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Economia

Bolsonaro veta utilização de R$ 8,6 bilhões para combate à pandemia

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Bolsonaro alegou que utilização do dinheiro criaria despesa obrigatória sem indicar impacto financeiro
Isac Nóbrega/PR – 19.3.20

Bolsonaro alegou que utilização do dinheiro criaria despesa obrigatória sem indicar impacto financeiro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou o uso do saldo remanescente do Fundo de Reservas Monetárias (FRM), de R$ 8,6 bilhões, para o combate ao novo coronavírus (Sars-Cov-2). A decisão foi publicada no “Diário Oficial da União” nesta quarta-feira (3). A destinação do dinheiro havia sido aprovada pelo Congresso Nacional.

Bolsonaro também vetou outros trechos do texto, entre eles o que previa a repartição do dinheiro entre estados e municípios para a compra de materiais de prevenção à pandemia. Foi sancionado apenas a parte da lei que extingue o fundo — que já estava inativo.

Criado em 1966, o FRM era abastecido com reservas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), usadas para intervenção nos mercados de câmbio e na assistência a bancos e instituições financeiras.

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O veto será ainda analisado pelo congresso, que poderá manter ou derrubar a decisão do presidente. Não há previsão de quando a questão será analisada pelos parlamentares.

Entre os deputados, a votação tinha sido simbólica (sem o registro de votos no painel eletrônico), modalidade usada geralmente quando há acordo sobre o teor da matéria. No Senado, a aprovação foi unânime, com 75 votos a favor.

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Ao vetar o trecho, Bolsonaro alegou que a mudança feita pelo Congresso Nacional criava uma despesa obrigatória ao Poder Público sem indicar o impacto financeiro, violando regras constitucionais.

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Economia

Desemprego sobe pela quinta semana seguida, mostra IBGE

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Tomaz Silva/Agência Brasil

Desemprego continuou a subir entre maio e junho, mostra pesquisa

Aumentou em cerca de 2 milhões o número de  desempregados no Brasil entre a primeira semana de maio e a segunda semana de junho. É o que mostra o levantamento divulgado nesta sexta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


A informalidade, que segura as taxas de ocupação, voltou a ter queda após duas altas consecutivas. Na formalidade, houve o fechamento de cerca de 2 milhões de postos de trabalho no período da crise da pandemia de Covid-19.

A pesquisa mostra que cerca de  11,9 milhões de brasileiros estavam desempregados na segunda semana de junho – aumento de, aproximadamente, 700 mil trabalhadores em comparação com a semana anterior.

Na comparação com a primeira semana de maio, a população desempregada aumentou em cerca de 2 milhões de pessoas – uma alta de 21% em cinco semanas.

desemprego subindo foi observado em todas as grandes regiões do país. A alta mais expressiva de maio para junho foi observada no Centro-Oeste (27%). Nordeste e Sul tiveram alta maior que a média nacional – 23% em ambas as regiões. No Sudeste, foi de 20%. A menor alta foi na Região Norte (11%).

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Além disso, a pesquisa mostra que trabalhos na informalidade voltaram a ter queda após duas semanas em alta, que o contingente de trabalhadores afastados por causa do isolamento social segue em queda e que o número de trabalhadores em home office ou teletrabalho na pandemia se mantém estável.

O levantamento foi realizado entre os dias 7 e 13 de junho no projeto do IBGE, Pnad Covid19, versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. A pesquisa é feita com apoio do Ministério da Saúde para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para descobrir a quantidade de pessoas da síndrome gripal no Brasil.

Apesar de também avaliar o mercado de trabalho, a Pnad Covid19 não pode ser comparada aos dados da Pnad Contínua – indicador oficial do desemprego no país – por conta de diferenças metodológicas.

Pnad Contínua mostrou que, entre abril e maio, cerca de 7,8 milhões de postos de trabalho foram fechados no Brasil, chegando 12,7 milhões o número de desempregados no país.

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Economia

Veja como consultar o saldo FGTS e o calendário de pagamento

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FGTS
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Veja os calendários do FGTS

É possível consultar o valor e a data do saque emergencial do  Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de até R$ 1.045. De acordo com a MP, o valor do saque é de até R$ 1.045 por trabalhador, considerando a soma dos saldos de todas as suas contas do FGTS.


A consulta está disponível no aplicativo do FGTS e Internet Banking da Caixa Econômica Federal. A consulta pode ser feita no site  fgts.caixa.gov.br e no telefone 111, opção 2.

No FGTS, R$ 37,8 bilhões serão liberados para aproximadamente 60 milhões de trabalhadores. A Caixa já divulgou o calendário de pagamento, autorizado pela Medida Provisória (MP) 946. A ação faz parte do conjunto de medidas de enfrentamento aos impactos causados aos trabalhadores pela pandemia de Covid-19.

Calendário

O início do calendário de recebimento do FGTS foi em 29 de junho para os nascidos em janeiro. Os pagamentos são realizados por meio da poupança social digital, aberta automaticamente pela Caixa em nome dos trabalhadores, acessada pelo aplicativo Caixa Tem.

O calendário de pagamento foi estabelecido com base no mês de nascimento do trabalhador e contém a data que corresponde ao crédito dos valores na conta poupança social digital (do aplicativo Caixa Tem).

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Há duas etapas de recebimento: caimento na conta digital do valor do FGTS e calendário de saques e transferências. Confira.

Calendário de recebimento por conta digital da Caixa (por mês de aniversário):

Janeiro – 29/6
Fevereiro – 6/7
Março – 13/7
Abril – 20/7
Maio – 277
Junho – 3/8
Julho – 10/8
Agosto – 24/8
Setembro – 31/8
Outubro – 8/9
Novembro – 14/9
Dezembro – 21/9

Calendário para saques e transferências (por mês de aniversário):

Janeiro – 25/7
Fevereiro – 8/8
Março – 22/8
Abril – 5/9
Maio – 19/9
Junho – 3/10
Julho – 17/10
Agosto – 17/10
Setembro – 31/10
Outubro – 31/10
Novembro – 14/11
Dezembro – 14/11

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Economia

Havan do Paraná será investigada por cobrar preço abusivo em alimentos

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havan
Reprodução

Havan: unidade no Paraná será investigada por preço abusivo

Uma unidade da rede de lojas de departamento Havan  é suspeita de cobrar preços abusivos de itens da cesta básica. Em Colombo (PR), região metropolitana de Curitiba, o Procon recebeu centenas de denúncias sobre os preços e notificou a Havan.

Na Havan de Colombo, um pacote de cinco quilos de arroz da marca Buriti é vendido a R$ 22,99, preço 60% maior que no comércio da região. Já um litro de leite integral da marca Piracanjuba custa R$ 7,99, mais do que o dobro do valor cobrado em estabelecimentos de Curitiba.

O Ministério Público do Paraná  abriu um procedimento administrativo para investigar o caso.

A rede Havan não se pronunciou sobre o fato.

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