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Anvisa rejeita documentos para uso emergencial da vacina Sputnik V, da Rússia

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Divulgação/Sputnik Vaccine

Anvisa rejeita documentos para uso emergencial da vacina Sputnik V, da Rússia

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou, neste sábado (16), que rejeitou os documentos apresentados pelo laboratório União Química que solicitavam a aprovação para o emergencial da vacina  Sputnik V, no Brasil. De acordo com o órgão, as informações não cumpriram os requisitos para aprovação e análise. 

“A solicitação foi restituído à empresa por não atender os critérios mínimos, especialmente pela falta de autorização para a condução dos ensaios clínicos fase 3, a condução em andamento no país e questões relativas às boas práticas de fabricação”, diz um dos trechos da nota.

A Anvisa ressaltou ainda que, além do pedido de autorização de estudo clínico na fase 3, é necessário que os estudos estejam em andamento no Brasil.

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“Um pedido de autorização de uso emergencial para a Anvisa deve incluir estratégias que serão implementadas pela requerente de forma a garantir que os ensaios clínicos em andamento da vacina sejam capazes de avaliar a segurança e a eficácia a longo prazo”.

Testes no Brasil 

A solicitação fazer os testes com o imunizante no país foi feito em 31 de dezembro. Durante o processo de análise, a Anvisa identificou a ausência de documentos e pediu para que o laboratório apresentasse as informações.

No dia 6 de janeiro, de acordo com a agência, a empresa teria respondido que “tão logo consiga cumprir com a exigência farei os apontamentos para tornar a análise mais célere.”

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde assina contrato para compra de 20 milhões de doses da Covaxin

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Vacina Covaxin. desenvolvida pelo laboratório Bharat Biotech
Divulgação/Bharat Biotech

Vacina Covaxin. desenvolvida pelo laboratório Bharat Biotech

O Ministério da Saúde assinou, na tarde desta quinta-feira, o contrato que prevê a compra de 20 milhões de doses da vacina indiana contra a Covid-19, a Covaxin. as informações são da CNN Brasil .

O acordo foi selado junto à Precisa Medicamentos/Bharat Biotech, representante do laboratório indiano no Brasil. A Covaxin ainda não tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvida). O laboratório aguarda ok da agência para realizar estudos clínicos da fase 3 no país.

O investimento total foi de R$ 1,614 bilhão e prevê entrega de imunizantes de forma escalonada entre os meses de março e maio.

Aguarde novas informações

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid: hospitais privados de elite em SP marcam taxa de ocupação acima de 90%

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Hospitais particulares de elite de São Paulo operam com taxas de ocupação superiores a 90%
Marcelo Seabra

Hospitais particulares de elite de São Paulo operam com taxas de ocupação superiores a 90%










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Os hospitais particulares de elite de São Paulo operam com taxas de ocupação superiores a 90% nos leitos de enfermaria e de UTI, considerando as alas Covid-19 e de outras doenças. A alta está associada aos efeitos das aglomerações das festas de fim de ano e há preocupação com as consequências do Carnaval, afirmaram médicos e especialistas ao jornal O Estado de S. Paulo .

De acordo com os dados coletados pelo Estadão , no Hospital Israelita Albert Einstein, a taxa total de ocupação é de 99% nesta quinta-feira, 25 e, no Sírio-Libanês, é de 96%. No Hospital Alemão Oswaldo Cruz, a taxa de ocupação de UTI para Covid está em 91%. Na Beneficência Portuguesa, a taxa de ocupação dos leitos de internação para infectados pelo vírus estava em 94% na quarta-feira, 24, e era 95,74% nas UTIs. Na quinta, a taxa de ocupação nos leitos de UTI e enfermaria dedicados à doença no HCor é de 85% e a ocupação total, 86%.

Apesar da situação, isso não significa que os hospitais vão deixar de receber novos casos em breve. No entano, as taxas têm se mantido elevadas nas últimas semanas. No Einstein, nesta quinta, havia 123 internados com covid, dos quais 65 na UTI. Nesta quarta, 24, eram 127 internações (55 na UTI). Mas o número veio aumentando nos últimos dias. O balanço do último dia 17 apontava 120 internações, das quais 47 eram em UTI. 

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“Quando enfrentamos a pandemia na primeira onda, suspendeu o atendimento das outras especialidades. As pessoas ficaram quase um ano sem se tratar, mas nosso ambulatório de consultórios voltou à atividade plena, retomou-se o agendamento de cirurgias importantes”, diz Fernando Torelly, superintendente corporativo e CEO do HCor. Segundo Torelly, agora a situação é “complexa e administrável”, mas é incerta ao mesmo tempo.

Um levantamento preliminar do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo com amostra de 60 hospitais privados (16% das unidades da rede particular que atendem covid), apurou que 72% dos hospitais paulistas têm ocupação que varia de 80% a 100% dos leitos de UTI. A pesquisa completa termina no fim da semana. No entanto, o estudo destaca que dois terços dos hospitais dizem ter capacidade de aumentar o número de leitos disponíveis, caso for preciso. 

Para Francisco Ballestrin, presidente do SindHosp, a manutenção de cirurgias e atendimentos eletivos (não urgentes) indica que, por ora, “existe a possibilidade de manter com cautela essa assistência”. Ainda de acordo com ele, o adiamento desses procedimentos pode trazer “gravíssimas consequências no agravamento de doenças, especialmente as crônicas como câncer e as cardiovasculares e pode contribuir para o aumento de mortes”. 

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Torelly também reforçou a importância da colaboração da população para evitar uma situação ainda mais agravante. “Temos estrutura hospitalar ativa e dando conta, mas não pode acontecer de ter convívio social mais liberado. Não podemos perder o medo e o respeito pelo vírus. Tem de manter as medidas de proteção para efetivamente ganhar mais tempo com a vacinação”, alerta. 

“São 250 mil mortos. Não dá para aglomerar, não usar máscara. Ainda é uma realidade de enfrentamento da maior pandemia da nossa geração”, acrescenta.

Nesta quarta-feira (24), o governador de São Paulo João Doria (PSDB) anunciou nova restrição de circulação em todo o estado, das 23 horas às 5 horas, para conter o avanço da Covid-19 no estado. No entanto, os especialistas ouvidos pelo Estadão consideraram as medidas brandas e confusas. Nesta quarta, a taxa de ocupação de leitos de UTI era de 69% no estado, com média de 69,3% na Grande São Paulo. 

Fonte: IG SAÚDE

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Pazuello comenta mortes no Brasil e diz que contaminação está 3 vezes pior

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Ministro da Saúde reconhece momento crítico da pandemia no Brasil
Carolina Antunes/PR

Ministro da Saúde reconhece momento crítico da pandemia no Brasil

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quinta-feira (25) que o Brasil vive uma etapa mais grave da pandemia da Covid-19. De acordo com o ministro, a taxa de contágio do vírus está três vezes maior do que no início da pandemia.

A declaração foi feita durante entrevista coletiva em Brasília, no dia em que o país atinge a marca de 250 mil mortos pela doença. Há 35 dias seguidos o Brasil registra mais de mil mortes por dia.

“Estamos enfrentando uma nova etapa da pandemia. Hoje, o vírus mutado, ele nos dá três vezes mais a contaminação, e a velocidade com que isso acontece em pontos focais pode surpreender o gestor em termos de estrutura de apoio. Essa é a realidade que vivemos hoje no Brasil”, afirmou o ministro.

Além da variante P1, identificada em Manaus, o ministro reforçou o risco de contágio de outras cepas do coronavírus, como a variante britânica que já foi identiicada em diferentes estados.

“Voltamos a ficar alertas, isso tem se confirmado, novas cepas no Brasil, nova linhagem em Manaus, a P1, extremamente agressiva em termos de contaminação, três vezes mais rápido. Esse vírus já faz parte do cotidiano, está em outros estados brasileiros. Como ela se desenvolve em cada lugar depende de outros fatores, climáticos, sociais, de saneamento, cultura”, disse.

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Fonte: IG SAÚDE

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