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Aceleramos os novos BMW Z4 e M850i no Autódromo de Interlagos

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BMW Z4 branco arrow-options
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BMW Z4 ao lado do cupê grande M 850i forma a dupla das principais novidades da linha M que chega ao Brasil

As vendas das marcas de luxo no Brasil cresceram meros 0,23% no primeiro semestre, de acordo com a Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos) e a disputa pela liderança do segmento está acirrada em 2019 entre  Mercedes e BMW, que lança a nova geração do roadster Z4 M40i (R$ 386.950) e o cupê grande M 850i (R$ 799.950)  como parte de uma série de lançamentos da linha M de esportivos.

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 A reportagem de iG Carros esteve no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e conta o que achou das duas principais novidades depois de ter tirado a balaclava e o capacete, com a cabeça fria e após ter baixado a taxa de adrenalina nas veias.   

BMW Z4

 Todo novo, o roadster a marca alemã passa a compartilhar vários componentes com o Toyota Supra. É o esportivo leve, compacto e bem acertado que todo entusiasta gosta de guiar. Claro que se não tivesse tanta ajuda da eletrônica seria mais divertido, mas lá fomos nós, passando dos 200 km/h nas retas e contornando as curvas no limite de aderência.

Feito apenas para o motorista e uma boa companhia, o Z4 M40i é puro deleite. Vem com motor 3.0, de seis cilindros em linha, um dos únicos que sobraram hoje em dia. É conhecido pelo funcionamento redondo, com alto rendimento. Nessa versão, chega nos 340 cv e nada desprezíveis 51 kgfm de torque, o que foi mais do que suficiente para valer a pena as três voltas na pista que tinha direito.

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A boa relação entre peso e potência de apenas 4,5 kg/cv é um dos pontos que mais contribuem com a agilidade e o conjunto bem acertado do novo Z4 M40i. A tração traseira também ajuda, bem como a rigidez a estrutura e a rapidez com que funciona o câmbio automático ZF, de 8 marchas, que até parece um automatizado, de dupla embreagem, de tamanha a rapidez que faz as trocas.

interior do BMW Z4 arrow-options
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BMW Z4 M40i tem interior sofisticado e com acabamento caprichado. Mas, para um roadster, bem que poderia ser mais simples

As leis da física também dizem que o baixo centro de gravidade contribui com a estabilidade nas curvas e o Z4 tem apenas 114 milímetros de vão livre do solo. Com isso, basta apontar o focinho do carro para a tangência da curva na velocidade certa que o roadster se mostra tão obediente quanto um Golden Retriever.

Saindo da reta oposta, depois da freada e de contornar a Curva do Lago, acelero e encho os olhos com o fôlego dos seis cilindros trabalhando. É algo que empolga. Ainda bem que existem vários recursos que ajudam a manter o carro equilibrado, com o diferencial traseiro autoblocante (que traciona mais a roda com mais aderência) e os pneus Michelin de perfil baixo (255/35R 19 na frente e 275/35R 19 atrás).

O que também causa boa impressão no novo Z4 é a posição de dirigir com ajustes elétricos para chegar à regulagem perfeita. O cluster é digital, com tela de alta resolução, mas confesso que instrumentos analógicos tradicionais me agradam mais em com esportivo de verdade como é o carro desse BMW. Isso porque fica muita informação para pouco tempo que se tem para desviar o olhar do para-brisa em velocidades mais altas.

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  Tradicional mesmo, apenas a capota de tecido, que abre e fecha em apenas 10 segundos. Fica recolhida no porta-malas de 281 litros quando não está sendo usada e se mostra uma melhor solução que as coberturas metálicas que chegaram a ser usadas no passado por fatores como maior praticidade, leveza e menores custos de manutenção.

 M850i

 Chega a vez de acelerar o maior e mais caro modelo da pista, O novo BMW M850i. Não por acaso, para me acompanhar durante as voltas na pista, estava o veterano Maurizio Sala, que entre outros feitos tem um terceiro lugar nas 24 Horas de Le Mans de 1995. Sair do Z4 e entrar nesse cupê de 4,85 metros de comprimento por 1,90 m de largura é o mesmo que trocar um quitinete por um apartamento de luxo com varanda gourmet.

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Quanto espaço….E com direito a requintes como alavanca de câmbio trasparente, largos bancos revestidos de couro com todos os ajustes elétricos, com aquecimento e refrigeração, tapetes de veludo e sistema de som de alta-fidelidade assinado pela renomada Bowers & Wilkins apenas para citar três itens da longa lista de equipamentos.

interior do BMW M 850i Coupe arrow-options
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BMW M850i tem interior espaçoso e requintado, o que inclui alavanca transparente entre os detalhes

O nível de sofisticação do M850i pode incluir faróis de laser, teto de fibra de carbono, sistema que faz o carro estacionar sozinho, direção nas quatro rodas, reconhecimento noturno de pedestres, serviços de concierge, entre outros. No meio dessa modormia toda o que mais interessava na hora era acelerar.

E como acelera. A BMW diz que o carro é capaz de fazer de 0 a 100 km/h em apenas 3,7 segundos, tempo para dono de supercarro algum achar defeito. Na arrancada é possível utilizar o controle de largada, recurso que faz o cupê disparar como um foguete. Não é para menos, sobra força debaixo do capô: são brutais 76,5 kgfm de torque a baixos 1.800 rpm. Na mesma saída da Curva do Lago com o Z4, o M 850i mostrou apetite para engolir o pequeno roadster.

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Quando chegar o ainda mais insano BMW M8 o principal rival será o Mercedes S63 Coupé AMG, que vem com motor V8 biturbo de 612 cavalos e passa de R$ 1 milhão. Um pouco abaixo desse patamar está o Audi RS5 ,de 450 cv e quase R$ 600 mil. Uma briga de gigantes da qual também pode participar o Porsche Panamera Turbo, de 550 cv e beira os R$ 900 mil. Quem vai encarar? 

Fichas técnicas

BMW Z4 M40i

Preço:  R$ 386.950

Motor: 3.0, seis cilindros em linha,  gasolina, turbo

Potência: 340 cv a 5.000 rpm

Torque: 51 kgfm entre 1.600 rpm e 4.500 rpm

Transmissão: Automático, de oito marchas, tração traseira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira)/ multibraço (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos ventilados (traseiros)

Pneus: 225/35 R19 (dianteiros) e 275/35R 19 (traseiros)

Dimensões: 4,32 m (comprimento) / 1,86 m (largura) / 1,30 m (altura), 2,47 m (entre-eixos)

Tanque : 52 litros

Porta-malas: 281 litros

 0 a 100 km/h: 4,5 s

Vel. max: 250 km/h

BMW M 850i xDrive Coupé

Preço:  R$ 799.950

Motor: 4.4, 8 cilindros em V,  gasolina, turbo

Potência: 530 cv a 5.500 rpm

Torque: 76,5 kgfm entre 1.800 rpm e 4.600 rpm

Transmissão: Automático, de oito marchas, tração integral

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira)/ multibraço (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos ventilados (traseiros)

Pneus: 245/35 R20 (dianteiros) e 275/30R 20 (traseiros)

Dimensões: 4,85 m (comprimento) / 1,90 m (largura) / 1,34 m (altura), 2,82 m (entre-eixos)

Tanque : 68 litros

Porta-malas: 420 litros

 0 a 100 km/h: 3,7 s

Vel. max: 250 km/h


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Yamaha apresenta novo modelo, mas com visual retrô

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Yamaha XSR 155: acabamento caprichado e visual retrô são os itens que se destacam na novidade da marca japonesa

A Yamaha começa a oferecer nas Filipinas a XSR155, um modelo de entrada que se destaca pelo visual no estilo “neo-retrô”, mais comum em motos de segmentos superiores. Entre os detalhes estéticos que mais chamam atenção está o farol de formato circular com LED no lugar de lâmpadas convencionais.

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O tanque da Yamaha com linhas que lembram uma gota tem estilo clássico e que nunca sai de moda. Além disso, o assento tem acabamento caprichado e também remete aos modelos clássicos, podendo ser incluído na lista dos pontos altos da moto, que chega a ter alguns componentes feitos a mão.

Equipada com um motor de 155 cc, com quatro válvulas e potência equivalente a 19,3 cv (6,9 cv mais potente que o propulsor usado nas Factor e Fazer 150 brasileiras) e um câmbio de seis marchas, a Yamaha XSR155 se caracteriza por detalhes como o assento com visual retrô. A lista de equipamentos da moto inclui lanterna traseira de LED, painel digital, pneus de uso misto em rodas de 17″ e a suspensão frontal com garfos invertidos.

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A Yamaha XSR155 está disponível no país asiático por 162 mil pesos filipinos (cerca de R$ 17.500). De acordo com a fabricante japonesa, o modelo será oferecido com uma série de acessórios de customização, que permitem transformar o modelo em uma café racer. Ainda não há notícia da chegada do novo modelo ao Brasil.

Fonte: IG CARROS

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Lançada há 25 anos, tecnologia ESP ainda não está em todos os carros

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Sistema ESP
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Sistema ESP sendo testado em meados dos anos 90, antes de começar a se tornar comum entre os itens de segurança

A tecnologia conhecida por siglas como ESP (Programa Eletrônico de Estabilidade) e ESC (Controle Eletrônico de Estabilidade) completou recentemente 25 anos, mas ainda não está presente em todos os automóveis zero-km oferecidos no mercado brasileiro.

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Trabalhando em conjunto com os freios ABS e o controle de tração, o sistema ESP detecta a derrapagem do veículo e neutraliza a perda de controle, reduzindo automaticamente o torque do modelo e freando as rodas individualmente. Foi lançada pela primeira vez em 1995, nos sedãs de luxo Mercedes-Benz Classe S (que recebeu um sistema desenvolvido pela Bosch) e Toyota Crown Majesta, mas desde então foi se tornando um item mais popular.

O sistema ESP no mundo

ESP
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Sistema ESP controla derrapagem do carro em desvios de trajetória abruptas, evitando acidentes

Nos Estados Unidos, o equipamento está presente nos carros novos desde 2012, enquanto na Europa o ESP se tornou mandatório a partir de novembro de 2014. No Brasil, assim como aconteceu com a implantação dos airbags e do ABS, que começou em 2010 e terminou em 1º de janeiro de 2014, uma resolução do Contran de 2015 estabeleceu para o janeiro deste ano o início da presença obrigatória do ESP em automóveis de passeio e comerciais leves.

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Inicialmente, apenas os modelos novos receberão o equipamento. Mas até 1º de janeiro de 2022 a tecnologia deverá equipar todos os carros comercializados por aqui.

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Embora já esteja disponível mesmo em alguns compactos, a lista de carros de passeio e picapes novos que não trazem pelo menos uma versão com o ESP ainda é extensa no mercado brasileiro: Chevrolet Joy, Joy Plus e Montana, Citroën C3 e Aircross, Fiat Doblò, Grand Siena, Uno e Mobi, Honda City, VW Gol, Voyage, Up e Fox, Renault Kwid e Oroch, Nissan March e Versa e Peugeot 208.

Fonte: IG CARROS

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Hyundai HB20 1.6 2021 estreia com mais equipamentos

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Hyundai HB20
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Hyundai HB20 se recupera no mercado, mesmo no meio da pandemia. Agora, na linha 2021, recebe mais equipamentos

A Hyundai segue com a estratégia de lançar o HB20 2021 aos poucos. Depois das variações 1.0, agora é a vez de a marca sul-coreana apresentar as novidades para os carros equipados com o motor 1.6 de até 128 cv, que desde a versão básica passam a contar com novos itens de série.

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Além da grade dianteira em preto brilhante e das lanternas do tipo “Black Bezel” também vistas nos 1.0, os Hyundai HB20 e HB20S 1.6 Vision ganharam faróis com acendimento automático, rodas de liga leve diamantadas de 15″ (as mesmas usadas até então na versão Diamond) e apoio de braço deslizante (com câmbio automático).

Novidade na linha 2021 do compacto é a versão Vision Pack, que adiciona ao pacote da Vision os airbags laterais, câmera de ré, sensor de estacionamento, faróis de neblina e vidros elétricos com antiesmagamento e abertura e fechamento dos vidros pela chave.

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A Hyundai aproveitou também para mexer na lista de equipamentos da versão Vision AT do aventureiro HB20X , que também ganhou o apoio de braços deslizante e os airbags laterais das versões “urbanas”. Ainda não foram divulgadas as novidades para os modelos Hyundai HB20 e HB20S equipados com a motorização 1.0 turbo.

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Confira abaixo a lista de preços:

HB2O Vision MT: R$ 59.990
HB20 Vision Pack MT: R$ 61.990
HB20 Vision AT: R$ 64.590
HB20 Vision Pack AT: R$ 66.090

HB20X Vision AT: R$ 68.590

HB20S Vision MT: R$ 64.990
HB20S Vision AT: R$ 69.590
HB20S Vision Pack AT: R$ 71.090

Fonte: IG CARROS

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