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Esportes

Agressão, provocação e mais: as polêmicas da rivalidade entre Palmeiras e Santos

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Santos e Palmeiras se enfrentam nesta quarta-feira (09) pela 24ª rodada do Brasileirão, na Vila Belmiro . O Alviverde precisa vencer para continuar na cola do líder, Flamengo, que joga na quinta-feira, e o Peixe quer entrar na briga pelo título brasileiro junto com seu rival.

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ESTADÃO CONTEÚDO

Santos e Palmeiras se enfrentam nesta quarta-feira (09)


De alguns anos para cá, a rivalidade entre Santos e Palmeiras foi crescendo, principalmente pelas disputas de finais de Paulistões e Copa do Brasil. Como se não bastasse, diversas polêmicas se tornaram ingredientes sempre presentes no clássico paulista. Relembre:

Domingos x Diego Souza


Antes de a rivalidade crescer, Palmeiras e Santos se encontraram na semifinal do paulistão de 2009 em um jogo pra lá de polêmico. No fim do jogo, no antigo Palestra Itália, Diego Souza e Domingos acabaram se envolvendo em uma confusão e rolou até mesmo agressão.

Os dois se estranharam e acabaram expulsos pelo árbitro, mas Diego Souza, que estava revoltado, voltou a campo e deu uma rasteira em Domingos. 

Ricardo Oliveira x Fernando Prass

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Reprodução/Twitter

Palmeirenses comemoraram título com máscara de Ricardo Oliveira


Em 2015, Fernando Prass, goleiro titular do Palmeiras na época, reclamou de um soco de Ricardo Oliveira durante partida válida pelo primeiro turno do Brasileirão. Já no segundo turno, o atacante comemorou seu gol com uma careta, o que fez com que os dois trocassem farpas publicamente durante todo ano.

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No mesmo ano, o Alviverde foi campeão da Copa do Brasil em cima do Santos, depois de uma disputa de pênalti. Na comemoração, o elenco no Palmeiras usou uma máscara com a tal careta de Ricardo Oliveira.

Lucas Lima e as provocações

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Reprodução/Twitter

?Lucas Lima já provocou o Palmeiras o Twitter


Hoje no Palmeiras, Lucas Lima já foi aquele cara que fazia piada com o clube Alviverde quando jogava pelo Santos. No Twitter, o meia já fez várias provocações. Por exemplo, quando o Palmeiras perdeu por 4 a 1 no Água Santa, ele não ficou quieto na rede social. “Tudo isso mesmo?! Hahahahahahahhahahaha”, escreveu ele.

Ele já fez piada com eliminações do time e até Dudu, seu companheiro hoje no clube, foi alvo de suas provocações. A rivalidade era tanto, que os palmeirenses não ficaram muito felizes com sua contratação, mas nada que um golzinho no ex não faça a torcida mudar de ideia, né?

Cuca x Elano

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Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação

Cuca brigou com Elano


Em 2017, quando os clubes se enfrentaram no Brasileirão, Cuca, treinador do Palmeiras na época, acabou batendo boca com Elado, auxiliar do Peixe. O motivo do bate-boca não foi confirmado, mas as especulações são de que o que motivou a briga foi Dorival Júnior.

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Felipe Melo, sempre ele

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Reprodução/Instagram

Felipe Melo


Sempre polêmico, Felipe Melo já provocou o Santos algumas vezes. Em uma delas, o volante palmeirense ironizou a torcida santista. “A gente está acostumado a jogar em caldeirão, nunca vi caldeirão com 5 mil, 8 mil. Caldeirão é lá no chiqueiro”, disse ele após vitória do Alviverde na Vila Belmiro em 2017.

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Neste ano ele voltou a provocar o Santos com uma frase irônica durante coletiva de imprensa da Academia de Futebol do Palmeiras . “É bonito ver o Santos jogar, já saíram de 3 competições”, se referindo ao Paulistão, Copa de Brasil e Libertadores.

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Esportes

Plenário pode votar hoje suspensão das dívidas de clubes de futebol durante pandemia

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Najara Araújo/Câmara dos Deputados
Ordem do dia para votação de propostas
Deputados também poderão votar MP que beneficia pequenas e médias empresas

O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar hoje o projeto de lei que suspende os pagamentos de dívidas dos clubes de futebol durante o período de calamidade pública relacionada ao novo coronavírus.

Segundo o PL 1013/20, do deputado Hélio Leite (DEM-PA), ficam suspensos parcelamentos de débitos de clubes junto à Receita Federal, à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e ao Banco Central, previstos no Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut).

Devido às medidas de isolamento social e restrições de aglomerações, os jogos dos campeonatos nacionais e estaduais foram suspensos ou ocorreram sem público, diminuindo uma das principais fontes de receita dos clubes.

Microempresas
Também na pauta consta a Medida Provisória 944/20, que concede uma linha de crédito especial para pequenas e médias empresas pagarem sua folha de salários por dois meses durante o estado de calamidade pública decorrente do coronavírus.

Chamado de Programa Emergencial de Suporte a Empregos, o mecanismo prevê o aporte de até R$ 34 bilhões da União.

Entretanto, no dia 22 de abril, a Câmara aprovou o Projeto de Lei 1282/20, do Senado, que já foi convertido na Lei 13.999/20 e abordou o tema aproveitando parte das regras da MP 944/20, criando o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

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Segundo o texto aprovado, da deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), micro e pequenas empresas podem pedir empréstimos de valor correspondente a até 30% de sua receita bruta obtida no ano de 2019.

O empréstimo contará com garantia de R$ 15,9 bilhões da União por meio do Fundo Garantidor de Operações (FGO-BB), a ser gerido pelo Banco do Brasil. A intenção é garantir recursos para as empresas e manter empregos durante o período de calamidade pública decorrente da emergência da Covid-19.

Contratação de médicos
Os deputados podem votar ainda requerimentos de urgência para projetos de lei como o PL 750/20, do deputado João Roma (Republicanos-BA), que autoriza todos os municípios a subcontratarem médicos por meio do programa Médicos pelo Brasil, gerenciado pela Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps).

Atualmente, o programa é restrito a locais de difícil provimento ou de alta vulnerabilidade.

Outro projeto com pedido de urgência pautado é o PL 2835/20, do deputado José Guimarães (PT-CE), que dá preferência à mulher no recebimento do auxílio emergencial com duas cotas por família uniparental quando houver conflito de dados no cadastro em relação às informações declaradas pelo pai.

O projeto está apensado ao PL 2508/20, da deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS), que tem a mesma intenção, especificando que o homem somente poderá receber duas cotas do benefício se comprovar a guarda unilateral dos dependentes.

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Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli

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Esportes

Covid-19: etapa Brasil do Tour de France é adiada para novembro

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A sexta edição da etapa Brasil do Tour de France foi adiada para o período de 27 a 29 de novembro, devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19). A cidade paulista de Campos do Jordão receberá o evento de ciclismo amador, que inicialmente estava programado para o final de setembro.

De acordo com os organizadores, mais de 1.700 atletas já se inscreveram na etapa brasileira do Tour de France, que terá dois percursos pelo Vale do Paraíba: um de 66 quilômetros e outro de 107 km.

”Para garantir a saúde e a segurança dos ciclistas, famílias e staff, além da população de Campos do Jordão, decidimos tomar a prudente decisão de alterar a data do evento. Consultamos todas as autoridades e representantes da modalidade para escolher a melhor data”, esclarece a nota oficial publicada o site da organização do evento.

Responsável pela organização da L’Étape Brasil by Tour de France no Brasil, Bruno Prada, afirmou que a decisão de adiar o evento também levou em conta o condicionamento físico dos ciclistas. “A mudança também foi pautada na preparação dos atletas, que está impactada pela pandemia”.

No ano passado, a etapa brasileira reuniu mais de 2.400 ciclistas do país e do exterior – Alemanha. França, Austrália e Estados Unidos.

No dia 15 de abril, o Tour de France, em Paris, uma das mais importantes provas de ciclismo no mundo, também teve seu início adiado de meados de julho para 29 de agosto, também em decorrência da pandemia de covid-19. Duas semanas depois, foi a vez Comitê Organizador da La Vuelta anuncioar o cancelamento das três etapas iniciais da tradicional prova La Vueta – também chamada de Volta da Espanha de Ciclismo.

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Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Jogadores e clubes brasileiros se posicionam contra o racismo

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A luta contra a discriminação racial começou a semana repercutindo com força no mundo do futebol. A revelação do Vasco Talles Magno publicou no Twitter: “Não adianta não ser racista, temos que ser antirracistas”. A frase é da ativista política norte-americana Angela Davis. O lateral do Fluminense Igor Julião também tratou do tema nas redes sociais e indagou: “Já parou de tratar as religiões de matrizes africanas de forma pejorativa, tem consumido música, filmes, livros e etc de artistas negros. Já separou um tempo para estudar e entender a influência africana em nosso país”.

Para Marcelo Carvalho, fundador do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, há uma nova geração que se posiciona e dialoga com a sociedade e com as comunidades de onde muitos vieram. “Eles percebem que não adianta ser rico e famoso, porque o racismo vai continuar a persegui-los, seja nos campos brasileiros ou europeus”, afirma, lembrando que as redes sociais, além de trazer informações com maior velocidade, formam um coro de protesto que pensa fora das quatro linhas: “Uma voz puxa a outra. Eles vão se encorajando e passam a não ter mais medo de uma possível represália do sistema. É um movimento que, caso não seja silenciado, pode crescer e se aprofundar para falar de outras lutas políticas e sociais do país”.

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Os clubes de futebol também se manifestaram contra o racismo. Houve inclusive uma corrente virtual na qual cada um citava o nome de três jogadores históricos negros. O Grêmio, por exemplo, afirmou: “Racismo não é opinião ou preferência política, racismo é crime! Bruno Cortez, Airton Pavilhão e Roger Machado”.

O São Paulo respondeu com “Leônidas da Silva, Kátia Cilene e Mineiro”.

Já o Corinthians fez um vídeo e colocou na internet: “O racismo mata e destrói famílias no Brasil e no mundo. Não se cale. Nós nos importamos com essas vidas”.

Edição: Fábio Lisboa

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