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Aprosoja e LIDE MT debatem Reforma Administrativa

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Fortalecimento Institucional

Aprosoja e LIDE MT debatem Reforma Administrativa

O evento contou com a participação de líderes empresariais e políticos que discutiram no formato almoço-debate o assunto

18/11/2020

Em Mato Grosso, o movimento pela Reforma Administrativa cresce. Lideranças de diferentes segmentos econômicos voltaram a debater o assunto nesta terça-feira (17), presencialmente e por meio de plataformas digitais. O evento, no formato almoço-debate, foi promovido pela Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado, (Aprosoja), em parceria com o Grupo de Líderes Empresariais de Mato Grosso (LIDE MT).

Na tônica dos debates, o alerta de que reformas administrativa e tributária precisam ser encaradas pelo Estado brasileiro de forma sinérgica e urgente. Na prática, conforme exaltam lideranças setoriais, a matriz tributária no Brasil precisa ser revista, como nunca, para que o ambiente de negócios seja mais atrativo a investimentos e geração de empregos. Mas para além do sistema ideal de arrecadação de tributos, é necessário que gestões públicas gastem menos e melhor, entregando valor à sociedade.

“Essa pauta precisa ser externada à sociedade, que é a grande impactada, tanto em relação à reforma administrativa quanto em relação à reforma tributária. Isso não é um enfrentamento contra o servidor público. O que estamos defendendo é a equalização de despesas da máquina pública”, destaca Wellington Andrade, diretor executivo da Aprosoja.

Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em setembro projeta que medidas de enxugamento na máquina pública podem gerar uma economia de R$ 1,750 trilhão aos cofres brasileiros no período de 2021 a 2039. As cifras consideram impactos de medidas já adotadas, com destaque ao congelamento dos vencimentos de diversas carreiras do funcionalismo público no período 2020-2021, e ações futuras propostas no âmbito de uma reforma administrativa.

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O tema, certamente, é polêmico. “A Reforma Administrativa mexe com uma palavrinha chave chamada estabilidade. O corporativismo vai agir como anticorpos gigantes. Eles estarão lá. É inaceitável que durante uma crise como essa da Covid, onde todos cortamos na carne, não haja uma contribuição do funcionalismo, da máquina pública. Houve? Desconheço”, declara o presidente do LIDE Indústria, Paulo Nigro, um dos CEOs de maior renome no país.

Queda de braço – Voz política que se projeta nas articulações pela aprovação da Reforma Administrativa em Brasília, o deputado federal por São Paulo Vinícius Poit (Novo) acredita que a matéria será votada no Congresso Nacional ainda no primeiro semestre de 2021. Até lá, prevalecerá uma intensa agenda de discussões partidárias e entre corporações, que já antevê, como próximo capítulo, a propositura de emendas ao texto final do projeto.

“Lutaremos para ser a melhor reforma possível. Mas é sabido que não adianta querer tudo. Pode-se não chegar ao ideal, mas vamos caminhar. O Governo (federal) está praticamente refém do Centrão no Congresso Nacional e está indo para um caminho perigoso. Realmente, será difícil. E é por isso que precisamos ser fortes”, posiciona Poit.

A régua do contribuinte – Para o presidente do LIDE MT, Evandro César dos Santos, a composição ideal entre reforma administrativa e tributária deve se apoiar em dois pilares fundamentais: o poder contributivo do brasileiro e um gasto público verdadeiramente focado no interesse público, na economicidade e na eficiência.  

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“E não estamos falando somente do Poder Executivo. O Legislativo e o Judiciário também precisam se empenhar nessa missão. Vamos a um exemplo prático: na casa da gente, se não alinharmos o gasto com aquilo que há de receita, temos o desafio gigante de cobrir as contas. Numa empresa, isso pode culminar num problema sério, que é a insolvência, a falência. O gasto público deve ser concebido e executado sob essa mesma ótica, para que os investimentos necessários à população efetivamente aconteçam”, observa.  

 

 Com Assessoria LIDE MT

 

 

 

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Armazém para Todos é lançado pela Aprosoja MT

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Armazém para Todos é lançado pela Aprosoja MT

A disparidade em relação a produção e a capacidade de armazenagem é o grande gargalo do setor produtivo

Créditos:

16 de Junho de 2021

Uma realidade: Mato Grosso é o maior produtor de grãos do país. Um problema: déficit de armazém. A demanda: aumentar o número de armazéns. Diante dessa realidade, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) lançou, nesta quarta-feira (16.06), a campanha Armazém para Todos com objetivo de incentivar a construção de silos para que o agricultor de pequeno e médio porte tenha onde guardar os grãos.

“O produtor precisa ser dono daquilo que produz. A armazenagem tem que ser para todos”, enfatizou o presidente da Aprosoja, Fernando Cadore, durante coletiva de imprensa com os jornalistas. “A disparidade em relação ao que produzimos (cerca de 70 milhões de grãos) e a capacidade de armazém (2.211 unidades) é o grande gargalo do setor produtivo. Não temos silos suficientes para comportar as safras de soja e milho”, esclareceu Cadore.

A campanha Armazém para Todos passa pela questão socioeconômica, uma vez que garante ao produtor maior rentabilidade, tranquilidade na colheita e garantia de alimento o ano todo para o cidadão. Além disso, reduz o fluxo nas rodovias, custos na produção, desgastes na logística e desperdício de alimentos. “É hora de quebrar paradigmas. Precisamos desburocratizar o acesso ao crédito para a armazenagem”, pontou Cadore.

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O produtor rural Zilto Donadello, e também coordenador da comissão de Sustentabilidade da Aprosoja, revelou que neste ano perdeu de sete a oito sacas de soja por hectare, justamente por não ter armazém. Ao fazer uma simulação com os dados da propriedade, por meio da plataforma eletrônica criada pela Aprosoja, ele conseguiu ter ideia da viabilidade econômica para construir silos.

“De acordo com o simulador, se eu construir um armazém de 1.000 toneladas deixaria de perder em média 6,5 sacas por hectare. Com isso, teria uma dinâmica de comercialização melhor. Hoje eu tenho um custo elevado na produção com frete, filas de descargas, descontos nos armazéns e trading”, explicou Donadello.

Evolução da produção

Mato Grosso avançou em produção, tecnologia e manejo do solo. Para se ter uma ideia, nos últimos 10 anos, o Estado evoluiu em mais de 43 milhões de toneladas da produção de soja e milho. Em contrapartida, a capacidade de armazenagem aumentou apenas 11,88 milhões, neste mesmo período.

Com a expectativa de avanço produtivo nos próximos anos, Mato Grosso precisaria ampliar a capacidade estática para 125 milhões de toneladas até 2030, ou seja, teria que apresentar uma taxa de crescimento anual da capacidade de armazenagem na ordem de 22,9%, frente aos 3,7% observados nos últimos anos. 

Fonte: APROSOJA

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COLETIVA DE IMPRENSA: Aprosoja lança campanha que incentiva armazenagem em pequenas propriedades

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Política Agrícola e Logística

COLETIVA DE IMPRENSA: Aprosoja lança campanha que incentiva armazenagem em pequenas propriedades

Jornalistas podem participar de maneira presencial, durante um café da manhã ou virtualmente, no através do Zoom

14/06/2021

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) lança nesta quarta-feira (16.06), às 9h, durante coletiva de imprensa, a campanha Armazém para Todos. O projeto será apresentado juntamente com um simulador virtual, em que o agricultor insere os dados e verifica os números da viabilidade para implantação de silos em propriedades de qualquer tamanho.

Jornalistas podem participar da coletiva de maneira presencial, durante um café da manhã ou virtualmente, no através deste link: https://zoom.us/j/98298914057?pwd=UURrSUc5MzgxUmkzb0YwOXJVYUU3UT09.  Participarão da conversa com os comunicadores, o presidente da Aprosoja MT, Fernando Cadore, membros da diretoria e técnicos da entidade.

Conforme dados apresentados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), com uma produção de grãos de aproximadamente 70 milhões de toneladas entre soja e milho, o estado conta com capacidade de armazenagem estática de pouco mais de 38 milhões de toneladas, sendo que apenas 30% destas estruturas estão em posse de produtores rurais.

Presidente da Aprosoja MT, Fernando Cadore, diz que a campanha Armazém para Todos é uma das prioridades da instituição. Ele afirma que ter onde guardar a produção significa segurança alimentar.

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“Nos três anos da nossa gestão iremos defender que o produtor tenha seu próprio armazém. É viável e extremamente necessário para segurança alimentar do nosso país. A recomendação é se tenha de uma a duas vezes a sua capacidade de armazenar. Isso é segurança alimentar, garante o prato de comida na mesa da população e assegura que não irá faltar para demanda interna”, enfatizou Cadore.

Serviço:

O que: Lançamento Armazém para Todos

Quem: Aprosoja MT

Onde: Sede da Aprosoja e via zoom

Quando: 16.06

Horário: 9h

Entrar na reunião Zoom

https://zoom.us/j/98298914057?pwd=UURrSUc5MzgxUmkzb0YwOXJVYUU3UT09

ID da reunião: 982 9891 4057

Senha de acesso: 912729

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Vazio sanitário começa nesta terça-feira (15) em Mato Grosso

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Defesa Agrícola

Vazio sanitário começa nesta terça-feira (15) em Mato Grosso

Durante esse período os produtores não podem cultivar a soja

14/06/2021

O vazio sanitário da soja, safra 2021/2022, começa nesta terça-feira (15.06) e segue até o dia 15 de setembro, em Mato Grosso. Neste período fica proibida a presença de plantas vivas de soja e também o cultivo da cultura no Estado. A medida é uma estratégia de manejo de pragas e doenças, especialmente para o controle da ferrugem asiática da soja.   

“Este período é importante para o nosso setor, uma vez que 90 dias são suficientes para evitar a contaminação e proteger as nossas lavouras da ferrugem asiática, doença que tem um alto índice de devastação”, explica Fernando Cadore, presidente da Aprosoja MT.

Os produtores que desrespeitarem o período podem ser autuados e/ou multados. A multa para quem descumprir a medida é de 30 UPFs (Unidade Padrão Fiscal) mais 2 UPFs por hectare de planta não eliminada.

A equipe de Defesa Agrícola produziu um informe técnico (clique aqui) baseado na portaria Nº 306 de 2021, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a qual institui o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja Phakopsora pachyrhizi (PNCFS).

Fonte: Marcella Lírio

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA
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