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Asmáticos graves devem manter seus medicamentos após a vacinação para Covid-19

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Vacina contra Covid-19
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Vacina contra Covid-19

A Associação Médica Brasileira (AMB), por meio de seu Comitê Extraordinário de Monitoramento Covid-19, divulgou recomendação nesta terça-feira (4) para que pessoas com asma grave, que já estão nos grupos prioritários do plano nacional de vacinação, mantenham seus medicamentos ao se imunizar. “Os imunobiológicos utilizados para a asma não alteram a resposta vacinal”, destaca o informe da entidade.

A AMB destaca ainda que asmáticos leves a moderados podem aguardar a vacinação contra a Covid-19 de acordo com o recomendado para população em geral. Isso porque “não foram observados piores desfechos da Covid-19” neste grupo.

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Já o grupo de pacientes com asma grave registra “piores desfechos, incluindo maior risco de morte intra-hospitalar”. A AMB define como asma grave aquela que permanece não controlada com dose alta de corticoide inalatório e um ou mais medicamentos de controle (broncodilatadores de ação prolongada) ou o uso de corticoide oral ou ainda em uso de medicação imunobiológica (omalizumabe, mepolizumabe, benralizumabe ou dupilumabe).

No plano de vacinação do governo, o grupo da população com asma grave está descrito dentro da classificação da comorbidade “pneumopatias crônicas graves”. Essa categoria inclui pessoas com “asma grave (uso recorrente de corticoides sistêmicos, internação prévia por crise asmática)”, além de outros problemas, como doença pulmonar obstrutiva crônica e fibrose cística.


O informe da AMB destaca ainda que “asmáticos, independentemente da gravidade, não têm contraindicação para a vacinação contra a Covid-19, exceto aqueles com história de alergia grave, incluindo anafilaxia a algum dos componentes das vacinas”. Para esses casos, o paciente deve ser avaliado por um especialista para definição da melhor conduta.

Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: Pela 1ª vez desde março, SP possui menos de 10 mil internados na UTI

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 Covid-19: SP registra menos de 10 mil internados na UTI pela 1ª vez desde março
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Covid-19: SP registra menos de 10 mil internados na UTI pela 1ª vez desde março

O estado de São Paulo registrou neste domingo, pela primeira vez desde março, um número de internados em UTIs com Covid-19 abaixo de 10 mil . Atualmente, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, são 9.944 pessoas em unidades de terapia intensiva, além de outras 11.354 em leitos de enfermaria, com casos menos graves da doença.

O patamar de 10 mil ou mais internações simultâneas em UTIs foi atingido em 14 de março e, desde então, embora a tendência tenha sido de queda nas últimas semanas, ainda se mantinha no sistema de saúde paulista.

Em comparação, em 14 de março, na primeira vez que o estado de São Paulo registrou mais de 10 mil pessoas internadas em UTI com coronavírus desde o começo da pandemia, a crise sanitária estava em ampla expansão. De acordo com comunicado da secretaria de saúde à época, naquele dia havia 10.244 internados em UTIs e 13.382 em enfermaria. As taxas de ocupação dos leitos de UTI eram de 90% na Grande São Paulo e de 88,4% no estado como um todo.

Neste domingo, as taxas estão em 78,6% no estado e em 76,7% na Grande São Paulo, com uma margem maior devida à abertura de diversas vagas em hospitais de campanha e em unidades tradicionais.

Desde então o estado passou pela fase mais crítica da pandemia. Em 14 de março, eram 2,202 milhões de casos e 64.123 mortes. Hoje, em contraste, são 3,003 milhões de casos e 100.799 óbitos (a marca de 100 mil casos foi superada neste sábado).


Ou seja, em oito semanas o total de casos subiu em mais de 800 mil, ou 36%. Já o número de mortos pela doença registrou um incremento de 36.676, ou alta de 57,2% nessas oito semanas.

Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: Pelo 46º dia, média móvel de mortes segue acima dos 2.000 óbitos

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Covid-19: Média móvel de mortes segue acima dos 2.000 óbitos pelo 46º dia consecutivo
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Covid-19: Média móvel de mortes segue acima dos 2.000 óbitos pelo 46º dia consecutivo

O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, 1.024 mortes em decorrência do novo coronavírus. É o 46º dia consecutivo com a média móvel de óbitos acima dos 2 mil diários e o 101º acima das mil vítimas. Após os dados deste domingo (09), a média móvel dos últimos 7 dias chegou a 2.100 óbitos. No total, o país possui 422.340 mortes acumuladas desde março do ano passado.

Foram contabilizados 38.911 casos de novas contaminações no mesmo período. Desde o início da pandemia, 15.184.790 brasileiros possuem ou já foram diagnosticados com covid-19. Em relação a média móvel de infecções, o número subiu e registra 61.411 novas transmissões diárias.

Os dados fornecidos pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) confirma que, neste sábado (08), o Brasil atingiu o centésimo dia com a média móvel de mortes diárias acima de mil óbitos e o 45º acima de 2 mil mortos.

Desde o início de junho do ano passado, os dados são fornecidos pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) Conass. A iniciativa teve início após uma confusão com os números divulgados pelo Ministério da Saúde.


Segundo informações da Universidade Johns Hopkins, quase 160 milhões de pessoas têm ou já tiveram covid-19. O Brasil ocupa a terceira colocação no ranking mundial de infecções e a segunda posição na lista de vítimas do novo coronavírus.

Fonte: IG SAÚDE

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Da cozinha à luta contra a pandemia: Usado como barreira contra a Covid-19, plástico filme ganhou diversas aplicações além da doméstica

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Plástico PVC, normalmente usado na cozinha, tem sido essencial na proteção contra o vírus

A rotina de proteção e higienização diária contra a proliferação do coronavírus envolve o uso de materiais como máscaras, álcool em gel e também o plástico. O material filme PVC, produto que sempre foi mais utilizado em cozinhas para fechar recipientes e conservar alimentos, agora vem sendo aplicado amplamente em diversos produtos e superfícies de usos compartilhados a fim de evitar contaminação e, assim, auxiliar no combate à pandemia.

Segundo informações do Instituto de Pesquisa Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), embora o coronavírus ainda seja novo para a ciência, já se sabe que a transmissão se dá por secreções contaminadas através do contato com pessoas contaminadas ou com objetos e superfícies contaminados, seguido do toque na boca, nariz ou nos olhos.

Para ajudar a combater essa que se tornou a maior crise sanitária de todos os tempos, a empresa de plástico filme, Alpfilm, desenvolveu o Alpfilm Protect contra o Sars Cov 2 , um material específico com formulação que inativa o novo vírus. O plástico foi testado e teve sua eficiência comprovada através da empresa QuasarBio, referência em ensaios com SARS-Cov-2 que tem laudos protocolados pelo Professor Lucio Holanda Gondim de Freitas, especialista no assunto. Os ensaios foram realizados no laboratório Nível de Biossegurança 3 (NB3) – especializado na manipulação de microrganismos com alto grau de patogenicidade e que oferecem risco à vida humana e ao meio ambiente.

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O produto, que já contava com propriedades antifúngicas e bactericidas – graças à presença de micropartículas de prata – passou por uma série de estudos para adequações em sua composição com o objetivo de assegurar sua eficácia antiviral, em especial contra o novo coronavírus. O resultado foi um produto que apresenta respostas positivas que chegam a 79,9% de inativação nos primeiros três minutos, chegando a 99,99% de eficácia em até 15 minutos.

“Desde 2014 a nossa linha de produtos AlpFilm Protect conta em sua composição com uma solução que evita a proliferação de fungos e bactérias, oferecendo uma barreira de proteção eficaz para a conservação de alimentos e outros produtos embalados com o plástico filme. Diante dos desafios impostos pela Covid-19, decidimos voltar nossas atenções para a pesquisa e desenvolvimento dessa evolução do produto para a inativação do novo coronavírus por contato”, explica Alessandra Zambaldi, diretora de Comércio Exterior e Marketing da Alpes.

Segurança extra em diversos ambientes

A partir da comprovação de sua eficácia contra o coronavírus, o material plástico filme vem sendo utilizado em diversos materiais de uso comum e que requerem o contato frequente das mãos. Dentre eles, as maquininhas de pagamento e celulares são alguns exemplos de equipamentos que não permitem a limpeza com álcool em gel direto nos produtos, já que a água presente na formulação pode oxidar e danificar as peças do produto. Por isso, para mantê-los higienizados é ideal envolvê-los no plástico filme.

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O material também é utilizado em ambientes residenciais. No estado de Santa Catarina, a Diretoria de Vigilância Sanitária definiu uma série de medidas de prevenção e combate ao vírus nos condomínios da região. Com isso, um dos critérios do órgão é de que trabalhadores que atuam nas portarias de condomínios residenciais devem utilizar o plástico filme sobre os teclados e mouses dos computadores e, substituindo a proteção a cada turno.

“Como o vírus é invisível e ainda não temos o controle da doença atual, é impossível ter o domínio total de higienização dos produtos e superfícies. Por isso, o Alpfilm Protect é fundamental neste momento, já que contribui no combate à proliferação do vírus nos objetos mais comuns do cotidiano e, salvando vidas”, comenta.

O plástico filme PVC também inativa o vírus em diversos ambientes públicos – que possui grande tráfego de pessoas – como em superfícies de maçanetas, corrimãos, controles remoto, botões de elevadores e telas sensíveis ao toque.

A proteção está presente, inclusive, dentro de carros. Nesta pandemia, o plástico filme pôde ser encontrado em volantes e marchas de vans escolares, – no período de aulas presenciais- já que transportam grande fluxo de pessoas por dia e também em carros que se encontram em oficinas mecânicas, uma vez que o contato das mãos com outras pessoas é frequente.

Outro exemplo é o carro de auto-escola, que também abrange um grande fluxo de motoristas no mesmo veículo. Por isso, o uso do plástico filme é amplamente recomendado em diversos estabelecimentos.

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Carrinhos e cestas de mercado também já passaram a utilizar o produto como forma de combate à pandemia.

“No combate à pandemia, o plástico tem se mostrado um grande aliado. Afinal, a higiene e a descartabilidade são características dos produtos de ‘uso único’, que contribuem para a prevenção não só do coronavírus, mas de diversas outras doenças. Contudo, para evitar impactos negativos ao meio ambiente, esses materiais devem ser descartados de forma adequada: em coleta seletiva ou em postos de reciclagem específicos para o plástico filme PVC.”, finaliza a profissional.

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