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Autoridades pedem para WhatsApp adiar implantação de política de privacidade

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Nova política de privacidade passariam a valer a partir de 15 de maio
Karol Albuquerque

Nova política de privacidade passariam a valer a partir de 15 de maio

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) , a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e o Ministério Público Federal (MPF) emitiram uma recomendação nesta sexta-feira (07) para que o WhatsApp adie a implementação da nova política de privacidade do aplicativo.

As novas normas colocadas pelo aplicativo vem causando polêmica desde o anúncio em outubro do ano passado. O principal ponto de discussão seria um “consentimento forçado” imposto pelo aplicativo para que os usuários permitissem o compartilhamento de informações de usuários com outras empresas do grupo Facebook.

O usuário que não concordar com a nova regra não poderia mais usar o aplicativo. Por conta da polêmica, a empresa decidiu adiar a implementação da política, que seria em janeiro, para o próximo dia 15 de maio.

No entanto, no documento enviado ao WhatsApp e ao Facebook, os órgãos recomendam um novo adiamento até que a empresa adote as recomendações feitas. Entre elas, que os usuários que não aceitarem a nova política de privacidade possam continuar utilizando o aplicativo.

Na recomendação, os órgãos ressaltam que a nova política de privacidade pode representar uma violação aos direitos dos usuários e que a empresa ainda não adequou suas normas à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) .

“Sob a ótica da proteção e defesa do consumidor, a restrição de acesso às conversas e aos arquivos bem como a outras funcionalidades do aplicativo WhatsApp caso não haja adesão aos termos de uso limita desproporcional e indevidamente o direito do consumidor”, diz o pedido.

O Cade, MPF, ANPD e a Senacon ainda recomendaram que o Facebook não faça nenhum tipo de tratamento de dados recebidos pelo WhatsApp até que os órgãos reguladores se posicionem sobre o tema.

O WhatsApp tem até a próxima segunda-feira (10) para responder os pedidos feitos pelos órgãos.

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Motociata serviu para recolher dados de 500 mil manifestantes, revela empresário

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Motociata pró-Bolsonaro
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Motociata pró-Bolsonaro


O empresário bolsonarista Jackson Vilar da Silva contou que a “ motociata ” realizada no último sábado (12) em favor de Jair Bolsonaro serviu para criar um grande banco de dados com as informações dos apoiadores do presidente. Os registros de 500 mil pessoas foram coletados para, supostamente, garantir a segurança do lugar. 

Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, Vilar afirmou que, na verdade, trata-se da construção de uma rede digital bolsonarista para viabilizar novos atos em favor do presidente.


A orientação da coleta de dados teria vindo do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Ao menos 1,8 mil nomes teriam sido entregues ao governo para que fossem selecionadas as pessoas que integrariam o pelotão de Bolsonaro no passeio de moto. 

Eles exigiram nome completo, CPF , número de celular, data de nascimento, e-mail, nome da mãe, modelo da moto e placa. Vilar nega interesse em usar os dados comercialmente. “Não posso nem fazer isso. E aquelas pessoas não são do ramo que eu atuo. Só atuo com ônibus, transporte rodoviário e de cargas”, disse ao jornal.

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O GSI informou que “não se manifesta sobre protocolos de segurança e outras ações”.

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Promoção de 20 anos do Mercado Livre que circula no WhatsApp é golpe

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Golpe circula no WhatsApp
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Golpe circula no WhatsApp

Uma mensagem falsa circula no WhatsApp prometendo brindes e bônus por conta de uma celebração de 20 anos do Mercado Livre . Dentre os prêmios, estaria até um celular , e a mensagem pede que os usuários compartilhem o conteúdo com os amigos. A promoção é falsa, e o Mercao Livre completa, na verdade, 22 anos em 2021.

Ao clicar no link falso, a vítima tem que responder a algumas perguntas e, depois, deve compartilhar o link com amigos no WhatsApp. Nenhum brinde de fato é enviado, e o usuário ainda pode ter seus dados roubados .

Há algumas variantes da mensagem circulando no WhatsApp mas nenhuma delas, de fato, direciona o usuário para o site do Mercado Livre . Para se proteger de golpes desse tipo, as principais dicas são:

  • Desconfie de promoções boas demais para serem verdadeira;
  • Na dúvida, vá até o site oficial (no caso, do Mercado Livre) para procurar pela promoção ao invés de clicar no link;
  • Confira se o link é, de fato, o do site que diz ser;
  • Não compartilhe seus dados pessoais em sites recebidos pelo WhatsApp , mesmo se amigos e parentes tiverem enviado.
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Instagram permite que grupos organizem vaquinhas direto no app

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Novidades no Instagram
Divulgação/Instagram

Novidades no Instagram

Cerca de dois anos depois do lançamento dos adesivos de doação, o Instagram percebeu que muitos de seus usuários têm usado suas ferramentas de arrecadação para criação de “ vaquinhas ”, que têm seu valor posteriormente revertido para organizações sociais. Por conta disso, a rede social criou um mecanismo para facilitar a organização de eventos de arrecadação de fundos como grupos para usuários da plataforma.

O Instagram observou que muitos tipos de arrecadação off-line de fundos são empreendimentos em grupo, como venda de alimentos, como o famoso bolo de pote ou brigadeiros, que são muito comuns no Brasil, e shows de caridade.

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Tendo isso em vista, a rede social percebeu que poderia abraçar e cooptar esse espírito de comunidade, permitindo que, após criar uma arrecadação de fundos, os usuários possam adicionar outras pessoas, como amigos e familiares, no rol de organizadores.

Para isso, o usuário deve criar uma arrecadação de fundos e, posteriormente, tocar no ícone de compartilhamento na página de recolhimento de recursos e, logo depois, clicar na opção de “convidar membros do grupo”. A partir daí, o usuário poderá procurar outras contas para convidar pessoas para participar da arrecadação.

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ALMT – Campanha Fake News II

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