Saúde

Agosto Branco: 82% dos entrevistados afirmam sentir medo de desenvolver câncer no futuro

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 Agosto Branco é o mês de Conscientização e Prevenção do Câncer de Pulmão, o dia 1º é marcado pelo Dia Mundial do Câncer de Pulmão. O objetivo de ambas as datas é de conscientizar sobre esse tipo de tumor, enquanto incentiva pessoas a ficarem atentas aos sinais e sintomas da doença, buscando a prevenção e o rastreamento precoce do câncer de pulmão.

O câncer de pulmão é o tipo de câncer com maior incidência e maiores taxas de mortalidade no mundo². Exames de rastreamento e o acompanhamento médico com foco no diagnóstico precoce pode aumentar consideravelmente as chances cura da doença. Quando se fala de prevenção, não fumar segue como uma das formas mais efetivas de se evitar a doença, que costuma ser bastante agressiva. De acordo com a OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde), 30 a 50% dos cânceres podem ser evitados através do combate ao tabagismo e a adoção de hábitos saudáveis.2

O câncer é uma doença bastante conhecida pela população brasileira. Enquanto 82% dos entrevistados afirmaram sentir medo de desenvolver a doença no futuro em um levantamento realizado pelo Instituto Ipsos a pedido da Sanofi, 92% disseram conhecer alguém ou já ter recebido um diagnóstico de câncer3. Quando se trata do câncer de pulmão, o mais comumente associado ao tabagismo, 20% dos respondentes tiveram ou possuem um familiar que teve a doença. A pesquisa indica ainda que mulheres de 18 a 24 anos adotam com maior intensidade medidas de prevenção e que quase a totalidade das pessoas que tiveram câncer ou possuem algum familiar que teve câncer de pulmão, reconhecem que o tabagismo aumenta os riscos.3

Essa proximidade com a doença também se reflete em maior conhecimento sobre o tema: 92% dos brasileiros acreditam que fumar pode aumentar o risco de câncer de pulmão e 78% acreditam que o hábito de não fumar ajuda a prevenir não somente o câncer de pulmão, mas também outros tipos, como de mama e de pele3. Cabe lembrar que o hábito de consumo de produtos derivados do tabaco está associado à cerca de 85% dos casos da doença.5 Graças aos avanços em diversas frentes de tratamento, cada vez mais pessoas sobrevivem ao câncer de pulmão. Apesar desse progresso, ainda há muito trabalho a ser feito para aumentar a conscientização e a compreensão sobre a doença, incentivar o rastreamento precoce e reduzir o estigma.

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Entenda a doença

Considera-se câncer de pulmão quando o tumor se origina nos pulmões. Quando avançada, a doença pode se espalhar para outras áreas do corpo através do sangue ou do sistema linfático e formar novos tumores, o que significa que o câncer está em metástase. Existem dois tipos de câncer: o de pequenas células e o de não pequenas células. O primeiro corresponde a aproximadamente 15% dos casos e tende a crescer e se espalhar mais rapidamente do que o de não pequenas células. No entanto, como a doença é silenciosa, cerca de 70% das pessoas diagnosticadas já estarão em um estágio mais avançado e com algum tipo de metástase. Infelizmente, mesmo com a possibilidade de tratamentos curativos, como a cirurgia, ainda há uma alta taxa recorrência da doença em determinado momento.

O segundo tipo, de não pequenas células, corresponde a 80%-85% dos casos. Este tipo de câncer de pulmão ocorre principalmente em pessoas que fumam ou já fumaram, sendo também o tipo mais comum de câncer de pulmão observado em pessoas que não possuem histórico de fumantes. Tende a ocorrer com maior frequência em mulheres e é mais provável em pessoas mais jovens4.

A importância do diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce é feito por meio do rastreamento, ou seja, o uso de testes ou exames para encontrar a doença inclusive em pessoas que não apresentam sinais e sintomas. Se o câncer de pulmão for encontrado em um estágio inicial, quando é pequeno e antes de se espalhar, é mais provável que seja tratado com chance de cura. O rastreamento do câncer de pulmão é recomendado a partir dos 55 anos especialmente para fumantes ou pessoas que costumavam fumar. O rastreamento ativo é essencial porque, em geral, os sintomas do câncer de pulmão não aparecem até que a doença já esteja em estágio avançado. Mesmo quando há sintomas, muitas pessoas podem confundi-los com outros problemas, como uma infecção ou efeitos a longo prazo do tabagismo, o que pode atrasar o seu diagnóstico e reduzir as chances de cura. Esteja sempre atento a possíveis sintomas e consulte seu médico com frequência.5

O que causa câncer de pulmão?

Há uma série de fatores de risco que podem aumentar a chance de uma pessoa desenvolver a doença6. Conheça:

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  • Tabagismo: é o principal fator de risco para o câncer de pulmão. Em cerca de 85% dos casos diagnosticados, o câncer de pulmão está associado ao consumo de derivados de tabaco;
  • Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (enfisema pulmonar e bronquite crônica);
  • Fatores genéticos e história familiar de câncer de pulmão;
  • Fatores ambientais: além do tabagismo, cerca de 29 agentes foram reconhecidos como causadores de câncer de pulmão, entre os quais estão amianto, sílica, arsênico, níquel, cromo, alcatrão e fuligem;
  • Exposições ocupacionais como fabricação de borracha, pavimentação, coberturas, pintura e varredura de chaminé;
  • Poluição do ar, seja a de ambientes internos, como a fumaça de cozinha, seja a de externos, como a exaustão de motor diesel e
  • Altas doses de vitamina A em fumantes7.

Quais são os sintomas do câncer de pulmão?

Pessoas com câncer de pulmão podem não apresentar sinais da doença até que ela tenha progredido para um estágio avançado. À medida que o câncer se intensifica, os sintomas podem se tornar mais visíveis e graves. Alguns dos sinais mais comuns de câncer de pulmão incluem7:

  • Expectoração com sangue;
  • Tosse ou rouquidão persistentes por mais de duas a três semanas;
  • Dor torácica;
  • Dispneia;
  • Astenia e perda de peso repentina e sem causa aparente;
  • Pneumonias de repetição7.

Como os sintomas podem variar entre os casos, é importante buscar orientação médica se surgir um sintoma novo ou persistente. A detecção de câncer de pulmão nos estágios iniciais é vital porque, uma vez que a doença progride e potencialmente se espalha para outros órgãos, o tratamento pode se tornar ainda mais complexo.

Dicas para parar de fumar

Nunca é tarde para mudar um hábito nocivo. Embora o ideal seja parar o mais cedo possível, abandonar o cigarro em qualquer idade aumentará e muito a sua qualidade de vida, podendo servir como inspiração para pessoas ao redor fazer o mesmo.

  • Aprenda com as experiências passadas. A maioria das pessoas que fuma, ou usa vape, já tentou parar antes e pode haver um desânimo que reflete as tentativas anteriores. Tratar essas experiências como passos no caminho para o sucesso futuro e pensar no que ajudou durante essas tentativas e no que será diferente na próxima, pode ser um bom caminho.
  • Buscar ajuda e inscrever-se em um programa de cessação comprovadamente eficaz, como o oferecido pelo SUS, pode aumentar as chances de sucesso.
  • Convoque aliados. Fale com amigos e familiares para apoiá-lo ao longo de sua jornada para parar de fumar.
  • Converse com um médico sobre tratamentos para parar de fumar.
  • Não troque. Os cigarros eletrônicos também são produtos de tabaco. Os dispositivos não são legalizados no Brasil e não há cigarro eletrônico seguro e eficaz para ajudar a parar de fumar7.
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Pesquisa Meu Futuro Saudável

Encomendada pela Sanofi, a pesquisa “Meu Futuro Saudável” foi realizada com 1.500 respondentes de todas as regiões do país com o objetivo de avaliar como os brasileiros relacionam os hábitos de saúde com o câncer e de que forma se informam a respeito do tema. Com o recorte específico sobre quatro tipos de câncer: pele, pulmão, mieloma múltiplo e mama, o último foi a patologia mais conhecida nesta amostra, seguida pelos cânceres de pele e pulmão com nível de conhecimento similares. A margem de erro do estudo é de 2,5 pontos percentuais.

Sobre a Sanofi

Somos uma inovadora empresa global de saúde, movida por um propósito: buscamos os milagres da ciência para melhorar a vida das pessoas [we chase the miracles of science to improve people’s lives]. Nossa equipe, em cerca de 100 países, dedica-se a transformar a prática da medicina, possibilitando o impossível. Fornecemos opções de tratamento potencialmente decisivos e proteção vacinal essencial para milhões de pessoas em todo o mundo, ao mesmo tempo em que colocamos a sustentabilidade e a responsabilidade social no centro de nossas ambições.

Este material é dirigido exclusivamente à imprensa especializada como fonte de informação. Recomenda-se que o conteúdo não seja reproduzido integralmente. As informações veiculadas neste documento têm caráter apenas informativo e não podem substituir, em qualquer hipótese, as recomendações do médico ou farmacêutico nem servir de subsídio para efetuar um diagnóstico médico ou estimular a automedicação. O médico é o único profissional competente para prescrever o melhor tratamento para o seu paciente.

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Pacientes com Covid grave têm mais riscos de mal súbito

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Sequelas da Covid têm preocupado a medicina
Mariana Alvim – @marianaalvim – Da BBC News Brasil em São Paulo

Sequelas da Covid têm preocupado a medicina

Nos últimos meses, aumentou o número de pessoas que morreram de mal súbito, sendo que muitas dessas mortes são de quem foi contaminado pela Covid-19. A doutora Inês Bissoli, cardiologista e coordenadora do CTI do Hospital Badim, explica quais os motivos para a doença estar relacionada a esses casos.

“Dentro das manifestações da Covid estão as de natureza cardiológica, com quadro de miocardite, que é a inflamação da musculatura cardíaca, o infarto agudo do miocárdio e as arritmias. Além disso, como a Covid é uma doença que aumenta o risco de formação de trombos, ou seja, o estado de hipercoagulabilidade, há risco aumentado de eventos tromboembólicos como a trombose venosa profunda, a embolia pulmonar, os acidentes vasculares cerebrais”, detalha.

A medicina também identificou que cresceu o número de doenças de coração entre pessoas contaminadas. Isto tem ocorrido por conta das “manifestações cardíacas são comuns nos pacientes com Covid grave”.

“Mas como a Covid é uma doença de estado de hipercoagulabilidade e inflamatória, ela pode afetar o coração de qualquer pessoa que teve a doença, com disfunção microvascular, resposta inflamatória sistêmica, miocardite e hipoxia, que é a baixa concentração de oxigênio no sangue”, acrescenta.

As sequelas também têm provocado preocupações. As mais comuns são fadiga, dispneia (falta de ar), tosse, alteração no olfato e paladar, fibrose pulmonar e renal, podendo ter necessidade de diálise. “Quanto os sintomas emocionais podem perdurar a ansiedade, depressão, estresse pós-traumático, alterações cognitivas, como perda da concentração e alterações da memória, insônia. A pessoa pode ter ainda queda de cabelo, sudorese, diarreia, taquicardia, vertigem, dor articular e mialgia”, explica a médica.

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Quem ficou com sequelas no coração pode ser curado ainda, no entanto, tudo depende do caso. “Pacientes que tiveram miocardite pela Covid podem se recuperar após o tratamento adequado, mas em alguns casos de Covid grave o paciente pode cursar com insuficiência cardíaca, situação sem cura, mas com controle por meio de medicações indicadas para cada caso e atividade física sob supervisão. Por isso é importante uma avaliação médica após a cura”, relata a doutora Bissoli.

“Pacientes com Covid-19 têm risco cardiovascular maior se comparados àqueles pacientes que não tiveram a doença. Quanto mais grave a manifestação da Covid, maior o risco cardiovascular”, completa.

Todos que tiveram Covid deveriam procurar cardiologista?

A médica garante que todos que foram contaminados pela doença devem procurar um cardiologista para saber qual seu estado de saúde. “É uma doença trombogênica e inflamatória, podem ocorrer alterações cardiológicas em qualquer caso de Covid-19, que não se manifestaram durante a fase aguda da doença”, pontua.

Inclusive, para praticar esporte, é importante que se tenha um laudo médico. “É importante para qualquer pessoa que pretende iniciar uma atividade física procurar um especialista e realizar uma avaliação de doença cardíaca, como a miocardiopatia hipertrófica. No caso dos pacientes que tiveram Covid, esse procedimento é mais necessário ainda, porque a doença pode evoluir com miocardite, que é uma inflamação dos músculos do coração”, comenta.

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Por fim, ela dá dicas de como as pessoas devem se cuidar após serem contaminadas, mesmo estando vacinadas. “A pessoa que testou positivo para Covid-19 assintomática ou sem sintomas respiratórios ou ainda com ausência de febre, mesmo assim deve fazer isolamento por cinco dias a partir do início dos sintomas ou do resultado do teste RT-PCR, para não infectar outras pessoas”, relata.

“Deve repetir o exame após o quinto dia para poder sair do isolamento, caso o resultado do exame seja negativo. Se o exame ainda for positivo, deve-se estender o isolamento para sete dias. Sair do isolamento somente com a ausência de sintomas nas últimas 24 horas. Na presença de sintomas nesse período é necessário estender o isolamento até 10 dias. Em todos esses casos é indicado e fundamental manter o uso de máscara e higienização das mãos. Pessoas com Covid grave ou imunossuprimidas por doença ou uso de medicações imunossupressoras devem fazer quarentena de 20 dias. O retorno só poderá ser feito se não tiver febre ou uso de antitérmico nas últimas 24 horas”, conclui.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Biofeedback: entenda o procedimento pós-operatório feito em Anitta

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Anitta fez exame para acompanhar caso de endometriose
Reprodução/Instagram 15.08.2022

Anitta fez exame para acompanhar caso de endometriose

Na tarde desta segunda-feira, a cantora Anitta gravou uma série de stories em suas redes sociais dizendo que estava fazendo um exercício que avalia a contração anal e desenvolve controle sobre o assoalho pélvico. Chamado de Biofeedback, o procedimento pode ser um tratamento para pacientes com endometriose ou que estão em processo pós-operatório, como é o caso da artista.

Como funciona? Também chamado de retroalimentação anorretal, o exame consiste em introduzir uma sonda de 2 a 3 centímetros, com espessura menor do que a de uma caneta, no ânus do paciente e capta os sinais elétricos do músculo, registrando as contrações em um computador.

Para que serve o biofeedback? Pacientes diagnosticados com endometriose podem apresentar um relaxamento inadequado do assoalho pélvico e da região anal, por essa questão, o exercício pode ajudar a reduzir dores e permite ter um controle melhor da musculatura. No caso de Anitta, ela tinha que reproduzir uma série de desenhos que apareciam em uma tela por meio de contrações e relaxamentos. Se ela contraísse a região, a linha subia, se relaxava, descia.

Para quem é indicado? O biofeedback também pode ser usado com pacientes que apresentam incontinência anal, ou seja, a incapacidade de controlar a eliminação de fezes, no pós-cirúrgico de operações no reto e ânus e em quem tem dor retal. O exame também pode ser um grande aliado em diagnósticos precoces de doenças na região.

Especialistas garantem que o exame é indolor, apesar de poder causar um leve incomodo. O médico responsável decidirá quantas sessões deverão ser realizadas, sendo o recomendado até cinco procedimentos e a duração do tratamento depende da evolução do paciente.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Governo é autorizado a veicular campanha contra varíola dos macacos

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Novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, deferiu o pedido feito pelo Governo Federal para a veiculação da campanha nacional de prevenção à varíola dos macacos no período de 12 a 30 de agosto. As peças a serem divulgadas devem conter apenas a identificação do Ministério da Saúde como o órgão responsável pela iniciativa.

Em ano de eleições, a Constituição Federal (parágrafo 1º do artigo 37) proíbe qualquer publicidade institucional que possa configurar o uso abusivo da máquina pública para promoção do governante e que possa ocasionar desequilíbrio na disputa.

No entanto, Fachin destacou que a divulgação desta campanha é de interesse público, pois assegura o direito à informação e à saúde individual e coletiva.

“No que concerne à urgência, observa-se que a ausência de orientação e incentivo à população sobre as medidas de prevenção e contágio da varíola dos macacos pode esvaziar a iniciativa e dificultar a prevenção e o controle da referida doença”.

Nesse contexto, o pedido se enquadra na exceção prevista na alínea “b” do inciso VI do artigo 73 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), o que viabiliza a divulgação da propaganda institucional nos termos solicitados.

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O artigo 73 da lei proíbe aos agentes públicos, entre outras condutas, nos três meses que antecedem às eleições, a publicidade institucional de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais, ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral.

O ministro autorizou o uso exclusivo do endereço eletrônico www.gov.br/varioladosmacacos, que deverá direcionar a usuária e o usuário para a página da campanha. Ou seja, está proibido o uso de qualquer outro endereço eletrônico ou expediente de informática que exija da pessoa a escolha de links ou outras formas de acesso.

Comunicação

A petição ao TSE para a veiculação da campanha, com solicitação de liminar, foi formulada pelo secretário especial de Comunicação Social do Ministério das Comunicações, André de Sousa Costa.  Com a decisão de mérito favorável, o pedido de liminar foi considerado prejudicado pelo ministro relator.

Com informações do TSE*

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Fonte: IG SAÚDE

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ALMT – Campanha Fake News II

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