Saúde

Bélgica anuncia lockdown durante novembro para conter segunda onda da Covid-19

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Na terça-feira (20), o país bateu recorde de infectados: mais de 18 mil, quase 10 vezes o valor do pico da primeira onda da pandemia
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Na terça-feira (20), o país bateu recorde de infectados: mais de 18 mil, quase 10 vezes o valor do pico da primeira onda da pandemia

O governo da Bélgica anunciou hoje (30) um lockdown para conter a segunda onda da pandemia da Covid-19, segundo a agência RTBF. A medida passa a valer a partir do dia 2 de novembro e se estenderá até o dia 13. A nova medida de isolamento foi anunciada pelo porta-voz do Ministério da Saúde do país, Yves Van Laethems.

Na terça-feira (20), o país bateu recorde de infectados ao registrar mais de 18 mil casos, quase 10 vezes o valor do pico da primeira onda da pandemia.

De acordo com Laethems, os hospitais no país estão à beira de um colapso.
Durante o lockdown, estão proibidos quaisquer eventos que tenham refeições compartilhadas. Os funerais poderão ocorrer, porém somente com 15 pessoas.

Desde o sábado (24), todas as instalações esportivas e culturais na região de Bruxelas estão fechadas. Um toque de recolher da meia noite às 5h vigora desde segunda-feira (26).

Em meio ao avanço da segunda onda na Europa, o país vê o número de pacientes em unidades de terapia intensiva dobrar a cada oito dias. “Até o final da semana, devemos ultrapassar a marca de mil pacientes em terapia intensiva”, afirmou Van Laethem. “Se a curva não mudar com o nosso comportamento, devemos atingir 2 mil pacientes em terapia intensiva em duas semanas, nossa capacidade máxima”, acrescentou.

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Fonte: IG SAÚDE

Saúde

Alemanha supera um milhão de casos da Covid-19

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Alemanha registra 22 mil novos casos em 24 horas

A alemanha superou, nesta sexta-feira (27), um milhão de casos da Covid-19. Assim como grande parte da Europa, o país enfrenta agora a segunda onda da doença e, apesar do registro de novas infecções, já flexibiliza com cautela as restrições de distancialmento social.

Durante o primeiro pico da Covid-19 no continente europeu, a Alemanha foi citada como exemplo de gestão contra a pandemia. A segunda alta, porém, atingiu o país de maneira trágica – pressionando o sistema de saúde e exigindo medidas mais duras.

Até esta sexta-feira, o país registra 1.006.394 infectados, 15.586 mortos pela doença e 22,8 mil novas infecções nas últimas 24 horas. Ações de contingenciamento, como limite de público e fechamento de bares e restaurantes, devem seguir até janeiro.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Fiocruz: aumento de casos e óbitos de Covid-19 deve servir de alerta

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Agência Brasil

Entre 8 e 21 de novembro, foi observada tendência de alta na incidência da doença nos estados do Amapá, Rio de Janeiro, de São Paulo, do Paraná e de Santa Catarina
Foto: Pixabay/Fernando Zhiminaicela

Entre 8 e 21 de novembro, foi observada tendência de alta na incidência da doença nos estados do Amapá, Rio de Janeiro, de São Paulo, do Paraná e de Santa Catarina

O aumento de casos e óbitos de covid-19 no Brasil entre 8 e 21 de novembro ainda não pode ser chamado de segunda onda, mas deve servir de alerta para reforçar o sistema de saúde, avalia o Boletim Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que foi atualizado ontem (26) com os dados das semanas epidemiológicas 46 e 47.

O texto pede atenção na análise dos dados, já que as semanas estudadas sucedem um período em que houve defasagem nos registros, no contexto dos ataques cibernéticos sofridos por órgãos federais.

“Ainda não se pode afirmar que o Brasil vive uma segunda onda da pandemia, mas a inversão da tendência de redução desses indicadores [de casos e óbitos] deve servir como alerta para todo o sistema de saúde, no sentido de reforçar a infraestrutura hospitalar e intensificar ações de atenção primária integrada à vigilância”, afirma o boletim, que reitera a importância de combinar o distanciamento social à realização de testes para a identificação ativa de casos e contatos, com isolamento dos casos e quarentena dos contatos.

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A Fiocruz avalia ainda que “a combinação dos problemas no fluxo de dados e o aumento súbito do número de casos deve ser tratada com bastante atenção, pois significa que no momento atual podemos ter um quadro de indicadores que efetivamente não reflete a realidade, agravado pela ausência de testes e de busca ativa de casos e contatos”.

Entre 8 e 21 de novembro, foi observada tendência de alta na incidência da doença nos estados do Amapá, Rio de Janeiro, de São Paulo, do Paraná e de Santa Catarina. Já o número de óbitos sofreu “aumento expressivo” em Roraima (+7,9%), Minas Gerais (+6,6%), no Rio de Janeiro (+10,1%), em São Paulo (+7,7%),  no Rio Grande do Sul (+5,2%) e em Goiás (+7,5%).

A Fiocruz aponta que a incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país voltou a crescer e “revela um quadro preocupante”. As taxas mais altas no período ocorreram em Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, no Distrito Federal, Paraná, em São Paulo e no Rio Grande do Sul.

A ocupação dos leitos de unidade de terapia intensiva para covid-19, segundo o boletim, continuou em uma tendência de piora, com Amazonas (86%) e Espírito Santo (85,1%) na zona de alerta crítica. A situação piorou na Bahia (61,1%), em Minas Gerais (64,5%), no Rio de Janeiro (70%) e em Santa Catarina (78,1%), e esses estados voltaram para a zona crítica intermediária.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Rússia inicia vacinação contra a Covid-19 nos militares do país

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A Sputnik V é vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Rússia
Foto: Divulgação/SputnikV

A Sputnik V é vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Rússia

A Rússia iniciou a vacinação de seus militares contra a Covid-19, anunciou o ministro da Defesa, Sergei Shoigu, nesta sexta-feira (27). O imunizante desenvolvido pelo país foi batizado de Sputnik V. Até agora, mais de 2.500 militares foram vacinados. 

De acordo com o governo russo, oo total, mais de 400 mil soldados serão vacinados nesta campanha. O número chegará a 80 mil até o final de 2020, segundo a mesma fonte.

No início de setembro, o próprio ministro disse que se vacinou com a vacina russa Sputnik V, preparada pelo centro de pesquisas Gamaleya de Moscou, em parceria com o Ministério da Defesa.

A vacina atualmente está em ensaios clínicos de fase 3 e demonstrou ter 95% de eficácia, de acordo com seus criadores.

A Rússia, quarto país em número de infecções, atrás de Estados Unidos, Índia e Brasil, registrou novo recorde de 27.543 casos de contágio detectados em 24 horas, além de 496 mortes.

O país acumula 2.215.533 casos da Sars-CoV-2 desde o início da pandemia, com 38.558 óbitos.

Fonte: IG SAÚDE
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