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Economia

Aprovar nova CPMF está ‘próximo do impossível’, diz Rodrigo Maia

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Plenario da Camara dos deputados arrow-options
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados – 14.8.19

Rodrigo Maia considera a aprovação de uma nova CPMF na Câmara dos Deputados “próximo do impossível”

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vê como pouco provável a aprovação da criação deum imposto sobre movimentações financeiras  pela Casa.

Um novo tributo, aos moldes do que foi a extinta CPMF, é um dos projetos da equipe econômica para substituição da arredação sobre a folha de pagamentos .

“Eu acho que a (nova) CPMF não é um imposto que seja bem-vindo, mas vamos debater. Só que aprovar eu acho que é próximo do impossível”, disse após participar de evento do Movimento Brasil Competitivo.

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Sobre o projeto de privatizações apresentado na quarta-feira pela equipe econômica, Maia afirmou que não falará sobre suposições e apenas sobre os temas discutidos com ele. No entanto, acrescentou que não vê como adequado falar da privatização da Petrobras neste momento.

“Ninguém falou comigo de Petrobras. Não parece esse (venda de fatia da União) para uma empresa de capital aberto. Isso não foi informado ao mercado, à sociedade”, disse sobre os riscos desse tipo de informação causar variação no papel.

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Maia afirmou que ontem conversou com o governo sobre a venda da Eletrobras , que o processo de reorganização já foi informado ao mercado e está em curso desde 2016.

Segundo ele, o governo defende que essa privatização é necessária porque a empresa perdeu a capacidade de investir. É preciso aprovação dos parlamentares para a venda de empresas estatais federais.

“A Eletrobras precisa de R$ 16 bilhões de investimento ao ano e só investe R$ 3 bilhões. Sendo verdade, vamos mostrar aos deputados que a privatização vai gerar recursos no curto prazo”, afirmou Maia.

O presidente da Câmara afirmou ainda que no processo de privatização da Eletrobras, também chamará representante dos trabalhadores , que contestam a informação de falta de capacidade de investimento da empresa. 

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Economia

Dono da Havan diz que não sabe “o que é fake news”

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Luciano Hang
Reprodução

Luciano Hang, chamado de “véio da Havan” por seus adversários, é alvo de duas investigações ligadas á disseminação de fake news.

O empresário Luciano Hang , dono das lojas Havan e um dos principais apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, disse que não sabe “o que é uma fake news”. A declaração foi dada por Hang durante uma entrevista ao jornal Estado de S. Paulo.

Quando foi questionado sobre as acusações de ter financiado um esquema de disseminação de fake news, Hang, que é chamado de “véio da Havan” por seus adversários, disse que a forma como as pessoas enxergam os fatos varia.

“Eu nem sei o que é uma fake news. O que é uma fake news? Um fato tem várias versões. A versão que você encampa depende do lado que você está”, afirmou.

Ele também disse que, durante as eleições de 2018, fez vídeos para apoiar Bolsonaro e negou que tenha disseminado fake news. “Simplesmente atuei em grupos de WhatsAapp que eu montei. Fiz muitos vídeos, que eu publicava nas minhas redes pessoais do Instagram e do Facebook. O que eu produzi de conteúdo coloquei nas minhas redes. Então, estou muito tranquilo, porque não produzi nenhuma fake news.”, disse.

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A pergunta fazia referência às investigações realizadas contra o empresário. Hang é alvo do inquérito das fake news no Supremo Tribunal Federal (STF) e de uma outra investigaão no Tribunal SUperior Eleitoral (TSE) por impulsionamento de mensagens no Whatsapp.

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Depois de três meses, milhões seguem sem auxílio emergencial

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Depois de três meses de pagamentos do auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal, milhões de pessoas que pediram a renda de socorro ainda não foram atendidas

Depois de três meses de pagamentos do  auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal, milhões de pessoas que pediram a renda de socorro ainda não foram atendidas.

Segundo os dados mais recentes da  Caixa Econômica Federal, há 1,2 milhão de pessoas em primeira análise e 700 mil em reanálise para obter o auxílio, totalizando 1,9 milhões de pessoas à espera dos R$ 600 – ou, no caso de mães solteiras, R$ 1.200.

Em um total de 108,9 milhões de pessoas que pediram o auxílio, 107,7 milhões já foram analisados – 65,2 milhões foram considerados elegíveis, mas 42,5 milhões foram tidos como inelegíveis.

A Dataprev, empresa responsável por realizar as análises dos cadastros, divulgou no sábado (4) que  1,1 milhão  dos cadastros são inconclusivos. Isso significa que os dados foram preenchidos de maneira incorreta pelos candidatos ao auxílio.

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As pessoas ainda podem ajustar os cadastros, mesmo que o prazo para  inscrição ao auxílio já tenha terminado na semana passada.

Quem quiser contestar o auxílio negado pode fazer isso no aplicativo e site da Caixa (Caixa Auxílio Emergencial), ou na  Defensoria Pública da União.

Se pedir reanálise pelo DPU, ela será feita de forma individual pelo órgão, com base nos documentos comprobatórios enviados. A orientação do procedimento está disponível no  site da Defensoria.

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Economia

Novo calendário de saques do auxílio começa nesta segunda; veja quem tem direito

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Leonardo Sá/Agência Senado

Saques do terceiro lote da primeira parcela do auxílio emergencial começam nesta segunda-feira (6)

Começa nesta segunda-feira (6) o calendário de saques em dinheiro da primeira parcela do auxílio emergencial. Isso mesmo, a primeira parcela. Enquanto milhões já receram os R$ 600 em três oportunidades , outros tantos começam a poder sacar os recursos ditos emergenciais somente três meses após o início do programa, em abril .

O terceiro lote da primeira parcela do auxílio estará disponível para saques em espécie e transferências a partir desta segunda para os nascidos em janeiro, grupo que reúne cerca de 400 mil pessoas, segundo a Caixa Econômica Federal, quem faz os pagamentos. Assim como nos pagamentos anteriores, os saques serão divididos pelos meses de nascimento dos beneficiários. Ao todo, vão receber o novo lote atrasado da primeira parcela cerca de 6,1 milhões de pessoas.

As liberações de saques e transferências, iniciadas nesta segunda (6), vão até o próximo dia 18 de julho, quando começam as retiradas do calendário original do auxílio, que engloba a maior parte dos inscritos no programa.

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Além do terceiro lote, já há um quarto lote do auxílio emergencial . Para esse grupo, os depósitos terminaram no sábado (4), e os saques ainda não começaram. Confira o calendário do terceiro lote:

Terceiro lote – saques e transferências da 1ª parcela

  • 6 de julho – 400 mil nascidos em janeiro;
  • 7 de julho – 400 mil nascidos em fevereiro;
  • 8 de julho – 400 mil nascidos em março;
  • 9 de julho – 400 mil nascidos em abril;
  • 10 de julho – 400 mil nascidos em maio;
  • 11 de julho – 400 mil nascidos em junho;
  • 13 de julho – 400 mil nascidos em julho;
  • 14 de julho – 400 mil nascidos em agosto;
  • 15 de julho – 400 mil nascidos em setembro;
  • 16 de julho – 400 mil nascidos em outubro;
  • 17 de julho – 400 mil nascidos em novembro; e
  • 18 de julho – 500 mil nascidos em dezembro.

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