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Nacional

Bolsonaro sugere que cubanos não são “tão bons” ao lançar o ‘novo’ Mais Médicos

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Marcos Corrêa/PR – 1.8.19

Bolsonaro durante lançamento do programa Médicos pelo Brasil ao lado do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) assinou nesta quinta-feira (1º) uma medida provisória (MP) que cria o programa Médicos pelo Brasil, substituto do Mais Médicos, com críticas à participação de profissionais cubanos no projeto anterior. Bolsonaro gastou a maior parte do seu discurso para criticar Cuba e os governos do PT .

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“Se os cubanos fossem tão bons assim teriam salvado a vida de Hugo Chávez. Não deu certo, deu azar. Se fossem tão bons assim, Dilma e Lula teriam cubanos no Planalto e não brasileiros”, disse Bolsonaro , fazendo referência ao ex-presidente da Venezuela que tratou um câncer em Cuba, além dos seus antecessores no Brasil.

O presidente só fez um breve comentário sobre o programa que estava lançando. Uma menção ao ministro da Saúde , Luiz Henrique Mandetta. “Essa medida aqui, que credito ao ministro Mandetta, é muito bem-vinda”, afirmou o pesselista.

Inicialmente, na quarta-feira (31), o ministro havia dito à imprensa que os  profissionais cubanos não fariam parte do Médicos pelo Brasil “em um primeiro momento”. Mandetta explicou que a contratação deles estaria pendente diante do impedimento do Ministério da Educação (MEC) de fazer o reconhecimento de diplomas dos médicos cubanos . Houve, no entanto, uma indicação de que o impasse poderia ser resolvido.

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Novas vagas e CLT

O novo programa promete ampliar em 7 mil vagas a oferta de médicos em municípios onde há deficiência de profissionais do Mais Médicos . De acordo com o governo, Norte e Nordeste tem 55% deste total de vagas. A previsão é que, ao todo, sejam criadas 18 mil vagas, das quais 13 mil em municípios de difícil provimento.

“Dizia-se: “Vamos levar os médicos para as cidades pequenas”. No programa anterior, a grande maioria estava em cidade médias e grandes capitais. No semiárido, nas cidades ribeirinhas, a população fica desatendida”, afirmou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Os médicos serão contratados via CLT, através de um processo seletivo. Serão quatro níveis salariais, entre R$ 21 mil e R$ 31 mil, incluindo gratificações por desempenho e por atuação em locais de difícil acesso. Os profissionais terão que fazer um curso de especialização em Medicina da Família durante os dois primeiros anos.

“Não é possível fazer atenção primária sem termos especialistas em Medicina de Família e Comunidade. Embora o nome seja atenção primária ou atenção básica, ele é muito mais complexa do que a atenção especializada. Ela mexe com a dinâmica da sociedade”, avaliou Mandetta.

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O ministro disse que o programa não resolve todos os problemas, mas afirmou que aponta na direção certa. “Nós temos a total consciência de que não resolveremos todos os problemas da atenção primária. Mas estamos aqui para dizer: o caminho correto é esse”, afirmou, ao lado de Bolsonaro .

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Confúcio Moura critica retorno de aulas presenciais em 2020

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O senador Confúcio Moura (MDB-RO) afirmou, em pronunciamento nesta terça-feira (7), ser contrário ao retorno das aulas presenciais nas escolas até que a pandemia de covid-19 esteja sob controle. Qualquer decisão que não observe esse critério, continuou o senador, é duvidosa e põe em risco a saúde das crianças e das pessoas com as quais elas convivem, especialmente as pertencentes a grupos de risco, como idosos e pessoas com doenças crônicas.

Ele reconheceu a dificuldade que os governantes enfrentam ao ter de tomar uma decisão, especialmente porque pais fazem pressão para que as aulas sejam retomadas presencialmente. Afinal, com os filhos na escola, os adultos também poderão sair de casa e retomar suas atividades.

Para Confúcio Moura, o momento é de prudência. Como forma de mitigar o problema da falta de aulas presenciais, ele defende que, em 2020, nenhum aluno seja reprovado e que as escolas continuem as atividades no modelo remoto. Para ele, é melhor continuar nesse “fingimento” do que colocar em risco a vida das pessoas.

— Então, vai lá, e no ano que vem, a gente pode fazer uma grande composição do ano 2020 com o ano 2021, juntando os dois anos em um e intensificando o ano 2021, sem férias, para compensar um no outro. E neste ano, ninguém reprova — sugeriu.

Confúcio Moura lembrou ainda que o país sequer tem um ministro da Educação para liderar a tarefa de coordenar e orientar a retomada das aulas.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Girão vê crise entre Poderes e pede que Congresso exerça seu papel

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O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) afirmou, em pronunciamento nesta terça-feira (7), que algumas instituições brasileiras estão “quase apodrecidas”. Para Girão, vivemos uma crise política entre o Poder Judiciário e o Poder Executivo.

— Eu vejo que nesse aspecto está havendo uma interferência muito forte do Poder Judiciário, não deixando o presidente da República trabalhar como deveria. Ao mesmo tempo, percebo também uma tentativa do Poder Executivo de interferir na Polícia Federal. O que está estabelecido hoje é esse conflito entre os dois Poderes. 

O senador disse ainda que o Poder Legislativo está sendo omisso, sem exercer seu papel.

— Infelizmente nós temos hoje o foro privilegiado, que é um guarda-chuva de corrupção no Brasil. Os senadores e parlamentares são julgados pelo Supremo Tribunal Federal, e o STF é para ser julgado pelo Senado. Isso não está batendo, não está acontecendo. Um está protegendo o outro. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Parlamentares criticam dificuldades para microempresários obterem crédito

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A comissão criada pelo Congresso Nacional para acompanhar as ações de enfrentamento da covid-19 ouviu nesta terça-feira (7) relatos de microempresários sobre como está o acesso ao crédito. Parlamentares como a senadora Kátia Abreu (PP-TO) chamaram a atenção para a demora na chegada dos recursos enquanto o governo disse que o crédito está chegando e que está tomando medidas para melhorar o programa de auxílio aos pequenos negócios. A reportagem é de Bruno Lourenço, da Rádio Senado.

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