista explica que é muito importante manter o pH da vagina ácido e a flora vaginal, composta por fungos e bactérias, em equilíbrio. E isso só é possível quando a região consegue respirar.

Por isso, é extremamente recomendado que a vulva não seja abafada com calças apertadas ou absorventes descartáveis. E é aí que entra a vantagem dos métodos alternativos: calcinhas reutilizáveis e absorventes de pano são fabricados com algodão, sendo muito mais respiráveis.

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Vale mencionar que o desequilibrio do pH vaginal pode levar a doenças como a candidíase e vaginose bacteriana. Apesar de ambas não serem sexualmente transmissíveis, “são alterações que geram corrimento, além de serem desagradáveis para as pacientes”, como esclarece Fernanda.

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A ginecologista ainda alerta que o melhor tipo de calcinha para as mulheres são as de algodão, preferencialmente 100%, e recomenda que as mulheres durmam sem calcinha para evitar desequilibrar o pH da vagina.

Ainda segundo a médica, quando o assunto são os coletores menstruais, que não, não se perdem dentro do canal vaginal, a vantagem é que, além de poderem ser utilizados por até 12 horas, eles não apresentam risco de causar a chamada síndrome do choque tóxico. Muito comum em pacientes que usam os absorventes internos, essa síndrome consciste em uma proliferação de bactérias por conta do sangue parado no produto.

4. Mas e o cheiro?

Fernanda explica que o sangue menstrual não tem cheiro.

Ao entrar em contato com o ar e com os materiais químicos presentes nos absorventes descartáveis, o sangue começa a se oxidar e, consequentemente, produzir um odor mais forte. E há também outro ponto importante que agrava aquele cheirinho desagradável: os descartáveis são pouco respiráveis, tornando a região abafada, úmida e ideal para a proliferação de bactérias.

Ainda de acordo com a ginecologista, o cheiro no sangue pode indicar alguma patologia, por isso, é sempre importante consultar seu ginecologista e ficar atenta a sinais como corrimentos e odores.

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5. Sustentáveis e econômicos

Já parou para pensar no seu gasto mensal com produtos menstruais?

Esse gasto pode ser consideravelmente reduzido ao optar pelos métodos reutilizáveis. Absorventes de pano e calcinhas menstruais podem ter uma vida útil de 5 anos, dependendo do fabricante e forma de uso. Já a durabilidade dos coletores pode chegar a 10 anos.

Por isso, é importante sempre seguir as orientações de limpeza do fabricante e só guardar os absorventes ou calcinhas quando tiver certeza de que não estejam úmidos. Além de usar o coletor menstrual somente após o mesmo estar devidamente lavado.

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Talvez, usar um absorvente de pano ou um coletor não vá fazer você amar menstruar. E tudo bem. Mas, como Fernanda aponta, o que vale é o autoconhecimento que esses métodos trazem. Com certeza opções reutilizáveis irão aproximar você do seu ciclo e do seu corpo, fazendo com que você tenha uma maior noção de como é o seu próprios sangue e fluxo, por exemplo.

Hoje existem várias opções no mercado e os tamanhos disponíveis contemplam os mais diferentes tipos de vulva e fluxo! A dica é pesquisar bastante antes de comprar e escolher o método que melhor se adeque às suas necessidades. O planeta Terra agradece!

Fonte: IG Mulher

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Sexo 4.0: pandemia e inteligência artificial impulsionam a revolução sexual

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Profissionais que lidam com sexualidade humana afirmam que comportamento sexual passa por transformações inéditas que levam desde o aumento da assexualidade, quanto a buscas por novas formas de sexo

Foto: Pìxabay

O que Alexa, Siri, Google Assistente e pandemia têm a ver com sexo? Tudo. É o que profissionais e pesquisadores de sexualidade humana do mundo todo estão constatando em atendimentos e estudos voltados a entender os efeitos do distanciamento social sobre o comportamento humano. Na visão dos especialistas, assim como o home office já era uma tendência que foi acentuada pela necessidade do distanciamento social, a revolução sexual em curso também foi acelerada, consolidando tendências como a busca por formas artificiais de prazer que farão parte do novo normal daqui por diante.

Para dar conta dessa revolução, disparou a produção de artigos e a busca por atendimento especializado em sexologia. “Como tudo em nossa sociedade da ansiedade vira sintoma para diagnóstico, a procura pelos consultórios médico-psicológicos ou por aconselhamento em instituições sociais aumentou. A problematização sintomática da libido é inicialmente uma busca de saída rápida e fácil pela via da medicação – em alta em tempos de indústria farmacológica –, mas, em seguida, vem um mal-estar pela consciência dos efeitos colaterais dos remédios, dentre os quais, sempre a diminuição da própria libido”, alerta Ocir de Paula Andreata, pós-doutor e doutor em Teologia, psicólogo especialista em Sexualidade Humana e coordenador da pós-graduação em Sexualidade Humana da Universidade Positivo (UP).

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O especialista chama atenção para a diminuição e a inibição do desejo, que antes já eram as principais queixas nos consultórios, mas que com a pandemia pioraram. “Motivação do desejo sexual pela fantasia é algo que não pode acabar. É preocupante o desinteresse que tem feito crescer a assexualidade, ou seja, a morte do desejo, que é o grande elemento que move a sexualidade, desde a estrutura biológica do impulso afetivo até a conexão com relações sociais de prazer sexual”, pondera.

Na avaliação dele, o que é considerado involução, são formas abusivas e esvaziadoras que minam a confiança e sem alimentação afetiva da alma. Já a adesão à tendência mundial, muito anterior à pandemia, do chamado sexo “tinder-pornô” de prazer livre sem vínculo afetivo, pode ser classificada como um comportamento que reflete o contexto tecnológico e de valores das gerações que caminham para relações mais fluídas, complexas e desapegadas de grandes definições. “O pornográfico se tornou o paradigma do sexo, a facilidade de encontro feito por aplicativos virou símbolo de relações fugazes apenas para o prazer-orgásmico, e os relatos de mulheres e homens são de um vazio na contínua busca por um sexo que seja também amor”, revela.

Solteiros X casados

De acordo com a própria experiência como profissional da área e relatos de colegas e ex-alunos que viram lotar as agendas de atendimento durante a pandemia, o especialista afirma que o sexo parece ter diminuído para os casados e compromissados e que esteja “mais diversificado” para solteiros de livres relacionamentos. “A libido diminuiu e se recolheu em relações estáveis a ponto de levar a separações e aumento da violência doméstica. Por outro lado, em solteiros de todas as idades, especialmente os de meia-idade, aumentou a busca por contatos diversificados de parceiros e novas formas de prazer sexual via redes de comunicação, que deixam as relações mais horizontais, e de aplicativos de contato, que facilitam interações e encontros com finalidade exclusivamente sexual para o prazer”, aponta.

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Tal situação acompanha o que já foi descrito em algumas pesquisas no mundo. Durante o primeiro mês da pandemia, o Instituto Kinsey, junto à Universidade de Indiana, nos EUA, fez uma pesquisa on-line sobre a situação do sexo na pandemia, com 1.559 pessoas adultas. Na pesquisa, quase metade da amostra relatou um declínio na vida sexual, mas um em cada cinco participantes relatou expandir seu repertório sexual incorporando novas atividades. Os acréscimos mais comuns foram conversas eróticas on-line por aplicativos, experimentar novas posições sexuais e compartilhar fantasias eróticas.

Ressignificação da sexualidade

Andreata considera que a pandemia serviu para trazer à tona problemas relacionais já existentes, questões indefinidas de gênero e subjetividades inquietas por outras formas de prazer e amor. “Nota-se um aumento da ansiedade por retorno aos encontros sexuais fáceis do tinder-pornô. Mas observa-se também certa vontade de algum novo aumento do desejo que tanto inove as relações de prazer quanto retorne ao afeto sustentador”. Nesse sentido, ele acredita que a revolução sexual deve caminhar no sentido de uma ressignificação da sexualidade. “Acima de tudo, é o sujeito desta atual modernidade que está em crise e não necessariamente a identidade ou os modos de gozo, os quais, aliás, quanto mais comuns e populares, mais banalizam a experiência sublime do sexo”, ressalta.

Sobre o curso de Sexualidade Humana

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O curso de Pós-Graduação em Sexualidade Humana: Clínica e Educação é, há sete anos, um ambiente de pesquisas, formação e fomento de projetos na área da sexualidade humana em suas mais diversas modalidades de acontecimento. O corpo docente, formado por cerca de quinze professores, doutores e mestres, profissionais e pesquisadores da sexualidade em suas áreas médica, psicológica, fisioterápica, educacional, antropológica, relacional, organizacional e bioética, têm entre si algumas percepções compartilhadas. O curso reúne a experiência prática, pesquisas, estatísticas de dados e leitura analítica. Em 2020, foi o curso que registrou maior aumento na procura na Universidade Positivo, com 42% de crescimento no número de alunos.

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Inspire-se: 10 nail arts incríveis para noivas

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Inspire-se: 10 nail arts incríveis para noivas
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Inspire-se: 10 nail arts incríveis para noivas

Em muitos países, a primavera acontece no mês de maio e, devido aos lugares estarem naturalmente enfeitados por flores coloridas, a data ficou marcada como o “mês das noivas”.

Aqui no Brasil, no entanto, estamos no outono , mas mantemos essa tradição. Assim, a busca por assuntos relacionados a esse universo aumenta muito! E, sem dúvidas, umas das maiores preocupações no casamento é o vestido da noiva e seu visual, como a maquiagem, penteado, unhas e acessórios, por exemplo.

Para te ajudar nessa jornada pelo mundo da beleza, escolhemos 10 nails arts especiais para noivas. Aprenda outra maneira de usar o branquinho clássico e conheça opções que vão além: muito brilho e cor!

A cor branca é clássica das noivas. Mas, que tal usá-la com desenhos?

Reprodução / Instagram @nailsbyalsn
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As unhas coloridinhas são ótimas para casamentos ao ar livre e cerimônias mais divertidas

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Você viu?

Reprodução / Instagram @expert_unhasdecoradas
Reprodução / Instagram @zildabyunhas
Reprodução / Instagram @flaviarodriguesdesignslim

Muito brilho pode? Com certeza!

Reprodução / Instagram @kassiaalmeidaa_
Reprodução / Instagram @fernandaunhasdesign
Reprodução / Instagram @flaviarodriguesdesignslim

E aí, já escolheu a sua preferida? Arrase!

Fonte: IG Mulher

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Deus não tem religião

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João Bidu

Deus não tem religião
Dricca Rhiel

Deus não tem religião

É fato: somos os únicos seres com consciência de nossa morte e tentamos a todo custo superá-la. O elixir da vida eterna, para a tristeza de muitos, ainda não foi criado, portanto, o ser humano continua buscando alternativas e válvulas de escape para justificar o temor de não mais existir.

Nesse contexto, as religiões fornecem caminhos para o paraíso. Cada uma com seus dogmas e crenças. Contudo, não podemos esquecer que todas elas foram estruturadas por homens, mesmo que inspirados por alguma “divindade”. 

Os grandes profetas da humanidade nos trazem relíquias de valores que espelham o seu tempo durante a passagem na terra. Quando passamos conceitos de geração a geração é preciso cuidado na interpretação da mensagem. Dar algo como certo e estabelecido significa aceitar sem questionar!

Qual é o risco, afinal? 

É muito perigoso. O caminho espiritual, ou seja, a conexão com o divino não existe através de intermediários. As palavras, tradições, orações, os provérbios mantras e rituais podem ser usados como ferramentas de aperfeiçoamento da alma, mas cabe a cada um realizar a ligação pessoal e intransferível com plano superior.

Fé é convicção, crer em algo ou em si mesmo. Religiosidade é sentir a percepção das manifestações do sagrado que permeiam a vida humana. Já as religiões expressam a corrente de pensamento de um grupo. 

Ao se filiar a uma religião, entende-se que o indivíduo aceita e concorda com as regras, os mandamentos, e, por fim, com a dinâmica de um grupo. Entretanto, nem sempre há afinidades ou encaixes nesse sistema – o que não impede uma pessoa de ser espiritualista independente com sua fé e sentimento de religiosidade -, pois a única medida que existe para vida além-túmulo é o “peso” do seu coração. Mas o amor precisa de asas para existir.

Então, seguir o seu mestre interno (conhecido como consciência ) pode, muitas vezes, ser a melhor escolha para a justa expressão da sua espiritualidade.

Quem é Dricca Rhiel

Difícil definir Dricca Rhiel, uma profissional cheia de intuição e conhecimentos sobre energias, tratamentos holísticos e comportamento humano. Ao longo de seus mais de 20 anos de atuação fez diversos cursos, entre eles, de parapsicologia, mas, antes disso,  já tinha formação acadêmica como Jornalista e tradutora e intérprete em inglês. Dricca se define como uma F.A.D.A – Formadora do Agora para o Despertar do Amanhã. E o que é isso? Dricca oferece uma visão ampla sobre a vida para ajudar as pessoas a encontrarem soluções para seus dilemas, desbloqueando emoções e promovendo a conexão de cada um com seu “eu”. Para isso ela faz uso de seus conhecimentos de parapsicologia, de análises sociais e de seus diversos oráculos, que incluem tarot, runas, astrologia e numerologia. Um dos principais pilares é o amor, ela é autora da obra “O Livro Secreto do Amor — Como atrair um esquecer um grande amor”. Ela reúne diversos fãs, muitos provenientes de suas redes sociais, como o Instagram, onde acumula mais de 50 mil seguidores. Outros a conheceram  em suas incontáveis participações na mídia, como na TV Gazeta, onde teve um quadro fixo sobre espiritualidade no programa DeAaZuca, que lhe deu o título de Fada do Brasil. Dricca aborda, além de assuntos sobre espiritualidade e relacionamentos,  temas como empoderamento feminino, violência de gênero, sexo e crimes violentos, em especial, serial killers. Seu repertório é tão amplo quanto suas especialidades.

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Instagram @driccarhiel

Youtube Dricca Rhiel

Fonte: IG Mulher

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ALMT – Campanha Fake News II

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