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Aprosoja faz mudança na forma de acionar o Classificador Legal

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Defesa Agrícola

Aprosoja faz mudança na forma de acionar o Classificador Legal

A partir do dia 12 de abril, o formato será via Canal do Produtor

05/04/2021

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) informa que, a partir do 12 de abril o acionamento do Classificador Legal terá novo formato, será via Canal do Produtor. De forma simples, rápida e fácil o produtor aciona o Canal, abre um a ordem de serviço, automaticamente o computador compila os dados e encaminha para o classificador mais próximo do município solicitado, que receberá a demanda e fará o alinhamento direto com o produtor rural solicitante.

De acordo com a gerente Defesa Agrícola da Aprosoja, Jerusa Rech, “a mudança na forma do acionamento vai possibilitar a ampliação e celeridade nos atendimentos, além disso, os diagnósticos dos problemas que ocorrem na classificação serão identificados mais facilmente”.

Atualmente, o projeto Classificador Legal da Aprosoja, conta com 10 técnicos cadastrados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que promovem a mediação confiável entre o produtor rural e as traidings, na classificação de grãos, fazendo cumprir a legislação em suas instruções normativas do Estado.

Para o presidente da Aprosoja, Fernando Cadore, o projeto é muito importante para que o produtor rural tenha maior transparência na negociação dos grãos. “A classificação é diferenciada em muitos lugares e algumas vezes não condizem com a realidade. É aí que entra o Classificador, para garantir critérios e uma classificação de grãos justa e imparcial “, pontuou Cadore.

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Canal do Produtor: (65) 3027-8100

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Impactos da cigarrinha-do-milho nas lavouras será tema de Live

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Defesa Agrícola

Impactos da cigarrinha-do-milho nas lavouras será tema de Live

Pesquisador irá abordar características, disseminação e os prejuízos causados pelo inseto

06/04/2021

Com a cultura do milho em pleno desenvolvimento em Mato Grosso, o produtor rural pode se deparar com um problema: a cigarrinha-do-milho. O inseto provoca doenças conhecidas como enfezamento da planta e virose da risca, ocasionando perda de produtividade. Para tratar do assunto, a equipe técnica de Defesa Agrícola da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) vai promover uma Live, na próxima terça-feira (13.04), às 18h, no canal do Youtube Aprosoja MT.

O pesquisador doutor em Entomologia da Embrapa Cerrados, Charles Martins de Oliveira, vai apresentar aos telespectadores quais são as características do inseto-vetor, como se comporta e os impactos causados. “A cigarrinha está amplamente distribuída em todas as regiões produtoras de milho no Brasil. Quando uma lavoura apresenta um grande número de plantas doentes e com alta severidade, os prejuízos na produção de grãos podem ser superiores a 70%”, explicou.

Durante a Live, os produtores poderão esclarecer dúvidas e aprender sobre boas práticas agrícolas de manejo dos enfezamentos. “As técnicas adotadas ajudam a reduzir os prejuízos causados e permitem a convivência com essas doenças, já que dificilmente o produtor conseguirá evitar que a cigarrinha-do-milho apareça em suas lavouras”, pontuou o pesquisador.

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A gerente de Defesa Agrícola da Aprosoja, Jerusa Rech, ressaltou que a demanda pela palestra se deu por conta de várias queixas de produtores em decorrência dos danos causados pela cigarrinha. “O nosso produtor rural sempre será assistido pela Aprosoja. Quando identificamos algum problema na lavoura, temos que buscar soluções. A Live com o especialista na área será uma oportunidade para evitarmos maiores danos à lavoura e, consequentemente, prejuízos na produção”, esclareceu.

Fonte: Marcella Lírio

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Aprosoja oferece diversos convênios aos associados e colaboradores

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Aprosoja oferece diversos convênios aos associados e colaboradores

Ao todo, são 20 empresas parceiras com serviços e preços especiais

29/03/2021

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) disponibiliza diversos convênios aos associados e colaboradores. No total, são 20 empresas parceiras que oferecem serviços e preços especiais em várias especialidades.

Para utilizar os benefícios é preciso acessar a página de convênios, informar o CPF, clicar na opção “Imprimir”, fazer a impressão da sua carteirinha e apresentá-la em um dos parceiros. As vantagens são estendidas para dependentes e cônjuges, basta comprovar o grau de parentesco na hora de adquirir um dos serviços.

Veja as empresas parceiras:

 

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Carne suína- Preço sobe no varejo, mas produtores amargam prejuízos

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Custo de produção está maior que o preço pago pelo quilo do animal aos produtores; frigoríficos também têm dificuldades e podem diminuir volume de produção

Foto- Assessoria

A realidade financeira dos suinocultores em Mato Grosso está bem distante daquela constatada nos preços nas gôndolas de supermercados e açougues, onde o quilo dos cortes suínos supera facilmente a casa dos R$ 20. Ao contrário do que podem pensar os consumidores, a situação é de preocupação, já que nas granjas os criadores amargam há semanas prejuízos de R$ 30 a R$ 40 por animal vendido. Isso ocorre principalmente pela alta no custo de produção, agravado em especial pelo preço do milho e do farelo de soja, base da alimentação dos animais.

De acordo com relatório do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), em Mato Grosso, o preço pago pelo quilo do suíno vivo está em média a R$ 4,80, uma queda de 8,40% em relação ao valor pago na semana anterior. Já o custo de produção, segundo a Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) está em torno de R$ 5,10 para cada quilo produzido, o que acarreta um prejuízo de pelo menos 0,30 centavos/kg. No fim, isso faz com que o produtor tenha um prejuízo de até R$ 40 por animal comercializado.

“O que causa espanto e preocupação a nós produtores e trabalhadores rurais é que o preço pago pela produção de carne não cobre nem os custos que temos. E quando você vai ao supermercado ou açougue comprar essa mesma carne vendida a R$ 4,80, você paga no mínimo R$ 20, o quilo, em qualquer corte da carne suína”, pontua Itamar Canossa, suinocultor e presidente da Acrismat.

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Ainda de acordo com o Imea, o quilo da carcaça suína está sendo comercializada em média por R$ 9,29, também com queda de 5,49% em relação ao valor pago na semana anterior. “Isso revela que os frigoríficos também estão com a margem de lucro bastante reduzida. O que nos leva a entender que a questão dos preços abusivos está lá na ponta, nos supermercados e nas casas de carnes. Estes estabelecimentos pagam em média R$ 9,30 no quilo da carcaça, prepara os cortes e vende a um preço muito acima da realidade. É algo que nos incomoda, e prejudica não só os produtores, mas também o pai de família que precisa comprar proteína para sua família”, destaca Canossa.

É o que confirma o diretor presidente do Frigorífico Excelência, em Nova Mutum (distante 241 km de Cuiabá), Lauro Tabachuk Júnior. “Os reflexos dos custos das granjas chegam aos frigoríficos, e esses não conseguem repassar os valores devido ao excesso de oferta de carne no mercado. Isso acontece também por causa do poder aquisitivo da população, que vem diminuindo há vários meses”, afirma ele ao acrescentar que para fechar a equação do baixo poder aquisitivo e a alta nos preços das carnes, a população procura outras fontes de proteína para se alimentar.

Para Tabachuck, o fechamento do comércio, inclusive dos chamados de pequenos transformadores, que são os vendedores de lanches em carrinhos e similares, afeta o valor da proteína. “Acredito que o comércio em geral é essencial ou uma espécie de suporte ao essencial, e ajuda no escoamento da nossa produção. Se continuarmos com este cenário de muita carne disponível no mercado, as indústrias serão obrigadas a reduzir a produção, pois não adianta produzir e não ter pra quem vender”, aponta.

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Segundo a Acrismat, um preço na casa dos R$ 6,00 por quilo pago no suíno vivo seria o suficiente para que os produtores cobrissem seus custos de produção e ainda trabalhassem com uma margem de lucro razoável. “Como presidente da Acrismat e consumidor, penso que o preço cobrado nos supermercados já é caso de polícia ou de pelo menos alerta ao Procon. Claramente é um abuso, são situações onde a margem de lucro está muito acima do normal. Se o consumidor não começar a reclamar, essa situação tende a piorar”, afirma Canossa.

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