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Buggy elétrico brasileiro eiON está próximo de entrar em produção

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Buggy elétrico eiON
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Buggy elétrico eiON projetado e desenvolvido no Brasil será o primeiro modelo do gênero no País com plataforma própria


O primeiro buggy elétrico brasileiro está prestes a entrar em produção comercial. De acordo com a startup curitibana eiON, fundada em 2018 e que desenvolveu o modelo de mesmo nome, a empresa está finalizando a estruturação para a produção do veículo em escala comercial.



Apesar de o buggy eiON  ter sido projetado inicialmente para atender resorts e o ecoturismo, ele foi projetado para ser usado também em vias públicas. Com 3,35 m de comprimento e 1,795 m de largura e entre-eixos de 2,01 m, o iON é montado sobre uma plataforma própria e será capaz de levar até cinco ocupantes.

De acordo com o site do fabricante , serão três versões (Econômica, Padrão e Luxo), que vão se diferenciar principalmente pelos pacotes de bateria que garantem uma autonomia de cerca de 150, 250 e 500 km, respectivamente. Ainda segundo a eiON, apenas as células de íons de lítio usadas nas baterias não são de produção nacional.

Além de uma parceria com a fabricante catarinense de motores elétricos WEG, a eiON anunciou recentemente um acordo com a gaúcha FuelTech, empresa especialista no desenvolvimento de equipamentos eletrônicos para carros e que se tornou parceira da startup para o desenvolvimento de kits de conversão de modelos a combustão em elétricos.

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Recentemente, o buggy eiON foi selecionado entre as dez finalistas do 1º Desafio Brasileiro de Inovação em Turismo, que irá garantir para o vencedor uma viagem para Madri (Espanha) para um programa de treinamento.

Fonte: IG CARROS

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NASA mostra moto movida  pelo vento com turbinas nas rodas

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moto da NASA
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Moto da NASA vem com pás giratórias nas rodas no lugar dos raios convencionais para gerar energia elétrica

Se alguém aqui estiver vivo por volta de 2050 poderá ver funcionando algo do tipo que a NASA acaba de mostrar, projetada pelo engenheiro americano Simon Gytten. Trata-se de um veículo de duas rodas futurista que vamos chamar de moto. Pelas imagens, conclui-se que o estilo adotado se aproxima do que se convencionou a classificar como Café Racer.

Ainda se trata de um protótipo, mesmo assim, ainda parece estranho para os dias atuais, já que conta com tecnologias que não são comuns pelo menos na era em que vivemos hoje em dia. Logo de cara, nota-se que nessa moto da NASA não há pedais. E o motor é movido a vento. Isso mesmo. Nada de energia, solar, a hidrogênio ou elétrica.

O segredo está nas rodas. Dê uma olhada delas e verá que no lugar os raios convencionais existem pás girarórias, como as das turbinas de um avião . Por meio do sistema inventado por Gorlov, quando a moto está andando ou mesmo parada as pás de movem para gerar eletricidade, que é usada para fazê-la andar.

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Uma moto de outro mundo

Mas, e se faltar vento? Então, imagine a cena de um piloto rodando na superfície de Marte. Será que haverá ar em movimento o suficiente por lá? De qualquer forma, o projetista pensou em uma seguda fonte de energia, tornando possível plugar a moto em uma estação de recarga. E mesmo que as baterias estejam 100% carregadas as rodas girando como turbinas vão continuar gerando energia.

Sim, porque o a ideia é também transformar essa moto em uma espécie de gerador de energia em Marte, onde encontrar um gerador vai ser difícil, pelo menos no início da colonização…Brincadeiras à parte, esse tipo de moto da NASA é importante para inspirar as futuras gerações. Dificilmente veremos algo do tipo rodando por aí no planeta Terra.

Fonte: IG CARROS

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Veja cinco dicas para limpar corretamente os vidros do carro

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A borracha do limpador do para-brisa pode grudar no vidro se esquecer de retirá-lo antes de deixar seu carro parado.


Mais do que apenas uma questão estética. O uso de produtos e técnicas corretos para a limpeza dos vidros do carro ajuda a evitar danos e também garante a visibilidade mesmo nas piores situações climáticas possíveis.


Por esse motivo, confira abaixo cinco dicas da Rodabrill, empresa fabricante de produtos de higiene automotiva, para a correta manutenção do para-brisa e dos outros vidros do veículo.

1 – De olho na química

Antes de comprar ou usar um produto de limpeza nos vidros do carros, leia a sua composição química e fuja daqueles que trazem amônia. O mesmo vale para soluções caseiras.

A explicação para isso é que a amônia é um produto muito alcalino. Nos carros equipados com película nos vidros, o efeito de longo prazo é o ressecamento e a necessidade de troca do insulfilm.

2 – Pano correto

Não basta escolher um pedaço de pano qualquer. Utilize na limpeza dos vidros apenas panos de microfibra ou papel toalha.

A razão para isso é que outros tipos de tecidos ou materiais podem provocar riscos na superfície do vidro ou na película.

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3 – Insulfilm

Para evitar danos na película dos vidros, o ideal nesses casos é sempre borrifar o produto de limpeza no pano ou papel toalha.

Feita a limpeza, é importante também secar a área. Sempre utilizando um outro pano macio, que esteja limpo e seco 

4 – Fim da gordura

Nos casos em que o vidro do carro estiver muito engordurado, é possível recorrer a uma folha de papel jornal amassada e úmida.

Após esse procedimento e ainda com o vidro úmido, use uma folha de jornal seca para dar o acabamento final.

5 – Embaçamento

Para ajudar a evitar o embaçamento dos vidros, use produtos como limpa-vidros e anti-embaçantes.

Eles funcionam quebrando a tensão superficial da água e diminuindo as gotículas que se acumulam nos vidros .

Fonte: IG CARROS

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Chevrolet Onix Plus é o carro que menos perde valor, aponta estudo

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Chevrolet Onix Plus: em um anos, perde apenas 7,6% do valor de tabela conforme o estudo da Agência Autoinforme

O Chevrolet Onix Plus foi eleito o modelo que menos perde valor depois de um ano na 7ª edição do Selo Maior Valor de Revenda, com apenas 7,6% de depreciação entre agosto de 2019 e o preço do mesmo carro (portanto com um ano de uso) doze meses depois. Foram consideradas 15 categorias, ante 19 do ano passado.

Segundo o idealizador da certificação, Joel Leite, “este ano, decidimos extinguir Hatch Médio, Hatch Premium, Perua e Sedã Grande porque esses segmentos apresentaram apenas um modelo em comercialização, ou significaram vendas abaixo de mil unidades no período de 12 meses”, disse ele. “Além disso, veículos elétricos e híbridos foram separados porque, mesmo sem altos volumes, conquistaram representatividade no mercado brasileiro”, completou.

A pesquisa considerou os 102 modelos novos mais vendidos, de 20 marcas. Foram analisados modelos das marcas BMW, Caoa Chery, Citroën, Ford, Kia Motors, Land Rover, Lexus, Mitsubishi, Nissan, Peugeot e Suzuki. Segundo os organizadores, “seis modelos vencedores desta edição pioraram suas posições em relação à sexta edição do estudo, com índices de depreciação maiores. São os casos dos modelos VW Up!, VW Saveiro, VW Tiguan, Fiat Toro, Jeep Compass e Toyota SW4.

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Apenas dois modelos – Toyota Corolla e Toyota Hilux – conseguiram melhorar ainda mais os seus índices de depreciação. Essas variações refletem o comportamento do mercado – oferta e demanda – e o trabalho da indústria e sua rede de distribuição no quesito pós-vendas”.

Na avaliação de Luiz Cipolli Junior, do Departamento de Pesquisa da Agência Autoinforme, “a depreciação depende de vários fatores: do tamanho do carro, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado. Daí a importância do selo”.

Confira abaixo os vencedores de cada uma das 15 categorias com a porcentagem que mostra quanto cada um desvaloriza em um ano.

  • Entrada: VW Up! (8,1%)
  • Elétrico: Renault Zoe (9,9%)
  • Hatch compacto: Hyundai HB20 (9,2%)
  • Híbrido: Volvo XC60 Hybrid (9,8%)
  • Monovolume: Honda Fit (9,4%)
  • Picape pequena: VW Saveiro (15,1%)
  • Picape Compacta: Fiat Toro (13,7%)
  • Picape média: Toyota Hilux (9%)
  • Sedã de entrada: Hyundai HB20S (12,9%)
  • Sedã Compacto: Chevrolet Onix Plus (7,6%)
  • Sedã Médio: Toyota Corolla (8,9%)
  • SUV de entrada: Honda HR-V (9,2%)
  • SUV Compacto: Jeep Compass (11,7%)
  • SUV Médio: VW Tiguan (10,9%)
  • SUV Grande: Toyota SW4 (10,1%)
Fonte: IG CARROS

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