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Após dia de visita, preso é pego com drogas no estômago no Rio de Janeiro

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De acordo com a Seap, preso expeliu voluntariamente o material após ter sido flagrado por scanner

Um homem preso na unidade prisional Serrano Neves, no Complexo de Gericinó, Zona Oeste do Rio, foi pego com diversos tipos de drogas no estômago após o dia de visita.

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De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, o detento engoliu as drogas para tentar escapar da revista, porém, não contava que os agentes iriam usar o scanner, que fica na porta do presídio.

Ainda segundo a pasta, no estômago do homem tinham oito saquinhos de maconha e 34 embalagens de plástico com uma pasta resinosa preta, material que pode ser usado na produção de drogas.

Durante a revista pessoal, os agentes encontraram um saquinho de maconha com um outro preso. Eles foram levados à delegacia para registro da ocorrência.

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Governo quer dobrar participação do modo ferroviário em oito anos

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A participação das ferrovias no total de transportes no Brasil deve chegar a mais de 30% em até oito anos. Esse é o plano do governo federal, de acordo com o ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas. Ele discutiu as ações do Executivo para a área em webinar promovido pela Revista Ferroviária hoje (10).

Atualmente, o modo ferroviário responde por 15% do ecossistema de transporte brasileiro. A meta é dobrar isso nos próximos oito anos. Freitas defendeu que a consecução deste objetivo deverá ser garantida a partir das concessões de ferrovias planejadas do Executivo.

“A estratégia ferroviária pretende reequilibrar a matriz de transportes e dobrar a participação do modo ferroviário em oito anos, a partir dos investimentos planejados e plantados. Vamos trazer inovações para o marco regulatório de maneira que facilite a chegada do investimento privado”, disse o ministro no debate virtual.

O titular da pasta da Infraestrutura defendeu e apontou benefícios das concessões. Segundo ele, este modelo poderá gerar investimentos e melhorar a qualidade do serviço com redução dos tempos de viagem, melhoria da segurança e diminuição dos custos de operação.

Além das novas concessões e autorizações, o ministro citou também dentro das estratégias a renovação antecipada de contratos. Ele projetou que os investimentos mobilizados com essas medidas podem ficar entre R$ 40 bilhões e R$ 100 bilhões.

Edição: Fábio Massalli

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Senadores lamentam morte de Alfredo Sirkis

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Senadores lamentaram nesta sexta-feira (10) a morte do ex-deputado Alfredo Sirkis, vítima de um acidente de carro no Arco Metropolitano, em Nova Iguaçu, região metropolitana do Rio de Janeiro. O ex-deputado era jornalista, ambientalista e chegou a concorrer à Presidência da República pelo Partido Verde em 1998.

O presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado, Fabiano Contarato (Rede-ES), lembrou o espírito de luta do ex-parlamentar.

“Que o seu espírito de luta pelo bem coletivo, contra a ditadura e a favor de um meio ambiente ecologicamente equilibrado nos iluminem sempre”, desejou Contarato.

Já o líder da Minoria no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), contou que o livro de Sirkis, Os Carbonários, foi fonte de inspiração para que ele exercesse sua militância política. Pelo livro, Sirkis recebeu o Prêmio Jabuti de 1981.

“É doloroso demais perder tão grande nome, que tanto contribuiu para o país. O ambientalismo fica de luto. Aos amigos, familiares e companheiros do Partido Verde, meus sentimentos”, declarou Randolfe.

Para a senadora Leila Barros (PSB-DF), foi grande a perda sofrida pelos militantes da preservação ambiental.

“É uma triste notícia para quem luta pela preservação ambiental. Pioneiro neste tema, Sirkis foi um expoente no debate sobre a construção de um novo modelo de desenvolvimento. Que Deus conforte seus amigos e familiares”, disse Leila.

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) também lamentou a morte do ambientalista e prestou solidariedade aos seus familiares.

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Partido Verde

Alfredo Sirkis era carioca, escritor, jornalista e gestor ambiental. Foi vereador e secretário municipal do Rio de Janeiro (1993-1996). Também foi deputado federal entre 2011 e 2014, quando presidiu a Comissão Mista de Mudanças Climáticas do Congresso. Foi um dos fundadores do Partido Verde (PV) e seu presidente nacional, entre 1991 e 1999.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Maia e parlamentares lamentam morte do ambientalista e ex-deputado Alfredo Sirkis

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Antonio Augusto/Câmara dos Deputados
Café da manhã da Frente Parlamentar para lançamento da campanha pela aprovação do Decreto Legislativo que autoriza a ratificação do Acordo de Paris. Ex-deputado, Alfredo Sirkis
Alfredo Sirkis era ativista ambiental e atual diretor do Centro Brasil no Clima

Deputados lamentaram, por meio de suas redes sociais, a morte do ativista ambiental e ex-deputado federal Alfredo Sirkis, vítima de acidente de carro ocorrido nesta sexta-feira (10), em trecho da rodovia BR-493 na região da Baixada Fluminense (RJ). Sirkis era jornalista e escritor e tinha 69 anos.

“Muito triste a notícia da morte tão abrupta do ex-deputado Alfredo Sirkis. O Brasil perdeu, sem dúvida, um dos seus grandes ativistas na luta pela preservação do meio ambiente. Em nome da Câmara dos Deputados, registro nosso profundo sentimento de pesar aos familiares e amigos”, disse o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em publicação no Twitter.

Integrantes da Frente Parlamentar Ambientalista também lamentaram a perda. “Estou desolado. Perdemos um ícone do ambientalismo brasileiro. Político, jornalista, roteirista e escritor. Alfredo Sirkis tinha uma mente visionária, um dos pioneiros na luta pela preservação da nossa biodiversidade”, disse o coordenador da frente, deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP).

“Voz ativa contra o regime militar. Tive o privilégio de acompanhar de perto sua trajetória. Fará uma falta enorme. Meus sinceros sentimentos aos familiares e amigos”, declarou Agostinho, em seu perfil no Twitter.

Também integrante da Frente Parlamentar Ambientalista, o deputado Nilto Tatto (PT-SP), disse que a luta socioambiental sofre uma perda com a morte de Sirkis.

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O deputado Professor Israel (PV-DF) afirmou que “em tempos de ataques atrozes ao meio ambiente, Sirkis fará falta”. “Hoje a pauta ambientalista perdeu um dos seus maiores expoentes. Alfredo Sirkis, jornalista e político, foi fundador do Partido Verde”, destacou.

Já a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) ressaltou a atuação conjunta com o ex-parlamentar: “[Sirkis] foi meu colega na Câmara e de diferentes lutas políticas no Rio. Cruzávamos ideias, um defensor ferrenho do meio ambiente. Minha total solidariedade à família e aos seus amigos”, declarou.

O deputado Marcelo Freixo (Psol-RJ) afirmou que hoje é um “dia triste para quem luta pela democracia e pelo meio ambiente”. “Perdemos o jornalista, escritor e ativista Alfredo Sirkis. Minha solidariedade à família e aos amigos. Vá em paz, Sirkis. Você fará muita falta ao Brasil.”

O líder do PSB, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), ressaltou a importância de Sirkis não apenas na pauta ambiental, mas também no jornalismo e na literatura. “Que tragédia! Sirkis deu uma contribuição imensa pra boa política, pro meio ambiente, pro jornalismo e pra literatura. Uma grande perda!”, afirmou.

Trajetória
Ligado à causa ambientalista, Sirkis foi fundador do Partido Verde em 1986. Também era jornalista e escritor, e ganhou o Prêmio Jabuti de 1981 pelo livro “Os Carbonários”.

Sirkis foi deputado federal entre 2011 e 2015, eleito pelo PV e posteriormente se filiando ao PSB, partido do qual foi vice-líder. Entre 2016 e de 2019, foi coordenador-executivo do Fórum Brasileiro de Mudança do Clima (FBMC) e, atualmente, era diretor-executivo do Centro Brasil no Clima.

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Na década de 1960, foi militante estudantil e integrou grupos de guerrilha urbana contra o regime militar. Em 1971, saiu do Brasil para viver em exílio no Chile, na Argentina e em Portugal; e retornou ao País em 1979, com a Lei da Anistia.

Na década de 1990, foi vereador e secretário municipal de Urbanismo e de Meio Ambiente no Rio de Janeiro. Também foi presidente nacional do PV em 1991 e candidato do partido a presidente da República nas eleições de 1998.

Da Redação
Edição – Pierre Triboli

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