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Agropecuária é o setor com maior alta do PIB no terceiro trimestre do ano

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira (3) os resultados das Contas Nacionais Trimestrais referentes ao terceiro trimestre deste ano, mostrando um crescimento de 0,6% no Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em relação ao trimestre anterior. A agropecuária foi o setor que apresentou a maior alta, registrando crescimento de 1,3%.

No mesmo período, a indústria cresceu 0,8% e o setor de serviços, 0,4%. A taxa acumulada nos últimos quatro trimestres resulta num crescimento do PIB de 1,0% e da agropecuária, de 2%. A Indústria não cresceu e os serviços cresceram 1,2%.

O PIB alcançou R$ 1,842 trilhão no terceiro trimestre. Desse valor, a agropecuária participa com 4,3%, a indústria com 19,1% e o setor de serviços com 62,5%.

Produtos

Ao longo deste ano, a agropecuária acumula crescimento de 1,4%. Esta taxa é mais elevada do que as acumuladas nos trimestres anteriores. Pode-se atribuir esse crescimento ao comportamento positivo de diversos produtos. O IBGE destaca especialmente o algodão, com crescimento da produção de 39,7% apurado em outubro; o milho (23,2%) e a laranja (6,3%). Pode-se também destacar a contribuição da banana, batata-inglesa, feijão e tomate.

Outros produtos apresentaram contribuições negativas, como o café, com redução na produção de 16,5%, e a cana de açúcar (-1,1%). As estimativas da pecuária especialmente bovinos, suínos e ovos apontaram desempenho positivo.

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Mapa está atento à situação de produtores atingidos por ciclone no Sul do país, diz ministra

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A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, se reuniu nesta terça-feira (7), por videoconferência, com parlamentares e prefeitos de Santa Catarina para debater possíveis soluções para produtores rurais atingidos pelo ciclone dos últimos dias. Representantes do Mapa estiveram na região para fazer um levantamento das perdas sofridas na produção agrícola, especialmente na cultura de banana.

“Nós estamos atentos e à disposição para que tenhamos essa troca de informações, para dar agilidade ao que vocês precisarem”, disse a ministra. Ela disse que já conversou com representantes do Banco do Brasil e de cooperativas para que o atendimento aos produtores seja feito da forma mais célere possível, inclusive com a prorrogação de créditos, tanto de custeio como de investimentos.

Os parlamentares pediram que seja feito um levantamento das emendas parlamentares que possam ajudar os produtores neste momento, para agilizar a liberação dos recursos.

O secretário de Agricultura Familiar do Mapa, Fernando Schwanke, está em Santa Catarina fazendo um mapeamento das perdas nos municípios. O diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola, também esteve na região. Segundo ele, o Mapa está fazendo um levantamento dos financiamentos que possam ser atingidos pelo ciclone. “Vamos fazer estudos sobre linhas emergenciais para pequenos produtores, sabendo que muitos deles não acessam o crédito rural”, disse Loyola.

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A ministra garantiu que colocará a Embrapa à disposição dos produtores locais para dar assistência técnica para os próximos plantios, em conjunto com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de SC (Epagri) e com associações locais. “Precisamos fazer uma recuperação desses bananais urgentemente”, disse. Também foram atingidas culturas como da cebola, hortifruti, olericultura, piscicultura e leite.

Segundo o governo de Santa Catarina, até o momento 179 municípios registraram danos e prejuízos, que ultrapassam R$ 427 milhões. A agricultura foi a área mais afetada com perdas avaliadas em mais de R$ 223 milhões.

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Inmet emite alerta vermelho para chuvas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um aviso vermelho (grande perigo) para acumulado de chuva no norte do Rio Grande do Sul e sul de Santa Catarina. A validade do aviso é entre as 16h desta terça-feira (7) até às 7h de quarta-feira (8). Esse tipo de aviso é o maior da escala e é emitido quando os acumulados de chuva ultrapassam 60 milímetros por hora ou acima de 100 milímetros em 24 horas.

Segundo o Inmet, há grande risco de grandes alagamentos e transbordamentos de rios, grandes deslizamentos de encostas, em cidades com tais áreas de risco.

A área afetada inclui o Oeste Catarinense, o Planalto Sul Catarinense, o Litoral Sul Catarinense, a Encosta Do Sudeste, Depressão Central, Encosta Inferior do Nordeste, Encosta Superior do Nordeste, Campos de Cima Da Serra, Planalto Médio, Missões, Alto Uruguai, Litoral Gaúcho, Meio-Oeste Catarinense.

Os municípios atingidos podem ser conferidos no site do Alert-AS/Inmet. 

As orientações para a população são: desligar aparelhos elétricos, quadro geral de energia, observar alteração nas encostas, permanecer em local abrigado. Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

O Inmet também emitiu um alerta laranja (perigo) para a região para tempestades, com previsão de ventos intensos e queda de granizo. Há risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos.

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Ministra participa da abertura da feira AgroBrasília, que acontece pela primeira vez em versão virtual

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou nesta segunda-feira, por videoconferência, da abertura da AgroBrasília Digital, realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF). O evento também contou com a participação do embaixador dos Estados Unidos, Todd Chapman.

A ministra destacou o desenvolvimento da região Centro-Oeste, especialmente com o uso de tecnologias e diversidade de produtos. “Isso deixa qualquer ministro da agricultura com o olho brilhando, vendo que a nossa agricultura não para e vem crescendo cada vez mais em produtividade, uma agricultura sustentável”, disse a ministra.

Tereza Cristina desejou sucesso ao evento, nesse novo modelo de realização das feiras agropecuárias. “Tenho certeza que os produtores vão participar de maneira intensiva, vão poder trocar tecnologias, aprender, trocar experiências e principalmente, fazer negócios”.

O embaixador dos Estados Unidos, Todd Chapman, destacou que os governos dos Estados Unidos e do Brasil trabalham juntos em estratégias para desenvolver padrões, diretrizes e recomendações internacionais para os produtos agrícolas e colaborando no desenvolvimento do setor. Segundo ele, agricultores brasileiros e americanos caminham em sintonia.

“Sabemos que brasileiros e americanos querem uma agricultura baseada em ciência e tecnologia e na proteção do meio ambiente. E por isso, estou muito feliz em saber que Brasil e Estados Unidos juntos vão alimentar o mundo”, disse Chapman. Tereza Cristina concordou com o embaixador sobre a parceria e a força dos países na agropecuária.

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O presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Celso Moretti, destacou a produção agropecuária e a presença da Embrapa na região Centro-Oeste. Neste ano, a instituição participa do evento com a apresentação de mais de 90 tecnologias, além de vídeos, publicações, palestras e lives. A Embrapa também fará o lançamento de três novos produtos: um serviço de genotipagem para o tambaqui, uma nova variedade de cenoura e um curso de produção doméstica de plantas não convencionais.

Também participaram da abertura do evento o presidente da Coopa-DF, José Guilherme Brenner; o presidente da AgroBrasília, Ronaldo Triacca; o secretário de agricultura do Distrito Federal, Cândido Teles, e o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Realizada pela primeira vez na versão digital, a feira vai até o dia 10 de julho, com apresentação de tecnologias, oportunidades de negócios e transmissão de conteúdo exclusivo. Em 2019, 121 mil pessoas visitaram a AgroBrasília, que reuniu 480 expositores. No total, o montante de compras fechadas alcançou R$ 1,2 bilhão.

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