Saúde

Brasil registra 317 mortes por Covid-19 em 24 horas e passa dos 142 mil óbitos

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O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes
Foto: Eduarda Esteves/iG

O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes

Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou mais 317 mortes causadas pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), fazendo o total subir para 142.058. Já o número de casos confirmados de contaminações chegou próximo de 5 milhões, com 4.745.464. Desse total, 13.155 casos só de ontem para hoje.

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 35.125 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 18.291 mortes, seguido por Ceará (8.921), Pernambuco (8.190) e Minas Gerais (7.240).

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (973.142), Bahia (306.629), Minas Gerais (290.137), Rio de Janeiro (262.006) e o Ceará (239.062).

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Desde o início da pandemia, mais de 33 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, quase 1 milhão morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins. O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

Fonte: IG SAÚDE

Saúde

Com média de mortes em queda, Brasil chega a 5,5 milhões de casos de Covid-19

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Mais de 45 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo
Foto: Reprodução/Olhar Digital

Mais de 45 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo

Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou mais 508 mortes causadas pelo novo coronavírus  (Sars-CoV-2), fazendo o total subir para 159.477. Já o número de contaminações chegou aos 5.516.658 milhões. Desse total, 22.282 infectados só de ontem para hoje.

A média móvel de óbitos por Covid-19 continua em queda, com 430 mortes, menor patamar desde o dia 6 de maio, de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). 

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 39.255 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 20.565 mortes, seguido por Ceará (9.337), Minas Gerais (8.962), Pernambuco (8.609).

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (1.113.788), Minas Gerais (357.347), Bahia (352.700), Rio de Janeiro (309.496) e o Ceará (273.552).

Veja Mais:  Rússia anuncia falta de médicos durante segunda onda da Covid-19

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da  pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Mais de 45 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 1,1 milhão morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins. O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Fiocruz aponta aumento de casos de SRAG em dez capitais do Brasil

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Quase 98% dos casos de SRAG no país neste ano foram causados pelo novo coronavírus
Foto: Reprodução/Twitter

Quase 98% dos casos de SRAG no país neste ano foram causados pelo novo coronavírus

Dados do sistema de monitoramento da Fiocruz (InfoGripe) apontam que dez capitais brasileiras estão com tendência de alta nos casos de  Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A análise é referente ao período de 18 a 24 de outubro e foi divulgada nesta sexta-feira (30).

Relatório mostra que Aracaju, Florianópolis, Fortaleza, João Pessoa, Macapá, Maceió e Salvador apresentam sinal forte de crescimento a longo prazo (seis semanas). Em Belém, São Luís e São Paulo, o sinal de crescimento é moderado a longo prazo.

SRAG é uma doença respiratória grave que exige internação e é causada por um vírus, seja ele o novo coronavírus, o influenza ou outro. Entretanto, segundo a Fiocruz, quase 98% dos casos no país atualmente têm o novo coronavírus (Sars-CoV-2) como causa.

No recorte geográfico dos casos de SRAG, todas as regiões brasileiras se encontram na zona de risco e com ocorrência de casos muito alta.

Aracaju, Florianópolis, Fortaleza, João Pessoa, Macapá, Maceió e Salvador têm probabilidade maior que 95% de alta a longo prazo. Já São Paulo, Belém e São Luís têm probabilidade maior que 75% de alta a longo prazo.

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Curitiba, Campo Grande, Goiânia, Cuiabá, Distrito Federal, Vitória e Palmas têm probabilidade de queda maior que 75% a longo prazo. Rio Branco, Manaus, Boa Vista, Porto Velho, Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Teresina, Recife e Natal registraram estabilidade/oscilação.

Fonte: Fiocruz

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Bélgica anuncia lockdown durante novembro para conter segunda onda da Covid-19

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Na terça-feira (20), o país bateu recorde de infectados: mais de 18 mil, quase 10 vezes o valor do pico da primeira onda da pandemia
Foto: Pixabay

Na terça-feira (20), o país bateu recorde de infectados: mais de 18 mil, quase 10 vezes o valor do pico da primeira onda da pandemia

O governo da Bélgica anunciou hoje (30) um lockdown para conter a segunda onda da pandemia da Covid-19, segundo a agência RTBF. A medida passa a valer a partir do dia 2 de novembro e se estenderá até o dia 13. A nova medida de isolamento foi anunciada pelo porta-voz do Ministério da Saúde do país, Yves Van Laethems.

Na terça-feira (20), o país bateu recorde de infectados ao registrar mais de 18 mil casos, quase 10 vezes o valor do pico da primeira onda da pandemia.

De acordo com Laethems, os hospitais no país estão à beira de um colapso.
Durante o lockdown, estão proibidos quaisquer eventos que tenham refeições compartilhadas. Os funerais poderão ocorrer, porém somente com 15 pessoas.

Desde o sábado (24), todas as instalações esportivas e culturais na região de Bruxelas estão fechadas. Um toque de recolher da meia noite às 5h vigora desde segunda-feira (26).

Em meio ao avanço da segunda onda na Europa, o país vê o número de pacientes em unidades de terapia intensiva dobrar a cada oito dias. “Até o final da semana, devemos ultrapassar a marca de mil pacientes em terapia intensiva”, afirmou Van Laethem. “Se a curva não mudar com o nosso comportamento, devemos atingir 2 mil pacientes em terapia intensiva em duas semanas, nossa capacidade máxima”, acrescentou.

Veja Mais:  Bélgica anuncia lockdown durante novembro para conter segunda onda da Covid-19
Fonte: IG SAÚDE

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