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Agricultores de Rondônia recebem títulos fundiários por meio do Programa Terra Brasil

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o governo de Rondônia anunciaram nesta segunda-feira (29), em videoconferência, a primeira etapa da entrega de títulos, por meio do Programa Nacional de Crédito Fundiário – Terra Brasil, para pequenos agricultores.

Segundo o secretário de Agricultura Familiar do Mapa, Fernando Schwanke, foram entregues 90 títulos fundiários, pagos pelo Fundo de Terras, mantido com verbas federais. Para esta primeira etapa do financiamento foram destinados R$ 9,8 milhões. A Secretaria de Agricultura de Rondônia estima que este ano serão distribuídos mais 350 títulos, ao custo de R$ 40 milhões.

“Gosto muito deste programa, e conseguimos finalmente colocá-lo para rodar. É um programa importante, de sucesso, porque as pessoas escolhem as terras”, destacou a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. “É preciso muita responsabilidade nossa, de todos os parceiros envolvidos, para que seja um projeto correto, que dê renda, frutos, dignidade e melhoria da qualidade de vida para os agricultores”, completou a ministra.

Tereza Cristina parabenizou o governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, pelo sucesso da iniciativa, que merece, segundo ela, ser considerada modelo. “Rondônia é um Estado voltado para a agricultura e o agronegócio e vai se desenvolver cada vez mais”, afirmou, por sua vez, o governador.

Para o secretário estadual de Agricultura, Evandro Padovani, o programa de Crédito Fundiário funciona bem e é estratégico porque combate a pobreza, o êxodo rural, distribui renda para famílias rurais e promove o desenvolvimento econômico sustentável da Amazônia. Participaram ainda do evento representantes dos trabalhadores rurais, deputados estaduais, prefeitos,vereadores, além de representantes locais do Banco do Brasil, da Emater e do Mapa.

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Inmet emite alerta vermelho para chuvas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um aviso vermelho (grande perigo) para acumulado de chuva no norte do Rio Grande do Sul e sul de Santa Catarina. A validade do aviso é entre as 16h desta terça-feira (7) até às 7h de quarta-feira (8). Esse tipo de aviso é o maior da escala e é emitido quando os acumulados de chuva ultrapassam 60 milímetros por hora ou acima de 100 milímetros em 24 horas.

Segundo o Inmet, há grande risco de grandes alagamentos e transbordamentos de rios, grandes deslizamentos de encostas, em cidades com tais áreas de risco.

A área afetada inclui o Oeste Catarinense, o Planalto Sul Catarinense, o Litoral Sul Catarinense, a Encosta Do Sudeste, Depressão Central, Encosta Inferior do Nordeste, Encosta Superior do Nordeste, Campos de Cima Da Serra, Planalto Médio, Missões, Alto Uruguai, Litoral Gaúcho, Meio-Oeste Catarinense.

Os municípios atingidos podem ser conferidos no site do Alert-AS/Inmet. 

As orientações para a população são: desligar aparelhos elétricos, quadro geral de energia, observar alteração nas encostas, permanecer em local abrigado. Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

O Inmet também emitiu um alerta laranja (perigo) para a região para tempestades, com previsão de ventos intensos e queda de granizo. Há risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos.

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Ministra participa da abertura da feira AgroBrasília, que acontece pela primeira vez em versão virtual

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou nesta segunda-feira, por videoconferência, da abertura da AgroBrasília Digital, realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF). O evento também contou com a participação do embaixador dos Estados Unidos, Todd Chapman.

A ministra destacou o desenvolvimento da região Centro-Oeste, especialmente com o uso de tecnologias e diversidade de produtos. “Isso deixa qualquer ministro da agricultura com o olho brilhando, vendo que a nossa agricultura não para e vem crescendo cada vez mais em produtividade, uma agricultura sustentável”, disse a ministra.

Tereza Cristina desejou sucesso ao evento, nesse novo modelo de realização das feiras agropecuárias. “Tenho certeza que os produtores vão participar de maneira intensiva, vão poder trocar tecnologias, aprender, trocar experiências e principalmente, fazer negócios”.

O embaixador dos Estados Unidos, Todd Chapman, destacou que os governos dos Estados Unidos e do Brasil trabalham juntos em estratégias para desenvolver padrões, diretrizes e recomendações internacionais para os produtos agrícolas e colaborando no desenvolvimento do setor. Segundo ele, agricultores brasileiros e americanos caminham em sintonia.

“Sabemos que brasileiros e americanos querem uma agricultura baseada em ciência e tecnologia e na proteção do meio ambiente. E por isso, estou muito feliz em saber que Brasil e Estados Unidos juntos vão alimentar o mundo”, disse Chapman. Tereza Cristina concordou com o embaixador sobre a parceria e a força dos países na agropecuária.

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O presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Celso Moretti, destacou a produção agropecuária e a presença da Embrapa na região Centro-Oeste. Neste ano, a instituição participa do evento com a apresentação de mais de 90 tecnologias, além de vídeos, publicações, palestras e lives. A Embrapa também fará o lançamento de três novos produtos: um serviço de genotipagem para o tambaqui, uma nova variedade de cenoura e um curso de produção doméstica de plantas não convencionais.

Também participaram da abertura do evento o presidente da Coopa-DF, José Guilherme Brenner; o presidente da AgroBrasília, Ronaldo Triacca; o secretário de agricultura do Distrito Federal, Cândido Teles, e o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Realizada pela primeira vez na versão digital, a feira vai até o dia 10 de julho, com apresentação de tecnologias, oportunidades de negócios e transmissão de conteúdo exclusivo. Em 2019, 121 mil pessoas visitaram a AgroBrasília, que reuniu 480 expositores. No total, o montante de compras fechadas alcançou R$ 1,2 bilhão.

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Agrocientista traz resultados do estudo de híbridos de milho suscetíveis a nematoides

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Sustentabilidade

Agrocientista traz resultados do estudo de híbridos de milho suscetíveis a nematoides

Nesse lote foram coletadas 26 amostras de híbridos

02/07/2020

O resultado preliminar do estudo “Híbridos de Milho Suscetíveis a “Nematoides”, que faz parte dos projetos de pesquisa financiado pelo Programa Agrocientista da Associação dos produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), indica que para diminuir as perdas em soja nas áreas infestadas é recomendado que o produtor utilize na rotação ou sucessão com a soja, genótipos de milho resistentes ou, pelo menos, moderadamente resistentes ao Meloidogyne incógnita, Meloidogyne javanica e ao Pratylenchus brachyurus.

O coordenador da Comissão de Sustentabilidade da Aprosoja, Fernando Ferri, afirma que esse é mais um estudo importante financiado pelo Agrocientista que traz resultado para auxiliar o produtor rural. “Agora com os dados dos testes de multiplicação nematoides do milho em mãos, o produtor poderá avaliar qual híbrido poderá comprar para próxima safra que não vai deixar desiquilibrar seu sistema de plantio. Por isso investimos em pesquisas como esta que traz os principais materiais plantados no ano passado e esse trabalho vamos continuar fazendo. Preste muita atenção, produtor! E acompanhe se o material que está querendo comprar não é um multiplicador de nematoide”, alertou.

A pesquisa sobre o manejo de nematoides, observados a caracterização da reação de híbridos e de cultivares de milho, comumente utilizados em rotação com a soja em Mato Grosso, é desenvolvida pela Embrapa Soja, por meio dos pesquisadores Rafael Soares e Waldir Dias.

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Nesta etapa foram coletadas em diversos municípios do Estado, 26 híbridos diferentes. “Os resultados mostraram que existem boas opções de milhos resistentes e moderadamente resistentes, principalmente ao Meloidogyne incógnita, Meloidogyne javanica e também ao Pratylenchus brachyurus, embora que para esses dois últimos as opções sejam menores devido a dificuldade de controle deles”, ressaltou o pesquisador Rafael Soares.

O pesquisador também orienta que, caso o produtor tenha áreas identificadas com ocorrência desses nematoides, é importante priorizar o uso desses milhos apontados no estudo nessas áreas.  “Essa é uma informação muito útil ao agricultor porque o manejo de nematoides não é fácil e deve ser feito através de um conjunto de medidas, entre elas o uso de cultivares resistentes e a rotação de culturas adequadas. Então usar um milho que multiplique menos nematoide no solo pode favorecer a soja semeada na sequência”, explanou.

Os nematoides de galha e das lesões radiculares estão espalhados pelos campos do Brasil, causando problemas nas lavouras de soja e prejuízos ao produtor rural. A pesquisa continua e já coletou mais 37 materiais de milho que estão sendo testados pela Embrapa Soja e devem ter os resultados divulgados nos próximos meses. “A pesquisa ainda está em andamento, mas já podemos adiantar esses resultados do primeiro lote de teste aos nematoides de galha e das lesões radiculares no milho”, frisou a gerente de Sustentabilidade da Aprosoja, Marlene Lima.

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Ainda conforme a gerente, o Agrocientista acontece há mais de 10 anos e proporciona investimentos em projetos científicos que visam melhorar a produção e a produtividade de soja e milho, em Mato Grosso. “Ao longo desse tempo essa iniciativa trouxe vários resultados, favorecendo a aplicação de novas tecnologias, inovação, ajudando o produtor rural na tomada de decisão, proporcionando uma agricultura sempre alicerçada em pesquisa e sustentabilidade”, destacou Marlene.

Para conferir a tabela completa com os resultados do primeiro lote da pesquisa, clique aqui.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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