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Acaba de ser revelada a Kawasaki ZX-25R, nova esportiva carenada de entrada

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Kawasaki Ninja ZX 25-R verde arrow-options
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Kawasaki ZX-25R é a menor esportiva da marca, mas com desempenho que deve empolgar os fãs da marca japonesa

A Kawasaki acaba de revelar no Salão de Tóquio (Japão) a ZX-25R, nova esportiva carenada de entrada. Com motor de 250 cc e quatro cilindros, chega abaixo da Ninja 400, que custa R$ 24.990 no Brasil. Ainda sem muitas especificações técnicas declaradas, a maior novidade fica por conta da eletrônica que auxilia na condução, com itens como controle de tração, modos de potência e quickshifter. A redação do iG Carros entrou em contato com a marca para saber se virá ao Brasil, mas ainda não tem previsões.

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Se vier, terá que ser mais em conta que a Yamaha R3 (R$ 23.990), rival direta da Ninja 400, que custa R$ 1.000 a mais. A nova Kawasaki ZX -25R , embora posicionada abaixo, não deverá deixar a desejar no desempenho quando comparada às “irmãs”.

Isso uma vez que, além da eletrônica, é montada sobre um chassi de treliça, suspensão dianteira Showa de garfo invertido, amortecedor traseiro horizontal e freio dianteiro com pinça monobloco radial. Enquanto isso, a potência que se especula no exterior — antes da Kawasaki revelar mais informações — é de 60 cv (mais que os 48 cv da Ninja 400 vendida no Brasil).

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Esportiva de entrada, ainda mais em conta, da rival Yamaha

Yamaha MT-125 branca arrow-options
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Yamaha MT-125 é a rival da Kawasaki ZX 25-R, com a qual promete travar um duelo acirrado nas pistas

Outra grande revelação para os amantes das esportivas é o surgimento de uma opção ainda mais em conta para a Yamaha R3 . Batizada de MT-125, vem equipada com o motor de 125 cc da esportiva carenada YZF-R125, que apesar de ser menor que o da Factor 150 e Fazer 150, consegue entregar ainda mais rendimento — conforme a sua proposta mais esportiva, que também agrega equipamentos mais modernos. A redação do iG Carros também falou com a Yamaha para saber se vem ao Brasil, mas ainda não confirmaram.

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Caso venha ao mercado brasileiro, deverá custar mais que os R$ 11.190 cobrados pela Yamaha Fazer 150. Isso porque estréia novos equipamentos da recém apresentada MT-03, além de que seu motor monocilíndrico de 124,7 cc desenvolve 14,8 cv e 1,25 kgfm — mais que os 12,4 cv e 1,3 kgfm do 150 cc da Fazer.

Se vier, não teria rivais diretos, mas não poderia custar perto de modelos como a Honda CB 250F Twister (R$ 15.490), que tem 22,4 cv e 2,25 kgfm, ou a “prima” Yamaha Fazer 250 ABS (R$ 15.790), com 21,5 cv e 2,1 kgfm.

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O visual segue a linha da “irmã” maior Yamaha MT-03 , já na nova geração que chegou este mês. Entre os destaques, estão o farol duplo de LED, silhueta alongada, cores e grafismos na linguagem visual das nakeds esportivas e um painel de LCD.

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Além disso, vem com suspensão de garfo invertido de 41 mm na dianteira e braço oscilante na traseira, freios de 292 mm na frente e 220 mm atrás. além de uma nova embreagem assistida deslizante, projetada para facilitar e suavizar as trocas de suas seis marchas e rivalizar com a Kawasaki ZX 25-R .

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SUV elétrico Nissan Ariya estreia com autonomia de até 610 km

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Nissan Ariya
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Nissan Aryia: novo SUV elétrico da marca japonesa ditará o novo estilo que será adotado nos próximos lançamentos

A Nissan apresenta a versão de produção do Ariya. Previsto para estrear em meados de 2021 no Japão, o modelo é o primeiro SUV elétrico da marca e foi mostrado como conceito no Salão de Tóquio (Japão) do ano passado.

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Fabricado sobre uma nova plataforma que será utilizada em outros futuros projetos elétricos da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, o Nissan Ariya é um SUV de porte médio, com 4,595 m de comprimento e entre-eixos de 2,775 m. Bem maior que o Kicks , que é 30 cm mais curto.

Com uma carroceria que segue o estilo “SUV cupê”, os detalhes que mais chamam a atenção são o logo na grade dianteira, que é iluminado por 20 LEDs, além das grande rodas (de 19″ ou 20″) e dos finos faróis de LED compostos por quatro projetores de 20 mm.

Já no interior, o painel é minimalista e quase não traz botões, enquanto o quadro de instrumentos digital forma um conjunto único de telas com o sistema multimídia.

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No pacote tecnológico, o grande destaque é o sistema de condução semiautônoma Pro Pilot 2.0, que utiliza um conjunto de sete câmeras, radares e 12 sensores ultrassônicos, além dos mapas 3D do sistema de navegação, para permitir a condução do veículo em uma rota pré-determinada quase sem a interferência do condutor.

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Outro destaque é o Pro Pilot Remote Park, que permite ao motorista fazer manobras de estacionamento de fora do carro.

São duas opções de bateria (de 65 kWh ou 90 kWh) e quatro níveis de potência, com um motor (tração dianteira, de 218 e 242 cv) ou dois propulsores (tração integral, 340 e 394 cv).

Na configuração mais simples, com bateria de 65 kWh e motor de 218 cv, o Ariya é capaz de rodar até 450 km (ciclo WLTC Japan). Já na topo de linha, de 394 cv e bateria de 90 kWh, o SUV é capaz de rodar até 580 km.

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A maior autonomia do Nissan Ariya , porém, está reservada para a configuração com motor de 242 cv e a bateria de 90 kWh, que pode rodar até 610 km na estimativa da marca japonesa. Assista abaixo ao vídeo oficial do carro.



Fonte: IG CARROS

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Veja 5 hábitos que detonam os pneus do seu carro

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Os pneus dos carros de passeio são desenvolvidos para durar tranquilamente algumas dezenas de milhares de quilômetros. Mas esse tempo pode variar para mais ou para menos, dependendo dos cuidados (ou da falta de…) que o motorista adota guiando o veículo ou quando ele está estacionado.

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Confira abaixo alguns dos hábitos que encurtam a vida útil dos pneus e o que os fabricantes recomendam para prolongar a quilometragem deste componente.

1 – Impactos

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Um buraco pode ser muito perigoso para o seu pneu, com o risco de causar cortes ou bolhas. Evite-os o máximo que puder.


Hábito comum para muitos motoristas, estacionar o veículo com o pneu apoiado na guia é muito prejudicial. De acordo com Felipe Zacarias, piloto de teste do Campo de Provas da Goodyear, essa prática pode ocasionar uma fissura na malha interna de aço dos pneus e danos aparentes, como a perda de “lascas” das laterais do pneu. Pelo mesmo motivo, deve se evitar passar por obstáculos como buracos e tampas de bueiro.

O dano interno no pneu pode ser percebido pela necessidade constante de calibragem e também pela vibração do volante em rodovias mesmo com o balanceamento em dia. Em alguns casos, pode resultar ainda no surgimento de bolhas, que podem provocar o estouro do pneu com o carro em movimento.

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2 – Desalinhado e descalibrado

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Pneu calibrado é um cuidado básico que se deve ter não apenas para a vída útil, mas para economia e diribilidade

Rodar com o carro desalinhado também é outra prática que encurta a vida útil dos pneus. Embora seja mais comum a necessidade de acerto de geometria das rodas dianteiras, vários modelos de veículo também exigem o alinhamento das rodas traseiras. Pneus com bordas dentadas ou esgarçadas são um sinal claro de pneus rodado fora de prumo.

Rodar com rodas desbalanceados também provoca desgaste irregular. Pressão baixa ou alta demais também é prejudicial. A Michelin destaca que a calibragem deve ser checada sempre com os pneus frios (não expostos diretamente ao Sol, que tenham sido usados a mais de 2 horas ou tenham percorrido menos de 3 km a baixa velocidade). Caso contrário, adicione 4 ou 5 libras à pressão recomendada pelo fabricante do carro. Essa informação pode ser checada no manual ou em partes da lataria, como a tampa do tanque de combustível ou na coluna central.

3 – Reparo mal feito

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Dependendo o dano que o pneu sofreu, apenas a troca por um novo resolve o problema, de acordo com especialistas

A maior parte dos furos e cortes de até 6 mm na banda de rodagem podem ser reparados. Mas para isso o recomendado a desmontagem, com reparo interno feito com enchimento tipo plug ou “tarugo”.

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De acordo com a fabricante Bridgestone, o reparo do tipo macarrão não é recomendado por não exigir a desmontagem do pneu e por não vedar a perfuração no interior. Os reparos “a quente” ou “a frio” também não são recomendáveis, já que vedam o furo na parte interna, mas não selam a perfuração na área externa.

4 – Montagem ruim

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Medidas corretas e procedimentos dentro do recomendável pelos fabricantes também são fundamentais

Montar pneus pequenos demais para as rodas (por exemplo, pneus de 17″ em rodas de 17,5″) ou em rodas em mau estado pode provocar danos na estrutura dos pneus que não são visíveis externamente.

Muito vista em vídeos na internet, a prática usar substâncias inflamáveis e fogo para a montagem dos pneus também é outra coisa aparentemente inofensiva que é condenada pelos fabricantes. A Continental destaca que, além de ser insegura, essa técnica pode provocar danos indetectáveis na estrutura do pneu e da roda, que podem falhar com o veículo em uso.

5 – Limpeza

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Pneu deve ser limpo apenas com água e sabão neutro e com produtos específicos para não causar danos

Embora a tentação de deixar o pneu brilhando seja grande, é preciso ter cuidado quanto a isso. A Bridgestone, por exemplo, recomenda a limpeza apenas com água e sabão neutro.

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A explicação para isso é que produtos químicos com gasolina, thinner ou querosene atacam a borracha do pneu, provocando a deterioração precoce do material.

Fonte: IG CARROS

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GM lidera lista dos veteranos que saíram de linha mais vendidos do mês

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Vendas de carros usados também tiveram queda na pandemia, mas os modelos da GM são os mais procurados, diz a Fenebrave

A lista de usados mais negociados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) mostra números bem diferentes do ranking de emplacamentos.

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Enquanto a dupla Chevrolet Onix e Hyundai HB20 liderou entre os zero km em junho, entre os carros com algum tempo de estrada a disputa foi entre o Volkswagen Gol (47.274) e o Fiat Uno (26.469), repetindo um confronto que existia no início dos anos 2000.

Mas essa não é a única curiosidade do ranking de usados. Se considerarmos apenas os carros que estão fora do mercado há mais de cinco anos, chama a atenção a presença na lista dos modelos da “era Opel” da Chevrolet brasileira e também de um clássico da Volkswagen . Confira a seguir.

1 – Chevrolet Celta

Chevrolet Celta
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Chevrolet Celta: economia e combustível, baixo custo de manutenção e preço atraente contribuem para boa procura


Produzido entre 2000 e 2015 sobre a plataforma do Corsa de 1994, o Celta foi desenvolvido no Brasil com a proposta de ser um modelo acessível e com baixo custo de produção e operação. Acabou substituído na linha pela versão Joy do Onix .

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Bom de loja quando “vivo”, o hatch manteve o seu sucesso também no mercado de usados. Somou 14.385 unidades negociadas em junho, ficando atrás apenas de VW Gol, Fiat Uno e Fiat Palio.

2 – Chevrolet Corsa

Chevrolet Corsa
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Chevrolet Corsa teve duas gerações no Brasil e continua tendo uma legião de fãs. Compacto deu lugar ao Agile no início da década passada


Outro veterano que ainda faz sucesso no mercado de usados é o Chevrolet Corsa. Lançado em 1994 no mercado brasileiro, representou um avanço tecnológico tremendo para o segmento dos populares e seguiu como um dos favoritos do público até 2012, quando deu espaço na linha para a dupla Onix (Hatch) e Prisma (Sedan).

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Em junho, o Corsa somou 11.964 unidades comercializadas. Pouco menos do que as 12.513 unidades do Onix no mesmo período. Vale destacar que esse volume não inclui o Classic, como a primeira geração do Corsa Sedan passou a ser conhecida pelo fabricante na sua última década de vida.

3 – Chevrolet Vectra

Chevrolet Vectra
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Chevrolet Vectra: sedã fez sucesso entre meados dos anos 90 e o início dos 2000 ainda é lembrado entre os modelos usados

Lançado em 1993 para substituir o Monza, o Vectra é um dos modelos mais lembrados da época em que a Chevrolet brasileira seguia a alemã Opel para renovar a sua linha de produtos. O modelo sairia de cena em 2011, depois de três gerações, deixando espaço para o Cruze.

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No mercado de usados, o Vectra segue com mais fãs do que o seu sucessor: foram 4.253 unidades comercializadas em junho, ante as 3.264 unidades do Cruze Sedan no mesmo período.

4- Chevrolet Astra

Chevrolet Astra
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Chevrolet Astra também tem boa procura entre os modelos médios usados, de acordo com levantamento da Fenabrave



Outro modelo da “era Opel” na Chevrolet brasileira, o médio Astra começou a ser comercializado no Brasil em 1995, importado da Bélgica nas variações hatch de cinco portas e station wagon. O modelo viraria nacional apenas em 1998, numa nova geração e montado nas variações hatch e sedã.

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Curiosamente, esse Astra brasileiro seguiu em produção até 2011, depois de alguns anos convivendo com o Chevrolet Vectra de 3ª geração, seu sucessor no exterior. Em junho, somou 3.679 unidades negociadas.

5- Volkswagen Fusca

VW Fusca
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VW Fusca saiu de linha há 24 anos no Brasil e ainda fica em destaque entre os usados mais vendidos do País hoje em dia


Produzido no Brasil em duas ocasiões (de 1959 a 1986 e de 1993 a 1996), o Volkswagen Fusca original foi um fenômeno de vendas no mundo e no Brasil, onde foram produzidas 3,3 milhões de unidades do modelo.

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Mesmo quase 25 anos depois que a última unidade zero-km foi fabricada por aqui, o modelo ainda figura na lista de usados mais negociados. Foram 3.648 unidades negociadas apenas em junho.É o único carro da lista dos 5 usados mais vendidos do mês que não é da Chevrolet .

Fonte: IG CARROS

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